sábado, outubro 02, 2010

cheguei a papelaria da pampulha, com este perfume de amores contrariados  entranhado e dou com uma rapariga de uma rara beleza que me olha numa capa, ao lado de um belo rapaz de perfil, cabelo rapado como o meu, que parece olhar algo que o fez ficar como que vidrado, a rapariga me olha com expressão de quem me quer dizer algo, na realidade as linhas de espanha, via as capas das revistas sociais se vinham a agitar desde algum tempo, primeiro fora uma linha da princesa, que falava de filmes pornográficos ou algo assim em seu passado, oh bela princesa, ainda não apareceu no portal dos filmezinhos, quem por vezes lá aparece assim das terras de espanha, é a bela penélope, mas para lhe ser franco acho mesmo que nunca vi para alem do frame que a anuncia, não se preocupe não, bela princesa, ontem fora a consciência que depois ecoara nas linhas sobre a queda das torres escritas na Casa de Deus, sobre as gémeas ao me aperceber de uma bela rapariga que é irma da penélope, como se de repente fossem elas a imagem das gémeas, gémeas de outro sentido , ou mesmo não, de linha de sangue como falo nesse mesmo texto, depois ainda uma bela com um nome belíssimo, ekatrina, que devera ser  basca, com uns lábios a sugerir almofadas como uma outra rapariga que devem andar a tentar assim pescar, ah pescar, a pescava eu, aqueles lábios se a encontrasse, e a manha é clara, e bela, pois rola, o nome katrina com um , e, antes, é coisa bela de se dizer, como quem diz é katrina, ou é ka da cruz da rina da miss si sip, a do pi , depois de novo a princesa com um vestidinho leve daqueles que se movem no mover da mulher, e que nos prendem doce o olhar, que apareceu espelhado nessa rua na loja da sao da moda, trazendo do outro lado, a fatima lopes, como candidata, e na outra loja também de roupa, um cruz templaria nos sapatos de quarto por baixo de um vestido de mulher escocesa, e depois essa rapariga, com um nome que de repente encaixava no sonho, como a me dizer, que ele fora então uma induçao rem, feita aqui ao lado, beatriz, beatriz, borromeo, que belo nome, que me remete para vento do norte, para boris e pitis que se lançou outrora de um penhasco para fugir aos ciumes de boris quando ela se apaixonou por pan, e se transformou assim numa árvore, que ainda hoje se agita quando pan toca sua flauta, que belíssima beatriz, uns brincos em singelo cordão, com penas no termino, como a falar de índias, e um vestido em escamas que me fez lembrar um misto de leviata, de pavão e de peixes, ou gnósticos, que charme imenso por dentro e por fora aquela rapariga, que bela

c he g ue ia pap dela ria da p  am pulha, com deste do per fu med, cristina coutinho,  e amo mor rat tp espanhol  c on t r ar ia ad os  en t ran anha dó,  é duadrado vso com de uma ra ap riga de uma rata ara bel  e za q ue meo l home da primeira ano nu ma c ap a, cao lado de um b elo ra p az de per rf fil, cab elo do ra do pado c omo do circulo  me vso, q ue pa rece o l home da ar al g o q ue do circulo de fez,  fi car  c omo v id rato do  ado, a ra pa riga meo l home da primeira com , e x press sao de que maior da me q ue rato di za , é ato r al g on a rea l id ad e as das linhas de espanha, via ás ap as das revistas soci a si da se vin ham a a gita rata de sd e al gum te mp o , prime rio for a uma da lina hd da primeira da princesa,  pric ni e za, q ue f ak lava dos filmes porno graficos o ual goa ass si maior em s eu p as sado, o h bela pric ne sa, a inda n cao ap a rece u no porta l dos fil me z in h os, q ue por v e ze lá ap rece as si md as da terra de espanha, é primeria bela pen o lope, ma spa pa da ar l he,  ser franco, nuno,  ac ho me sm o q ue n un ca vi p ara al lem mdo fr ae q ue anu un cia, n cao da se pre o cup en cao da bela princesa, on te maior for a a co n cien cia q ue d ep o is e coa ra ana  rana s linhas s ob rea primeria da queda da torre es c rita s na Ca sade De us, s ob re as das gemeas cao da me ap r ee be rato  de um bela rapariga  q ue é irma da p ene do lope, c omo se de r e pen te fosse maior delas, primeira ima mage md as das gemeas, ge onda me as de outro rose s en t id o , o vaso do mesmo n cao, de lina hd é sangue c omo falo ness e mesmo tex t o, d ep o is a inda,  uma bela com um no me bel iss imo, e kat rina, q ue d e vaso do  ra ser de br a c celo na c o m un s l ab io sa s  u ger i r al mo fadas c omo uma outra ra ap riga, q ue d eve maio anda ra t en t ra as si maior p es car, a hp es cara p es c ava eu, a q ue dele l ab i os sea da primeira en non t r ass e, é a primeira da manha do ham,  é clara, eb dela, p o is da rola, circulo do no me kat rina com de um , e, ant es, é co id a da bela de se di ze rc omo,  q ue maior di zé kat rina, o vaso do é ka ad da primeira da cruz da rina da miss si sip, a do pi ,pide  do quadrado da ep oi serpente do is  de n ova da primeira da princesa,  pric ne za com um v es ti din ho l eve do qaudrado daqueles,  q ue se m ove maior do nomo ob verd primeira da muler, é q ue ns o pre de maior  do ceo o l home da  ar, qe eu ap receu es p dela h ado ness primeria da rua na loja da sao do damo da moda, t r az en dodo do outro lado, primeira da fatima do lopes, psd,  c omo candida da ad da data, é na outra da loja tam am tambem der ero up a, um circulo do rato se te mp l aria nós dos sa patos dec quarto por eb a ixo de um v es t id o de mul her e coc e ja, e d ep o is dessa rapariga, com um no mec ue de r e pente en c ix av no sonho, c omo da primeira me di ze rato, q ue dele,  for a en tao uam id dn vaso da sao es rem, feita,  a qui cao lado da beatriz, bea t rato can tora zorro do bor rome meo, q ue b elo no mec, q ue me rem te pa da ar v en t o do norte, para bori se pitis q ue se lan cortez circulo do vaso deo de outrora , de um pen home do asco para fu gi ira os ciumes de bori s qa un do dela,  se ap a ix on o u por pan, e se t ra sn for mo vaso as si am amior nu ma ar vaso   o rac, q ue a inda h oje se a da gita qua n d pan toca s ua fla u t a, q ue bel is sima beatriz, uns bric nós em sin gelo cordao, com pen as no teresa mino, c omo a f ala rato de indias, é um v est id o em es cama s q ue me de fez lem br ar rum mi st o de levi ata, de p ava oe de peixes, ou gn os ticos, q ue c h ar me i men s o por d en t rato do oe por for a , a q vaso  la ra pa riga, q ue b dela

em casa me deitei no canape de minha avo, e quando olho a meia negra do pe esquerdo, vejo ao fundo uma coisa branca, me digo, mas tenho a meia rota,  levo a mao ao dedo polegar do pé, vejo que é algo que ali esta, sabe bela beatriz, era uma pena de meu colchao das penas, igual a que tras em seus brincos, oh, senhora, que o amor é coisa maravilhosa de continuo espanto



em c asa sam ase da me dei t ei no c ana ape pede min homem da primeira avo, é qua n do olho da primeira dame da me ia negra do pe es q ue rato do dó do vejo,  cao fun do uma co isa br anca, me dig o, ma serpente  ten ho primeira me ia da rota , é q au n do l evo prime ria da mao cao do dedo da p do ole ll da leg do gato da ar do quadrado , p,  é vejo quadrado da ue é al gato circulo doque eu lie sta, sabe,  b dela, da  beatriz, e ra uma pen ad e meu co l cha,  o das pena, sintra, sin cruz ra,  si g da aul primeira q ue t rato as em se us br inc os, o h, s en hor a, q ue o a mr o é co isa mar iv ilho sa de c on tin u o es pan t o

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