quarta-feira, outubro 27, 2010




pela tarde fora o céu plumbeo à tua ausência
chumbo carregado de suave envolvencia
como um certo peso existencial 
que nos dá corpo

p ela trade for cao c eu p lu be o à tua a usen cia c h um bo car re gado c on tudo de s u ave en vol ven cia c omo um ce rr top es oe é xis ten cia l q ue nós d á corp o





ah senhora amada, porque tardas em poisar em meu coraçao


deixa me contar como te sonhei no jardim
face semi ocultada de quem escuta
cabelos com raminhos de árvore
que requerem a atenção dos pássaros
suaves sulcos contrastados
prenuncio de doce encaixe
vos amei ao instante



a h s en hora am ad a, por q ue t ard as em p oisa rem me u cora raçao de ix a me cona tar c omo te s on h ei no jardim, face s emi o u c l t ad a deque es cu t a ca bel os com ra minho s de ar v o req ue d es via m a at en ç º ao dos p ass aro s s u ave es ws sul cos c on t r as t ad os pr en un cio de do ce en ca ix e
v os am ei cao is nt ante




pela noite no leito
senti te a chegar e
o desejo floresceu

beijei-te a rosa e os frondosos seios
e quando nos fundimos
e nos olhamos no olhar da alma
aquele tremor do amor
cresceu e se expandiu no corpo

curto o beijo contudo amada
pois era como um só sonho a sonhar-se mesmo ali estando, eu e tu

cu rt dp bei jo c on tudo am ad ap o is e ra c omo um s ó s on h o a s on h ar-traço inglesa se mesmo ali est ando, e ue cruz vaso no cop circulo

a noite no cais  estava suave

c omo te c on t e i, no do cais, primeira ano da  noite est ava s u ave











volta depressa chega  faz ninho todo o sempre

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