terça-feira, novembro 02, 2010

fofinha subi a campo de ourique pela tarde, ainda os retardatários estavam nas mesas almoçando, conhecem meus passos regulares, como o amor em que sempre te trago, e me deixam assim presentes ou armadilhas a meu passar, ali em frente à casa das lâmpadas com o nome do projeccionista da sic, joao lopes, um carrinho negro compacto e baixo, me dizia, segundo da estrela , três mil centímetros de cilindrada, com uma cruz templário doirado daquelas com braços em laminas, depois da curva, c uva , da infan tar, ou da tar do infante, na televisão do barbeiro da sic, um nome ali ao momento se corporizava, uma palavra que me parecera ontem na escrita, o branquinho, em rodapé dizia que a,  ang lea,  angela markel, tinha recebido um qualquer, q aul q ue r , presente suspeito pelo correio, mas não me recordo de lhe ter enviado rosas,  depois entrei na bulhosa, onde me deixam muitas figurinhas nos livros como te conto amiúde, e o espirito me dizia em dia recente, tem cuidado com os lelos, entendendo lelos como lellos, ou seja os rapazes das livrarias e uma antiga morte no porto, pois quase todos os dias que la entro, espelham eles nas vezes em voz alguma das minhas recentes linhas, como araras

lá dentro olhava as capas dos jornais, em duas delas o rapaz comediante muito bem disposto pleno de energia, eu me disse, alguém tipo as botijas de campanhas, lhe lançou assim leitinhos sobre ele, ou então, portugal já é rico pois exportaram, e x ps o r t ama,  para os índios e cowboys leite de chocolate da vaquinha vigor e é o que se ve

na verdade agora fazendo depois do jantar o meu café com leite a ausência dos teus beijos de chocolate, achocolatados, que fazem , hummmm, a pedir sempre mais, abri o frigorífico, e la dentro na prateleira se formara um mar de leitinhos brancos, pois a vaquinha verde e azul, estava assim como deitada e pelos vistos aquelas tampas não funcionam muito bem, antes no supermercado na caixa ao pagar fora a azul e branca vigor que vertera pelo fundo e eu lá fui troca-la    

na verdade antes do jantar, janatra,  fizera um batido de banana com leite, deve ser porque a vira ontem na esplanada do cadete, ali ao cais de sodre, e sempre que a vejo, assim coisas estranhas ressonâncias acontecem, da ultima, na madrugada seguinte dei comigo a comer um travesseiro de carne picada, assim bem temperado debaixo de casa dela

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