quarta-feira, novembro 03, 2010

solar do cadete se bem te recordas fora o sitio onde aqui narrara uma visão com uma mãe e um filho num carro, e um jornal no chão com o ex presidente bush a entrar para o helicóptero da marinha, o antigo da casa branca e a morte do joao aguardela ao lado, o solar do cadete, fica no cais de sodre que eu muito gosto, pois ali existe um relógio publico que se chama a hora legal, e que teve a curiosa particularidade de ser verdadeiro durante anos a fio, pois não trazia ponteiros, como o amor, que não tem horas só ponteiros que crescem com os nossos beijos, ali também a discoteca da adolescência, o jamaica, e nas árvores da praça mesmo ao lado do tal solar, é uma das casas dos pardais da cidade e é sempre uma alegria escuta los ao deitar e ao acordar, pois é uma musica única e incrível

já estavam a dormir ou assim parecia, pois se ouvia o chilrear como se muito ao longe, e assim me aproximei mesmo da árvore em frente à porta para o entender, era como um silvo de mil cobras, mas que não deixava de ser agradável, por saber que pertence e provem dos passarinhos, não deixava de ser um som quente e aconchegante

e depois aquilo tem uma esplanada e portanto se pode tomar o café cá fora e fumar, nesta terra de bestas imbecis e hipócritas que pelas cangas tentam cercear os prazeres e liberdades individuais e não se preocupam em nada com a os fumos que verdadeiramente matam em barda e em continuo e que ameaçam todo o planeta

um rapaz ao telefone de sapatos de ténis vermelho, ali estava também à porta, enquanto apanhava o café do cimo do balcão,  baco a, um jornal do correio da manha da casa dobrado em cima da maquina de cigarros, o folhei ao momento, pois na capa estava a bela marta, que é sempre muito belinhas em todas as fotografias em que aparece nos jornalinhos e numa pagina inteira ali estava ela e a bela banshee das soquinhas das ilhas portuguesas

a historia mimetizava em sua aparência uma das minhas linhas de véspera, dizia que ao que parece a marta leite não tinha ficado muito preocupada com umas fotos que tinha na aparência vindo a lume, onde o namorado dela, que também ao lado dela poisava assim com um ar meio de porco espinho, aparecera nos braços da bela banshee , a minha linha fora a mantinha e a manta que não o é de penas

estava muito bela como sempre a marta, de vestido branco tipo com flores de brocado de casamento, e trazia uma estranha em seu sentido rosa ou cravo branco na mão, e a banshee, em pequenino, olhava assim de frente

no segundo café reparei que o antonio forte que comigo trabalhou durante muitos anos ali estava na mesa onde o tal rapaz depois se sentara, conversamos, é já avo, pois o simao, acabou de ter um filho, eu espantado como sempre pois me recordo dele bebe, e lhe perguntei, com que idade, dezoito ou dezanove anos, a rapariga e o rapaz e que estavam em casa dele ainda, trabalha com o prazeres, outro antigo colaborador, ali ao perto, provavelmente no edifício grande de escritórios na própria praça, me lembrei do antonio, que também lá teve quando o conheci, um estúdio de som, salvo erro com a olga nesse tempo, antes de se separarem , o to forte, me apontou as paginas tantas os meus óculos que trazia ao peito, eu lhe respondi, estes não são para desaparecer, pois me lembrara da ultima vez que com ele me cruzara na loja do cidadão do rossio do primeiro par me ter desaparecido, quando me levantara do balcão da edp para lhe falar e à bela menina que o acompanhava, me disse estar a montar um programa para televisão sobre viagens, assim parecia somar a luz neste ponto com todos estes elementos, um telefonema do rapaz dos ténis vermelhos, provavelmente um para ou ex para, cais do sodre, escritórios como os do loiro da companhia de navegação ou mesmo os do edifício, e um roubo fora feito

me despedi e sai de la a pensar na bela banshee das ilhas portuguesas, pois de alguma forma, ela aflora o arquétipo que acabara de novo de me aparecer no caminho, no cm ca do minho, deve ser esta a id referente aos óculos, ao qual se junta pela lógica o heli, e essa tentativa que no geres outrora me fizeram para cortar a cabeça , os tais da face oculta   

Sem comentários: