segunda-feira, novembro 15, 2010


 é o que te digo, andam todos alucinados, olha a carinha deste hoje no dn on line,

 é o q ue te dig o, anda dam am todos al u cina ad os, o l h a a ca rinha d este h oje no d n o n l ine,


alo black berry

 vale a pena ler pelo que diz, que andaram no caminho errado nestes últimos dez ou quinze anos, quem diria, e ainda por cima peca por defeito, pois lhe deve juntar mais pelo menos vinte ou quinze, pois a margem de calculo dos que se dizem economistas , parece um bocado dilatada, como as crises das crises das crises e sobretudo do controlo das despesas  e da ração da elegância do estado

a al alo b la ac ck be erry, e rr delta
 vale, azevedo, a pen a l e r p elo q ue di z, q ue and aram no ca minho e rr ad o nest es ú l t imo s dez o u quin ze ano serpente, q ue maior da di da iria ria, é a inda por  c ima pec a por d efe it o, p o is l he d eve jun tar ma s p elo men os vinte o u quin ze, p o isa primeira da mar ge md e c al culo do s que se di ze maior e cono ni sta s , pa rece um bo cado di ila ata ad a, c omo as c r ise es das c rise sd as c rie es es, se  é sobretudo do c on t rolo das d es pe z as do estado e da raçaoac sao es  da ele gan cia do es sat td do circulo do do estado

as receitas, são engraçadas e funcionam bem debaixo da terra certamente devido ao acumulado adubo, reinventar o estado, é a tecla de sempre como a da captação de investimento estrangeiro, creio assim que ainda não perceberam que na despesa, estão também os custos daquilo que deve ser o investimento, se soubessem alguma vez investir, ou deixar a quem sabe

as rece it as, sao en g raçadas e fun cio n am be  m d e ba e xo da terra ce rta em nt e de v id o cao acu mula lado ad ub o, rei n v  en t aro do circulo do estado, é primeira  tec lade se mp re cca pt taçao es de in v es tim en to est range iro, c rei o as si maior do q ue a inda n cao per ce be ram q ue nas d es pe za, est cao tam am tambem os cu st os da q ue ilo q ue d eve s ero in v es ti m en to, se s o ube esse maior  al gum ave z in v es tir, o u dei x ar a q ue maior,  sabe
...
uma frase lapidar de um comentador no dn on line sobre ainda a noticia do popo, que aprece assim imagem de popo meio partido nos eixos, pela do mal da aria, italiana p lan anta do remédio, o miguel , a sao do tome, a tit do home da oni primeira, do diver si da folia, fo primeiro do ia, a serpente do primeiro do pontes, bela rapariga sem duvida, que uma vez me roçou numa noite em que ao carro da minha mãe quatro furos fizeram, no largo da trindade como aqui narrado, e ainda se amplia isto as doenças tropicais, ao egas moniz , ou é gas do moniz, talvez um saber dos curandeiros antigos da rapariga do madureira, opera, o pera, peta

uma fr ase lap + id da ar de um comentador no do dn on l ine s obre a inda a no not ti cia do pop o,  q ue ap rece as si m ima mage mde pop o me io p art id on os ei xos, p ela do m al da aria, it al primeira liana da p lan anta do reme di do io, o da onda do circulo do miguel , a sao do tome, a tit do home da oni primeira, do diver si da folia, fo pri mr io do ia, primeira  serpente do prime iro do pontes, b ela , ra pa riga se maior d uv id a, q ue uma v e zorro das me roco vaso  nu ma ano da noite em q ue cao do carro da minha mae da quatro fur os fi ze ram, no l argo da t rin dade c omo aqui na rr ad oe a inda se am p lia is to ás doenças t rop pica is, cao do egas do moniz , o u é gas do moniz, t alvez um , saber , dos cu ran de iro s ant ti g o sd a ra par pa da riga do m ad ur e ira, opera, o pera, peta, cao

...temos grandes mentes, pena que os governos sejam tapadinhos e não apoiem as pessoas que tem uma mente brilhante.... os tgvs e que é... diz com razão um tal hugo

na verdade, tivemos em tempos ali ao pé das amoreiras, agora habitações de gente fina, uns laboratórios farmacêuticos, quem diria, se calhar estão afundados debaixo do rio tejo, mas certamente a funcionar e a produzir medicina dos peixinhos para os peixes, contudo ou sem nada, em termos de tecido industrial, seria bom o tal rapaz ogre amanha fazer um acordo com s tome para conjuntamente patentear e produzir a medicina, ah, desenvolvimento, para que, é um artista português, 

na verd ad e, t iv emos em te mp o s ali cao peda s amoreiras, agora h ab bit taçoes es de gente fin a un s la bora rato tori os f ar na c eu tico s, q ue maior da di ria, se c la h ar es t cao a fun dados de ba e xo do rio te j omas ce rta em nt e a fun cio n a r e a pro d uz i r mede cina dos pei x in h os para os p ei x es, c on tudo o u se m na ad a, em t remo s de tec id o indu s t ria al, se ria bo maior o p t al r ap az ogre am manha f az e rato de uma acor do c om s tome para c on junta em nt e pat en teta ar e por d uz ira mede cina, a h, de s en vol vim en to, para q ue, é uma rat ista portu gues,

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pois como aqui hoje se pode ver, depois da foto de ontem, onde nos doirados se via algo entre a quilha de um barco viking, talvez do rei gustavo com um burro e um ponto tipo das gravuras rupestres assim meio inclinado, o ogre aparece aqui com cara de ogre de quem comeu um, imagino eu em parte a conta das minhas letras

p o is c omo aqui h oje da se da pode eve rato ps, d ep o is da fo to de o n te m, onda nós do irado serpenet da se via al gato circulo  en  t rea qui da ilha de um barco, por ject tor  vi king, t alvez do rei gus t avo com um burro, é um do ponto t ipo podas das sg  g r av ur as rup pest r es as si maior me io inc lina ad dp do ogre ap a rece a qui aqui  com da cara deo gre rede q ue m c om eu um, ima gino eu em p arte a conta das min  homem  às das  letras 
fala ainda das notas de quinhentos, da comissão parlamentar e de um tal pedro da lou tie da cruz ie, quem diria

fala a inda das not as de quin h en t os, da co miss sao dao p ar lam en tar e de um t al pedro da al alo da lou tie da cruz ie, q ue maior da  di da ria
como se ve então de um ogre dos terroristas pouco é será de esperar da medicina da malária, ah pois ten sao inter na e e x t rena,  din am o s das ilusões e contra p art es das d e s g r aças e v12 e v 3, ce rtam mente rai z es qua ad do rato da ad às
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a telenovela da ilusão do barco, também vai bem como aqui se pode ver, a face da querida angela dos submarinos que afundam as economias de quem não tem dinheiro, mas dão prestigio e dinheiro em comissões ao paulo portas que depois servem para abater os sobreiros, e consequentemente dar prejuízo nas garrafas de vinho,

a tele en ove dela , da i lusa usa sao do barco, por ~jec tor,  tam am tambem v a si be mc omo aqui se da pode vera primeira face da q ue r id a angela dos s ub marinos q ue a funda dam am as e cono mia s deque maior n cao te maior do dinheiro, ma s dao pr es ti gi oe dine h iro em co miss o es cao do paulo portas q ue d ep o is ser vaso em para a ab bt teresa os sobreiros, e co nse q u en te maior nt e  d ar pre do juizo na s garra raf as de vin ho,


be rato l us c oni pede dec deco se g ur os fia anca esapnhola cao par ar l la lam men t o

ampliai, e vide a face de angela como quem procura certamente vestígios de um cerco nas costas de berlusconi

am mp lia ie vide a face de angela c omo q ue m pro cura cera rate maior nete mente,  v es ti gi os de um ce r c on as costa sd e be r l us c oni, dec ck lina aqui em be r line en se, maso u l t imo lu g ar que ap a receu na convers a e oz for a st r as burg

o rapaz ao lado dela deve ter visto o mesmo video que eu vi ontem no yahoo, uma coisa estranhissima, com uns papelinhos assim dobrados que os casais jogam em cima das mesas com piparotes, é a versão antiga das moedas, marca aquele que fica mais perto da margem sem cair, depois tinham assim uma outra versão, em que os papeis eram lançados na vertical, eu olhava aquilo e alucinava baixinho

o ra p az cao lado dela d eve teresa vi st o om do mesmo v id deo q u e eu vi on te maior no y a h dp , uma co isa est ran hi s sima, com uns pa ep linhos as si maior d ob r ad os q ue os ca sais jo g am em c ima das mesas com pipa aro t es, é a ve r sao antiga das moedas, mar ca daquele q ue f ica mais per to da ma mar ge am maior se m c air, d ep o is tinha ham am  ass si maior de uma outra ver sao, em q ue os pap ies e ram lan lança cados na v e rt ical, eu o l h ava aquilo e a lu cina av a ba ix in h o
...


em frança tambem há aqui telenovela, 
oh kouchner veja la que aqui o separador com sua noticias me diz, pela compressão horizontal da imagens múltiplas das alucinações sem mesmo necessitar de malária ou  cogumelos, kouchner ko, embora na imagem esteja assim ainda em pé

em fr ança es tam am tambem h á aqui tele en ove vela , o h k r o u ch ne rato ps, do veja laque aqui do circulo do s ep para ad do pr com s ua not ti cia ser pete da me di zorro do io , p ela co mp ren sao h ori zon  t al da imagens mu l t ip l as das l au cina ço es se maior do mesmo nec es sitar de mal arias de co gum melos, be rn ard k o, em bora na ima ge m este ja as si m a inda em p é

nao sei bem porque mas seu nome me declina num misto de couch, da ne rata, portanto devemos estar a falar de outras lições e treinos assim vários, mas diz que ate falhou essa missao, eu continuo a insistir que tambem sou cigano e uso veu nas vezes quando minha amada esta ao longe dos olhos


n cao s ei be maior por q ue masse eu vaso no meme dec lina n um da misto de couch, da ne rata, porta nt o d eve emos es star a fala rato deo de outras liç o es e t rei ino s as si maior v ari os, ma s di z q ue a te f alho u ess a miss sao, é me u c on tin ua a in sis tor que e eta tam am tambem s o u cig ano e us o ve eu nas v e z es qua n do min h a am ad a e sta cao l on ge, nós olhos,

n a ve r d a d e a dita com pres são, dos tít u l os me di z e m s uma, b logge o u r o s o br e d md o t r aço ingles do d i ra rio do sarko, o tubarao ozi do papa ap dela, ber l us c oni cone da b hp da rato eir da ira irma de bar seg quim ze de tres pontinhos do bernard ko dop peru delta do circulo da do prim ero t r aço ingles por do ducdo obama as do  bit primeiro delta da vareta do pag do seiscentos milhoes dos fed italianos, tipo assim piranhas

michel houellebecq ao que parece jantava com sarkozi, eu jantava bem com a irma e lhe dava prémios a ela,  que ele me faz lembrar sempre mandragoras como no tecto por cima da mesa da casa das boas  sobremesas, eu olhava para aquilo e dizia, mas esta rapariga que me diz, se eu aqui comer, ficarei sem leitinhos...

o papa continua a fazer crescer chouriços saborosos mas invisíveis e apela a migração dos jovens para os campos, para cultivar batatas cenouras e rabanetes, certamente com as mãos

o papa c on tin ua a f az e r c r es cer cho uril ço es s ab o rosos mas  in v isi v e is e ap dela a mig raçao do s jovens para os do campos, para cu l t iva rato bat tata ata s c en ouras se ra ban netes, ce rta em nt e



o que é preciso é que as baratinhas façam nascer robots que automatizem o cultivo dos campos enquanto os jovens dão beijinhos na casa ao lado onde os guardam, não pensem eles começar a a fazer tenrinhos bebezinhos para a mesa do vaticano, ou seja, não é coisa propriamente de métodos ou soluções tipo assim  da idade media

o q ue é pre ciso é q ue as bar ratinhas f aça am n acer r o b o ts q ue au t om a ti z em o cu l t ivo dos campo s en qua nt os os j h ove en ns dao bei jin h os na c asa cao lado onda os g ua rda dam am , n ao pen se maior deles,  co meça ra a f ze r ten rinho s bebezinhos para da primeira da mesa do vat ti c ano o u seja, n cao ´ + e co isa pro rop ria am, mente,  de met o d os da id ad e me dia

me dizei contudo porque não me ouvis, porque se concentram tantos nas grandes cidades, ou haveis esquecido da tranquilidade que se sente quando se passeia nas mais pequenas, dizei-me que sonho de grandeza de babel é esse que vos leva a pensar que se tornam mais poderosos as cidades maiores, onde as torres  caem, e onde as epidemias mais fácil e rapidamente crescem, dizei-me porque então não combineis entre vos sempre um limite razoável de cidade, e fazeis novas a medida das gentes que se juntem em pontos porque nesses pontos existe algo para fazer, o que dota o sentido ao grupo e ao agrupamento como a actividade que dá o rendimento, me dizei porque não escutais o que já sabeis,  que as cidades são excessos de serviços que pouco ou nada mais servem, a não ser o caos e o inferno dos dias em que a vida para todos se tornou ao assim viver

me di ze ei c on tudo por q ue n ao me o uv is, por q ue da se c on cent ra sm t ant s n as g randes cida dad es, o u a h ave is es q ue c id o da tranquilidade,  q ue da se s en te qa un do da se p ass seia na s mais pequenas, di ze ei traço ingles me q ue son h o de g rande za de b abel é es s sec ue v os l eva a pen sara q ue se tor n am mais pode rosos as c i d a d es maio r es, onda as torres  ce me onda dea as e p id di mia s mais f ac ile ra pr id dam am mente c r es çe maior es, di ze i-traço inglesa me por q ue en tao n ao com bine is en t r e v os se mp re um li mit e r azo ave l de c i d a d e, e f az e is nova s a me dida das g ene st q ue se jun te m em pontos por q ue ness es pontos é xis te al g o para f az ero q ue d ota o  s en t id o cao g rupo cao a g rup am en to c omo a a tivi id dade q ue d á o ren dime en rt o, me di z ei por q ue n ao es cu tais o qu e ja s abe is q ue as c i d a  d e s sao e x c esso os de se viç os q ue p o u c oo u n ad a mais ser v em, a n ao s ero caos e o in f enro dd os dias em qq ue a v id a para todos se torn o u  cao as si maio do  viver


me dizei porque se tem que viver ao molhe, em cima unas dos outros, em permanente agitação e ruído stress e doenças que assim nascem e se multiplicam, como os cancros que pulam numa só década,   se as estradas existem desde há seculos, e nunca foram tao bons os transportes, e a velocidade das deslocações aumentou, e se viaja mesmo sem sair do lugar onde se esta, me dizei porque o resto do territorio esta abandonado

me di z ei por q ue da se te maior q ue do viver cao mol he, em c ima una sd os outros, em per man en te a gita tação ~´e ruí do, se as est r ad as e xis te m d es de h á seculo se nu inca for am tao bo ns os t ra sn port es, é a velo cidade das d es clo ço es au men to ue da se via aja do mesmo se m s air do l u g ar onda da se desta, me di z ei por q ue o r es to do terri rito tor rio e sta a b an dona ad o

mas não, mas não, viva o betão, que sempre enche os bolsos aos políticos e os das famílias deles, e nada nada mais, betão, sempre betão, e mais betão, ate vos afundarem todos,  porra, três vezes porra, alhos de merda, cegos desenvolvidos, !!!!

ma s n ao, ma s n ao, v iva o bet cao, q ue se mp re en c he os bo l s os a os pol it i cos e os das familias deles, e n ad a n a da mais, bet c vao, sempre bet cao, e mais bet cao, a te v os a funda rem todos,  por ra, t r es v e z es por ra, alhos de merda, c ego s d es en vol v id os, !!!! 

mas não, mas nao, mais pontes, mais pontes, mais carros, afastai com as mãos e o sopro os prédios para que as avenidas fiquem grávidos deles, a petróleo a parir fumos da morte e da doença, porra três vezes cegos das pistas de carrinhos das infâncias mal amadas e mal paridas,


ma s n ao, ma s n ao, mais pontes, mais pont es, mais carros, a f as t ai com as maos é o s o pro os pre di os para q ue as ave nid as fiq ue m g r av id os deles, a pet rol leo a pari r f umos da m orte e da doença, por ra t r es v e z es c ego sd as pitas de ca r rinhos das in fan cias m al am ada s e m a l pari d as,

e luzinhas muitas acesas durante um mezinho que o dinheiro sopra do céu e cai nas ruas de todos das cidades riquíssimas sem dividas do mal gastar constante do erário publico, policia , policia, prendam as lâmpadas e a energia e as facturas e os bolsos rotos sem dinheiro para as apagar, porra alhos, que se fundam vossos neurónios de merda
é kapa das luzinhas da mu it as ac essas do quadrado do ur na te um me zin hoque do circulo do dineheiro,  dine hi do  iro serpente  opra doc circulo do eu e ca ina serpente  ru as de todos das c i d a d e s ric u is simas se maior di vaso  id as do m al gas tar co ns t ante do é ra rio pub lic o, pol i cia , pol ica, pr en dam as lam padas é a ene r gi a e as a f ac turas e os bo l s os ro u t os se m dinheiro para as a pa gar, por ra al h os, q ue se funda dam am v oss os neu rop pn ni os de merda


como se ve as imagens e as chamadas alucinações são mais do que muitas , nem é preciso videos para dar conta destes principios

c omo se ve as ima ge ns e as c ham ad as a lu cina ç õ es são mais doque mu it as , ne m é pre ciso v id e os para dara co pn t a de stes prin cip io s

ao que parece os concursos públicos aqui, dão noventa e tal milhões em dois dias, o que certamente traduz o tal crescimento da economia da transparência e rigor, planeamento atempado e poupança das contas publicas, e boa gestão 

cao que ap rece os c on curos pub k lic os aqui, dao noventa e t al milhoes em dois do dias psd, o q ue ce rta em nt e t r ad uz o t al c r es cimento da e c on mia da t ra sn paren cia e r igor e a mp ten pado  poupa ança es das contas pub lic as,é boa da gestao

policia, polica, ni no ni,  prendam esses milhões antes que se gastem e quem autorizou e assinou os cheques

teve um acrescento o texto anterior de ti com uma bela harpa assim meio de cornos, curioso também falei eu de uma cascata ontem de aguas no muro da escola da rua do pallas, e hoje vi essa imagem num banho de champanhe do corredor assim meio crucificado em delta  contra os painéis pb, mas nao era o loirinho da tal reacção química eléctrica magnética na cabeça do obama com o hu jin tao

teve um ,ac r es cento o tex t o ante r ior de ti com uma bela lada harpa as si maior do me io de c o r n o s, cu rio s o tam am também f al ei europeu de uma c as cat a on te mde aguas no mur roda da es c o la da rua do pa l l as, é h o je vi dessa ima ge maior n um ban ho de cha mp agne do cor r e d o r as si m me io c ru cif i cado contra os pa ines pb, ma s n ao e ra o loi rinho da t al rea çao quim mica ele t rica mag net i ca na ca beça do ob am a c om o h u jin t cao

depois não apareceste para jantar, a rapariga da caneta dos montes brancos e dos mil sapatos também não , ao que parece declinou o convite pelo jornal dos bandidos de hoje, eu estava olhando os armários da farmácias onde trago as cassetes e me dizia ainda aqui há espaço para umas tantas caixas de sapatos, ontem tinha lido que obama, tem uma irma, eu me perguntava , mas que mistério é este, tem uma irma e eu não sabia, hoje me apareceu ela, assim

d ep o is n cao ap ar e c este para j antar, a ra pa riga da c ane eta dos mont es branco se d os mi l sa patos tam am também n cão , aoq da ue pa rece dec lino u vaso c on vite p elo jornal dos bandidos de h o je, europeu est ava o l h ando os arma mar iso soda f ar rama cia s onda t rago as ca s sete se da me d iza a inda a qui h á es paço para umas t anta s ca i x as de sa patos, on te maior da tinha do lido q ue ob am a, te maior uma irma, eu me per gun t ava , masque mi s te rio é este, te maior uma irma e eu n cao sa bia, h o je me ap receu dela, as si maior


que belo nome tendes senhora, auma, a primeira uma, ou ainda au da uma, 
a irma da bar rac ck ob am a sol id ario em vila da moura me mostra  um dedinho em uma estranha posição ao lado de círculos de prata, certamente do golfe no hotel de vila da moura, e um padrão onde se ve um prisma que eu ao olha-lo, me trouxe a consciência um quadro de lima de freitas, das paisagens visionarias, o farol de saturno, sendo que esta linha me lembra também o santana, e um movimento aqui se deu, como se alguém tivesse sido despejado, ou seja caído, a senhora ao lado acrescenta um lanho no top mais, nas cores argenta amarelas, talvez por farol, sagres


que belo nome tendes senhora, auma, a primeira uma, ou ainda au da uma, 
a ir mad ad a bar rac ck ob am a sol id ario em vila do damo da  moura me maior ostra  um de din h o em uma est r anha posi sic sao es cao do lado , de c irc u l os de pr ata, ce rta em nt e do gol feno h o tel devila damo da moura, é um p a d r cao da onda da s e ve um pr isma q ue europeu  cao o l h a traço ingles primeiro do circulo , me t ro ux e a co nsc ien cia um q a u dr o de l ima de fr ei t as, das p a isa sage en ns v isi on aria s, o f a rol de sat ur no, s en doque desta, a da linha,  me lem br a tam am tambem do circulo do santana, é um m o v ie m nt o aqui se d eu, c omo se al gume ti v esse s id o d es pe jad dp vaso do seja c aido, a s en hora cao lado ac es cent a um lanho no top mais, nas cor es ar g en t a am ar delas

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