quarta-feira, novembro 24, 2010

li agora na net, uma frase que me confirma o sentido de mais uma morte ou um abuso percebido, neste fim de semana pela manha cedo, subindo a campo de ourique ao passar em frente aos serviços consulares de andorra e onde esteve também até pouco tempo uma outra embaixada mais ao norte, no inicio da rua do possolo, um carro parado , um antigo toyota de prata com a janela aberta, como já o vira antes, olhei o chão, alguém deixara um margarida branca mesmo ao lado das janelas onde era o outro consulado, ao vê.la me lembrei de imediato a outra margarida com o veio de jason que aqui deixaram na rua em baixo, que relacionei na altura com uma rapariga da garagem, ao pensar, isto, uma chuva miudinha se abriu do céu somente naqueles poucos passos, claro sinal do céu , que agora se confirma, com um escutado, mais uma flor da garagem, da discoteca ali da av ninguém, onde como todos sabem diversas leitura por ali existem relacionada inclusivamente com atocha, e onde ontem pela tarde, nos prédios da urbanização feita em forma ilegal, em dois andares de cima ecoavam a conversa com a tori amos, um piano de cauda visível e ao lado uns cortinados vermelhos como as cores do video butterflies, e a loja de design dedo dois, nas cores ouro sobre azul

li agora na net, uma fr ase q ue da me c on firma do circulo do s en t id o  de ema mais, fr,  uma morte,  o u um ab bus circulo per ce bid o, nest e fi md e se mana p ela , a da manha se do dó,  s ub indo da primeira de cam pode deo urique aco cao p ass da ar em fr en te a os ser iv os c on sul ares de andorra, é onda es teve tam eb maior maté po u co te mp ço , uma outra da  embaixada massi cao do norte, no in i coda da rua do possolo, um carro par ad o , um ant ti g o toy t ad, é prata com da primeira jane kapa la ab e rta, c omo já do circulo do ovo do vaso da ira ant es, o l he io cha o, al g ue maior dei xara um mar a g r i d a br anca me sm o cao lado das jane l as onda e ra do circulo do outro consulado, cao v e.la me lem br ei do imediato, primeira da outra margarida com do circulo do veio de js primeira on q ue a qui de ix xaram na rua em baixo, q ue rat dela ac ci ei na al tura com uma rapariga da garra rage mao pen serpente da ar, sit o uma c homem da uva , mulher durao, miudinha da se ab rio vaso  dio sc eu sio , mente,  na s q u deles,  po u cos p ass os, c l aro sin al doc eu , q ue da agora da  se c on fi mr primeira, com um es cu t ad o, mais, fr,  uma fl açor da gara ge, da di s co teca al lida id a av nin g u en s, onda c omo todos,  sabem , di ver sas lei it da tura por ali é xu sis te maior dela , do ac cio n ad a inc l us iva vam am , mente,  com ato cha, é onda on te m p dela,  t arde, nós pr ed iso da ur ban niza , ps, sao, feita,  em forma ile gal, em do is anda ares de c ima e coa ava vam da primeira  convers a com ad da primeira da tori amos, um pi do ano de c auda v isi v el,  é cao lado un s cortina ad os ver el h os c omo as cor es do v ide o butter rf fl ie se da primeira da loja de design do dedo do is, nas cor es o u ro so br e az u l

depois na tentadora ao lado da banca, um rapaz alemão ia falando em voz alta como se resmungasse, uma outra rapariga sentada na esplanada como que escrevia o guião, ou o escrevera, duas raparigas saiam de uma carro de jovens vindas da noite, assim se entendia pela despedida ruidosa, na banca, obama de novo a sorrir, e por debaixo, uma outra capa , um rapariga feita lua a se destapar, dizia em titulo que tinha escrito um livro de como a minha relação tinha falhado, puta que vos pariu, assim era os termos, em modo directo, tanto para mim como para todos, me fiquei a perguntar, será que é uma das bloguistas que andou a ver meus escritos para fazer um livro e ganhar uns cobres, à conta e agora me aprece meia escondida meia a desvelar-se com ar de quem fez um merda qualquer, pois em seu rosto morava a culpa

d ep o is na ten t ad o ra cao lado da banca, um ra p az al ema mao alema , ia f al lan ando em vaso do oz da alta c omo da se r es mun gas da se de uma outra rapariga,  s en t ad a na es pala lana ad a c omo q ue es c ato e via do circulo do g ui cao, o u o es c reve vera, duas raparigas sa iam de uma car rode j ov ens vaso  indas da do ano da noite, as si maior da se en t en dia  p dela,  d es ped id a rui do s ana da banca, ob am a de n ovo a sor rato da ire por de ba e xo, de uma o u rta da capa , um ra priga , feita,  lua a se d es tap ar, di zorro do ia em titu lo q ue da tinha es c rito um l iv rode dec c omo da primeira  mina home do tribunal da  relaçao,  tinha f alha ad o,da puta q ue vaso do os do pariu, as si maior e ra os termos, e mm mod o di recto, t anto para da mim c omo para de todos, me fic ue ia per gun a t rata , se ra q ue é uma das bloguistas q ue ando ua ave rata dos  me s u es c ritos para f az e rum  li v ro e gan h ar uns co br rem  es, à conta é agora da me ap rece da meia es cond id a me ia ad es vela ar do traço inglesa se com da ar deque maior de fez , um da merda quadrado da ual wuer, p o is em s ue r os to mora ava da primeira culpa, cu pri mr io pa

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