sexta-feira, outubro 29, 2010

la guerre des jouets , ainda sobre a cobra do cavaco

fui ver o quadro la guerre de jouets ao ccb, na recepção uma rapariga fazia provavelmente de nicole kidman, assim com um nariz muito grande, gentilmente me disse para subir ao segundo andar, onde, quando estava de volta do quadro logo poisou com o pretexto do telele, uma rapariga que teve logo o cuidado de me dizer que o quadro estivera durante anos num gabinete de um administrador o que era em seu entender uma pena, na verdade, espera-se que belos quadros numa fundação de arte, estejam acessíveis aos olhos de todos, ou então os respectivos gabinetes de administradores, das tretas dos políticos

fu ive ero do quadro la gu e rr rede jo ue ts cao do cc bn a rec ep pax sao es uma ra pa riga f az ia por v ave lem nt e de nico le k id man, as si m c om um na r i z mu it o g rande, gen tile maior nt e da me di s se para s u bi r cao se gun do ana rato, onda qua n dó est ava de vo l t ado do quadro rol logo po iso u com o pre tex t o do tele le, uma ra pa riga q ue rato da teve do circulo do cu id dado ad ado de me di ze rato qe u o qua ad ro est ive vera duran te ano snu ma iro mg  gabi nt e de uma d min sita ardor do  circulo doque,  e ra em s eu en ten der uma de pena, na ver dd e, es pera traço inglesa se q ue b elos qua ad r so n um da fundaçao de arte, est j ama c ess ive is a os olhos de todos, o u en tao os re pse c t iv os gabi nt es de ad min t r ad dor es, das t r etas dos pol it cos

a passarinha ali ao lado se sentou, a palrear pelo telele, a me criar as boas condições de visualização do dito cujo, contudo era bela à vista e me emprestou a caneta pois as minhas mãos não encontravam a minha, quem diria, estava no bolso de trás das calças donna karem de ny, lado da mão da direita, 

a p ass a rinha ali cao lado se s en to ua pal rea ar p elo do tele le, a me c ria rato ás das boas condi ço es de v is uãl iza sao es do dito cu jo, c on tudo e ra bela  vista,  é me em pr es to ua c ane w eta p o is as min h as maos n cao en c on t r av vam am a min h a, q ue di ria est av no bol sode t r as das c al ç  as da donna aka rem lado , a dama da  mao da direita,

 na verdade o melhor quadro és sempre tu, assim nuazinha só coberta pelos meus beijinhos, mas na tua ausência, enfim , se olha outras pinturas, este quadro é muito belo, e em verdade te digo, é como uma ardósia de escolinha com uma outra mais pequenina dentro, como a gravidez de um pedaço de giz, que se bem te lembram fazem arrepiar nas vezes as espinhas, olhei aquilo, e logo me chamou a atenção dois aparentes jouets, umas formas poliedricas, a puta da prime ria da al da  lie da ed das ricas, as tias que ficam com rugas nos olhos, quando perguntam aos meninos onde eles sugerem ser chupados, e que dizem ter partos naturais quando não estão maquilhadas,

 na verd ad deo circulo 101 do mel hor quadro és se mp re t u, as si maior nu az asinha s ó co berta p elos me us bei jin h os, ma s na tua ausen cia, en fi maior da se o l h a de outras das pin turas de este quadro é mu it o b elo, e verd ad e te dig oe c omo uma ar do s ia de es co linha com de uma outra mais sp pequenina den t roc omo a g r av id es de um ped aço es de gi za, q ue se be maior da te lem br am f az e maior mar ar r ep ia rato ps  nas v e ze s as es pinhas, o l hi ie daquilo, e logo me c ham o ua a ten sao es do is ap ar en t es jo ue ts, umas forma pliedricas, puta a lie da ed das ricas, as tias que fi cm a com ru gas nós olhos, qua n dó per gun atm a os meninos onda deles su ger rem ser c h up pados, e qe di ze maior teresa parto s nat rua is qa un dó dan dana dona cao est ao a qui ilha ad as, q ue

pois ao ver os poliedros, me lembrei ao momento de dois cadernos de apontamentos escolares de duas púberes ou adolescentes, te digo isto pela letra e pelo conteúdo que uma vez encontrei na rua nas traseiras do belo palácio dos vitrais onde o guedes do cds trás escritório de advogados ali ao príncipe real, mais umas cuequinhas,  ou seja, mais um perfume que insinua abusos infantis e especificamente relacionados com o cds, como o guedes na zona do príncipe real, vide apontamentos dessa visão no livro da vida

p o is cao ove rr ero os poli ed rato os da me le br e i cao moe maior nt o dedo de  dois dos cade rn nós os de ap on tamen t os es de colares, sintra, bec ola ares,  dedo de duas p uber es ou ad l os cent es, te dig o is to p elsa es da letra e p elo conte u doque de uma v e z en c on t rena da rua nas traseiras do b elo pa al cio dop ps v it rai s on deo do guedes do s cds t r as es c rito rio de ad v o gados ali cao prin c ipe rea l, o u seja, mais,  um perfume , q ue in sin ua ab us os in fan ti se es pe cif icam en t r dela , ac cio n ad os com o cds, c omo do circulo do dog do  guedes na zon ad o prin c ipe rea l de vide ap on tamen ts o de ss a visa sao no l iv r o d a  v i d a

mais curioso este rell time porque fiz agora uma pausa e abri uma revista que tirara da caixa de correio quando fui à procura do cheque do dinheiros que me devem para  fundo final do fim da miséria, e agora ao folhea-la, vejo cubos, associados a programa de tv, e um rapaz assim ruivinho que se chama liam laminam. ou o liam, da lam am mina inam ,depois de ver o james cameron, a dizer agora que ele tem a visão e nós a focagem, dos  extraterrestres nas profundeza, do abismo, entenda-se, da expedição do bismark da avatar do titanic, da fuij do non, a lente do porto do grupo dos filmes, terceiro quadrado rea ad delta grupo fujinon usa

mais c ur io s o de este r elle t ima por q ue fi z agora uma pa usa e ab r, e uma da revista q ue tir ara da caixa de correio,  qa un dó fu ia por do cura do c he q ue do din he iro rosque da me de eve maior do para  fun do fina l do fi md a mise ria, é agora cao fo l he a traço ingles de la, vaso be jo do cubos, as soci ad os a porg rama de tv, e um ara p az as si maio mr rui do vinho q ue da se da chama do liam laminam. ou o liam, da lam am mina inam ,d ep o is de v er o james do cam do dam da eron, a di ze rato de agora q ue dele,  t ema visa sao é nós ad da pr me ira foca cage md o ste, é x t rat rr r es tt rata da ep rime ria nas pr on fu dessa, a do ab i sm o, en t en da traço inglesa se, da e x p id sao do bi sm ar kapa da ava tar do tita ani nic, da fu ue do  j do non, a lente do porto do g rupo dos filmes,  t rec e iro quadrado rea ad delta g rupo fu jo jon  do non usa 

o segundo elemento que no quadro me chamou à atenção, foi, um boneco de plástico, que logo se figurou a consciência como um bebe ou aborto, que trás a cabeça, e só tronco, e o braço esquerdo levantado, a posição do corpo deitado, de onde saem com círculos concêntricos de onda do mar, ou seja imagem simbólica de processos de ondas

circulo do segundo elemento toque ue no do qua ad rome c  ham o u à at en sao es, fo oi, um b one code p la s tico, q ue logo se figu o ru a co ns cien cia c omo um bb,  be o vaso do aborto, q ue t r as a ca beça, é s ó t ronco, é o br aço es es q ue do l eva van nt do dao, a ps oi sao es do corp o d ei t ad o, de onda sa em com circulo s c on c en t ric os de onda do mar, o u seja ima ge m si mb o lic a de por esso s de ondas

dentro da ardosia pequena dentro da grande que é o quadro a a ressoar na metáfora das palavra oradas, sobre a defeniçao de regime semi presidencialista, candida tura de cavaco, que diz a mol dura, do quadrado do frame, ou seja da armadilha, uma vaquinha com cornos, com uma marca , um x em cima, e uma referencia ao ano  80

den t rp da ard o s ia da pec una den t r ado a g rande q ue é circulo do qa au d r o a ar es o ar na met a fr o ad as pal av ra o r ada, s o b r e a d efe ni sao es do re gime s emi pr es id en cia lita s, q ue di z a mol dura, doc au d r ad o do fr am e, o  u seja da arma mad ad di da ilha, um a v a quadrado do delta do vaso in homem da primeira do com dos cornos, com uma ma rca , um x em cima, e uma referen cia cao ano de  80

outros elementos, a laranja, ou laranjinha, ou tangerina cortada, à imagem da lua nessa noite na zona da torres na expo, provavelmente então o lugar do abuso,  um pião, que se liga de novo a uma imagem do video ultimo aqui publicado, miguel relvas, av que desce para  rio, um velho pião com uma carro dos mrrpp a caminho de um encontro manhoso com o durao barrosso, nos tempos do liceu d dinis, primeira greve depois do vinte e cinco de Abril, aqui contada em seu pormenor, pião como imagem de ciclones também

outros elementos, da primeira  lara rana ana, o u lara n jin h a, o u tanger rina ina cortada, à iam ge md a l lua ua ness ano ie t na zon ad a torres na expo, por v ave lem nt e en tao do circulo dol di gita da al,  lu g ar do abuso,  um pi cao, q ue da se da liga d e n ovo a uma ima ge md ov id deo ultimo a qui pub li cado, miguel rato de elvas, av q ue de sc e para do  rio, um velho pi cao com uma carro dos mr rata da pp primeira cam ni  ho de um en c on t roma man homem osso com do circulo do durao bar rato dp os, nós do tempos do liceu d dinis, prime ira g r eve de p o is do vinte e c on code abril, a qui conta dam s eu por men o rt, pi cao c omo ima ge md e ciclones tam eb maior, cic pri e mr io do one es

os dois traços que se espelharam nessa mesma noite nos carris da rocha do conde de Óbidos entre o príncipe perfeito, e e paquito abandonado a olhar o veleiro de trinta metros com quatro mastros que nas vezes parecem tres, que me falava do bacalhau da noruega, e sendo quatro e sendo tres, me reforça a ideia de uma em tres, estao representados no quadro numa carta que na minha trasnliteraçao do desenho nas condiçoes de diversao acima enunciadas, deu ainda o curioso resultado de parecer com um bico da cobra, portanto cavaco silva, e ainda um x de um angulo, ou o x da ang gula na subida de uma cobra de montanha, num rectangulo incompleto, por cima da tal cobra vermelha  visivel nos frames aqui publicados da rtp, que é na realidade uma cobra feita pelo conjunto de cubos vermelhos, como dados, opoker e as sempre apostas das putas,

o paquito me declina pelo corrector aqui ao momento da escrita em saquito do paquiderme do paquistanês , o paquistanês, do navio

os do is  t r aços es q ue da se es p el haram ness a m da mesma ano da noite nós dos carris da rocha do conde de ob bi dp os en t reo p rin ipe per da onda ,feito, e e paq u it o a bn ad dona ad o e ol h aro rove ove do veleiro de t rin  t a metros com quatro f al soc q ue nas v e z es par e em t r es, q ue me fal lava ava do baca l h au da nor ue g a, e s en do qa u t ro se en dó t r es, me ref orça es primeira da ideia de uma em tres, est cao r es pr es net ad os no q au d ro nu ma ca rta e na min h a t r as nl it te raçao, do de s en h on as condi ço es de di ver sao ac ima en un ciadas, de ua inda o cu rio s r es sul t ad o de pa recer com uma bico da cobra, porta nt cavaco silva, é a inda um x de um angulo, ou o x da ang gula na s u bid a de uma cobra de montanha, num rec tan gulo inc om p le to, por c ima da t al cobra verme l h a  v isi v el nos fr am es quai pub lic ado s da rt p, q ue é na r dela id ad e uam cobra feita p elo co un junt o de c ub os verme l h os, c omo dados, o poker , é as se mp re apostas das putas,


o p ac qui to me d e c lina p elo corrector aqui,  cao moe maior nt o da es c rita em sa u it o do paq u id derme do paq u is t cao , o pq u is t ane es, sd o dona do navio


e o que acha que é este objecto aqui, perguntei às paginas tantas a passarinha palradora, ela olhou e disse, é um rabanete, para mim, é assim então um missel rabanete tipo seta dardo, da se, da lua laranja cortada ao meio, que portanto devera ter sido de alguma forma espremida, e deu um ovo com um cruz inclinada ao lado de um avião de papel branco martelo como um tubarão, que tem o rabanete da se por baixo, do x na ardósia dos cornos da vaquinha em oitenta, do qual sai um traço da for mula one da cobra anka primeira da kapa, do traço do arpão do x circulo o86 do infinito bi, do grupo 66, rato circulo da ad do hell, do oitenta e oito, ou seja 66, do 88, outra vez, ou seja o do abus, ts cruz serpente setenta e três , o terceiro invertido,  

é circulo doque da acha q ue é este ob ject o a qui aqui,  per gun tei às pa ginas t anta sa da passarinha pal r a dora, dela , o l ho ue di s se, é um r aba ban nete do para da mim, é a si m en t cao,  um missel r aba nete t ipo s eta dard o, da se da lua laranja co rta ad a  cao me io, q ue porta nt o de eve vera teresa s id o , é al gum a forma es pr emi id a, e d eu um ovo com um da cruz inc lina ad a cao lado de uma via o de pap el br anc o martelo c omo um t u barao, q ue te mo do rabanete da se por ba do xo, do x na ard o isa dos cornos da vaquinha em oitenta, doc ual sa é um t r aço es da for mula one da cobra anka prime ria da kapa, do t  raço do arpa , circulo do x c irc culo o 86 do in fn it o bi, do g rupo 66, rato c irc culo da ad do hell, do oitenta e oito, o vaso do seja 66, do 88, outra vez, o u seja o do abus, ts c ru z ser pente sete nt a e t r es , o t rec e iro invertido,

eu até tenho vergonha de chamar a isto quadro, sem suporte, pois o pintei na mao no  meio de todo aquele ruido, mas enfim, entre o que lá estava , o que eu vi e o que rabisquei, diria ainda em suma, que a la  da guerre de jouets da tangerina ou da laranja do ovo da cruz do martelo do aviao, do rato aba da nete da se da seta do pintelho do piao do berlinde, do pelinho desta , de uma coisa asim tipo hexagono sem o ser, como o polvo do paul, o do bico do 88, dona elvira, dos traços na carta da scençao na montanha, do vaso inclinado, do x dos cornos da vaca de 80., primeria cobra kapa , a dos traços, parece ist a silvia falsa ruiva, do 66 das donas elviras, do ts sete invertido terceiro, do carro que foi pela montanha abaixo, tipo aquele na serra do outro lado, da ar rata da ab id a, arrabida, ou da raiva da se, de uma mao de um bebe que fez ondas, do finaceiro, dez , vinte e quatro, circulo de tres ondas dos mil do vinte da manivela dos trezentos, do x primrio ni da di da visao, do no da fn,é gato da ula sesenta e um da da divisao , cora raçao, di da visao, fo ie circulo dez aset do ste ee , o do sete, da ancora, vila pr aia da anc cora, da dp, circulo da di da visa isa sao dos mil pcm, ou p do cm, circulo do mo,

eu a té ten ho ver gon a hd e c h a am mr a di st o quadro, se maior s u p orte, p o iso pin ie na mao no  me io de todo a q u le rui dó, ma s en fi maior, en t reo q ue lá est av , o q ue eu vi , é o q ue r abis q ue ei, di ria a inda em s uma, q ue a la , da g ue r rede jo ue ts da tanger ina o u da la rn a jad o ovo da c ru z do mar tel elo do avio da a, do rato aba da nete da se da s eta do pin tel  h o do pi cao do berlin dedo p e linho desta , de uma co isa asi maior t ipo he xa g on o s emo ser, c omo o polvo do p aul, o do bico do 88, dona el v ira, dos t r aço es s na ca rta da sc en sao es na mon t anha, do ova do vaso inc lin ad o, do x dos corn as da vaca de 7 80., prime ria da cobra kapa , a d os t r aços, pa rece ist a si l via f al s o u iva, do 66 das donas elviras, do ts sete invertido terceiro, do car ro que fo i p ela mon t anha aba do xo, y ipo aquele na serra do outro rol lado, da ar rata da ab id a, arrabida, ou da ra iva da sede,  uma mao de um bebe q ue de fez ondas, a do finaceiro, dez , vinte e qutro, circulo de tres ondas dos mil do vinte da ma ani vela dos trezentos, do x pri mr io ni da di da visao, do no da fn,é gato d au la se s ent a e um da da di visao , cora raçao, di da visao, fo ie circulo dez aset do ste ee , o do sete, da ancora, vila pr aia da anc cora, da dp, circulo da di da visa isa sao dos mil pcm, ou p do cm, circulo do mo,

depois quando desci, olhei uma montra onde mostravam casas baratinhas, que passavam em em slides e dizia qualquer coisa, como, não consegue dormir com o ruído da cidade, , assim tipo do grupo do boliqueime, da puta do cavaco, que de repente me aparecia então encaixar na imagem da bela piriquita, do grupo do patinho e da quinta da marinha ou por aí, a rapariga la dentro era bela mas tinha cara zangada a olhar o pc, e por essa razão eu não entrei e lhe disse, menina, quer casar comigo, tira ali uma daquelas casinhas a gente sopra-lhe e pronto ela nasce, lembra se do príncipe da pimenta, quem casa quer casinha com sonzinho de passarinhos e coisas e tais 
 
 de posi qua  n dó de s ci, ol he ei uma mon t r a onda m ostra vam ca sas das bar ratas das tinhas, q ue p asa v ae maior em s lid es e di z ia q ual q ue rata da coisa, c omo, n cao c on se g ue dor mir com o rui do da cida dade, , as si maior t ipo podo g rupo do boliqueime, da puta do cavaco, q ue de r e pente da me ap ar  e cia en tao enca ix ar na ima ge mda vaso da bela piri q u ei t ad o g rupo do p a tinho e da u int a da ma rinha o u  po r aí, a ra pa riga la d en t ro e ra da bela ma s tinha cara zan gada a ola o rato circulo do pc, é por dessa , r aza o eu n cao en t rei el he di ss ee da menina, q ue rata ca sar co mig o, t ira ali uma da q u delas ca sinha sa da gente s opra traço ingles l he e pr on to dela na s ce, lem br a se do pr inc ipe peda pimenta, q ue maior c as q ue r ca sinha com son z in h o de p as sarin ho sec co da isa da se tais, br


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