sábado, outubro 23, 2010

Se
fores
tu

e
se
me
quiseres

bater
a
porta
da
alma

poem
teu
delicado
dedo
naquilo
que
parece 
um 
nipple
mas
nao
o
é

Se




for es t u e,  seme qui seres bater a porta da alma poe m t e u deli cado dedo na q u ilo q ue pa rece um 
ni pp le ma s n ao o  é












assim estavam as aguas no final de tarde, como aguardando te

ass si m est ava vam am as aguas no fina l de t arde, c omo a g ua r dando te










o sol era com como a oval de nossos beijos






este deve ser eu a apontar a ti



esta é a ultima fotografia da sequencia da mulher de vermelho de outrora

na bela tabacaria do chiado
por debaixo dela
uma outra bela
thierry
dizia
de
si mesma
ser uma rapariga equilibrada

eu nao sei se é bom ser equilibrado em tua ausencia, nem mesmo sei se o sou, mas vou tentando, como se diz

esta é a ultima fotografia da sequencia da mulher de vermelho de outrora



na bela t aba baca ria do chiado , por debaixo dela, uma outra bela, t hi ery di z ia de si da mesma ser uma ra pa riga eq u i libra ad a eu n ao s ei se é b om ser eq u i li bardo em tua au sen cia, mne maior do mesmo se is seo s o uma s v o u t en t ando c omo se di zorro

repara que parece o escaparate uma escada ou uma linha de comboio, pois aqui se deu no entretanto , um crime de morte matada de foice larga

r epa ra q ue pa rece o esca capa do rate , uma es  c ad a o u uma lina hd e com boi o, p o is a qui se d eu no en t rat tnt o , um c rime mede da morte matada de fo ice l arga

e essa puta do cavaco, o sabe,

mas o que sao mais ou menos duzentas almas em tao grande matança cobertas por estas putas que se dizem levar cargos de autoriedade

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