domingo, outubro 31, 2010

sabes, tinha falado em véspera de o estado elefante, ou talvez melhor escrevendo do elefante do estado, e depois as linhas dos jornais diziam que viera durante o sonho uma tromba de elefante, como que caíra do céu,  hehehe

hoje dormia com os dois cobertores, por cima de mim, a menina de soquinhas com pá e balde, pintainho, e moinho de velas, e depois ainda o grosso branco das penas, sentia-me aconchegado a tua ausência, como se te tivesse em cima de mim, a sonhar , meio a dormir, ouvia o vento em rabanadas rápidas que vinham e iam, como se fossem pássaros que levavam as palavras pelo céu, começavam a rodar muito depressa para ganhar velocidade para a grande travessia

no camões, me apareceram as gaivotas no ceu em cima muito piando, ali estiveram planando como fixas durante um instante, contra  vento, me mostravam uma linha no céu que descia para o rio, ontem em casa de meus pais, me aparecera o corto malteze, dizia ele a bela rapariga ruiva de sardas que ia partir, e lhe perguntava se ela queria vir, ela, lhe respondia, sabes eu sou um banshee, e amando-o se afastava dele , ele ficava deitado nas dunas tendo por companhia as gaivotas

ontem a cidade estava cheia de italianos, era a língua que mais ouvia, na brasileira, ao balcão, uma serie de rapazes e raparigas bebiam vinhos tintos em copo, eu me sorria por dentro e perguntava, só falta aparecer a bela alheira

na rocha conde de Óbidos, um belo barco viking, deve ser um veleiro tipo fantasma, pois creio que já o tinha visto, que desaparecera e de novo aparecera, assim no espaço talvez de uma lua pequenina

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