domingo, abril 04, 2010

sa carneiro e assinatura de uma das torres caidas







Um olhar fez-me pousar um instante ao lado do miradoiro, olhei em volta e vi de novos as feias vigas de ferro, todo enferrujado, que ancoram os predios ali em zona de centro e nobre da cidade

as mesmas postas em total infracçao, colocando em riscos os peos e o trafico automovel, crimes, que se arrastam a anos com a complacencia e protecçao de todos

quantas vezes e há quanto tempo eu as venho aqui a denunciar e interpelar até a ultima consequencia, deparando com uma infindavel parede de silencio, uma extensa conspiraçao face a um e a seu filho, todos sem excepçao, trilhando caminhos fora das leis e nenhuma responsabilidade lhes foi ate ao momento, assacada

e mais grave, a unica deducao que se pode tirar, tamanha conspiraçao so se faz para proteger um ou poucos loucos ou assassinos que sao do mesmo grupo de poder, e so assim é sua escala, porque o que esta em jogo é elevado, a responsabilidade em centenas senao mesmo de milhares de almas

a outra estrutura, parece a outra em frente ao nariz de toda a inteira procuradoria que demonstra assim que vao como corruptos, pois sabem, do mal perante a lei e nunca o corrigiram ao longo de anos, só falam todos de corrigir, mas como nao há correçao, deduz-me o crime de cumplicidade, em modo passivo, e, ou, mesmo en alguns casos, activo

da parecença emergue uma possibilidade, um mesmo empreitor, e uma mesma rede que continua na camara muuniciapal de lisboa, um mesmo homem , o elo da cml

o eletrico traz os turistas acima, ao lado uns cartazes com um estranho passadiço, em degraus compensando a ingreme rampa, um perfume de pintura holandeza, se evola dali ao momento, uma mulher que olha uma especie de paisagem, com o que poderia ser desalento,

alguns se colocavam num rectangulo montado em cima de um ferro, como uma moldura a sugerir a busca ou o encaixe de um rosto, uma identifaçao,
os passos me conduziram a um largo privado,

uma casa ardida com quatro portas, duas altas duas baixas, como uma alavanca de quatro pistoes, um schafeler, e a imagem da alemanha dizendo que tinham uma hd dos submarinos, certamente do russo tambem, onde se forram uma centena e tal de marinheiros, e as ramificaçoes dos politicos dos bandidos, envolvios a aparecerem,

uma casa que teria duas aguas furtadas, como duas orelhas, ou simbolizando torres, duas, a do lado direito de frente desaparecida, dentro de parte do telhado que ali tombou, a numeraçao das portas e sua dispolizaçao no quadrado é estranha em si mesma, falta um numero, duas portas se juntam na mesma esquina como numeros destintos, e uma casa de traça mais nova, destaca do conjunto onde se encontram essas ruinas, o numero da porta, diz nove do onze, olho e percebo que ali esta a assinatura relacionada com a queda das torres, depois pelo pensamento vem outra chave, pois so uma torre ali esta caida, e sei entao que a imagen é relativa ao que matou sa carneiro, e que portanto por ali o exprimir assim , é tambem o que esta na queda das torres,

um outro canto, com uma especie de cubo cuja forma, rompe primeiro o quadrado como o faz a habitaçao ao fundo à direita amarela, como alguem que depois chegou a esse quadrado, certamente uma casa de familia de outrora, como a rua, lencastre o nomeia, é talvez uma antiga entrada das cavalariças,

aqui o desenho das notas, cuja disposiçao dos numeros é feita em arcada, ou seja anka, ou seja, o semi arco, que aparecia, a frente do bico dos jose dos penedos, ou seja o jose das pedras, que sombreia o metro de moscovo e a imagem de aracne da cera do dn, ou as viuvas negras

trap da ub da ana

o meu enqudramento a seguir, e no jardim, olhando o admastor ao lado do pequeno homem, ambos no ceu, o monstro do ceu, assim parece dizer a figura, que olha de lado, meio quebrado meio em movimento na luta contra o que sopra para alem da trap ub ana e onde muitos navios sempre se afundaram e muitos se vao

que muitos vao nos navios, que andam no mar, como os tusunamis tambem


Um o l h ar fez traço ingles me p o usa rum in s t ante aol ado dom da ira do doiro, o l he ei em v o l t a e vide n ovo sas feias vi gas de ferro, todo en fer ru j ad o, q ue anc o ram os pre di os ali em zon a d e c en t ro e nobre, luis, da cida de, às das mesmas postas em tota al primeiro da in fr ac çao, c olo cando em r iscos os pe os se o t raf e co au tom ove l, c rim es crimes, q ue se ar ra stam a ano s c om a co mp l ac en cia e pro tec sao de todos, qua antas v e ze se h á qua anto te mp o eu `as v en ho a qui a den un cia r e inter p el ar a té a ul t ima co nse q u en cia, d ep ar ando com um in fi n di iva al parede do silencio, uma e x t en sa co ns pira raçao f ac cea a um e a seu filho, todos se maior e x ce p sao, t r ilha ando ca minho s for a da leis e n e n h uma r es ponsa bil id ade l he es fo oi a te cao mo men to, as sa ac circulo da ad a, e ma si g rave, a unica dedo do duc cao q ue da se da pode t ira r, t am anha co ns pira raçao s o se f az para p o te ger um ou poucos loucos, o u assassinos q ue sao do me ms o g rupo de pode der, e s o as si mé s ua es cala, por q ue o q ue e sta em j ogo é el eva ado, a r es ponsa bil id ade em centenas sena o me sm mode dos milhares de almas, a est ru tura pa rece a outra, em fr en teao nariz de toda a inteira procuradoria, q ue demo sn tara, as si maior do q ue da eva do vao c omo dos corrutos, p oiss ab em, do m al pe ran te a lei, é n un cao cio r rig iram ao longo de anos, s ó f al lam am am todos de c o o r rig gi , mas c omo nº cao h á cor re sao, dede uz do tralo ingles do crime de c um p lic ad e, em modo p ac iss oe, o u me sm o e bn al g h un ns casas dos casos, activo, da pa rec en ç a e mer g ue uma p os sibil id ade, um mesmo empreitor, é uma da mesma rede, deque, made w ira, q ue c on tin ua na cam ara mu uni cia p al de lisboa, um me sm o homem , o elo da cml, o el t rec cio do electrico, t raza ai os turistas, t ur o sta s ac oma, ao l ado uns ca rat z es com um estranho p as s ad iss o, em degraus co mp en s ando a ing reme ra mp a, um perfume de pin tura holandeza, se evo ola dali cao mo men to, de uma mul her q ue o l h a uma es pe ice de p as ia ge mc om de s al w en ti o ak l guy n se c olo ova aca cam nu maior rec tan gulo do montado em c ima de um ferro, c omo uma mol dura a s ue g ira b us cao u o en c a ix e de um rosto, uma id en ti façao a, os passos me c condu uz iram a um l argo pr iva do,uma c sasa, com quatri portas, cds, du às altas das baixas, c omo uma alavanca de quatro pistoes, um sc h a fel ler, e a ima ge m da al em n ham ama am di zen do que tui bn ham uma hd dos submarinos, e ce rta em n te do russo t am tambem, onda da se for ram uma sc en ten as de mar rin he iros, rose sea as rami fi caçoes dos pol it cos dos bandidos, en v o l v iso a ap ar rece do rem, uma cas q ue te ria du as sa giras das manas furtadas, c omo du as orelhas, o u si mb o l i za sand o torres, do vaso da asa do l ado direito de fr ante desaparecida, a pr ac cida, d en t ro de p arte do tel h ado q ue al i tom bo ua ano um da mer raçao das portas, cds, é s ua di sp ol iza sao no do quadrado, é est r ana h em si me ms falta, um nu mer ero, du as das portas da se do junta do tam am mna mesma es q u ina, c omo nu mer eros d es tintos, é uma casa de t ra sç am a si n ovo, d es taca no c on jn t , onde da se en c on t ra sm ess as rui naso nu mne ero da porta, di z do nove do onze, olho e per ce bocue al i e sta a as sin a tura r el ac cio n ada com a queda das torres, d ep o isp elo pen sam en to ove em outra rac c h ave, po si s o uma t torre al ie sta da caida, c ainda, e se ei en tao q ue a ima ge é r el at iva ao q ue matou sa carneiro, o às do carneiro, e q ue porta anto por ali o e x premier as si mé e tam am tambem do circulo do q ue e sta na q ue dd as das torres, um outro roca doca do canto, com uma es pe c id, é cubo cu j a forma, rom pe prime rio o quadrado com da primeira da habitaçao ao fundo a direita amarela, tm ab em, c omo al gume q ue d ep o is sc he goua esse q au d r ado, ce rta em n te uma cas de f am i l ia de outrora, c omo a rua, lencastre o no da meia, e t y alve , uma antiga entrada das c ava al ric ç as, a q u ei o de sn ho das not as, cu j ma di sp o si aço das numeros, é f ei t a em ar ac ad a, o u seja an ka, o u seja, o s emi arco, q ue a ap rec ia, a fr en te do bico dos jose dos penedos, o u seja o jose das pedras, q ue s om br ia o metro de moscovo, é a ima ge m de ar rac acne da ac da cera do dn, o ua as serpente das viuvas negras, o m eu eq u d r ad men to a se gui reno jardi, o l h ando o ad mas tor ao aldo do pe ue no homem, a sm b os no c eu, o mo n t rod o c eu, as si m pa rece di ze ra figu ra,rac q ue o l h ad e l ado, emi io q ue bardo me io em mo vim w en to n a luta c on t ra o sop rea para a el lm da t rabu bana,é onde mu it s o navios se mp rese a fund a ram e mu it s o el av ram q u~ e mu it as vao nós navios, q ue anda dam am no ano do mar, c omo os tsunamis, t us n am is t am tambem



a face oculta do corrupto, o que corrompoe