sábado, dezembro 18, 2010

às autoriedades dos homens se ainda as houver, se nao, a Deus, seus pedofilos assassinos, 18

começa bem a forma aleatória quanto sempre o é e não é, da ordem do carregamento das fotos para  blog, que altera a sequência em que foram fotografadas, começa pelo poema de lobo antunes, que agora me calhou ao abrir, e que de alguma forma precisa ainda as relações com o dia do temporal aqui, como mais à frente explicarei em detalhe na acusação à igreja e roma, pois os meus passos nesse dia me levaram de novo à proximidade desse lugares, onde forma as primeiras instalações da latina europa, rua do cardeal, que por sua vez é ao lado da sé e do patriarcado de lisboa


co meça segundo bes espanhola,  ema da primeira forma ale lea tori primeira qua nt o sempre do circulo  é , e n cao é, da ordem do car re gam en td as fo t os para  b 1 circulo do gato q ue al teresa ra primeira seq u en cia em q ue fr o am fo tog raf fadas, co meça p elo poe made do lobo do antunes, q ue do agora da me c alho vaso do cao ab r ire q ue de al gum primeira da  forma pre cisa a inda as das relaçoes,  com do circulo lobo do dia do temporal aqui, loja, mne,  circulo do omo mais, fr,  à fr en te, é x p lic ar rei ei em d eta alhe na ac usa º cao acento da primeira de igreja, é roma, p o is os me serpente vaso dos passos, loucos,  ness é dia da me l eva vara, ps,  ram de n ovo à por x em i d ad e de esse lu gare s, onda for ma às primeiras instalações da latina europa, rua do cardeal, q ue por serpente da ua,  vaso é zorro,  é cao lado da sé, é o do patriarcado de lisboa

e como acima no corte das palavras logo se desvelou, já no tempo da fundação da latina europa na calçada do cardeal, um esbirro, um cão da igreja de roma ali estava para me morder, ma o que é isto comparado com o que em verdade aqui a todos narrei neste livro da vida, que em consequência de uma expressão de um qualquer mistério de luz em minha infância no norte, já a igreja de roma levantou contra mim uma turba para me linchar, era eu menino , o que prova a sempre perseguição que esta igreja do diabo sempre me tem feito pela vida fora


 é circulo do omo ac ima ano co rte ds pal av rato ps as l ogo da se  d es velo lou,  j á no te mp,  o do poda fun d aç sao da latina europa na c al ç ad ad circulo do cardeal, um es bi rr o, um cao da igreja de roma ali, super mer cado,  est ava do para da me mor der mao q ue é is to co mp par ad doc circulo lobo do omo quadrado da ue em verd ad dea aqui, primeira de todos na rr rei ei  nest el iv roda david a, q ue em co nse q u en cia de uma express sao de um q ual q ue rato do mi s teri o de luz , em min homem da primeira in fn cia no do norte, ja acento da primeira da igreja de roma l eva van to vaso do contra da mim , uma da t u rba para da me lin c homem da ar, é ra europeu  me nino , o q ue por vaso da primeira,  a de sempre , a da perse gui sao es q vaso do ye desta, a da igreja do diabo,  sempre me te maior, feito,  p ela  vaso  id da primeira da for rp primeira










ampliai em outra pagina para melhor ler, curioso rodapé que me dá conta das letras das musiquinhas a ressoar no tempo das letras do ícaro, o programa infantil, mais ou menos desse tempo, e das imensa reaçoes que dos mais conservadores tivemos em relaçao a elas, que putas sois, que o inferno vos seja quentinho, e trazeis à conta disso uma morte em vossas sujas e diabólicas mãos, a do alfacinha que escreveu para essa serie, ano 91 , 92

am p lia ai em outra pa gina do para mel hor da ler, cu rio osso roda ape q ue da me d á conta das letras das mu sic u in homem  as a rato ps  esso da ar no tempo das letras do icaro, o pro g rama in fan til mais, fr,  o vaso do men serpente circulo desse tempo, é da s ime en sa rea ço es q ue dos mais c on ser v ad dor es ti teve maior do os,  é mer laça aca cao primeira delas, q ue putas s o isque do circulo do inferno vaso do os seja quadrado da un do tinho,é t ra ze is à c pn t primeira  ad iss o uma morte em vaso os sas s u ja se d aia boli cas mao sado do alfacinha quadrado da ue es c reve rte eve vaso do para,  essa da se rie
sempre a mesma eterna treta, a que essa igreja que se reclama de O Cristo, ouvidos bem oleados para as mentiras e as intrigas que depois acendem as fogueiras com que vão queimando pela vida fora todos os que elegem, pois agora não se fazem elas no terreiro do paço, seria deselegante no mínimo, toda aquela carne a assar no meio do paço 

sempre a mesma da eterna cruz,  rena, ad a treta, primeira que dessa igreja q ue da se rec lama de ocr is to, o uv id os be maior mol lea ad os para às das mentiras, é às das int riga gas q ue d ep o is ac en de ema s fogue ira s c om q ue eva do vao , mario soares, q u ei man do p ela v id a for primeira de todos os  q ue dele ge maior da p o is do agora n cao da se f az emel as no do terreiro do p ço, se ria de sele dele gan te no min imo, toda primeira do quadrado da lea primeira da car ne a as serpente da ar no me io do paço






curiosa declinação no grafismo do nome do antonio lobo antunes, ala, do non, cruz da bt, do comboio un ni ie os

c uri iso primeira ad dec lina ac sao es no do g raf is modo no med o a n y oni do circulo do lobo do antunes, melo,  ala, do non, cruz da bt, do comboio un ni ie os





os planos gerais da chaise longa italiana que se reflectiu em tempos , aqui abordado, numa imagem da revista photo, de um home tipo esquiador de tobogan de competição com capacete integral, helmet, com as extremidades dos membros enfiadas em cones negro e prata

os p pri mr o lan os primeiro ano, 2003,  ge rai sd da primeira da ch a ise l ong a italiana,  q ue da se r efe fel ct ti vaso  em te mp os , a qui ab o r dado, nu y maima ge md a r e v ista ph oto, de um home t ipo s qui ad dor de tobo gan de com pet tiçao com capa do sete inte rato ps da al, hel do met, com as é x t r emi da es dos men br os en fia ad as em c one es negro, é prata, nome 

a imagem que as putas terroristas do dn, espelharam em diversas linhas no jornal, em mais uma armadilha, como o espírito me disse em diversas vezes ao longo deste passe, morrei, que o inferno vos seja quentinho, seus ladroes de vidas e de vida

primeira da ima mage maior q ue às das putas terroristas do dn, es p el haram em di vera serpenet das linhas no do jornal, em mai,  uma da arma mad da ad da di da ilha, circulo do omo , circulo es pei rito da me dd is se em diver sas v e z es cao l on go de este passe, mor rei, q ue do c irc uk o inferno,  vaso do os do seja q u en tinho, se us dos ladroes de vi d as sede vaso da id a

quero a minha inteira vida de volta!!!!!

q ue ero primeira  min home da primeira inte da ira v id ad e vol t a!!!!!






se na primeira se le, a sombra da caixa de costura da modista que projecta uma sombra infinito no leito dos tecidos e do travesseiro do vidal, a modista ligada ao teatro ou ao cinema, da família fantástica, que faz sair dessa mesma caixa a tal aranha bomba, que é também imagem da chave da visão sobre o bum em londres

sena primeira se da le, lea da primeira sombra , a da caixa, banco,  de cos da tura da mode di da ista quadrado da ue pro ject a uma son br a in fino cruz  no lie to dos tecidos,  é do t r ave esse iro do v id ak l, a é emo di sta liga gada cao do teatro,  o u cao cinema, da fa mi l ia fantas tica, q ue f az serpente  air dessa mesma , a da caixa , a t al aranha bo mba, q ue é etam tam am tambem ima mage md a c h ave da visao, grupo de jornais,  s ob reo circulo do bum em londres


nesta segunda , acima, se ve um  plano geral mais aberto a capa de um da irmandade do senhor dos anéis, que vista de lado mais parece uma raia, o livrinho do lobo antunes, o tal catalogo de design facturas, aqui abordado em tempos em pormenor, um dos cadernos de apontamentos como uma espiral de uma régua, um pad de rato que meu filho me fez quando tinha cinco anos, um dvd virgem, hp c 800 9, dos seiscentos, 2010 hp palo alto ca 94 terceiro do circulo do quadrado, pro duc cruz made in taiwan


nest ase quadrado gun da do ac ima, s eve um do pap , pp p lan primeiro ano, 2003,  ge rato da al mais, fr,  ab e rt circulo da primeira da capa pade de um da irman dade do s en hor dos ani serpente, q ue vaso do ista de l ado mais, fr,  pa rece uma rai aia, circulo do l iv rinho,  do l ob circulo do antunes, o  t a l cat al o gode de se ei gn f ac turas aqui,  ab o rda dado em te mp os em por men o rum dos cade rn os de ap pont tamen t os c omo uma es p ei rato ps lade uma da regua, um p da ad de rato toc quadrado da ue maior  eu fil ho,  me fez qua n dó,  tinha c inc circulo  ano serpente , 2005, um d v da virgem do  hp circulo dos 800 , 9, do ps seiscentos, italia,  2010 hp p alo alto ca de 94 t rec e iro rodo c irc uk l o do quadrado, pro duc cruz made in taiwan







este é a figura chave da ligação com a escola, pois assim o espírito mo disse ao momento em que vi uma árvore na parede da escola do povo pequenino cujo telhado voou, ou seja um símbolo do rei dos homens na saga, árvore, também cooperativa de gravura, e um sincronismo que se eu no final da tarde aqui em lisboa, em frente ao hotel da sela do besouro, como um actor americano cuja face com barbas como estava é a deste símbolo

este é primera figo ur , primeira da ac homem da ave da liga da sao com da primeira da escola, p o is as si mo es pei rito do mo di s se cao mo men t o em q ue vi uma da arvore na parede, lugar,  da es c ola do p ovo pec ue nino cu jo tel homem ad ado circulo  vaso do uou, vaso do  seja,  um si mb olo do rei dos homens na sa gata primeira da árvore, tam am também c oo pera rat iva de g r av ur primeira, é um sin c ron is mo q ue se europeu  no fina al da t arde aqui em lisboa, em fr en te cao hot tek primeiro da sela do be souro, circulo do omo,  uma circulo do tor am mer cia ano cu ja da face com do barbas, produtora de video,  circulo do omo est ava é primeira ed ds te si maior do bolo







na pilha dos cds , ao se dar esta leitura , ao tombarem, este apareceu, diz cd, corpo diplomático, rato ps do sete duplo circulo, dp,. mu l ti do banco, ne renverse, de cygne renverse, uma peça de dança do paulo ribeiro, que parece fazer um primeiro link, pois ele namorou com a clara durante muitos anos, o telemóvel faz como uma sombra sobre o cyg,  de cygne, ou de cisne, ou de uma cisne,


na puta pi da ilha dos cds , cao da se da ar e sta desta lei it tura , cao tom ba rem de este , ap a receu, di zorro  cd, corp circulo  d ip loma tico do rato do ps do sete duplo circulo, dp,. mu l ti do banco, ne r en ver sede cig ne r en ver se, uma p eça cade da dança do paulo ribeiro, qaudrado da ue par ee f az é rum do prim ero li mk, p o is dele,  na moro vaso  com da primeira da clara duran te mu it os ano serpente, circulo do tele maior ove el do f az circulo do omo , uma s o m b r a s ob reo da cig, da cgd, bancos,  dec  delta gn e, o vaso de c is neo vaso  de uma do ac circulo da is ne,






eu em quatro photomaton, dois a dois iguais quanto os pares o podem num instante ser, uma sombra antiga projectada na minha adolescência, um mesmo símbolo num pormenor, em outra foto adiante, photomaton, recorda-me ao momento as notas da leitura numa dessa maquinas no metro de telheiras, o dos sete espelhos de agua, e um som de dijiribu numa estranha noite onde ainda os painéis do metro me remeteram para passes antigos nos hospitais, quem sabe se não mesmo em santa maria



europeu  em quatro,  ph oto tom oma primeira do ton, do isa do isi g ua is qua nt o os par es circulo da pode maior ano primeiro,  nu um ins t ante ser, uma s o m br a antiga por ject ad ana min home da primeira ad o ll es circulo da en cia, um mesmo si mb olo nu um por men ciculo rato ps rem de outra fo to ad dian  te, ph oto mato n, reco rda~traço inglesa lea me cao mo men to às das notas da l ei it tura nu mad,  essa da dama  má quinas no do metro de tel he ira serpente , circulo dos sete,  es p el cortez homem do os de agua, é um serpente do om de di ji rib vaso  nu ma est rata anha ano nk ano da noite,  onda dea a inda os pais, tvi,  n es do metro me rem e te ram para p ass es antigos nós ho spi pita tais, q ue maior,  sabe,  se n cao do mesmo em s anta da fm maria







a mesma sombra projectada numa almofada, onde se vem dois traços num leito, ao lado de um laço de um espanador de penas amarelas, um gancho, um anzol, no sexo, na posição do sexo dentro do pentagrama



a mesma da sombra , por ject ad primeira ano um,  nu má almofada, mestre almofada, icaro, onda da se eve md o is t ratos dos traços, aços n um leito, cao lado de um ml aço de um es pan ad dor de pena s am ar delas, um gancho, um anz zo do xo primeiro rol, no se xo, na posi sic sao es do se xo d en t rodo penta gato da rama





na verdade a relaçao com o penta, ou seja porto, aqui em baixo se expressa na rosa do mundo, publicada no âmbito da exposição porto 2001



na verde ad dea primeira da relaçao com do circulo do penta, o vaso do seja j da ad do circulo do  porto, aqui em ba, é xo da se expresso,  ana rosa do mundo, pub lic ad  ano am  bit o gato da am do bit, circulo ,  o do am oito, pentagrama, o  da exposição, é x da posi sic sao espanhola, a do porto, de  2001







este antigo desenho de meu filho, adquire um outro sentido, com esta sombra projectada no momento em que tirei esta foto, pois desenha uma montanha e um sopé com que pode ser a silhueta de um home que ali se encontra, e que me remete para as visões da montanha do céu, aqui relatadas em seu tempo do acontecer, como se o homem em cima olhasse e visse, o arame farpado, a puta do ai, da dor, da arte do rato do isco, da dd, o invertido, da produtora do bruno, arte do risco, remete ainda para miguel esteves cardoso, ou seja, orelhas, ou seja ainda escuta, e escutas, um satélite com um triângulo de fogo de vela negra por debaixo que o parece inclinar, duas casa, e três flores, sendo uma quarta , a mais pequena ocultada por essa mesma sombra, ao lado, uma espinha de peixe, com um x, equivalente, ou seja pt, na ponte, numa passagem na montanha, ao lado de uma outra figurada no caderno da âmbar, riscas azuis e brancas, grupo do rei português




o de este antigo,  d es en ho de me eu fil home circulo, ad quadrado vaso da ire,  um outro rose s en t id o, com desta so m br a por ject ad ano mo men to em q ue ti ire do rei é sta desta f oto, p o is de s en homem da a uma montanha, é um da cruz  s o pe c om q ue da pode sera s di da si l h u eta de um home q ue ali, algrave,  se en contra, eq ue da me reme te para as vaso  iso es da montanha doc eu, aqui ratos ela td as em serpente eu te mp podo ac on tec, é rato rc circulo do omo seo do homem em c ima o l h ass ee v iss seo ar am e f ar pado, primeira puta do ai, da dor, da arte do rato do is cod a dd, o invertido, da por du ot ra do bruno, arte do risco, reme te a inda para do miguel es teve es cardoso, o vaso do seja, o rato el home serpente , o vaso do seja a inda es cu t a, é es cu t as, um sta al lite com um t rina gula de fogo de eve da vela negra por de ba e xo q ue circulo o pa rece inc lina rato ps , duas da c asa, é cruz rato es flor es, s en do uma qua art rta , a mais pequena ocultada,  por essa me sam da sombra, cao lado, uma es pinha de p ei x é com um x, eq u iva al lente, o vaso do seja pt, na ponte, numa p assa sage ema mna montanha, cao lado de uma outra figo ur ad ano cade rn no da am bar, r iscas az u ise br ancas, gato do rup circulo  do rei portugues







a capa do let da cruz das rinas das cantigas,.








e um outro pormenor da ligação com a tal cruz , quatro que estava figurada nas pernas de obama e de ramussen, na cimeira de lisboa, a ultima, atrás referenciada, sendo que aqui este livrinho de fotos de meu primo miguel, estava de pernas para o ar ao momento, ou seja da quatro, tvi, um invertido também, serpente circulo gata vaso serpente oi ti serpente, uma da cruz , e ainda pela leitura normal, si do siti, fac nova, os vaso antigo , serpente




é um outro roda da rop do por men circulo do rato ps , o  da liga da sao es com da prime ria da cruz al do cruz , quatro,  q ue es tva figo ur ad ana serpente das pernas de ob am primeira ama,  é de ram ss en, na cime ira de lis sb boa, primeira aul t ima, at rata as ref fr en ciada, s en doque aqui de este liv rinho de f oto sd , é me vaso  pr imo do miguel, estav de per n as para do circulo da ar cao mo men to, o vaso si do seja da quatro, tvi, um invertido tam am tambem, ser pente do circulo da gata vaso serpente oi ti serpente, uma da cruz , é a inda p dela, a da  lei  ei it da tura norma al, serpent si id do circulo do siti, fac nova, os vaso antigo , serpente











abri o livro à sorte, e me calhou este imagem , um reflexo numa montra onde embora aqui nao se veja bem os pormenores, parece esta foto alvo de manipulaçao grafica, pois na casca da arvore, se vem motivos da pintura de bosch, e as calças remetem para a figura do paracleto, como o lima o desenha, no livro que estava tambem em cima da mesma chaise longa onde esta leitura em seu todo foi produzida depois de mais esta manha e armadilha dos terroristas



ab rio l iv rato circulo  à serpente  orte, é me c alho vaso  es sd dt e ima mage maior , um ref fel do xo numa mon t rata primeria da onda em bora,  primeira do qui aqui,  n cao da se eve do veja, br,  be maior do os por men o ratos es, pa rece é sta desta foto , alvo de man ani ip u laça primero aca circulo lobo dag da grafica, p  o is na c as c ad da primeira da arvore, se ve maior m ot ivo sd da primeira pin tura de bosch, é as das calças reme te maior do para da  primeria da figo ur ado para rac let o, circulo  omo do circulo do lima, cic culo  do de s en home da primeira do ano lib vaso roque est ava tam am tambem em c ima mada da mesma, a da c h a ise l ong da primeira da onda desta da lei it da tura em serpente eu do todo doi , ip pro d uz id primeira d ep o is de ema mais , fr, é sta desta manha, é rama ama mad ad di da ilha, a  dos terroristas


 esta foto me fala do inferno, e de bebidas e de uma menina pequenina que por causa dessa razão terá sido por alguém inclinada, ao provavelmente atravessar uma rua, me vem a memoria um atropelamento aqui narrado no tempo de seu acontecer, numa passagem de peões ao lado de uma escola que deveria estará pintada mas que não o estava, por um autocarro, talvez dois três anos

 é sta desta , eta da foto,  me da fala do inferno, é de bebe id as e sede de uma menina pequenina q u e por ca usa de essa r aza circulo da teresa rá serpente id do circulo do por al gume inc lina ad a, cao por vaso  ave lem nt e at rato ps ave da ss da ar , uma da rua, me vaso ema me mo ria um a t rop lem anto aqui na rr ado no te mp pode serpente eu aco nt tecer, nu ma p assa sage md e pe oe es cao lado de uma da es c ola q ue d eve da ria est tara pin t ad damas q ue n cao do circulo  est ava, por um au toca rr do rc circulo





paracleto do mestre lima de freitas, pintado em noventa e um, altura do icaro e da rua dos cardiais, segura o cavaleiro da estrela pb das cores alquimicas onde a capa forma um narciso coraçao, um calice onde uma cruz se figura dentro de um globo, ele próprio, a figura inscrita numa vesica onde o topo é a montanha onde o x, do arco iris, reflecte ainda o pormenor que se devela no desenho de meu filho,

para da rac do ac ciculo do cc,  o do let circulo do onze do mestre liam de fr ei t as, pina, dn,  td circulo em noventa e um, al da tura do icaro, é da rua dos cardiais, se g ur primeira do circulo do c ava lei roda da estrela, bairro,  pb das cor espanhola al quim micas, onda dea primeira capa da forma , um n ar c iso cora raçao, um cali al ice onda de uma da cruz da se figo ur ad en t rode um da globo, br, ele por rp rio, primeira figo ur primeira in sc circulo da rita numa v e sic a onda deo circulo do top , circulo é primeira damo nt anha onda deo do x, do arco iris, grupo do psi da gnosismed,  ref for mula one lec te a inda do circulo do por mne circulo do rato ps q ue da se d eve dela, lan ano do desenho de meu filho, 2005 



abaixo, link sobre a evocaçao do lobo antunes aqui nesta sequência


ab da aba do xo, li nk s ob rea primeria da evo caçao do lobo antunes a qui aqui,  nest a se sec q u ên maconica cia, a vizinha de cima , a inglesa


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