domingo, dezembro 19, 2010

às autoriedades dos homens se ainda as houver, se nao, a Deus, seus pedofilos assassinos, 20

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no dia do furação
 
no do dia do fur ração rac ac sao es do furação

tomara o vinte e oito na estrela, até ao poço dos negros, tudo normal na anormalidade dos dias, entrou primeio um rapaz de barbas que se chegou a mim, nos cumprimentamos com o olhar, e ele me disse, estou em ressaca, hoje nao tomei a minha dose, eu pensando para os meus botoes, mas trarei cara de quem ouve confissoes alheias, quando um africano entrou e uma discussão com o condutor estalou, ao lhe mostrarr o passe ou algo assim, saiu uma ou duas  paragens depois, ficando no ar, um perfume a racismo no tratamento e no tratar


tom oma ara do circulo do vinte e oito, o maestro na estrela, a té cao poc espanhol cod os negros, tudo norma al na ano rata mali dade do os dos dias, psd,  en t rato circulo do vaso prime do io de um rapaz de barbas, duvideo,  q ue da sec homem do ego, psi,  gato circulo da ua da primeira mim, nós cu mp rim en tam ms serpente circulo com do circulo do pri mr io home da ar, jaime gama, ps,  é ele,  me di serpente da se, est o vaso  em rato ps ess aca, homem oje n cao tome ia min homem ad o se, eu pen s ando para os me us boto es, ma serpente  t ra rei da revista cara,  deque maior circulo da uve c on fi ss o es al alheias, qua n dó , um africano en t rato o ue uma di s cu ss ºcao com do c irc uk lo do condu do tor est alo vaso, cao l he m ostra da rr circulo do passe o ual goa ss si maior, sa eu uma o vaso de duas  para rage en ns d ep o is, fi can do no da ar, um perfume, cristina coutinho,  primeira rac is mono t rata tamen toe no t ra tp cruz serpente  ata da ar
 
 
na baixa um segundo flare da má disposição do crescido condutor para uma senhora anafada que assim se viu obrigada a correr para o apanhar, entrou também uma belíssima rapariga de pele branca de uma rara alvura, cabelos solares, vestido de padrão verde como celta, demasiado leve para o frio do dia, com um senhor que poderia ser o pai dela, alto, moreno, a quem ela em pé se encostava, olhei-a na face e Meu Deus como era bela, e mais estranho ainda me parecia a face da filha da maria de assis, recentemente aqui comentada    
 
na baixa, um da se da gun do  fla red dama da má d i sp posi sic sao es doc rato es c id o condu tor do para de uma serpente da en hora ana fada q ue ass si maior da se vi vaso  ob riga gada primeira acor rato pse, rato para do circulo do ap anha ar, en t rato circulo do vaso  tam am tambem de uma bel iss ima ra pa riga gado pele br anca de uma rata da ara al vaso ur da primeira, cab elos solar es, vaso est id circulo  do padrao,  verde circulo omo celta, de ema si ado l eve pr primeira do circulo do fr io do dia, com um s en horque pode da ria serpente do ero rop do pai dela, primeiro cruz delta circulo da puta do moreno, primeira q ue maior dela,  em pé da se encosta ava, o l homem  ei traço inglesa ana da face, é Me vaso dd e us circulo  omo e ra da bela, é ema mais e ts rato do anho a inda da me par e cia primeira face da filha da maria de assis, re en te maior nt , cruz é qui aqui co men t ad da primeira
 
 
eu para mim pensando em meu botao, mas o que aqui se passa, de novo um puro sincronismo ou mais uma encenaçao em curso, pois me recordava da escrita recente, da estranheza que sentira pela cor demasiado alva dos braços da tori amos na entrevista, que afinal correspondiam a um maiot como de dança, e ali me aparecia uma anjo com o mesmo tom de pele
 
 
europeu do  para da mim pen s ando em me vaso  bota circulo, maso q ue aqui da se p ass ade en ovo , um p ur o sin c ron is mo circulo do vaso  mais, fr,  uma en cena ac sao es em circulo do urso, p o is da me record ava da es circulo da rita re cente, da est ran he za q ue s en t ira p dela,  acor de ema si ad circulo do alva dos br aços da tori am os na en cruz re vaso  ista, q ue a fina al cor r es pond iam a um maio cruz circulo do omo mode dança, é ali da me ap ar e cia uma anjo com do circulo do  mesmo,  tom de pele, br

mais estranho a coisa se tornou, quando sai em frente ao miradoiro da pequena igreja e subindo para o apanhar, a filha da maria de assis, a  mesma face de uma proximidade incrível, festejei-a com os dedos na face ao momento, ela me disse alguma coisa em tom desagradável, apontando um carro de prata que ali estava estacionado, mesmo em frente à paragem como dizendo então, é agora, eu sem entender ao momento o que ela me dizia, até chegar á pequena tabacaria onde fui comprar cigarros e ainda um dvd com um filme que nunca vi, je vous salue marie
 
mais est rato do anho da primeira  aco isa se tor mo vaso, qa un dó sa e em fr en te cao mira do doiro, roda da pequena da igreja, é s ub indo para do circulo do ap anha ar, primeira fil home da primeira ad da primeira dama da maria de assis, primeira  da mesma,  face de uma por x emi dade inc rato iv el, f este j ei traço inglesa com os dos dedos na face,  cao mo men to, ela da me di serpente da se al guy ma co isa em tom de sa g r ad ave primerio, ap pao nt ando um carro de prata,  q ue ali, super mer cado,  estav est ac cio n ado, do mesmo em fr en te à para rage maior mc omo di zorro do neo dó en tao, é agora, europeu  se maior men ten der cao moe maior nt o,  circulo  que dela, da  me di zorro do ia, a té chega ar á pequena t aba baca car ia onda fu oi com p da ar cigar rose , a inda de um dv dc om um fil mec ue n u n c a vi, je v o us sal ue da mar ie

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