quarta-feira, novembro 24, 2010

das outras ressonancias de diamante, e outros crimes,4

a imagem do carro era estranha em seus sentidos, primeiro o parecer ser uma replica, ou seja me avivou isto, a imagem da rua onde morava o pedro doirado, e onde em anos recentes dei com o tal consultorio dessa puta do grupo das falsas psi, que é onde existia uma casa que fabricava replicas de porches 911, a partir de chassis wolksagem, ao lado da casa de outro rapaz que anos mais tarde vim a conhecer, o miguel horta, pintor, irmao do coreografo rui horta, ou seja, de repente, a imagem remetia para essa linha recente aqui comentada em forma oral, sobre as putas psi envolvidas no roubo e acto de tortura de meu filho

a ima ge md o carro,  e ra est rata anha em se us s en rt id os, prime iro do circulo do pa recer ser uma r ep lic cao da ova do vaso do seja da me av ivo vaso disto, a ima ge md a rua onda mora vao circulo do pedro do irado, é onda em ano serpente re cent es dei com do circulo do t al c on sul tor io dessa puta, dog rup das podas  das f al sas psi, q ue é onda e x it ia uma da c asa que fabrica vaso da prmeira r ep lic as de porche serpentes 911, ao l ado da c as de outro ra puta zorro q ue ano serpente mais t arde vim primera conhecer, o miguel horta, pin ot do irmao,  do co reo g raf o rui horta, o vaso do seja, de r ep en te,a primeira ima ge maior reme t ia para essa da lina h re en te qaqui com en t ad a em for mao rato ps al,  s ob re as putas psi en vol v id as no roubo, é do acto de tor tura de meu fi l ho

a segunda estranheza da imagem para alem da cor verde alface, ou seja relacionado com a morte do alfacinha, do tal carro com que o paulo cardoso aparecia, fora o facto de estar no que me apareceu serem dois locais, ou seja apontando desta forma a imagem no sonho, uma relação entres dois espaços e consequentemente gentes em lisboa e locais distintos

primeira da se gun da estar n he za da ima ge maior do para al lem da cor v ed e al da face, o vaso do seja rato dela , a do ac cio n ado com da primeira do damo da morte do alfacinha, do t al car ro c om q ue co circulo do paulo circulo do aro do serpente ap ar e cia, for cao facto de es star noque da me ap receu se rem do is l o cais, o vaso do seja ap on t ando de sta da forma, primeira ima ge maior no do sonho, psi,  uma da ad do tribunal,  al k da relaçao en t r es do si es paço es e co nse q u en te , mente,  g en t es em lis boa é l o cais di s tintos

pois primeiro reconheci, o rossio, ali onde ainda se pode nas vezes estacionar aos fins de semana entre a rua do arco, e a livraria do dn, onde ao isto depois consciencializar, a imagem do sonho ao acordar, me subiu a memoria da imagem do ramos horta com outros a passear ali numa foto antiga do jornal do dn, ou seja parece existir aqui uma relação com timor leste

p o is do primeiro,  reco n he cio circulo do rossio, ali onda a inda da se da pode na serpente  v e ze es est ac cio na ar a os fi ns de se mna en t rea rua do arco, é primeira da livraria do dn, onda cao disto,  d ep o is c on sc ien~cia liza ar, a ima ge md o s on ho a o acord da ar, me s u bi ua me moira a iam mg ge é md circulo do ramos horta, atentado,  com outros a p ass sea rali nu ma fo to anti tiga do jo rn al do dn, o vaso do seja pa rece e xis tir aqui uma da relaçao,  com tim mor de l primeiro de este 


me recordo ao isto escrever de uma manha no rossio e na rua do carmo aqui relatada, onde nessa livraria vira um livro com duas belas de meu coraçao, que disputavam um rei, pois na realidade, suaves travões , eu os metera no corredor da loja chinesa aos olivais, ao reconhece-la de repente no meio das molduras de prata salvo erro na estante reversa das tais rosas vermelhas e prata falsas

me record circulo cao disto,  es c reve rato de uma manha do ano do no do rossio, é na rua do carmo,  a qui rato dela lata t ad a, onda ness a l iv ra ria vaso da ira , um l iv ro c om de duas belas de me vaso cora raçao, q ue di s puta ava vam am um rei, p o is na rea lida dade, s ua ave es t r avo es , eu os mete r ano corredor da l o ja chineza , a os o li cais, cao reco n he ce traço inglesa la de re pen te no me io das mol duras de prata s alvo e rr on a est ante r e vaso  re sada s tais, br, rosas verme l h ase é prata f al asa serpente

ali a tinham posto, e eu sem mesmo a ver logo a reconheci parei e voltei atrás uns passos para ve-la , a bela keira, com um estranho pesado colar ao pescoço, que me fez pensar numa espécie de colar , trela , mas sorrindo como sempre, o mais estranho, é que a vira passar ou alguém muito semelhante antes de boina negra dentro de um mercedes doirado, com um numero, em campo de ourique quando vinha das amoreiras depois de ir pagar o kanguru, meus olhos se espantaram perante este breve imagem dela a passar, eu a me dizer, mas é ela, e o mais engraçado é que fez ela um gesto que eu acabara de fazer, e me perguntei, nas esta a se passar alguma corrida de carros antigos 

ali a tinha ham am ps oto, é europeu se maior do mesmo, primeira ave rato do  l ogo goa reco n he ci pa rei , é vol tei a t rato as un s passos para v e traço ing k l es dela , a b ela k é ira, com um est rato do anho pesa sado ds dó, c ola ar cao p es coço, q ue da me de fez pen s ar nu ma es pe cie de c ola ar , t rato dela , ma serpente sor rato indo c omo sempre, o mais est r anho, é q ue a vaso da ira p ass ar o ual g h ue maior mu i to seme l h ante ant da es de bo ina negra d en t rop de um mer cede es do ira dao, com um n um meo, em cam pode o urique qa un dó da vinha das amoreiras,  d ep o is de i rato rp  pa g aro do kan guru, mes vaso dos olhos,  se es p anta aram pera nt e de este br eve ima ge md dela, primeira p ass ar, eua primeira me di ze rato, ma s é ela, é circulo do mais en g raçado e é q ue fez dela,  um g est o q ue eu ca bar a de f az e r, e me per gun tei, na s esta a se  p ass ar al gum a cor r id a de ca ratos  rr os antigos

me recordo ainda nessa manha da livraria de ter estado a ler um livro de uma rapariga ou de duas do oriente místicas, com poemas e escritos muitos belos , de uma rapaz italiano com desenhos e as notas estão neste livro da vida

me record o a inda ne sa da manha da l iv ra ria de teresa estado,  eta ad o a ler,  um l iv rode de uma ra pa riga o vaso  de du as do oriente ms it ticas, com poe ema se es c ritos mu it os b elos serpente tede,  uma da ra pa italina o com de sn h os se a s not as es t cao neste l i v ro da v i d a

outro local onde a cena com o carro se passara, era na avenida que desce para o rio, nos olivais, ali mais ou menos en frente a universidade onde houve uma  confusao, no inicio destes anos da grande confusao

outro rol do prim ero  ocal onda dea primeira c en ac omo carro se p as sara, é rana ana ave n i d a q ue de sc e para o rui rio, nós o l iva is, ali mais, fr,  o u men os en fr en te a univer sida dade onda h circulo 101 110 uve,  uma g rande c on fusa usa sao, no in i cio de ste s ano s d a g rande c on fusa usa são

rande como agora apareceu de novo, me remete ainda para esta linha recente múltipla de muitas imagens de colares e anéis, pois a bela charlize de novo aqui apareceu e me recordei dos spot onde ela fala da nudez como o verdadeiro luxo, e se vai despindo entrando no que se pressupõem ser o leito do amante


rande c omo do agora ap receu de n ovo, da me reme te a inda para desta, a  lina home  re cente mu l t ip la de mu it as ima ge ns de colares, sintra,  é ane is, p o isa primeira da bela charlize den ovo aqui , ap a receu, é me record ei do serpente dos  spot, tvi,  onda dela fa al da n u dez c omo o ve rda de iro lux o, é s e va ai de sp ein dó en t r ando noque da se pre ss u poe maior s ero lei t,  o dó dam da am ante

da mesma forma que colares,  também apareceu em texto recente, e ainda se me figurou uma outra relaçao neste passe ultimo da judite de sousa, pois é ela casada com o tal do psd de sintra, e me aflorou as imagens dele na chegada do lançamento do livro do ex pj no s carlos no dia em que o manuel fernandes do publico apresentava tambem um outro livro de uma autora chinesa, e da estranhas imagens dos toiros infectados, que aqui nessa altura narrei em seu contexto alargado, onde vi nessa noite a ella e o rodrigo cunha, filho da teresa cunha que creio trazer relação com a calçada

da  mesma do dam da forma q ue de colares, tam am tambem ap ar e eu em tex to rec cnt e, é a inda da se da me figo ur o vaso de uma outra do tribunal da  relaçao,  nest e p ass e u l t imo da ju dite de sousa, p o is é dela ca sada com do c irc uk lo do tal do psd de sintra, é me a for mula flor o u as ima ge ns d ele na chega gada do l ança em nt o do l iv rodo é x do pj no serpente  ca rolo s no dia em q ue do circulo do manuel fernandes do publico,  ap r es net ava tam am tambem,  um outro rol do livro de uma au tora chi ine sa, é da est rn h as ima ge ns dos toi ratos dos os infectados, q ue a qui ness a al tura na r rei em s eu c on tex t o al ar gado onda vi ness primeira do  ano da noite, 2005,  i e t a e ll a , é circulo 101 do rodrigo cunha, filho da teresa cunha , q ue c rei o t ar ze rato  real sao es com da primeira da calcada

Sintra de novo me aflorra na consciência, pois me lembrei de uma relação entre a árvore inclinada da casa ao lado da embaixada suissa, e uma antiga imagem salvo erro publicado no vinte e quatro horas, de uma festa , talvez no palácio de sete ais com um árabe onde no centro da mesa se via uma vela branca grande como um falo e se falava das meninas do icep, com um perfume a festa ou algo assim , ou seja, a imagem da árvore inclinada que vem desde as linhas do ccb, que passa depois pelo quadro ultimo aqui publicado do lima de freitas, marido da ella, e ainda por essa casa ao lado da embaixada aqui , ressoava de repente nesse falo que o tal senhor árabe mostrara em sintra

sin t r ad e n ovo da me al for rana co ns cien cia, p o is da me lem br ei de uma da relaçao,  en t rea primeira da arvore inc lina ad a da ca sao lado, a da em baixa ad a suissa, é uma anti tiga ima ge maior ms s alvo,alvor,  é rr o pub li c ad no vinte e quatro horas, de uam festa , t alvez no pal acci do  dio de sete ais com um arabe,  onda no do centro da do dam da mesa , madrid, se da via,  uma vela br anca g rande dec omo,  um falo, é se f ala av das meninas do icep, com um per rf fu me a da festa  o ual go a ss imo vaso do seja, da primeira ima ge md a r av o re inc lina ad a q u e ve maior md de sd e as das linhas do cc b, q ue p ass a de ep o is p elo quadro u l t imo aqui pub li cado do l ima de fr ei t as, mar id o da ella, é a inda por ess ca sa cao lado da embaixada aqui , r esso ava de r ep en te ness e f alo q ue o ta l s en hor a r b e ms ot rata ara em sintra 

continua....



quando a frase se

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