quarta-feira, novembro 17, 2010

metros de londres na imagem de ontem no metro dos olivais

este novo video que também estou a ter problemas de up load, foi gravado ontem ao voltar dos olivais, entraram no telemóvel, e apagaram, parte dele, era um video curto de talvez três ou quatro segundos, pois pensava que estava a tirar uma foto ao metro que vinha a chegar a estação dos olivais, onde há muito tempo atrás o espírito me mostrara uma leitura relacionada com os bums dos metros, aqui neste livro da vida contada

este v id deo e circulo do fo do oi  g r av ado on te mao vol tar dos o l iva is, en t r aram no tele emo do ove l, é ap a gara ram, p arte dele, e ra um v id deo do pedro curto,  de t alvez t ratos es o u qa au t ro se gun d os, p  ois pen s ava q ue es tva a tir da ar uma fo to cao metro q ue da vinha da primeira  c he gara da estaçao dos olivais, onda há muito tempo,  at rato  as o es pei rito me mo st rata ara , uma da lei it da tura rato dela , a do ac cio na ad a com os bums dos metros, a qui nest el i v ro da v i d a c on t ad a
porque o desgravaram, porque esta imagem onde se via o movimento do comboio, acabava com um pancada como fazendo uma cortina vertical, quando entrei na carruagem o vi, e me disse, isto é a imagem da guilhotina do metro, ou seja das explosões, e portanto os bandidos a apagaram, porque quem a visse teria essa exacta noção e entendimento

por q ue o d es sg r ava aram ram  por que e sta ima ge mao mairo da onda da se da via o mo vim en to do comboio, aca b ava com um p ana c ad a c omo do fazendo , uma cortina ver ti cal, qua n dó en t rei na car rua ge emo circulo do vi, e me di s se, is to é a ima ge mda gui l h t ina do metro, o vaso do seja das e x p loso es, e porta nt circulo do os bandidos, primeira ap a g rata arao, poc q ue q u ema v is se te ria es sa e xa ac cat a  noc cc sao es e en ten di em nt o

é relativa ao bum de londres, pois em casa de meus pais, calhou conversar sobre o tempo do roubo de meu filho, e o contexto era de novo as tretas dos falsos psi,  quando sai para a rua estava pensando para meus botões de novo  mesma coisa, existe aqui mão de falsos médicos das induções, ou seja o mesmo filme desse tempo, quando ouvi um barulho de alguém que caminhava talvez a cerca de setenta metros, uma pancada metálica que de repente me fez voltar para trás, era um cego com uma bengala, a imagem na consciência se completou, o psi cego, ou seja o psi das lentes grossas do tempo do lentes de contacto e de noventa e um, ou seja ainda eco da explosão no cartaxo

é rato dela t iva cao do bum de londres, p o is em ca sade me us pais, tvi, c alho u convers ar s ob re o te mp podo do roubo de meu filho, é circulo do conte tex to e ra de n ovo as das t r etas  dos falsos psi,  qua n dó sa ip do  para da primeira da rua es tva pen s ando para me us boto es de n ovo da  mesma co isa, é xis te aqui,  mao de falsos medicos das induçoes, o vaso do seja do circulo lobo  do meso fil mede desse tempo, qa un dó o uv i um ba ru l h o de al gume q ue ca min h ava t alvez a ce rca de set en  t a m e t r o s, uma p anca ad a met al ica q ue de re pen te da  me de fez vol tar para t r as, e ra um c ego com uma ben dag da  gala, a ima ge mna co ns cien cia se co mp le to u, o psi c ego, o u seja o p si da s lentes g rossa s do te mp o do l en t es de c on t ac to e de no v en t a e um, o u seja a inda e co da e x p lo sao no car rt rta t axo


recordando de memoria partes dessa chave que aqui está neste livro da vida, se fala da compreensão do semi arco e dos círculos que o sustinham, e das pedras que se encontravam remendadas no cais, bem como de outros elementos de carácter simbólico que me remeteram nessas leituras para londres, o sitio onde estou a tirar a foto, onde se ve o metro, mas parece que se ve só a linha, pelo próprio movimento da chegada dele, é exactamente tirado de cimo do arco que permite a passagem de cais,


reco corda rato do  foda dando de me mor ia p art es dessa c homem ave q ue aqui,  e stá nest el  i v roda david a, se de fala da co mp re en sao do s emi arco, madrid, é dos  c irc culos q ue o s us tinha ham am, é das pedras q ue se en c on t r ava vam sm rem en dada serpenet do no do cais, be mairo mc omo mode outros lee maio nt os de ca rac teresa si mb o lic o q ue me reme mete ram ness as le it uu rato às para londres, o siti do circulo da onda est o do vaso da cruz  ira art a fo to, onda da serpente se eve circulo do metro, ma s pa rece q ue s e ve s ó a da linha, p elo por rp rio mo vim en to da chega gada dele, é e x ac t ae maior nt e t irado de c imo modo arco q ue per mite a p ass a ge md e cais


curiosamente o atravessei ontem, pois entrara por outro acesso e ao chegar as bilheteiras entrei no direcção contaria , a do oriente, e depois de  perceber o senhor da bilheteira me disse que pela ponte se passava para o outro lado, subia a ponte e reparava que a parede de mármore é feita de veios, como uma engrenagem, foi a primeira vez que os vi assim ao pé, sendo que este símbolo tem tido ressonâncias recentes múltiplas em outras formas, como na leitura da imagem de paris do rapaz fotografo da leica no point de vue

cu rio sam am, mente,  o at raves s ei on te mp o is en t rata ara por de outro ac esso, é cao chega ar as bil he te das iras en t rei no di re sao es conta da ria , a do oi ren te, e de ep o is de  per ce br o s en hor dd da horda bil he te ira da me di s se q ue p ela , ponte se p ass ava para do circulo 101 de outro do rol  lado, suv bia primeira ponte e r epa par ava q ue primeira pr ed e de mar mor e é feita de eve dos veios, mille fiores,  c omo uma en g rn a ge maior, fo ia da primeira,  v e zorro q ue os do vi as si mao p é, s en doque de este si mb olo te maior t id o r esso nanci cias re cent es mu l t ip l as em outras formas, c omo na leitura da ima ge maior de paris, o do ra p az foto g raf o da lei  c ano po int de vaso ue

quando sai de casa de meus pais, ao caminhar um pedaço à porcura de um cafe, depois da imagem e do sentido da imagem com o som da bengala do cego, ao me dirigir para essa entrada de metro que geralmente nao uso, mas que me recordo tambem de constar uma leitura sobre ela aqui neste livro da vida, salvo erro pela sua forma em dentadura, mais uma vez reparei numa hera, uma curiosa hera no res do chao de um dos predios dali, que de longe parece desenhar a forma de um coraçao, olhei agora para ela mais ao perto, do sitio de onde estava e reparei que pelo menos agora como se apresenta, talvez podada desde a ultima vez que figurara a forma do tal coraçao, reproduzia com exactidão, uma forma de um anus que acabara de ver em vespera nos sitio das passarinhas, o video me chamara a atençao, pois era um video com imagens paradas e outras em movimento , onde as primeiras se moviam com dve,  que mais uma vez tinha antes falado em video, a propósito de ny, câmara francesa do contra picado, que no video, era em picado, como a representar o oposto,  e de outros assuntos, duas raparigas e duas maos, coisa rara de se ver, assim a imagem da abertura com o topo nao circular ali se exprimia, a sebe , hera, ainda me faz lembrar uma outra se bem que distinta, na coluna da casa branca onde caroline brinca com o pai, ou seja kennedy de algma forma também e ainda uma semelhança com o porta moeda visível na morte de  bhutto

qua n dó s a id e c asa de me us pais tvi, cao ca min h ar um ped dc sao es à por cura de um ca da fe, de ep  o is da ima ge med o s en t id o da iam mg e mc om o s om da ab ben gala do c ego, cao da me di rig gi rato rp dop para dessa da entrada de metro,  q ue ge rale lem nt e n cao us oma s q ue me record do circulo da otam be maior de c on star , uma lei it da tura s ob re dela aqui , nest el iv roda david a, s alvo e rr rop puta  dela s ua da forma em dentadura mais, fr,  uma v e zaorro r epa rei nu ma her a, uma cu rio sa da hera nó rato espanhol do cha ode code dode circulo,  um dos pre di os dali, q ue de l on ge pa rece de sena homem rato da primeira da forma de um cora raçao, o p l he ei do agora para dela mais cao do per t o, do siti o de deo da onda est ava e re pa rei q ue p elo men os do agora c omo da se ap resen t a, t alvez pod ad a de sd dea é aul t ima v e zorro q ue fi ur ara primeira forma do t al co da raçao, r ep cruz rod uz ia com e x cat id dao, uma da forma de um , an us q ue ac cb bara de eve rem vasp da espanhola pera nós siti , circulo das pa ss sarin h as, o v id deo da me c ham a ra a a ten sao es, p o is e ra um v id dd deo com ima ge ns parada se de outras em mo v ie maior nt o , onda dea as primeiras se maior do ov iam com dve, deque mais, fr,  uma v e zorro da tinha ant es f ala lado, a por rp posi to de ny e de outros assuntos, du as de duas  ra pa riga gas,  é du as das maos, co isa rato da ara de se ve r, as sima ima ge mda be rato reeel time da tura com o top , circulo on cao da circular ali se ,. al g rave e x prim mia ia, a s e be da hera, a inda me de faz lem br ar de uma outra se be maior do que di s tinta, na co luna da casa branca onda carol ine br inca com do circulo do pai, o vaso do seja k en ned y de al gm primeira da forma tam am também , é a inda uma se ml homem ança es  com do  circulo do porta, cds,  moe d a v isi v el na morte de  bhutto

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