domingo, novembro 14, 2010


tu
pela
mão
do
jean couteau

ainda não te disse fofinha, mas no fim de semana, muitas folhinhas caiam das árvores a meu passar, eu me disse, tu estas por perto, ali no rua de campo de ourique, parecia mesmo uma nuvem, como outrora vira uma ao pe das rosas da galileia no jardim da estrela num dia de sol

depois de conversar contigo ontem, o céu se abriu todo, em chuva e vento, eu sai para rua, a passear até ao jardim, ali na pallas, uma bica no muro que parece não ter telhado jorrava agua como uma fonte desenhava um perfeito semi arco potente em suas aguas

sabes bela smith,  li suas letras aqui em dia recente, a falar de um bela árvore no castelo de s jorge, quem diria da menina tanto trazer este pais dentro de si, que espantado fiquei a escuta-la, na verdade as linhas de árvores passam por mim como as folhas que caem, a primeira desta ultima serie, foi uma meia ruiva com cabelos em nuvem como a fugir e lado em frente a fonte do ccb, onde o jactos de agua dos escudos das casas portuguesas de outrora, se misturam com um pinheiro ao fundo nos jogos de la guerre do jouets, ontem durante o diluvio, dei com um cartaz pendurado na porta do jardim do mne, de uma outra árvore assim meio inclinada , de uma rapariga que delas fala na estufa grande e bela do jardim, hoje já a noite descera, neste domingo calmo e sereno, ruas desertas, ao voltar desci a rua que dá para a embaixada suissa, onde no quintal das traseiras uma outra igualmente iluminada que alguém expressamente iluminara, me chamara a atenção, numa bela casa bela de formas, assim vi as obras de um antigo prédio onde provavelmente a embaixada expande o seus neutros territórios em linhas pós modernas, ali estava olhando as janelas como fendas rasgadas em betão armado, à volta , uma carrinha de uma família se despedia e entrava,quando quase dei um pulo, com um au ao perto , olho a rapariga que me pede desculpa ao momento e vejo uma salsicha  basset, quando de novo estou no topo da rua, um dos rapazes da família diz, matei-o, que estranho sentido a ressoar dentro de mim ficou

s ab es b ela sm it h,  li s u ás das letras aqui em dia re cente, a f al ar de um bela árvore no do castelo de serpenet do  jorge, q ue maior di da ria da me nina t ant o t r az e rato de este país,  dentro , rode sic q ue es pan t ad o fiq ue ia es cu t a traço ingles la, na verd ad e as das linhas de árvores p ass sam am por mim c omo as das folhas q ue ca ema primeira de sta desta u l t ima se rie, fo oi uma meia da ruiva com cab elos em n uve mc omo a fu g ire lado em fr en te a fon te do c c b, onda deo jactos de a g ua dos es cu d os das ca sas portu guesas deo de outrora, se mi s t ur am com um pin he iro cao fun do nos jo g os de la g ue r redo jo ue ts, ontem ,  duran teo do circulo do diluvio, dei com um do cartaz , sic, pen d ur ad o na porta do jardim do mne, de uma o u t ra ár v o re as si maior me do io inc lina dade de uma rapariga q ue delas,  f ala lana es t u fa g rande e bela do jardim, ho je já a no it e de es cera, nest e domingo c al moe se reno, ru as de se rtas, cao vol tar de sci primeira da rua q ue d á para a em baixa da s u isa s ub bn ni s sa suicida s ub iss o sul ista, s isa, s ua is  sa gui isa do suicida suite,  onde no quin t al das t r ase ira s uma outra i gula lam am , mente,  i lu mina da que al g ue é x pressa em nt e i lu mina ara, me c ham ara a a t en sao es, nu ma da bela ca sa da bela de formas, as si maior vi as obr as de um antigo pre di o onda pro ova ave lem mente,  a em baixa ad a e x pande o se us n eu t r os terri rt ori s em linhas p os moderna fac s ali est av ol h ando as das jane l as c omo fenda s r as gadas em beta o ar a am md o, a v l t a e uma car rinhas de uma familia se d es ped ia,  é ent r ava, qua n dó q u ase dei um pul o, com um au cao per to , olho da primeira rapariga q ue da me do pede d es culpa cao moe maior nt o e eve do vejo , uma sal cicha do  ba s set, qua n dó de n ovo est o un o top da poda da rua, um dos ra ap z es da famila di zorro, mat ei traço ingles circulo  q ue est r anho s en t id o a r esso da ar den rt o de mim fic ova vaso

agora mais tarde, ao continuar com este estranha imagem em minha consciência,  reparo que a fachada do outro lado da rua, provavelmente uma antiga garagem da casa que mais parece um templo, tem duas figuras geométricas em duas paredes que se vem em seu centro, e que perfazem vistas de fora, uma vesica piscis, e me lembrei que ontem ao ver o livro do lima de freitas sobre almada e o numero, dera exactamente com traçados delas, abro-o de novo e e leio o cd da pintora, da pintora que assumo então ser do grupo do peixes, quiçá do grupo do lima, e a linha larga o seu reflexo em linhas recentes desse tal quadro da bela rapariga num leito com um perfume a morta como aqui de novo comentei

agora do mais da t arde, cao c on tin u ar com de este,  est rata anha ima ge maior em min h a co ns ciên cia,  r epa aro que a faca h ad ad do circulo do outro rol lado da rua, por v ave lem nt e uma antiga gara rage mda casa q ue mais par ee um te mp maior do pol, te md de duas fig ur as geo met ricas em duas da parede serpente q ue se vaso em em s eu do centro, e q ue per rf az ze maior vaso ista sd e for a, uma v e sic a pi sci is, se da me lem brei qe vaso ontem,  cao v ero l iv ro do lima de freitas s ob re al maior mad  ad da primeira, é circulo  nu um mer ero, der a e x cata em nt e com t r aça cados delas, ab r o traço ingles o de n ovo e e le io do circulo do cd da pin tora, da pintora q ue ass umo a en tao ser do g rupo do pe ix es, quai cado  es br, do g rupo do l ima, é primeira da linha l arga o s eu refe efe fel lex xo em linhas re cent es de esse t al qua ad roda da bela rapariga n um do leito com um do perfume, cc,  a mo rta c omo aqui de n ovo com en t ei 
 
 
tp md do jean da faca , co vaso te do au,cruz vaso p , ela mao doje anc circulo vaso te au, pm dj circulo

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