segunda-feira, novembro 01, 2010






estes video frames do video em londres em dois mil em porto bello road, sempre me intrigaram, pois são sempre belos os vitrais e estas figuras não o são menos, contudo, salvo erro à excepção de uma em todas elas se passa algo estranho

aqui na loja, O Cristo, estava como que  por detrás das grades 

as faces do par, trazem estranhas junções de chumbo nos vidros , que como que aos dois os dividem ao meio
como sendo dois seres fracturados, de um mesmo ser, no amor que os une, e outrora os uniu


ou um raio que os quebrou





este já te apresentei, carismeio-o na altura como o rei do mundo encoberto ou na sombra, ou o rei das sombras






a excepção
onde a face  se apresenta inteira

ficara a pensar, no curioso desta operação , os video frames, do estático que é movimento, se faz de novo o estático, ou seja se torna único, como uma espécie de contraçao espaço tempo, penso nisto e penso no que sei sobre a queda das torres, pois é uma operação feita como um show multimédia, e recordo o ano da expo, como se todos os pavilhões do mundo entrassem à seria pelos espaços e representação do que se diz multimédia, e onde uma multitude de fontes são necessárias de conjugar ao segundo, e isto soma a uma das imagens dos video do 911 por uma ressonância arquitectónica, como a indicar que esse tempo e lugar,  terá sido  lugar e o tempo da gestação



de que falamos , do amor
sempre se fala só do amor






repara como parece estar presa em seus seios
como que uma garra se lhe encosta ao pescoço e e um bico a liga atravessado duas árvores vindo de uma terceira mais longe, sobre o que parece ser uma falésia

com este arquétipo me cruzei na face de uma ou mais mulheres, uma em londres, e uma mesma ao chegar as canárias

encostara-me no corrimão de camoes, e olhava o hotel do besouro, pois ali estava uma bela rapariga assim ruiva, nariz pequenino, quase parecia a nicole kidman de calças tipo de tropa e cabelos semi apanhados onde se viam os caracóis

duas passarinhas palreantes ali por perto sentadas, com os teleles, tornaram audível ao momento, odeio-te, eu pensava para mim, não deixa de ser amor, e eu não te odeio, mais te amo, mas a quem o diria, a quem estaria na verdade a dizer dizendo no que pensava do que via

recordo a consciência de uma da facetas de crime de indução e controlo, que recentemente percebera pelo espírito, o casamento com uma cega, um certo casamenteo com um certa cega, aquilo que me levara a dzer de casamento impossivel, pois se um nao conhecesse do outro mais dos que a alma reflectidas nos olhos, e ela, que casa , ou no casamento participa activa ou também cega, se o for em verdade dos olhos, o casamento nao se da porque eventualmente não se encontram 

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