sábado, novembro 13, 2010

ah senhora me fazeis rir com o que na distancia me dizeis, aqui eu escrevendo sobre olhos olhares e afins, e passeando pela casa para me entreter a vossa ausência quando meus olhos, ou os seus, feita fenix sobre as chamas do ninho que mais parece uma coroa de O Cristo, me dizem pelos seus dedos nos meus,  coucou, 

bela e gentil forma, que é também a forma em que para já vos vejo

dizem que coucou 
é
símbolo
de
jalousie
ou
do
aguilhão de est
(que aqui mais parece do ex)
e
até
de
(parasistime)
parasitisme
pois 
parece
que poem
por
preguiça
os
ovos
em ninho alheio

e
que
hera
o
usa
como
símbolo
e
que
uma vez 
neste
símbolo
por
zeus
foi seduzida


(curiosa linha de retorno recente)

e
 no Japão
anuncia na madrugada
um mensageiro
do reino da noite
e
no voo
matinal
acompanha 
a
fuga das sombras

que na sibéria o sol e a lua
nas vezes pelos
coucus
se
figuram
e
que ajudam o chamam
na
chamada
dos
mortos

que
em
África
o seu canto
torna
as
bestas loucas
pois lhes excita
o fogo 
do
amor
dos corpos

 que nos vedas
simboliza a alma humana antes e depois da encarnação

como o limbo onde estou a sua ausência, 

e uma legenda do povo nos diz que o seu canto na primavera pode ser promessa de riqueza se se põem uma moeda sobre seu corpo quando se o escuta


william wordsworth
deles assim em
francês diz

sois bienvenu favori do printemps
encore ice tu es pour moi
non pas oiseaux , mais etre invisible
um simple voix, un mystere
caza 1 99 - 20 1   

assim certamente falou o abdominavel homem das neves que certamente é da família do sherek,
mais sorte tem princesa fiona, que só com ele se parece pela noite, quando lhe diz coucou
mas consta que ele é feliz por ela assim se transformar

assim me disse pelo dicionário dos símbolos do robert la font do bar do ra do jupiter

para já enquanto não chega, bebo chá frio para não ficar como as bestas em África


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