segunda-feira, março 22, 2010

da visao em belen da pedra cubica do mar, e dos pedofilos carlos f c ru z


continua...
tres, ou quatro comentarios sobre aspectos abordados nas partes anteriores deste texto e sendo que como disse, outras informaçoes complementares sobre esta sequencia existem, e foram outrora aqui publicada, 

t r es, o u q u t ro co ome men tar iso s ob re as pe ct os ab o r do sn as p art es ante rio rato es deste e t x t oe s en doque eu do c omo di s seo deo de outras in fom mr sao es co mp l ene net ra s ob re e sta sec u en cia e xis te e fo do oi de outrora qui pub lic ad a,

na foto do telefones, se lei, grupo dos pedofilos, gravaçao , 1, 2, 3, quadrado, e se ve a faca vermelha que esta por cima da pedra cubica das aguas e do semi arcos das laminas, ou do sopro, mais uma vez relacionado com abusos infantis, como processo operativo, ou seja dos telefones do mexia


na f oto do tele fon do io do one es, se da lei, g rupo dos pedo fil s o, g rav aç sao es , i, 1, 2, 3, quadrado, é se eve primeira faca ave vermelha, q ue desta por rc ima da pedra cubica, ad as aguas é do s emi arco madrid, sd as la lam am minas, o vasp do s o pro, mais, fr, uma ave es r el ac cio na do com ab bus os in fan t is, c omo pre c s es s o opera rat t ivo

o aspecto da foto da modelo da revista que se reflecte na cas dos pidwell em sines, é sobretudo da parte arredondada da gare, ou seja o mesmo desenho visivel num dos video sobre o al berto aqui publicados, onde por detras dele na sala se ve o mesmo semi arco, esse video onde ele le um dos seus poemas, é muito simbolico em relaçao a esta linha desta histoira

o as pe c to da f oto da mode elo da r e v ista q ue se ref fro mula one l we ct en a ca sd os p id well em sines, é s ob br e t vaso do circulo da pa orte e r red don dada dag are, o vaso do seja do circulo do mesmo , mode d es en ho v isi v el nu maior dos v id deo s ob reo al berto a qui pub lic a sd o, onda p + o rato ps e t ra serpente dele, na sala, rr, se eve o do mesmo, s emi arco, ess e v id deo onda dele le um dos seus poe ema sé mu it o si mb o lic o em relaçao, primeira é sta lina hd desta hi s toira da ira
pois se ve ele a ser envolvido e tragado pelo mar, a casa vai abanando suavemente, e o som mistura o mar, a agua, e uma vespa, ou seja, a vespa que mordeu as aguas do mar, o ferrao, ou seja a espada das aguas
pp oi os se eve dele, fel le lea primeira ser en volv id o e t rag a o dp elo mar, a c asa havai ab ban anan do s da ua da ave que mente, é os do om do mi serpente da tura do circulo do mar, a agua, é uma ava do vaso espanhol do pao da ova do vaso do seja da primeira ave do vaso da vespa, vaso da es spa q ue mo pr de eu as das aguas do mar, o ferrao, o use seja a es ap dada s aguas
a imagem da lua de relva, me diz ainda, o delta terceiro da pedra da lua da relva, ou seja dos put, ou seja, sexo
primeira ima mage maior da al lua der el vaso da primeira am me di za inda, circul do delta terceiro da ped ra da lua d ar el vao vaso do seja dos put, ou seja se x co
ac ru armadilha zorro da se es stabe le cena gara mar it ima de al can tara, porta anto uma cruz ant ti g a , t alvez em noventa e cc ino nume eve vento de demo da moda, nu am festa, sed dn no q ue ata al n cão d es sd da dita de uma outra no te mp circulo lobo da pode de sta s d es sg g ratas aças serpenets espanholas
ac ruz se estabelece na gara maritima de alcantara, portanto uma cruz antiga , talvez em noventa e ccino nume vento de moda, nuam festa, sedno que atal não desdita uma outra no tempo destas desgraças
a estaçao porta tambem um nome simbolico, belem, ou seja israel
a est aca do caco espanhol do porta, cds, p o rta t am tambem, um no me si mb o lic coa de belem, o use seja is ra el
uma outra sub linha da ,ase, sequenecia das fotos como elas aparecem organizadas no blog, me diz da bp da edp, museu de electricidade, a sombra de um homem, o tal ux dos boys, da carina da ami, que pelos telefones, tipo uma imagem invertida do 2001, ou 2010, como um moeda de oiro no espaço que sai dos telefones rosa, e cai dentro do vaso do arco vermelho da faca vermelha sobre as aguas da pedra cubica, 1,2,3, abusos, e dai parte um bombardeiro japonez que parece bombardear a nicole, ou é pensado por ela, um amor, entre um casal, kamasutra e erotismo, a rapariga do erotismo , blog, outra rapariga do grupo do alberto, ve a imgem mundi da pedra cubica que rachou um aviao do sonho de cleopatra e de horus, assim a esfinge das deusas observa e lança o colibri depois de beijar o sapao camaleao, sobre o sonho de savitri e da mulher que o ama, savitri como um homem de mascara, ou seja cego, ou velado,
uma outra serpente ub da lina do homem da me di zorro da bp da, é a da dp, muse ue es dee le c t ric cd a, e, primeira s om br ad e um home, o t al ux dos bois , delta serpente, da ca rina da ami, q eu p el os tele fon one es, t ipo uma mai ima mage ge min vaso eri rid id co circulo do 2001, ou 20 10, maconico de dezembro, ibe da onda vaso rei id o, vc omo um moe dade deo o it o, o it o noe es paço q ue sa id os telefones rosa cortada, co prat td a, e ca id d en t rodo do ovo do vaso do arco vermelho da faca verme dela , h a s ob rea s aguas dp pedra cubica, 1,2,3, ab bus os, e da ip da p arte de um b om bar de iro j ap one zorro q u we pa rece b om bar dea ra nicole, o vaso é pen sado por dele, um amo mor, en re um ca s al, kama s it ra, e ero t is mo, a ra ps riga do ero roi it imo , b l ço es g, outra ra ap rig do g rupo do al berto, ve primeira i mge ma sio do mundi da dida da pedra cu da bica q ue rac ho ue um avia, do circulo dd do sonho de cleo pat r oe e do ed horus, as sima es fing e das deusas usa s ob ss rata v al lanca anca do circulo do coli vaso br id d ep o is de bei j aro sapa pao da cama al leoa, s ob reo don s on hoome da ode s a v it rie da dam mu ler q e o ama de savitri, c omo um home de mascara, o vaso use seja c ego, o uve lada dao,
a puta do mexia, edp, me apreceu aos olhos numa capa de um jornal de fim de semana, como um expressao, misto de culpa e arrependimento a dizer na aparencia que tinha sido uma ma decisao acabar com os premios fiananceiros nas empresas publicas, cca, escandolosos premios a atender a situaçao de uma imensa maioria, acrescento eu , pedra cubica, remete tambem para o parlamento da nova zelandia, ou australia, onde agora ao lado a terra de novo tremeu, fidji

primeira puta do mex ia, e dp, me a ap rece cv vaso a os ol hi os numa da capa de um jornal, é fi maior de se mana, c omo um e x press sao, mi st ode dec da culpa e ar r ep en dim en to primeira di ze rata na ap ar rec cn ia q ue da tinha s id o uam ma dec isa sao aca bar com os pr emi iso dos fianaceiros, fia anc we iros nas em presas pub l cias , es ca cn dolo ossos, pr emi miso iso primeria a t en der, a da primeria siutaçao, é uma im en sa maio ria, ac r es cento eu da pedra cu bica, reme te t am tambem para do circulo do parlamento da dop ano da nova, fac, ze lan dia, o u astra u lia, onda agora aol ado primeira da t re rr da terra, primeira de n ovo t rem ue, fi id dj gi

volto a primeira imagem aqui publicada desta sequencia no dia 21 , domingo ultimo, a imagem da estrutura outrara inteira, quebrada em dois pedaços que se reflectira no monitor, pois nessa imagem para alemn do já descrito, se ve as tres sementes como um delta deitado no ceu, feitos por tres brilhos, sendo que um está na parte alta das torres, como dizendo que um deles, era das torres, ny, ou de uma firma ali relacionada, e que a morta, fora pelo que depois originou, a secreta razao, ou ainda a mola da razao por detras das quedas, e sendo que uma outra recente imagem aqui publicada, de um conjunto de imagens na montra da barata em campo de ourique, de uma rapariga na capa De Um, livro, infantil, reproduz tambem as tres sementes num delta na mesma posiçao, sobre a rapariga, sendo um delas, como uma rosa branca, no coraçao, ou seja, uma dor que nascera no coraçao dessa rapariga que tras uma palhinha como um gancho , um arame, na boca,

vaso o l to a primeira rai ima mage ge am ior do maqui ip da pub k lic ada d este sec un cia no do dia 21, odo sol iva si olivais, do min g o ul t imo, a iam mg ge maior da es t ru rata ra de outra inte rato da ira, rac quebrada, em do is ped aços es q ue se r el f e ct ira no moni tor, p o is ness a ia mg em para al lem n dó j á d es c rito, se eve mas tres sementes c omo um delta deli t ad on o s eu, feitos, por t r es br ilho s, s en do q u um e stá na p arte al t ad as torres, c omo di z en d fo q ue um deles, e ra das torres, ny, o u de uma fi r maali r el ac cio n ada, é a q ue da primeira morta, for ap elo q ue d ep o is o rig gin u o, a secreta ra cao, o ua inda a am mol , a da r aza cao por det ra sd as das quedas, e sed dn no q ue uma o u t ra rec en te ima ge maqui pub l ci ad, de um c on jun t ode ima ge ns na mon t ra da barata em campo de ourique, de uma ra pa rig h ana capa De Um, ar e v isa sat, l iv ro, in fan til, r ep pro d uz tam e bn as das tres sementes, e men t es nu maior delta da me es sam posi sic sao es, s ob rea ra p riga, s en do um delas, c omo uma rosa br anca, no cora raçao, o u seja, uma dor q ue na sc era no cora raçao d essa ra p riga q ue t ra s uma pala in h ac omo um gan cho na boca,

outro elementos visiveis no ecra, sao qautro folders, sendo que por cima da casa do pidwel um deles faz uma cruz, uma cruz real se atendermos a que o alberto foi outrora morto, por duas chavenas de cha, ou venenos, de dois grupos de cha, que com ele no meio desenham tambem um triangulo isosceles, e um outro folder elevado ao nivel das torres, ou seja, um finaceiro, que parece ser de onde caem as duas sementes

outro rop el em en t os v isi v ei is no do ecra, sao q u t ro fo l der ss en do que eu por rc c ima da c asa do p id wel, um del es f az uma c rua az, uma ce ru zorro do real se at en der mosa q ue o al berto fo do oi deo outrora morto, por du as cha ave en sade cha, ou v en e nós de do is sg g rupos de cha, quadrado do vas com dele, no me io d e s en ham am tambem, um t ria ang gulo iso s c el es, e um outro fo l der el eva ad o vao cao n iv el das torres, o vaso do seja, um fina ac e iro, q eu ap rece ser de onda caes es às duas semen net ts

curioso ser ter colocado ao escrever maisculas precisamente sobre, de um, dinamarca, a primeira da dinamarca, que é ainda um fio só em parte abordado desde a visita aos reis quando da recepçao do premio nobel, relacionado com um passe tambem aqui, e o relançamento da guerra no afagnistao, e sendo que dinamarca remete aqui em pt tambem para o miguel sousa tavares, e que no tocante a dinamarca, me diz a imagem da sombra de uma princeza loira branca, desde o tempo em que vivi em bruxelas,

c ur rio do io sop, ser teresa rc c olo cado br cao es c reve rato ps psi s am ami s uvu l as pr es isa sam am que mente s ob bb br rede, um dina n rao vc a, o prime ria da dina am mr rca, q ue é a inda um fi os o em p rte ab bora do de sd e a v isi da sita a os reis qua ando da rec ep sao es do pr emi do io do nobel, r el ac cio n ado com uma ap ps se da eta tam am tambem a qui, é o r e lan cça ex em n to dag guerra no a fag gm ni s tao, e s en doque ue da dinamarca reme te a qui em pt t am tambem para o mig ue k l do sousa tavares, é q ue no t aca can te a dina marca, me di zorro da ia mg e made ria da s om br ad, é uma pric e za loi ira br anca, de sd deo te mp oo, em q ue v iv ie em br ux delas,

dou conta agora, pelas sete da manha desta terça feira que as quatro ultimas imagens, onde estava a sequencia com a foto do pc, foram apagadas dento do folder, ou seja remotamente alguem o fez, fotos feitas neste dia cinco do corrente, fez, circulo da puta ali do largo do trinta e um da armada, assim parece se desvelar, ou seja um dos grupos que aqui entram em casa

do vasp da conta a g o rta, pel sas do sete dd da dama do dam da am manha, de sta te rc e f ei iraque que as das quatro, q ue t ro u l t ima sima mage ge en ns, onda estav primeira sec e un cia com da primeira f oto top do pc, foram pt, primeira curz a gadas dent o do fo l der, o vaso do seja r ema mat am nete al g u emo do circulo de fez, f oto s f ei it as nest, é dia c inc cod do corrente, torrrent, fez, c irc ulo da puta al id dol l argo do t rina teresa, um da ar rama da mad a, as si maior pa rece se d es v el da ar, o vaso seja um dos sg g rupo serpenets q ue a qui en t ram em casa

continua...


paulo gomes, um encontro com auster, uma labareda, a morte de teo

continua...

e um outro gomes, me emergiu na memoria ao escrever sobre o da mc cann, o paulo gomes, ligado a moda também do grupo do curto, e do outro que aparecera recentemente numa imagem no palácio da ajuda aqui comentada, com perfume a exposição armitage, assuntos russos, e por tabela também a maria elisa, e salvo erro ao catalogo de moda, das imagens no rio tejo, da pedra cúbica e da aranha, exactamente o ponto em que a imagem do wire frame que me aparecera, nessa mesma noite se espelhou

é um omo de outro, mode deo de outro, do dog do gomes, me mer gi un primeira am me mor ia cao es c reve rato serpente do circulo da onda vaso br reo, o da mc cann, circulo lodo do paulo gomes liga do gado da primeira dao dam da moda, t am tambem do g rupo do curto, é do outro roque , pai de je uss, quadrado da ue ap ar e cera rec en te mn te numa mai ima mage maior do no do palacio da ajuda, pala do ac do cio do qui co mena td da primeria com da cc, perfume, a primeria da exposiçao armitage, é s pois si sao es da ar mi do tage, as s un t os russos, e por t ab dela t am tambem priemria da maria elisa, é s alvo e rr circulo do cao cat al logo demo da moda, das sima mage ge en ns no do rio tejo, o da pedra cubica, é dd da primeria aranha, e x cat a em n teo do circulo do ponto em q ue da primeira ima mage ge maior do w quadrado da ire fr am me q ue me ap pr e era, ness am es ma do ano da noite se es p el ho vaso

a da ava da rep u l cia for a

curiosamente a da av da republica na manha do estranho encontro sem na verdade o ser com o paul auster, a que estava dentro de um restaurante que me lembra co sec, seguros, seguro ps serpente, pareceu-me a tal do clímax, da rua da emenda, onde a vira um dia em que o espírito ali me levara, e portanto da tal casa da esquina que me parece estar relacionado com o do correio da manha,

circul do cu do ur do uri do rio do io sam am , a que mente, primeira da ava da re pub lic , na manha do est ran anho en c on t rose em mna ver dade, deo ser com do circulo do paul, do pantano, do au serpente teresa, am q ue est ava d en t rode da ode de um r eta tura ran teque, maderia, me lem br ac do aco do co sec, seguros, seguro ps serpente, par receu do traço da inglesa me , a tal do climax, leito, circulo lima, cds, ou psd, ax, circulo it ro en, da rua da we men da onda om n dea primeira do vaso da ira de um dia em q ue o es pi rito al me l eva vara, e ep o rt tnt, circulo do da tal casa da es q u ina q ue me pa ree es star r el ac cio na ado com do circul do cor rei , o da manha,

dessa estranha manha aqui narrada em pormenor, me lembro, do assunto estar relacionado com a morte de teo, assim um livro na livraria me mostrou, como agora acima no corte das palavras me apareceu, de uma mulher na rua em estado de alucinação com uma de estranha reza, uma conversa com uma ruivinha que não via a muitas luas, de um presente que lhe queria dar e que acabei por não dar, uma moeda com uma lira, uma harpa, e as estranhas ressonâncias, nos filmes, dos cadernos azuis, e ainda de um filme, de um cio montado a volta desse filme, onde entrara a sua bela filha,

do quadrado de essa est rana ana da manha aqui narrada em por men o rato, me lem br o, do as sun to est ra r el ac cio n ado com a morte de teo, c omo agora ac ima noc orte das p al av ra serpente da me a ap rece u, de uma mul her na rua em estado, é al u cina ac sao es, é de e ts r anha d freza da reza, de um pr es en teque l he q ue ria d ar e q ue aca bei por n cão d ar, uma moe d a c om uma lira, uma h ar pa, é as est rn h as r esso na cia s, nós fil me s, dos cadebr rn os az xu ise sea a inda de um fil mede deum ciodo montado, primeira av o l t ad esse fil lem, onda en t rata ara a serpente da ua fil homem da primeira,

ouvi eu em noite recente pela escuta dos espírito que a tal rapariga, a do climax em noventa e cinco, assim me pareceu, alguém que dizia que eu lhe tinha dado um daqueles orgasmos cósmicos, que estúpidos sois, em vossas fantasias, do amor que nem conhecem

o uv vi eu em noite re en te p el a es cu t ado os espiritas, quadrado da ue da primeira dat cruz al ra do pr da art da ti da tiga, a do climax, no e, em no vaso n tea, é circulo on co as si maior da me par receu, al g ue maio do q ue di zorro do ia do duplo quadrado ue e vaso circulo cortez, l he da tinha do dado, um da q u el s o r gas mo s cos mic os, qaudrado da ue est vaso do pido ss do circulo do is, em vaso do os das sas das fantasias, fan da anta do si às, do am mor qai ue ne mc on he cem

a outra da vip e do lounge, fora alvo de um recente sincronismo, pois pouco depois de escrever o que o espírito me desvelara, sobre ser uma modelo da Varsóvia, Polónia, no seguinte de um passe na altura do natal pela pub na rtp, onde uma vez, e só uma vez, no alinhamento dos spots, um que andava a passar muito, lets snow, let s snow, com um plano aproximado dos dentes de coelho, ou insisivos de uma rapariga, como a reverbar agora em mim, de novo a imagem de beslan, dois frames puseram, onde aparecia uma outra marca, sem ser a do spot, que era bailys, um licor de que sempre muito gostei, e que muito sabem, uma imagem subliminar, que me dissera de uma outra identidade que ali se escondia, mais uma vez feita a revelia das leis da televisao, e das garantias dos direitos democraticos, depois passado algum tempo, a tal cena de pancada em que o treinador dera uns muros numa puta jornalista ruiva, cuja vestimenta ecoara tambem numa personagem que descrevi como suspeita, num dos filmes de o atentado de kennedy, antes, ouvira pelo espirito que o passe no vip fora feito com alguem que montara a rapariga que estava nas fotos, ou outra semelhante nessa precisa noite, ou seja uma explicaçao do ritual que terao feito, sabendo que a imagem dela, seria sufeciente para estabelecer um ponte, pois me conhecem os gostos, a imagem subliminar me apontava como sendo um modelo diesel, salvo erro, pois trago isto em notas que aind nao estao transcritas, o que assim a ter sido remete ainda para uma outra campanha, a da rapaiga que muito se ria de um perfume dessa marca, que tambem me aparecera nesse mesmo dia do paul auster, no cc por debaixo da praça dos toiros

se desvelou agora no corte, a rapariga do passe, vip e lounge, ser entao a que aqui estivera na casa do magrinho

se d es vaso el do loui pr ie mr iad o ia dag do gor ano do corte, a ra par riga do a pse, ser en tao primeira q ue a qui est ti onze da da vera rana ana c asa sado magrinho, do mag rinho

primeira da outra da vip, é do l o un ge, for a al vaso da ode um rec en te sin cor m nim serpente o circulo , da p do circulo do is p o u co d ep o is de es c ree vaso ero q ue o es pe it tome d es vela lara, s ob re ser uma modelo, é eva v ar s os ia, polonia, no se gui int, o de uma da ap do ps sena., br, al tura dona ata al p el ap pub do ub na rtp, onda uma ave ze serpente do circulo ó, uma ave zorro do no alinhameno dos spots, um do quadrado da ue an dv a ap ass ar mu it o, le ts sno w, le t º s sn o w, com um p lan ano primeiro par do aro x i mado dos dentes de coelho, o u inc cic ivo sd e uma rapariga, circulo da onda rc culo omo a r eve rba bar do agora em mim, de n ovo da primeira ima ge maior de bes lan, do is fr am mne n es p use ram onda ap ar e cia de uma outra mar rca, s em sera dd ad circulo do spot,tvi, quadrado do vaso era, ba e lys, um lic o rato de que eu se mp rem mu it o g os tei, é quadrado do vaso da mu it, o sabem, uma mai ima mage maior ms s ub li mina da ar q ue me di ss era de uma outra, rai identidade, q ue ak li se es conde ia, ma si um da priemria ave zorro, feita, a r eve lia das le is da televisao, e das gara ran tia s dos di ritos demo c rat ti cos, d ep o is do passado, al gum te mp o, a t al c en ad e p ana c ada em q ue do circulo dot cruz t reina dor der a un s mur os numa puta jornalista, rui iva, cu j ave es tim en t a e coa ra tam e b m numa perso n gae em q ue d es c rato, é vi c omo s us pe it a, num dos fil me sd deo do circulo do atentado de kennedy, ant es, o uv vaso da ira p elo es pe it o qui ie do circulo do passe do no do vip for a , feito, com al g ue maior do q ue monta ra da primeira rapariga, o que a montou, quadrado da ue e ts vaso nas f oto s, o vaso de uma outra se ml len n teness ap rec isa ano da noite, o use vaso seja uma e x p l cia ac sao es do ritual, quadrado da ue te ra do circulo, feito, s ab bendo en dó, q ue primeria ima mage ge maior dela, sw é ria sufe cie en te para eta abe le ser um da ponte, p o is nec circulo em he cem os g os t os, a ima ge maior ms s ub lio mina rato ps da me ap ponta ava c omo s en do um mode elo di ie es sel, s alvo e rr pop rop o is t ra do circulo do is to em no sta serpente do q ue a in dn ºcao es tao circulo t ra sn circulos das ritas, o quiadrado da ue as sima premeira teresa s id o reme te a inda para de uma outra cm ap anha , a da ra pig primeria q ue mu it to ze ria, universal, de um perfume, cc, de s sa dam sam am da marca, qaudrado e e rta eta tam am tambe e b maior me ap ar e cera ness e me sm circulo do dia do paul auster, no cc por de ba ix, o do circulo da da pr aça es ap pn g hola sd os dos toiros

ou seja ainda, o arquetipo da imagem da flaming june e da outra rapariga fluva do quadro do sir richmond blake, ou seja, ponce, espanha, e indianapolis, america, e um outro fio que ao momento desvelou uma outra corrrelaçao, pela estranha imagem que a rapriga que aqui esteve , com o carro mercedes, identico ao das canarias, com o anel branco e bordado a prata com hello kity, ao me mostrar sua maquilhagem ligara a este fio, a da imagem do wire frame, que se desvelara no meu ecra nessa vela,

o vaso use seja ina ad a, o arco u t ipo poda da ima ge maior da fla am ming da inglesa june, é da outra ra pr ilha fl flu da uva do quadro do sir ric h mond b l ak e, o vaso seja, pi do once,loto ria de espanha ep anha, e é in diana ap pol liz, am mer cia, é um outro fi o q ue cao meo mn to d eve lou uma outra co rr da relaçao, p ela es t rata anha ima meg ge maior do q ue da primeira ra pr riga qua sd rato ado do vaso a qui estve , com do do circulo do carro mercedes, id en tico cao das canarias, com do circulo do an le br rn co e bor dado a p rta com hel ll o k it delta, cao me mos t ra serpente ua maqui ilha lage ge maior ml liga da gara primeira de este fio, a da ima mage ge maior do w da ire fr am mee, q ue se d eve lara no me vaso ecra ness primeria ave da vela,

continua...

a visao da imagem da queda das torres


continua...

continuando o desenvolvimento da imagem das torres que pela madrugada se desvelou nas suas múltiplas relações
c on tin un ad dio do fi io s es en v ov ie mn to da ue mg em das torres q ue p el lam am mad ru gada se d ess velo lou na s uas mu l t ip l as das relaçoes

no alinhamento da pasta c, pelo que me pareceu ser feito por programçao alheia, visto que a foto que simbolizava a menina outrora morta, estava fora do seu sitio, pelo sua normal indexaçao, ou seja alguem , programou para que assim me aparecece à vista

no al in hm n teda primeira ps t ac, c irc culo it ala aia ia, p elo q ue me pa receu ser rf , fg e i t o, feito, f eri rito por g ram sao es al he ia, vi s toque ue da primeira f oto quadrado dd, a da ue si mb o l iza za ava da primeira menina outrora morta, est ava for ado s eu s it, siti, circulo do top elo s eu noe rato do mal al inde dex xx , do zz aç sao es, o u seja al gume por g ram p o u para q ue as si maior me ap a rece ce à vaso ista

o que se veio a provar verdadeiro, pois ontem fiquei outra vez sem acesso à rede, e como descobri tal forma feito por uma manha, visto terem alterado os settings no software da propria placa, nas noticias, uma curta tromba de agua, dos cabelos do magrinho das lacas, na zona de sintra assim o confirmava, depois de uma conversa com um tecnico do kanguru, durante a tarde

o quadrado da ue se da eve do veio, jason, a por vaso da ar verde ad e iro, p o is on te maior fic ue ei o u t y ra ave zorro se maior do acesso à rede, é circulo omo d es co ob br it al forma, feito, por uma manha, vi serpente to te rem al te ra do ado do os set t ing sn osso ft ware da por rp ria da ap da p da laca, nas norte rt tic ia serpente de uma cu ur rta da t ro om mba de agua, a dos cab elo sd co circulo do magrinho das lacas, na zon ad, é sin t ra as simo imo c on fi r maior da ava, d ep o is de uma c on ver sa com um tec nico doca kapa do kanguru, ang guru, duran tea da primeira cruz arde da trade

e sendo que ontem ainda terei gasto talvez uma dezena de hora, a tentar resolver o acesso aos arquivos que faltam, e ainda nao o consegui, portanto esta acçao, vem dos mesmos

é s en doque eu on te maior ma inda teresa rei gas to t ale vaso zorro uma dez en ad e hor asa, a t en tar r es u l vaso do ero ac esso a os arc dos uivos q ue f al tam, é a inda n º cao sd do circulo c on se gui, porta anto é sta da acçao, vaso em quadrado do os dos mesmos

contudo alguem tera aqui entrado visto ter dado conta de me falta pelo menos um objecto, ou seja é passivel a programaçao aqui ter sido feita por quem entrou indevidamente, continuando as policias potuguesas vergadas aos ladroes, aos bandidos e aos pedofilos

c on tudo al g ue met ra a qui en t ard o v is to teresa dado conta, de me f al cruz ra p elo men os um ob ject o, o vaso do seja é p ass si vaso do el da programçao, primeira do qui aqui, da teresa se rtp id circulo, feita, por quadrado da ue maior do nt ro vaso inde vaso da id do dam am, a primeira que mente, c on ti un ando as poli cas p ot u g ue as ve, é ratos das gadas primeira do os dos ladroes, a os ban dido se a os pedo fil serpenet do circulo

de igual modo, ontem por aqui tera passado o magrinho do res do chao, pois a musica dos martelinho da sistole e da diastole, se bem que baixo, mas o sufeciente para aqui sempre se escutar só so baixos um tempo esteva tocando, algo que soava a marcha militar , execuçoes e cadafalsos, talvez a ecoar na morte em acindente não visto, no norte do pais que era anunciada pela noite nas noticas, no seguimento de uma mesma imagem de novo mostrada, os ecras azuis, vazios na reuniao das putas que se dizem ministro aqui em campo de Ourique em sabado passado, alvo de um comentario, a proposito desse que se diz ser secretario para a justiça, coisa para rir e para chorar neste pais de bandidos a solta,


dei ei g ual mode, on te maior mp por rca da primeira do qui aqui, id da teresa ra do passado, o louco, o mag rinho dor es do cha o, p o isa am mu sic a ad os mar tel do linho da sis t ole leda, é da di as t ole, se b em q ue ba ix o , maso s u f ei cio en te para a aqui sempre da se es cu t ar, s ó s o ba ix os um te mp o est eva toca can ando, al g o q ue s o ava a am da mar cha do militar , e x e cu ço es e c ad a f as l os, t alvez , primeira e co ar na morte, em ac in det n cão vi s to, no norte do pais, qaudrado da ue da era, ano ub bn cia ada p el primeia do ano da lam do ano da noite, na serpentes das noticas, nb o se gui int, circulo da o de uma mesma, ima ge maior de n ov mos t r ata zorro do cabo da ad primeira, os ecras az u is, v az io s na da reuniao, tvi, das putas q ue se di ze maior mini s t ro a a qui ie me cam pode de campo de ourique, o ue ric ue em sabado, o do passado, alvo de um com en tar ia circulo, a pro rop post , o dessa q ue se di zorro ser sec e rta rio para da priemria da justiça, co isa para rato ps ire para cho ar ar neste pais, tvi, de ban dido sa sol da onda da cruz do circulo da primeira,


mesmo tendo em conta que aquela foto estava indevidamente colocada na pasta, pois na copia assim lotgo o percebi, olhei entao, a organizaçao dos ficheiros e sub pastas que se encontravam à volta no intuito de perceber o que entao desta historia se desvelava

me sm o t en do em conta q ue aqui do primeiro dp 1ue el f oto estav inde v id dam sm dana da am, a primeira que mente tec cc circulo do olo do cado br na pasta, it, p o is na co pi ia primeira as si ml ot tg oo per cebi, o l he ei en tao, cao rata g ani niza , ps, sao es dos fic he iro rose, s ub bo das pastas serpenets, italia, quadrado da ue se en contra vam am à v o l t ano in tui it ode per cebe ero roque en tao de sta da historia see d es vela ava da lava

cruz angulo do laço, ser pastas, it maria de belen, dele, do el n min homa as gigo ur às log it tec , dano novo pasta se is de abril de 2009,. cabo es pi c hel dos tres paises figuras numa foto da ciemira em italia, onde se ve obama e guido subindo um degrau, e a cabeça do primerio encontra *a lua crescente onde sao visivies tres bandeira de tres paises, filandia?, nova zelandia e brasil, , da rapariga morta em dois mil e quatro?, triplo circulo do traço un der sc cor e do vinte quatro, vespera do natal, montanha, e gelo, elevaçao, assim fala tambem a foto

circulo ru uz zorro do angulo da dol primeria do laço do primeiro aço es, ser ps t as, it da maria de le el n min homa as gig do circulo do ur às log it tec , dano do ano novo, n ovo da pasta, it, se is de abbr rato ile de 20 0 9,. cabo es pi c hel dos tres p asis es figu ra s numa da f oto da cie emi mira em italia, onda da se eve do circulo obama, é gui do s ub bim n do um de br au, é primeira cab bessa , a espanhola, do prime rio en com t ra *, arte do rato do isco do traço da primeira al lua da ua circulo rato ps es do cente onda da sao da ova do vaso is vi es da cruz rata es do bam de ira de tres pa ise es, fi lan dia foice da nova zelandia , é brasil, , da ra ap rig am gamo morta em do is mi el da ilha da quatro, fo ice, t rip lo c irc culo do t rato do aço un der sc cor e do vinte quatro, q ue cruz rove ove da espanhola sp serpente pera do natal, montanha, é ge l do elo da elevaçao, as si maior do fala t am tambem primeira ema daf oto

a ema do silencio oto, ou seja fr, ou seja ainda, gomes, do gomes, o que ressoa numa id que aqui se desvelou , sobre a verdadeira indentidade que se esconde detras do caso madie, e que aponta pelo nome de famila, uma relaçao com o nome da empresa de pub, do antigo patrao da cristina coutinho, que por sua vez me remete para londres e caranguejos, em restaurante asiatico, ou seja pinças do tsunami, e inda estabelece a recente relaçao que se develou entre a gravura do michael parker e o tremor no chile

primeira ema do cm, a do mado, do si len en cio oto pt circulo, o vaso use do seja fr, circulo dao da ova do vaso use seja a inda dag do gomes, dog om es, o qaudrad da ue rato esso da primeria ano um, n uma id qaudrado we, a qui ise se d es velo lou jason , s ob rea ave rda de ira in den t id ad e q ue se sc do espanhol conde det ra sa e rp pen en te dd do c irc u do primeiro do caso, o louco, mad ie, é quadrado da ue ap da ponta p elo no med ,é f am mila da ilha, uma do tribunal da relaçao com do circulo dono dam am da med ad da pr tim mira da ira da empresa de pub bes es pan h y o l, o do do do antigo patrao da cristina coutinho, quadrado da ue por serpente da ua ave zorro da me reme teresa do para londres, é caran, gato do vaso do j do os, em mr art a espanhola taura da ran n t e asiatico, o do vaso da uva, durao, ova do vaso do seja, as pinças do tsunami e inda es sta stab e le cea da primeria rec en te da relaçao, q ue se d eve lou en t ra a g r av ur ad o mic h a el parker, é circulo do tremor no chile, as linhas da can ane eta parker, as linhas da mont blanc, dam on cruz bal lan anc, blanc, el do parker, o ele do parque, o elo de sintra, do monte da lua

a ema do maluco do corrreio da manha, cá estamos de novo no mesmo antigo e recorrente arquetipo femenino, a rapariga loira de cabelo encaracolado em caixos e pele alva e branca de doce leites, estrelas na faces, a menina que ficara com os biquinhos em pe meu olhar uma noite na discoteca com o sugetivo nome de climax, que aqui é tambem nome de colchao de leitos suaves, ou nem tantos, em noventa e cinco depois do termino da maratona a fazer a serie tv zero de audiencia, a mesma imagem, na volta do milenio nas belissimas fotos de uma mesma rapariga no vip e no lounge que espantaram meu coraçao em forma nunca antes sentida, a rapariga em dois mil e cinco, que era fotografada no ponto mais ocidental da europa, o cabo espichel vindo eu e meu filho do monte da lua, onde filmara a terra e onde ele espantado se virara e me dissera num rolpao, Deus está aqui connosco, a rapariga num fast food da avenida republica, mais distante do local da chama, quase ao pe de entrecampos, quando voltara do encontro com o escritor americano, a rapariga da era, aqui em dia recente numa manha luminosa de sabado, na av capitao palas como se olhando a casa da rapariga verde ao pe da arvore cujas folhas me saudam em barulhinhos de amor efervercentes, a rapariga que na semana passada aqui aparecera, no andar de cima, e que apareceu de subito a janela em roupao azul bebe como o de meu filho, com o simbolo do corno espetado na lua, alva, contrastando com os olhos pintados em volta a negro denso, como uma estranha mascara, a imagem de venus , do nascimento e do renascimento, da primavera, a ostra da boticelli


a ema do maluco do corrreio da manha, cá est am amo serpente sd en ov moome do mesmo antigo, é reco rr en te arq ie t ipo femenino, a rp art tiga loi iras dec cab ab do elo enca rac ola lado serpentes em ca ix o, ep pele dela, a alva e br anca de doc e leite es serpentes, estrelas ns f ac es, a menina quadrado da ue fi rc car da ar com os dos bic u in ho os em pe me vaso o l home da ar de uma do ano da noite, dois mile i cinco, na di cc teca , mae dia, com o s u get ivo no med e c lima x ax, c it ro en, , quadrado da ue da primeira do ki aqui , é eta tam am tambem no me dec colchao de leitos s ua ave es, o un em t ant os, em no v en t e c inc o d ep o is do terresa mino da dama do mar ato n a a af zoro ze era se rie tv, zorro do ero de au di en cia, a m onda es ma mai ima mage mna da v o l t ad oo circulo do milenio, bcp cop, nas belissimas f ota sd, é uma me sm a ra ap riga no do vip e no dop lounge, quadrado da ue es pan tara ram am me vaso do co da cora raçao em forma nu n ca ant es s en t id a, a ra pa riga em do is mile cino, q ue era f oto tog raf fada no ponto mia s oi c en t al, a da Europa, circulo do cabo es p ei circul do hel do vaso di indo, eu e me vaso fil ho, o do monte da lua, onda fil lara primeira da terra, é onde dele, es pan t ad o, se v ira ra e me di ss era nu m rol dao, D es u e stá a qui c on nós co, a ra ap riga num f a st food da avenida republica, mais, fr, di s t ante dol primeiro ocal da chama, c h a am, q ua ase cao do pede de entre cca mp os de entre campos, qua ando ovo l da tara do en c on t rop com do circulo do escritor am mer cia ano, a ra par ia gata da era , a qui em dia recente numa manha lu mino c as de sabado, na av c ap pita da onda da palas, c omo se o l h ando da primeira da casa da rapariga verde, cao peda da arvore, cu j as fo l h as me s au dam am em ab ru l h in ho s de am mor efe rato ps ver c en t es, a ra p riga q ue na se man ap da passada, p ass sada do qui ap ar e cera, noa e dr dec ima, é q ue a p ar e c eu s ub bit o a jane la, em ro u pao az l bebe, c omo ode me u fil ho, e si mb olo do doc do corno es peta ad dona l ua, alva co ns t rana t n do c om os o l h os pt ina td o em v o l t a ane negro den soc omo de uma est ran anha mascara, a ima mage maior de eve de venus , do na sci cimento, é do rena ac do cimento, da prima ave da vera , primeira ostra da bote ti ce ll dol do li

continua...


solesticio, sagraçao da primavera, as festas do beltane