terça-feira, fevereiro 23, 2010

a wild card from the west, it seems


este é o segundo papelinho que trouxera do tal museu do design da moda, que estava em cima desta mesa e depois vuou e caiu assim onde está , ou seja na sombra debaixo desta asa das ancas femeninas, depois apareceu aquela sombra, que é como uma lingua de uma cobra que de repente parecia sair dele, e quando dei conta disso, olhei a ver de onde ela vinha, a lingua da cobra que escondida na sombra debaixo da asa saira para a luz


este é circulo do se gun do pap e linho, leito, q ue t ro ux e ra do tal museu do design e dam am moda, q ue estav em c ima de sta mesa, madrid, e d ep posi v u o ue c ai eu as si maior onda, é stá , o use seja na s om br a de ba ix o de sta asa das ancas femeninas, d ep o is ap ar e c eu aquela s om braque, é c omo uma l ing ua de uma cobra q ue de rep pen te par e cia s air dele, e qua ando dei conta di iss o, ol he ia ave r de onda dela vinha, a l iñ g ua da cobra q ue es x cond dida na s om bar de ba ix o da asa sa da ira para da primeira da luz, primeiro uz





o redor , o contexto mais alargado do chao, me mostrava isto, na esquerda da imagem como se ve, duas sombras que sao, a cabeça do dragao e a pata do iman onde esta uma moeda do delta ds unhas da espada portuguesa de cinco centimos, que ao que parece inclinou um dos meus antigos sapatos, um delta das meias que se junta ao vulcao invertido do monte do branco o cn a r b e t n om, e ainda circulo do s emi can tora invertida da ue do principe do quadrado laranja psd, e forte invertido vaso circulo duplo delta d pente para o ceu azul, do desporto no porto, o forte invertido jo ds ep


circulo da red dor , o c on tex to maia al rato do gado do cha o, me mos t rava is to, na esu e rda da ima ge mc omo se ve, du as s om br as q ue sao, a cab da sela da bela do dragao, fcp, é a pata do iman onda es sta uma moeda do delta ds un h as da es pda portu guesa de c inc o c en t imo s, q ue cao q ue par efe inc lino u um dos me us ant ti gos ss sa patos, um delta das mei as q ue se da junta priemira vulcao invertido do monte do branco o cn a r b e t n om, e ainda dao circulo do s emi can tora rai em vertida da ue do p rin ciep do quadrado laranja psd, onda serpente é f orte invertido vaso circulo du pode do delta dp pente para do circulo do c eu azul, do d es pe orto no do porto, o fo rte invertido jo ds ep





este para de sapatos , o novo, está em posiçao similar ao outro, e assim desvela uma lua crescente vermelha no que esta inclinada, que foi depois desvelado na sesta ultima, pois ao descer a calçada do combro, um dos meus pes se tinha inclinado na berma do passeio,


este para de sa dos patos , o n ovo, e stá em posi sic sao es si mila ra o o ur rt oe as si m d es vela uma lua c r es c en te eve vermelha noque, é sta inc lina ado, q ue fo oi d ep o is d es vela lado na s es sta u l t ima, p o isa sao d es cera da calçada do c om bro, um dos me us p es da tinha se inc l ina ado dona be r mado pa s seio,








a sombra que sai do mude, é uma seta, que estive a compor , ou seja a amarrar a parte metalica, que reproduz no interior do pau a mesma forma que se ve, ou seja um prisma, antares, uma estrela, ao lado um cartao de metro, e os cadernos a lembar as imagens recentes da figuraçao do desiquilibrio da estrutura das torres em ny por cima do collins, um delta figurada com a sony, negra e prata pintalgada em parte com spray amarelo tamya, que me faz lembrar os estranhos reflexos nas imagens da morte de j f kennedy

a s om braque s ai id do mude, mude, delina em mud juvenil, moviemento estudantil de coimbra antes do vinte cion co, cinco de abril, é uma s eta, q ue est ive a c om mp por , o p vaso seja a mar ar a p arte met al ica, q ue r ep pre o d uz no inte r ior do pau, a me sm a forma q ue se ve, o u seja um pr isma, ant are es, uma estrela, aol ado um ca rato de metro, e os ca der nos a l em br a as ima~ge ns rec en t es da figu raçao do de s ei q u li br rio da est ru t ira das torres em ny por c ima do co l ii ns, um delta figu r ad com a s on y, negra e p rta p int al gada em p arte com spa ray am ar elo tam y a, q ue me f az lem br ara os est r anhos r e f l e xos nas ima ge ns da m io rte de j f k en ned y





na mesa, as penas da seta, que tambem remete para um pormenor dos monitores triniton no armazem, pois a parte de cima deles figura as penas da seta, vide video, um delta invertido feito por uma sombra na parede dos furinhos, o outro catalogo do mude, como delta de fogo, dell vetrical, onde no video se ve o sessenta e nove a aparecer correlacionado com a palavra, um saco das pedrinhas , um vaso de vela perfumada de estrela no natal com asas tipo baloiço, e pauzinhos de incenso, e uma factura das confecçoes monte branco, da rua do joao das regras, ou seja do juiz, lisboa, cinquenta e nove euros, com um pormenor, 59.00.7, ou seja um sete a mais,

na mesa, madrid, as pen sada s eta, q ue eta tam am tambem rem we te para um por men o ratos dos moni it tor es t rin it ton no ar am az em, p o isa p arte de c ima deles figu ar as das penas da s eta, um delta in vertido f ei t o por uma s om br ana pa rede dos f ur tinhos, o outro cat al ogo do mude, c omo delta de fogo, de ll ve t ric cal al, onda no v id deo se ve circulo s es senta e n ove a ap ar e cer cor r el ac cio n ado com a pal av ra, um do saco das ped rinhas , um vaso de eve da vela per rf uam madeira da de ester la no nata al natal com asas t ipo bal loi ço es, e p au z in ho sd e inc en s o, é uma f ac tura das cof e cç o es mi on te branco, da rua do j xao cao das regras, o use seja do juiz, lis boa, cin q u en t a en ove euros, com um por men o rato , 59.00.7, o u sea j um do sete a am mais, fr






dois pormenores do papel no chao, e corbusier a alaia, bit ti on pre v ie duplo vaso, é corno do bus su ue rato rell time to al la aia

do is por men o ratos es do pap el no ca ho cha , é corbu si e ra alaia, bit ti on pre v ie duplo vaso, é corno do bus su ue rato rell time to al la aia




e c hi ibi fr om Le, a didas ra pido, ra do pido


o nome do rapaz do museu é capelo como o nome de cobra, agora me estava lembrando da tal corrupçao do cds, das contribuiçoes do tal nome da cobra do capelo do leite do rego, velha linha de um recibo que ao que parece tinha sido pago numa contibuiçao ao cds

depois caiu uma moeda de um centimo, no chao que ficou ali em frente ao mud, e depois dei com esta noticia, que parece entao acrescentar algum sentido a rta wild card from the west

o noe made ria do rapaz do museu, é cp do elo c omo on om mede cobra, agora me estav l em brando da t al cor rup çao es doc ds, das contribuiçoes, finanças, do t al no me dc ob ra do cap do elo do l ei it é do rego, velha da linha de um rec e ib o boc que cao q ue pa rece tinha s id o pa g o n uam c on t ib u i çao es cao do cds

d ep o is ca iu uma moeda de um c en t imo, no cha o q ue fi co ua al ie m fr en te cao mud, e d ep o is dei, com e sta not ti cia, q ue pa rece en tao ac r es c en tar al gum s en t id o a rta wi l d c ard fr om t he w es t



http://www.nytimes.com/2010/02/22/nyregion/22diary.html?em

Grrrr, com esta dor de dentes, ando a dormir aos pedaços quando o ratio entre o cansaço e ela se mais ou menos equilibram e entao durmo um pedaço ate de novo acordar com ela a guinchar

G rr rr, com é sta dor de dentes, anda a dor mir aos peda aços qua ando o ra t io en t reo cna saço es e ela, se mais,.fr, o u m en os e qui o li br am e en rta o dor mo um peda aço es a te de n ov aco rda r com ela a gui inc h om home da ar

pelas tres desci a alacantara, comprar vieirinhas, antes na pampulha, a compra cigarretes, não vi a capa do publico, e entao decidi ir ve -la a alcantara, no passeio em frente a calcada das necessidades, da cuf, um pastor alemao, muito belo, ali estava sentado nas patas anteriores, olhando em frente com a janela do trinta e um da armada aberta, como a dizer que ali pertence, estava ele no edificio ao lado onde fazem obras a mil anos, e onde existe uma arco de tijolos como os recentemente narrados, metro, zona de arroios, chile, e fotografia recente mostrada, antiga, de coninbriga ou alentejo, ruinas romanas, este edificio me remeteu tambem pelo perfume ao ver o belo pastor alemao, para um outro, o do cubo, do mc tambem recentemente comentado

p el as t r es de sc ia ala cab bn tara, co mp para do vieirinhas, vieira, rinhas, ant es na pan pulha, a co mp para cigar rato é onda da cruz es, n cão vi primeira capa do pub l cio, e en to a dec id di rato v e traçi ingles de la, a al can tara, no pa ss sei do io em fr en te primeira da calçada das necessidades, da cu for mula one do gato assanhado, um ps tao rato alemao, mu it o b elo, al lis est ava s en t ad o nas patas ante rio r es, ol h anda em fr en te com a jane la dot rin t a e um da ar am ad a a e brta, c omo a di ze rato do q ue al ip per ten ce, est ava dele no e dic fio aol ado onda f az em o bras sa mu ila ano se da onda, e x site uma rac o de ti j olo s c omo s o r ec en te men te na rr ad os, metro, zon na de arroios, chi da ile, é f oto g raf fia ia rec en te mos t r ad a, ant tiga,de c oni nin br riga o u al en tejo, rui na s romanas, este e di fic cio do io me reme te u t am b em p elo perfume, s us kin, cao v ero b elo pas tor alemao, para um outro, o do cubo, do mc t am tambem rec en te mente com en t ad circulo

antes ao descer a rua ao chegar a igreja, o plastico das flores que ontem pela noite vira ao subir, ao contrario, estava do outro lado da rua, trazia dois coraçoes vermelhos, um deles rachado, e sem as flores, só as hastes, ontem ao ve-lo relacionei-o com o cio do correio da manha atraves do clip da sakira, cujo pequeno extracto acabava, com vou-me amanha, e por isso nem lhe pegara ou o vira com maior atençao, que estas putas dos cios, sabem bem como me quebrar o coraçao, como contava em dia recente a proposito do radio clube de portugal, com o crying me a river, e a puta do ps, psi, depois de seguida sobre um programa de crianças que tinham dificuldade a ler ou a escrever, ou algo assim, abordado numa forma de treta, me saira nessa sequencia esta puta e me lembrei logo da outra do par, da sizila, o luis osorio

ant es cao d es cer zorro rua ao circulo, he gara igreja raja, o pala s tico das flor es q w ue on te mp ela lan ano da noite vaso da ira cao s ub ira aoc c on t ra rio, est av do outro lado da rua, t ra zorro do ia do is co raçoes, es, um deles rac h ado, e s ema as flor es , s ó as ha st es, on te mao ove do traço ingles r el ac cio ne ei do traço ingles do circulo com do cio do correio da manha, at rav es do c lip da s ak ira, cu jo pe q u en o e x t rac to aca bva, com v o u do traço da inglesa me da am manha, é por iss one ml he pe gara o u ov ira com maio rato a t en çao es, q ue é stas p + u t as dos cios, s ab em b em c omo me q ue br aro co raçao, c omo conta ava em dia rec en te a pro rop pro rossio sio t ttd do ra dio c lube de porto gal, com o c r ying me a river, é a puta do ps, psi, d ep o is de se guida s ob re um pro g rama de c rui anças das crianças, q ue tina hm di fi c u la dade a l ero ua es cer v ero ual goa ss im, ab o r dd o numa forma de t r eta me sa ira ness a seq u en cia é sta da puta e me lem br ei logo da outra do par, da si z ila, do circulo do luis osorio

ou seja prova uma mais vez isto a exaustao, que estes caralhos me espionam as navegaçoes todas e constroem a partir delas, e nas vezes ao contrario, isto, é lançam um isco na radio, na tv ou no jornal, e esperam que eu o morda, e entao acionam os restantes componentes da operaçao com vista porvocar um ab ou tentar safar assim o cu a um acusado

o vaso use seja por vaso da primeira, uma mais, fr, vaso é zorro is to a e x au sta tao, q ue es t es cara alhos me es p ei onam as das navegaçoes, todos, é co ns t ro ema primeria p art tir delas, e na s v e ze es cao p c on t ra rio, is to, é lan ç am um isco na radio, na tv o un no do jornal, e es pera ram q ue eu o mor rda, e é antao ac cio na ma os r es t anta es co mp one en t es da o pera raçao com v ista por v o car um ab o u t en tar safa r as simo cu a aum ac usa sado

depois de passar a esquina, na rua das arvores, dos belos ventinhos, nas folhas, hoje, forrtes e nada delicadas rajadas se levantaram a meu passar, vinda de dentro da tapada na zona onde esta a escola, e me lembrei ao momento da pedra da calçada que um dia lá de dentro me foi atirada, e me rasou a cabeça, com grande estrondo, como disse se me tivesse acertado, nem estaria aqui certamente a vos escrever, ou seja mais uma tentativa de assasinato

d ep o is de p ass ar primeira da esquina, na rua das arvores, do s b elos dos ventinhos nas folhas, homem oje, for rte es se n ad a deli ca as raja jad as se l eva van t aram am eu p as sar, vaso inda dd dele d en t ro da tap pada na zon, a onda é sta primeira da escola, e me lem br ei ao mo men to da pedra da calçada q ue um dia l á de d en t ro me f oi a tir da irada, e me r aso ua cab beça, com g rande est ro em doc omo di iss se s é me t iv esse ac e rta ad o, ne m est rai ira aqui, ce rta am que mente av os es c r eve ero use seja mais, fr, uma t en tat iva de as sa sin do ato

na banca de alcantara, na capa do publico, a foto, um flash, em frente as instalaçoes da polica na madeira, dois carros brancos completamente submergidos bem como a rua e o res do chao do edificio por um mar de pedras enormes

na ban cade onda, br, de alcantara, na capa do pub lic o, a f oto , um fla sh, em fr en te as sin isstalaçoes da pol i c ana madeira, do is car ro s br anc os co mp l eta tam am que mente sumer gido s b em c omo da onda da primeira da rua, é circulo do res do chao do e di fi cio por um mar de pedras en o rato do mes

no redor li pelo espirito o policia de noventa e quatro, depois entrei nas vieirinhas, a rapariga brasileira, que ontem estava toda feliz e ronronante, de cara de pau, achei curioso pois acabara de falar de cancros em paes, e parecia mais uma vez que estaria ao corrente da conversa, visto que em vespera, me dera eco numa aparente conversa com um cliente, de uma outra historia que aqui tinha contado antes, a do arroz com ervilhas, ervilhas para um milho para o outro de forma a contentar os dois

no red dor li ip elo es pi rito do circulo do policia de noventa e quatro, d ep o is en t rei nas vieira rinhas, a rapariga brasileira, q ue on te m est av toda fel liz e ron ron ante, de c ara de pau, ac he ei cu rio osso poris aca br a de f ala r de can c rose m paes, e par e cia mais,fr, uma ave zorro do q ue est aria ao cor ren te da c on ver sa, vi s to que em v es pera, me der a e co nu ma ap ar en te c on ver sa com um cliente, de uma outra hi s tor ia q ue a qui tinha do contado, din he iro, ant es, sado arroz com das ervilhas, ou seja balas na china, tremores na china, ervilhas para um mi l ho para o outro de forma a c on t en tar os dois

com a dor de dentes a ladrar por dentro de mim, subindo a calçada do livramnento, em frente a porta da casa de goa, uma sakira, em aproximaçao, ao passar, um outro rapaz com uma camisa parecida com uma que trago, as riscas falava com ela sentado no carro com a asa de tras aberta, cada vez mais giro o filme, agora depois de conseguir dormir mais um bocado, liguei o canal dois, noticiario a meio, apav, a violencia nas familias, em estudio e depois os premios bafta, onde um rapaz dizia que tinha pensado enviar um telegrama a jonh ford, bang, bang, dos bons, para lhe desaconselhar um certo filme, mas que entretanto lhe tinha aparecido o homem do frigorifico, e certamente pelo frio teria mudado de ideias, aqui à volta do meu alguem tinha mesmo posto agua, que giro, depois a bela senhroa amada vannessa redgrave, recebendo um dos premios e agradecendo a amizade, e o amor de tantos, melhor ainda, assim os saber receber, em frança, o bang bang era outro, de novo os scanners em versao francesa, com marcas vemelhas nas ancas e nas pernas, e um rapaz dos direitos humanos, vendo esqueletos e dizendo que aquilo infringue os direitos humanos, que o rapaz é tarado, fiquei a perguntar-me o que, a exposiçao da primeira guerra mundial dava conta das baixas , em frança o paes e seus amigos, com o frio e as capas de ovelhinhas, ouviam dos alemaos , me, me, e ao que parece se passavam, assim certaemnte terao morrido algun mais pela hubris, perante, tal insulto

com da primeira da ad dor de dentes a l ad ra rp do por d en t rode da mim, s ub bim n do a calla dado o l iv ram nen to, em fr en te primeira da porta da casa de goa, uma sakira, em apor x ima maçao, ao p as sar, um outro ra p az com uma ca misa par e ce id ac om uma q ue t r g cao, as ratas das iscas, f al ava com dela, s en t a sd on o carro com a asa de tras ab e rta, c ad ave zorro mais giro, he k lic cop pt te reo do ero do heli, o fil me, agora d ep o is de c on se gui r dor mir mai um bo cado, lige u io cna l do is, not ti cia rio am ei io da ap av, primeira da viol en cia nas familias, em est stud dio do io, é d ep o is os pr emi os ba ft a, ondea um ar ap zorro di z ia q ue tinha pen sado en via ar um tele gato da rama, a primeira do jonh ford do bang, bang, do sb on s, para le homem de saco nse sel homem da ar de um certo filme, masque ue en te rta anto l he tinha ap ar e c id oo home do frigo rt i fico, e ce rta em n te p elo fr rio te ria mu dado de id ei as, a qui à v o la td om eu al gume da tinha do mesmo posto de agua, q ue g iro, d ep o isa bel sa s en homem ro a am ad a van ness a red dg rave, rec cc se bendo, schafler, um dos pr emio se a g ra ad dec e dn no, primeira ami zade, é circulo do amo morr de tantos outros, mel hor a inda, as si m os, o saber, rec e be rem fr ança, o b ang ba n ge ra de outro, de n ovo os s ac nn e r s em ver sao francesa, com das marcas vemelhas ns a ancas e nas pernas, é um ar ap az do s direitos hu manos, v e en do esqueletos e di zen doque eu a q u i lo in fringue os direitos humanos, q ue o ra p az é tarado, fiq u y ei a per gun tar do traço inglesa meo q ue, a é x posi sic sao es da primeira g ue rr am u in dial d ava conta das baixa s , em franca o paes e se us ami g os, c om o fr rui o, é as capas de ovelhinhas, o uv iam do onda serpente alemaos , me, me, é cao q ue ap refe se p ass ava em, as si m ce rta em n te maio da onda terao mor rid o al gun sm mais pela hu br is, pera zorro n te, t al in sul , onda da cruz circulo

ao chegar ao largo, vinha descendo a rua, o grande mercedes prata do rapaz dos futebois, ou seja vinha de outra casa daqui ao perto, assim se porva o que já se tinha acima no corte desvelado, relaçao com os ventinhos, nas arvores, hoje, mais tipo furaçao, depois de falar da imagem com a tal rapariga um sabado de manha cedo aqui, ouvi pelo espeiito que estava drogada, ou se calhar o sentido mais correcto seria, fora drogada, talvez com aquelas drogas que inibem a vontade e apagam depois a memoria, o que a ser verdade, aponta uma outra moldura a coisa

cao c he gara o l argo, vina hd es c en do primeira da rua, circulo dog rato do anda do mercedes pa rta, o dedo do rapaz dos futebois, o use seja vina hd é outro casa daqui ao perto, as si maior se por vao, ps, q ue j á se da tinha ac ima no co rte d es vela ado, relaçao, tribunal, com os dos v en tinhos, nas arvores, home oje, mais, fr, t ip o f ur raçao, d ep posi de f al da ar da ima ge mc oma t al rapariga , um sa bdo de mana home da primeira sed o aqui, o uv vip ip da p elo es pei it o q ue e stav d ro gada, o use c la h aro s en t id o mais, fr, cor recto se ria , for ad ro gada, t alvez com aquelas d ro gas q ue in ibe ema von a td e e ap a g am d ep o isa me mor ia, o q ue a ser verdade ap da ponta de uma outra mol dura , primeira do ac da co isa

pelos visto tamabem na rtp, como se prova a exaustao, pelos imensos sincronismos que sempre provocam, analizados em detalhe ao longo deste livro da vida, a mando dos politicos terroristas dessa casa que não cumpre os contratos e portanto está objectivamente implicada no roubo de meu filho, já tinham o roteiro da minha navegaçao na net durante a tarde, a prova disso fora exctamente a ovelinha, pois quando cheguei um pop up do real player aparecera aqui logo, ou seja um acto de programaçao prepositado, em cima, a bela penelope, com face de grrr assim como se estivesse zangada ou algo

p dos elo s vi sto tam ab tamem na rata do tp, c omo se por vaso da primeira , a é x au s tao, p elo s im en s os sic n ron is mosque, se mp re p por v aca cam,am anal iza zad os em de eta al he cao l ongo d este l iv roda david a, a man do do s poli ti o cos dos te rr o rita s de ess ac asa q ue n cão cu mp reo os c on t art os ze porta anto é stá o b ject iva vam am a que mente, i mp lic ad ano do roubo de meu filho, j á tinha ham am do circulo do roteiro, rtp, da onda dadam min homem da primeira navega sao es na net duran te primeira cruz arde, a por vaso da primeira di iss o for a é x cta, carlso cruz, pedofilos, em n te a ove da linha, p o is onda qua ando c he ge ui um do pop up , priogram de tv, do rea l p layer ap ar e cera a qui l ogo, o use seja uma do acto de pro g rama ac maçao pre posi t ado, em c ima da primeira da bela p ene lope, com da face, revista, de g rr ra ss im c omo se este v iss se zan gada o ual gato do circulo

sabe belinha penelope de meu coraçao , a vi em talvez quarente vestidinhos em slide show, todos muito belos de se lhe tirar em beijinhos mil, um dos mais bonitos fora em londres numa qulquwer tea party, assim de la de ovelhinha que parecia ser muito confortavel, com sapatos de saltos baixos ton sur ton, e estava muito bela como nas outras todas, a primeira ao lodo do bono, e até vi, veja lá o rapaz gore, numa delas,

s ab e bel da linha p ene lope de me eu co d a cora raçao , a vi em t alvez qua rente vestidinhos em s lide sh o w, todos mu it o b elo s d e se l he t ira rem bei jinhos mi l , um dos mais, fr, bonito s for a em londres, nu ma q u lq u we r t tea p art delta, as si made ria de la, deo da ovelhinha q ue par e cia ser mu it o c on for rta ave l, com dos sapatos de saltos ba ix os ton, o sur ton, e est ava mu it o b ela c omo nas o u t ra s todas, a prime ira cao lodo do bono, é a té vi, do veja l á o ra p az gore, numa delas, quem diria, das botas e dos cowbois

na verdade, bela penelope das malhas que o imperio tece e destece, fosse eu seu imperio e lhe tecia beijnhos sem fim, pelo menos nos dias em que sua alma de fogo castelhana, nao cuspisse fogo como um dragao, como no filme do belo rapaz americano edipiano, onde a menina entra pela casa com um pistola a querer matar o namorado, mas depois acha mesmo que o amor com ele é melhor com outra rapariga no leito, ou algo assim, bem ao estilo da insinuaçoes dos meninos do coco e chichi e coisas afins e congeneres, em alta esta semana, pois na realidade esta linha vem mais de trás, veja lá a menina, que me apareceu aqui na tv, há umas semanas, numa cama, muito apetitosa com um neglige vermelho e negro assim genero tempo dos cowbois, numa frase de profunda deselegancia, estou aqui de pernas abertas a tua espera há já uma serie de tempo, a parte deselegante era o tom, como quem tambem agora a vi nas fotos, com o que dizia, assim feita meia puta

na ave r dade da bela penelope da sm alhas q ue o im per rio do io tec ee de ste se, fosse eu s eu im per io e l he tec ia bei jn ho os se em fi mp elo men os nos dias, psd, em q ue s ua al made fogo castel h ana, n çao es cu spi iss se fda puta do dn ff do fogo dc omo um dragao, c omo no fi ml ledo n ondas b elo ra p az am mr cano e onda da di ip do pi do ano, onda dea da primeira menina en t ra p ela ca s c om um pi st ola a q ue rato, é rato mat aro namorado, mas d ep o is acha me sm o q ue o amo mor c om dele é mel hor com outra ra pa riga no do leito, o ual goa ss im, b em ema cao es t til o da in sin ua ç o es dos me nin s o doc o c oe do chi chi, é co io sa a fi nse c on generes, em al t a é sta ad se mana, p o is na rea l id ad e é sta da linha ave made ria mais de t rá s, veja l á a em nina, q ue me ap ar e c eu a qui no da tv, h á umas se mana s, nu ma c ama, mu it o a pet it o sd ac om um neglige v em mel r ho e en g ro as si m g ene ero te mp o dos cowbois, nu ma fr ase de por rf da funda de es sw e le gan cia, es tao u a qui de pernas ab e rta sa tua es pera h á j á uma se rie de te mp o, a p arte de sele gan te e ra do c irc cu uk lo londres do tom, c omo q ue m t am tambem a gor t a avi vina s f oto sc om o q ue di zorro do ia, as si m feita, a meia da puta


calhou no dia seguido ir a amoreiras e na esquina dei com a menina mais duas outras assim em grande, mesmo grande, num mupi gigante que por li tinham posto, eu por dentro a vi, lhe beijei em seu coraçao e lhe fiz grr, pois aquela frase a mim, em particular, me tinha soado mesmo desagradavel, sabe a menina que se o pedir em forma gentil, nunca a farei esperar, e depois no dia seguinte lá voltei, e os mupis tinham assim desaparecido como por arte magicas, veja, lá o misterio profundo dos mupis naquela regiao da cidade, se calhar tambem se cansam de ficar a espera, e depois lhes dá assim como umas furias espanholas, estilo toiros encornados e coisas assim em certos e preciso locais

c alho un no do dia se guido ira primeria das amoreiras, é na es quina dei com da primeria menina mais, fr, de duas o ur rt rato as e as si me em mg rande, me sm o g rande, num mu pi gi bn ante q ue por li y tinha ham am ps oto, eu por den t ro a vi, l he bei j ei em s eu cora sao es e l he fi zorro g rr, p o isa aquela fr ase priemira mim, em p art tic cu al rato da me sd da tinha s o ado me sm o de sa g r ad ave el, sabe, a me nina q ue ceo ped di rem da forma do g en til, n unc a a f ar ei es pera r e d ep o is no do dia seguinte, a da tv, rtp, r tp, l á v o l tei, e os mu pis tinha ham am as si em de sapa rc e id o c omo por arte magi c as, veja, l á o mi s ter io pro fun do do s mupis naquela regiao da cida dade, se c al homem da ar tambem , se can sam de fio car a es pera, e d ep o is le h ed d á as si m c omo umas fur isa s espanholas, com toi rr os encornados e co ia s as si me m c e rto ze pre c iso l o cais

náo sei se foi por a ver, mas a dor de dentes acalmou um bocado, gostei em particular daquela sua linha tendo a espada do grande oscar por detras e depois mostra assim como umas cruzinhas, nas costas a chegar quase as suas belas perinhas, e assim fiz uma sesta, na qual penso que a sua bela alma me terá mostrado

n áo s ei sef do oi do ip do pro da proa, imediato, da ave rato ps, a massa da dor de dentes, aca da al, que é uma rapariga parecida conseigo, mo u um bo cado, g os t ei em p art ti u c l ar daquele, s ua linha t en do a es pado do g ar n de os car por det ra se dep o is mos t ra as si mc omo uma s c ru z inha s, n as cotas a c he g ar q ua ase as s ua s b ela s pe rinhas, e as si m fi z uma s es t ana q ual pen soc ue a s ua bela lama me te rá mos t r ad o

a coisa era assim, como se tivesse apanhado o vinte e oito, o electrico amarelo, não chamado de desejo, mas que vai dos prazeres à estrela, que sao aqui nomes dos dois cemiterios da cidade, aqui para casa, onde ele nem passa, e de repente dava comigo no alto do calhariz, e ao percebe-lo, dele sai, e depois descei a calçada do combro, portanto a imagem era a do policia de noventa e quatro, o tal do calhariz e provavelmente d esquadra mais abaixo da santa, serpente catarina, depois me encontrava num tipo de esplanada com gente tipo pais e filhos, ou seja relacionado com o colegio moderno, connection, da puta mor do soares, que era simultaneamente o largo de s vicente na graça, o miradoiro, ou seja, relacionado com o vicente, a puta que cuspira outrora no O Cristo, e era tambem as placas em frente da igreja em baixo da calcada do combro onde em dia recente andei a passear, ou seja, um perfume de ligaçao com a morte do judeu que recentemente emergira na compra dos sapatos

a co isa é ra as si mc omo sete iv esse apanhado, o do vinte e oito, o el e c t rico am mar elo, n cão chana do de desejo, masque eva ai dos para ze ratos es à estrela, q ue sao a qui no mes do sd o is c emi teri os da c id dd e, a qui para casa, onda dele ne maior passa, pancada, e de r ep en te d ava com mig on o al t o do cala h ar i ze cao per ceb e traço ingles l o dele sa ie d ep o is de sc ceia cal çado es do combro, port 6 anto a ima ge mer a ado policia de noventa e quatro, o t al do c al h a rize pr io v ave el lem n te d es q ua d r ad mais aba ix o da s anta, ser pente da catarina, d ep o is me anc on t rava nu m t ipo ipode da pode es pal n ada com da gente t ip o pais e filhos, revista, , o use seja r el ac cio n ado com do circulo do colegio moderno, com nec ti on, da puta mor do soares, q ue e ra si mul t ane am anete o l k ar gi ode s vicente na graça, o mira doiro, o use seja, r el ac cio na ado com do circulo do vicente, a puta q ue cu spi da pira de outrora no O Cristo, e é ra t am tambem as p lacas em fr en te da igreja em ba ix o da calcada do c om br o onda em dia re en te ande ia p ass sea aro u seja, um per rf fu me de l liga ac sao es com da primeira morte do judeu q ue rec en te mn te e mer g ira na co mp prado serpente da spa dos patos

em dia seguido a ter com todos partilahdo a visao com base no arquivo do assasinato de j f kennedy, logo morreu o general, que se encontrava ao que parece com um cancro no hopsital, o que tambeme esteve envolvido num tiro a reagan, o que queria o poder na altura do tal atentado.

em dia se guido a teresa rc om todos p art til ula a hd o a vi sao com base, heroina, no do arque iv o do assasinato de j f kennedy, logo mor reu o general, q ue se en c on t rava cao q ue pa rece com um can c ro no ho ps it al, o q ue tam b em me es teve en vol v id o nu maior t iro a rea gan, ano quadrado da ue q ue ria o pode der na al tura do t al atentado.

Ontem depois de publicar o video, pensado na frase que o ceu, certamente estaria todos os dias a pensar nas mesmas questoes, um clarao, se reflectiu na abobodas do chao da tal igreja aqui nas traseiras e logo escutei uns fortes trovoes no ceu

On te maderia zorro d ep o is de p ub kapa lic aro v id deo, pen sado na fr ase q ue o c eu, cer rta em n te est aria todos os dias, psd, a pen s ar nas me sm as q ue sd toes es, um clara o, se ref fl e c ti vaso na ab o bodas doc h cao da tal igreja a qui nas t ra se iras e l ogo es cu t ei u y ns f orte es t r ovo es no c eu

http://click.real.com/?href=http://www.film.com/features/photos/1/16721640/?pageid=IPM_mov_022210


e outro eco a ultima palavra orada, a fazer infeliz prova da sua verdade

e outro, e co a u l t ima pal av ra o rato ps ad a, a f az e r in fg eli zorro da por vaso da primeira da s ua verde dade

http://news.yahoo.com/s/ap/20100222/ap_on_re_as/as_afghanistan