sexta-feira, novembro 12, 2010

ensinando a ver e a falar da imagem a fisicos teoricos e outros animais burros como porcos, 2

sobre as ultimas lições sobre imagem, alguns aspectos, pois o falar foi muito ra pido, o que james hi ll man di z é, que as imagens, que n ao te m corp o, são, o q ue d otam o s en t id o às co isa s

por imagens d eve-se en ten der tudo o q ue nos r o d e i a, o u se qui ser mos tudo o q ue ca pt amo s  do que nos r o d e i a, o u seja a inda, n ão é is to n un ca mer a mente uma o p e r a ç ão d o v e r e d a visão


mas a s ima ge ns te m corp o qua n do são r e pro d uz id as, a pal av ra que ele,  usa e x press a mente, é en tão, on t olo gi ca mente,

as ima ge ns n ao sao o q ue v emo s, is to é as iam ge ns n ao cor r e  ponde m ao lado fi sic o dos o b e c t os o u das o isas se pr efe r i r m os

as ima ge ns nao te m corp o ma s dao o corp o, desenham,  de sena m,  a fig u ra, o per c urso, o ponto e o m o vim en to
p oi s ver é sm pre uma linha no m í n i m o  en t re d o is pontos, o u seja o q u e ve é vi s to t a m bé m p elo q ue q ue se de ix a ob ser v ar 


Almada na tradição platónica nos diz isto de outra mesma maneira, a geometria é a medição da natureza com o entendimento humano, ou seja , incorpora obviamente o principio da subjectividade, e ainda nos acrescenta entre muitos outros dizeres,

al m a d a n a t r ad di çao p la t oni cc ca ano  dos nós da dp,  di z i s to de outra da mesma mane da ira, a geo met ria é a med di çao da na t ur e za com o en ten dim en to h uma ano, o u sj é primeira , inc cop o ra ob via am, mente,  o pr inc cip io da s ub ject iv id ae, é a inda nós ar es cn t a en t reu it as de outras die r es,

os olhos são para ver e o que os olhos vêem só o desenho o sabe, ou seja relembra o principio da constante ligação entre o um e  dois, presente em qualquer traçado do ver, e ligação entre dois pontos do que for, implica ou define sempre um caminho de dois sentidos

os olho da sao par a v e r e o q ue os olhos vaso arte rato p do isco pedro ee maior ms serpente do ó,  o de sen h dp, o  sabe,  o u seja rato dele lem br cao pr inc cip io da co ns t ante liga ção en t re o um e  do is, pr es en te em q ual q ue r t r aca cado do ove rato top do ps

e então se a imagem é aquilo que ontologicamente não é, que não possui corpo,  no dizer do james hillman, e que mesmo não tendo corpo, é o que dota o sentido, ou seja possibilita o entendimento do redor, que corpo e onde esta então a imagem 

é en ato se a ima ge mé daquilo q ue n cao é, n cao te m corp on o di ze r do j am es hi ll man, eq ue do mesmo n cao t en do corp o, é o q ue d ota o s en t id o, o u seja p os sib bil lit a o en ten dim en to do r e  d  o r, q ue corp o e onda desta en tao,  a primeira ima mage maior
 
ou pondo de melhor maneira, o que é uma imagem e em que lugar, local, está 
 
o u p on do de mel hor mane eira da ira, o q ue é uma iam mg e me em q ue lu g ar, l ocal,  é st á 

o exemplo que surgiu na conversa em video se bem vos recordais, se baseava por exemplo num  monitor,

o e x e mp lo q ue s ur gi un a conversa em v id deo se be m v os reco rda is, se ba se ava por e x e mp lo nu maior do  moni, tvi,  it tor
 
é um belo exemplo estremo, na medida em que um monitor produz ele mesmo uma imagem, por um processo a que poderemos chamar de eletronico, ou seja manipulaçao e trans for mação de cargas eléctricas magnéticas químicas ou ate gasosas,  que nele me permitem ver outras coisas distintas daquelas que vejo quando ele esta apagado
 
é um b elo e x e mp lo est remo, na med id a em q ue um moni it tor pro d uz dele,  me sm o uma imagem, por um pro roc esso da primeira q ue p der emo s c ham ar de dele t r oni co, o u seja m ani ip u la primerio laça o de c ar gas el t rato ico ma gn e tias do quim das micas do quadrado  ue dele,  me per mite maior vaso é rato do ero dr de outras co ia s di s tintas daquelas q ue da eve do vejo qa un dó dele,  e sta ap pa do gado

 

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