quinta-feira, outubro 21, 2010

foi-me evidente depois de ter falado nos passes de hipnotismo colectivos pela televisao, via o tal programa do gordo mor, que a manha é feita tambem com essa nova tecnologia das televisoes modernas, que projectam nas paredes, por detras do ecra, luz, em funçao dizem das dominantes cromaticas que aparecem a vez no ecra,

 f oi traço da inglesa me e vin dete d ep o is de teresa rf a aldo nos a ps s es de hi pn not is mo c ole c t i  v os epal tele visao, via do circulo do t al por gato da rama dog o rato  do mor, q ue da primeria da manha, é,  feita tam am tambem com essa da do ano da fac nova,  tec n olo gi ad as televisoes mode renas, q ue pop pr ject do tam am nas par ed es, por det r as d oe c ra da luz, em fun sao es di se md as do mina ane net ts c roma ticas q ue ap ar e ema v e zorro no ecra,

não analisei em pormenor ainda uma delas para ver a correlação das cores primarias, as que compõem a imagem, como as que são projectadas no que esta a trás delas geralmente uma parede, mas a sensação que tive ao ver as primeiras imagens assim, é de certa confusão cognitiva, e esta expressão aparece de facto indicar pelo menos parte do resultado, que é contrario ao que anunciam, pois quem a tinha me disse que a justificação dessa tecnologia, era a possibilidade de uma melhor captação das imagens em si mesmas, isto é do que esta dentro do ecrã ou visor 

n cao ana lise w ei em por m e n ro a inda uma delas,  para vera primeira  cor da do tribunal da relaçao,  ad  as cor es pri marias, as q ue com poe ema má ima ge mc omo as q ue da sao por ject ad as noque e sta a t r as del as ger al lem nt e uma da parede, masa s en s aç sao es q ue teve cao vera s prime iras das imagens as si mé de ce rta c on fusa usa sao co gn it iva, é e sta express sao ap rece de f ac to inc id ar p elo men os p arte do r es sul t ado, q ue é c on ta ria circulo do  cao q ue ano cia am, p o is q u ema tina homem da me di s sec q ue da primeria  just if do fi caçao dessa tecnologia, e ra ad da primeria  p os sibil bil id ad e de uma me home primerio circvulo do rato  capa da pata da sao do taçao, a das ima ge ns em si me sm as, is to é doque e sta d en t aro do ecra o uv iso sor

pois uma coisa , uma resultante é logo óbvia, uma vibração continua no plano de focagem, pois ao iluminar o plano anterior a imagem propriamente dita do ecrã, por essa mesma luz, os olhos tendem a focar esse plano ao mesmo tempo que focam o primeiro plano, ou seja o do ecrã, e isto se traduz pelo menos em esforço continuado da visão , pois essa luz é projectada intermitente, ou seja acresce a focagem diferencial continua, um outro processo de obturação do próprio olho, ou seja a adaptação que sempre se esta fazendo, pela quantidade de luz presente que emana de uma imagem , ou de um objecto se assim preferir-mos dizer, e luz é frequência,  partícula e onda, da mesma forma que o olho, nunca é só o olho, isto é, o processo de visão é complexo e muitas outras funções e processos cerebrais estão sempre nela envolvido

p o is uma co isa , uma r es u l t ante é l ogo ob da via, uma vi br raçao c on tin ua nodo  plano , p lan primero ano,  de foca cage maior, p o isa cao i lu mina aro do plano ante do iro ra da imagem por pr ia,  mente, a dita do ecra, por ess a m es ma luz, os olhos ten de ma foc ar esse pal no cao do mesmo tempo,  q ue foc am o prime rio do plano, o vaso do  seja do circulo  do ecra, é is to ze t r ad uz p elo men os em es for ço es conti nu ad o da visao, revista,  p o is essa da luz é por ject ad a inter mit ene, o u seja ac rece da primeira foca cage maior do difer en cia l c on tin ua, um outro por esso de bt ur aço es do rop do piro do olho, vaso  seja da primeira da ad a pt taçao es q ue se em pre rese e sta fax zen do, p ela qa un t id a  de luz pr es en teque ema mana da ana de uma mai ima ge mo u de um ob jec to ze as si maior pr efe rato, e rato traço ingles mos di ze r, e luz é fre q u eni, a p art tic u la é onda da mesa forma, madrid,  q ue circulo do primeiro ho, nu n ca é serpente dp o k l h  o, is to é o pop rec esso de visao é co mp le do xo , é mu it as outras fun ço es e pre c esso sc e r e b r a i s es tao se mp re nele en vol v id o


por outro lado a chamada psicologia cognitiva, isto é que estuda a percepção, o ver e os seus mecanismos desde longas décadas que nos explica a correlação entre frequência cor, luminosidade, isto, é intensidade da radiação da luz, e os chamados estados emocionais, e todo um vastíssimo conjunto de técnicas de controlo mental sempre aí se estribaram


por outro do rol  lado , primeira cn ah ad a psi sic colo g ia co gn it iva, is to é q ue e stud a a perce pa sao es , ove re os se us meca ni sm os de sd e l on gas dec ad as q ue nós , cruz é x p lic a primeira da cor relaçao en t re fre eq u en cia cor, lu mino sida dade, is to, é int en sida ad e da r ad ia sao es da luz, é os c ham md os estados emo cio na ise,  todo um v as t iss imo c on jun to de tec nicas de c on t rato circulo do prmeiro men t al se mp re aí se est r eb ar aram am


as técnicas de hipnose, e de auto hipnose, com certa expressão nos dias de hoje, baseadas inclusivamente nos chamados processos de auto ajuda, se baseiam em, cor,  padrões,  movimento, e alteração da frequência emocional em seu todo  e focagem da atenção, isto é da vontade, imagem de certa forma em sentido lato correlativa ao que acima se descreve como resultado aparentemente contrario, tensão,  nomeadamente na necessidade que o olho e o cérebro e consequentemnte todo o corpo tem ao precessar por exemplo a continua alteraçao dos planos de focagem, mesmo que eles se passem no plano inconsciente, pois , a percepção de que esta focando tambem em simultâneo, o segundo plano, nao é necessariamente uma acto consciente e menos o sera com o tempo, ou seja a habituação


as das tecnicas de hipo de ponse, barcelona,  é de auto hi pn nose nse, com ce rta express sao nós dias, psd,  de homem  oje, ba se ad as inc l us iva vam am , mente,  nós c ham ad os por c ess os de auto da ajuda, mc,  se ba se iam em cor e p ad r  o es , al ç te raçao da fr eq uen cia emo ci nl a em  s u todo,  é foca cage md a a t en sao es, is to é da vontade, ima ge mde ce rta da forma em s en t id o lato cor rato  dela t iva cao q ue ac ima se d es c reve c omo r es u l t ado ap ar nt em nt e c on t rai o, noe ema mad dama do dam am , mente, ado men rte,   en tena da necessidade, mne, nec ess sida ad~dade ,  q ue dp l h oe , o ce rb ro e co nse q uen te maior nt e todo do circulo do corp o te mao pre c ess ar por é x em p lo a c on tin ua al te raçao dos pal nós de foca cage maior do mesmo , do que deles, da  se p ass ema n p lan ano primeiro inc on ce inte, p o is a p efe p aç sao deque é sta foca n do t am tambem  se gun do p lan ano primerio, n cao é ne es s ria am, mente,  uma ct o co ns cien te e men os se ra c om o te mp da dp do vaso do  seja da primeria ,  a homem do bit da tua , o do ac da sao espanhola

a isto se junta obviamente o som, pois estamos a falar de processo de percepção, televisão que tem estas duas componentes

a is to ze da se da jun a t ob via am maior nt teo do  som, p o is est amos aa f al ar de por c esso de perce p sao es da televisao q ue te maior destas duas com p one ste es


nao é portanto displicente, isto é , nao é de menosprezar a hipotese de que entao quem conhece em fino a chave cromatica destes aparelhos, a conjugue cromaticamente e em termos de padroes, cenários, cores, elementos e linhas, perspectivas,  de forma a obter um certo resultado e dominante indutoria

n cao é por rat tnt o di sp lic en te, is to é , n cao é de men os pr e z ar a hipo te se de q ue en tao q ue maior c on home da ce em f ino priemira doc homem  ave c roma tica de ste es aparelhos, a c on ju g ue c roma tica cam mne net, é em termos, aquecedores,  de p ad r o es, cena r iso, cor es, dele , lem en t os e linhas, per sp e c t ivas de forma priemria ob teresa rum  de um ce rto r es u l t ad o e do mina te indu toria, 

 

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