quinta-feira, outubro 14, 2010

hoje pela tarde fui ali as aguas santas, à tasca da dona maria e lhe perguntei, então quem  foi que ontem pela noite corria como um louco aos berros, a dizer que ia matar algum, ou a mim, ou coisa assim aproximada, disse-me o filho que esse tinha passado por lá, pela rua, que viera descendo também essa rua, mas que na aparência não o conheciam

homem oje p dela, a da cruz arde fu ia do ali ás das aguas s anta serpente ac nt o , à tasca da dona maria e l he e pr gun t ei, en ato toc e um do fo do oi q ue on te mp dela, lan ano da  noite cor ria c omo um louco,  a os be r rr rosa di ze rato  q ue do ia mat da ar al gum, p o u co isa ass si m ap por xi m ad a, di s se do traço inglesa meo fi l hoque,  esse da tinha do passado , pa ss sado, o louco, por l á, p dela , ad da rua, q ue v ie ra d e sc en do t am tam am tambem essa da rua, masque na ap a ren cia n cao cuir irc culo c on he ci a m

renato, assim se desvela pelo corrector ao momento desta escrita, renato nome, e também rena do acto

renato, ass si maio da se d eve dela , p elo do cor rec tor cao mo men  t o de sta es c rita, renato no me, é tam am também rena do acto, ou seja em suma ainda, a rena do acto do natal,


no caminho para lá li ainda pelo espírito, do grupo, a aceleração da besta, assim o entendi, do sete do quadrado do segundo da estrela, ou seja o mandante e mais culpado, um carro que dali saia ao momento, me falou da ana do marco, como se fosse embora, ah bela ana, que desde a primeira vez que vos vi mora em meu coração, se partir, que parta para meus abraços, que eu a beijo sem fim, no arco da tasca, um ola, gelado em cores violetas, meu coração de pássaro, um perfume a dor ali ao momento sentiu espelhado nessa estranha combinação da bandeira, violeta, ondas do coração branco, e gelado, g e l lado, o gel do lado

no ca do minho para l á ali,  a inda p elo es pi do rito, dog rupo, primeira ac e lara raçao da besta, as simo en ten di, do sete do quadrado do segundo da estrela, o vaso do seja do circulo do man dante, é mais cu l pado, um carro q ue do dali serpente  aia cao mo men tome falo alo vaso  da ana do marco, c omo da se sef fosse em bora, a hb dela,  ana, q ue de s dea primeira vaso , é zorro q ue eva vaso os vi da mora em me vaso  cora raçao, se p art tir, q ue pa rta para me us ab br aços es, q ue eu primeira do bei , o jo se maior fi maior do no do arco , cod a t asca, um ola, gelado em cor es viol tea sm eu co da raçao de p ass aro, um perfume, cristina coutinho grupo,  primeira da dor ali,  cao men to s en ti vaso  es p el gay home do ado ness da primeira  est star na home da  com bina ac sao es da a bn de ira, viol eta, ondas do cora raçao bar rn co, é gelado, ge l lado, o gel do lado

depois descendo a capitão pallas, dei com o ponto onde vomitou, foi na verdade o vomito que  parou, ali esta ao lado de uma torneira de incêndio nas cores templarias, olhei os grafitis ao momento e li spa rato, o ultimo que aqui entrara fora essa puta do antonio pedro vasconcelos, a torneira, é idêntica a outra recente aqui comentada, ou melhor na Casa de Deus, a dos actos de cinco de agosto, ou seja o passe das aguas imagem do brasil e não só, a bomba al lado do prédio da puta filha do cavaco, ou seja o que esta por cima do mandante, 

d ep o is d es c en dá da primeira  c apit cao do pallas, quevedo,  dei com do  circulo do ponto onda v o mit o u, fo ina vera deo ovo mit o q ue  par o u, ali e sta cao lado de uma r one ria de inc en dio nas cor es te mp l arias, ol g hei os g ra fit isa sao do mesmo, moe en nt o é li spa rato, o u l t imo q ue a qui en t rato da ara for da primeria  dessa puta , a do antonio pedro vasconcelos, a torn eira, é id en tica primeira de outra re cent e a qui com en t ad a, ou mel hor na aca sade de usa, primeira do dos actos de c inc o dea ago st o, ou sj é a primeira do circulo do passe das aguas imagem do bras ile , n cao  s ó, a b o mba al lado do pre d io da puta fil gato homem da primeira do cavaco, o us e ja co circulo  q ue e sta por c ima do man dn primeira  te,

ontem depois da fita , pela noite ao vir do jardim,um carro da policia azul e branca, descia, com as luzes de cima laterais iluminadas, como se buscando alguém, primeiro vi o reflexo vertical da luz amarela lambendo  muro do jardim das necessidades ali ao pé da escolas, curiosa imagem, pois pela tarde , o sol a entrar pela janela tinha feito um reflexo semelhante no meu matelas, desta suma me subiu um perfume de uma morte que de novo emergira ao ler noticias antigas, a da jovem campea francesa que morrera numa derrocada, aqui comentada

on te md ep posi sida fita , p dela, a da lan do ano da noite, 2005,  no ite cao vi rato  do jardim, um carro da poli ca az u le br anca, de sc ia, com ás  l uz es de c ima la te rai s  il um minadas, c omo se b us can dó al g ue maior, pri mr io vi do circulo do ref for mula ona le do xo ver ti ca l da al uz,  a mar dela lam bendo  m ur o do jardim das nec es sida ad es ali cao peda escolas, cu rio sa ima ge maior, p o is p ela t arde , circulo do sol primeira en t rato da  ar p dela , ada janela tinha do feito , um ref for mula one le xo seme l h ante no me vaso  ma tel as, de sta s uma da me s ub o u um do perfume, cc,  de uma mo rte q ue de n ovo e mer gira cao ler not icas antigas, a da j ove maior  cam pe a fr anc e sa q ue mor r era nu ma der roca da, a aqui co men t ad a

na verdade enquanto estava na tasca chegou uma gira que chamou o filho, como para que a conversa não pudesse continuar, bonita rapariga, sem duvida


na verd ad e en qua nt o est ava na t as ca c h ego , psi, necessidades, vao, mario soares,  uma g iraque c ham o u o fil ho, c omo para q ue a c on ver sa n cao p u de esse c on tin u ar da bonita ra pa riga, se maior d uv id a

já lá irao mil anos, bela ana, mas nao te preocupes nao, que as rosas nao tem idade, só tem sabedoria, e as rugas, ah, essas se combatem com beijos bons, daqueles melados, a escorrer mel, na rua que desce e sobe, a subir no bairro alto, num cruzamento de uma esquina, que bela vinha com sua amiga, eu com o meu, e  com o  gravador de mao  pequenino acabado de comprar, lhe pretextei uma entrevista para ficar salvo erro com o numero de seu telefone, e a menina sorria e ria, muito, e assim entrou em meu coração

ja acento  l á irao mi l ano serpente , sb dela , ana, ma s n cao te pre o cup es n cao, q ue ás das rosas n cao te mairo id ad e, s ó te maior, sabe,  dor ia, é ás ru gas, a home , ess as se com bate m c om bei j o s b o ns, daqueles mel ado sa esc o rr e rato do  mel, na rua q ue ed ds ce e s ob ea s ub i r no bairro alto, anu um c ru za men t o de uma eq sin a, q ue b dela vinha , com s ua a miga, eu com me u, é eu com o m eu g r ava ad dor de mao  pec ue nino aca b ad o de co pm par da ar, l he pre tex t ei,  uma da en t r e v ista do para fi car s alvo ero com on um ero de s eu tele fon one, é primeira menina sor da ria,  é rato do ia, mu it o, e as si maior en t rato circulo do vaso em me vaso  cora raçao

tel é fon es, agora s o daqueles, os do cora raçao, por iss dp mel hor é toca rato  à min hd da pri e m r ia da porta

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