sexta-feira, outubro 15, 2010

bela a rapariga brasileira, com uma lulu branca idêntica a um outra de meias cor de rosa que abrira as pernas em dia recente na esquina en frente a tentadora, ali estava poisada num banco, o outro cão e a lulu corriam, fala ela para o dono dele, é que ela está no cio, ou melhor esteve, será que ele a quer montar, ah amada se fosses tu, mil vezes elevado a mil, para começar, embora aquele tipo de caezinhos, enfim, deixam um bocado a desejar, mas o amor tem coisas destas, não se dificultem os gostos, como a rapariga bela, agradavelmente vestida de botas de montar castanhas, belas que lhe iam bem , deitou o saco no caixote de lixo ao partir, eu a ver em sua figura a passar, uma pomba, me mostrou um elemento da casa com fachada tipo castelo às escadinhas, com três rombos em delta que desvelam os vermelhos pequenos tijolos de outrora industriais, os ferros nas varandas reproduziam a foice  que ontem aqui se desvelara no final de um pauzinho de incenso do fr ank das colheitas, harverest,ou everest, a ressoar em linha recente sobre a morte de uma rapariga, os bicos, equivalentes aos do filme que mostra o pod do avião que embate na torre, depois desenhou o laço ao volta da estrela da morte de setenta e oito pontas, em cimo do o b e l isco, das aguas furtadas, ou seja, sej h a do roubos e da catarina, também em sentido, da puta imperadora das ban didas

subindo a rua do capitao da pallas, pelo outro lado de novo olhei o lugar do vermelho vomitado da besta recente, a spa rato, se complementou, spa rato do sporting

be la primeira ra pa riga da brasileira, com uma da lulu br anca id en tica a um deo ur as das meias cor de rosa,  q ue bar ira s as das pernas em dia rec en te na es q u ina en fr en tea primeira da tentadora, ali est ava p o isa sada nu maior do banco, circulo do outro cao, é a primeria  a l vaso da  lu cor ria maior , fa al dela para do circulo do dono dele, é q ue dela e stá no do cio do io, o u mel hor es tve, se rac q ue dele primeria q ue ra ato do  montar, a h am ad a se da f os s set vaso, mi l v e ze es ele , v ad do circulo da primeria do  mi l, para com ç ar, em bor a q u ele t ip o pode cae z in h os, en fi maior, de ix am um bo cado a de sej ar, maso circulo do am mor,  te maior mc co isa s destas, n cao se di cu te maior os g oto sc omo da primeira  rapriga bela, a g r ad ave lm,  mente,  v est id a de botas ed montar c as t n h as de belas, lugar,  q ue l he iam be maior , dei to u circulo do saco, s aco rose eta,  no ca ix o te de l i xo cao pari reu primeira ver em s ua figo ur a ap assar uma pomba, me m os t rato ps circulo do vaso deo de um elemento da c as com f ac h ad a t ipo do castelo,  às es ca din h as, com t r es r o mb os em delta q ue ed ds vela lam am os verme l h s pq eu nós ti j olo os de outrora, os  indu t ria is os ferros nas v ar andas re pod u z ima foice ~do foie , q ue on te maior a qui se d es v e lara no fina l de um p au z in ho de inc en codo fr ank das colheitas, h ar v e r est,o u eve r est, a reo s sar em linha re en te s ob rea primeria da moret de uma rapariga, o ss bic os, eq u iva lente es a os do fil me q uu ue da mo st ra do circulo do pod do av aia o q ue em bate na torre, d ep o is de s en h  ouo  l aço cao vol t ad da primeria do bairro da estrela, a damo da morte de set en t  a e o it circulo das pontas,dança,  em c imo modo ob l isco,s ub indo a rua do capitao da pallas, p elo outro rol lado de n ovo ol he io lu g ar d o verme l h o vo mit cao da besta rec en te, a spa rato, se co mp lem en to u, spa rato do spor da cruz inglesa

os elementos dos bicos reflectiam, ainda os da visão do passarinho em manha recente, ou seja da casa cujas traseira daqui em parte se vê, ao lado da que parece ter um muro tipo fortaleza , ou seja a faca na pena da pomba, ou na pomba, o endereço físico da serpente ub da nete, a da casa aqui na rua , entendo, o fisco do tisico, assim se acrescenta, sea ac r es cena t p elo corrector, o financeiro, o do banco, a foice simbolizada no pauzinho de incenso ontem aqui queimado, é de uma embalagem,  em ema  ab al lage m,  que ali encontrei mais ou menos no sitio,  dd,  dessa casa, numa noite ao que parece uma rapariga, ra par ia g,  dali se mudou

 os dele , lem en ts o dos bicos r efe c l t ima, a inda os da visao do p ass sarin ho em manha recente, o vaso do seja da casa cu ja s traseira da q u ei em p arte s e ve, cao lado da que ap rece teresa rum mu iro t ipo fo rta le za

assim foi a minha volta ao entardecer, tu que tardas em chegar e poisar em meus lábios, neles fazer ninho,

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