quinta-feira, abril 08, 2010

ela
é
bela
minha
bailarina
.
.
.
que
bela
ela
dança
ao
sol
nao
sei
se
contudo
terá
outrora
desaparecido
ou
algo
de
mal
lhe
acontecido
.
ac non tecido, tec id o
.
.
pois
o
vento
fala
de
uma
rapariga
que
anda
desaparecida
.
ou
que
despareceu
.
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.


esta é imagem de s pedro de alcantara, no domingo de ramos e do lançamento do i ching de que te falei
te recordo o que te contei, da rapariga de seios portentosos, que poisara na esquina do predio por um instante, quando eu saia, e depois ter precebido que era a que entra pelo predio e nas vezes pela noite faz tremer a porta da grade como os tremores, trás curioso nome de uma outra actriz de outros filmes, assim o soube no entretanto, sonia, assim uns seios parecidos, seis o pa ar carc ei id os, com a heidi ss pintada, pina t ad, a, na calçada do livramento , que mais trade te mostro, pois hoje a fotografei, ft o g raf ei
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falara-te aqui dela, e logo em dia seguido me apareceu a kim, kardishian, ou algo assim, que tambem tras assim uns seios de igual potencia, por t e n i c a, ao lado de uma ruiva, ambas com enormes cintos em suas cinturas, como cintos de cobras que ruminam as vitimas que apanham
numa outra foto da kim kardishina ou algo assim, ali estav ela aparentemente , a ap ren te maior net, na africa do sul, com uma bela parede por detras tipo pelo de leopardo negro e branco, mais intrigado fiquei a me perguntar, mas o que é que esta bela rapariga me conta, ou alguem atraves dela assim me tenta contar




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tambem te contei dos panos que de cima me lançaste
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e
das
sombras
e
dos
jogos
de
luz
que
eles
me
desvelaram
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na verdade um estranho reflexo, como esse fundo do pano na africa do sul, por detras da bela, bala do bal ala al, que tras tambem um dos nics da cristina coutinho, apareceu aqui em casa, ou d crsitina do coutinho, o tal amigo de durao, com casa nos brasis, br a sis, asis, na hisopria da filhas de lot do zodiaco






como se o peixe da republica dominicana, que tem uma espinha, es p ei in h a, em cima de serra sem alguns dentes, reflectisse o padrao do animal na africa do sul, e me falasse de agua, pois a luz se move como o meu amor a ti, como numa praia de areia quente, assim se desvela na imagem a agua sobre a praia, antigas linhas estas do tal animal da africa do sul, que tambem recentemnte de novo emergiram , com os nomes do bandido do pokers, aqui, relacionado, r dela cacio cio n ado, com a p laca do p a ck ar d, ou seja do tusnami e das quedas das torres, com em parte já te mostrei
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aqui a bela bailarina como se enrola fazendo uma onda de mar, o peixe vem para ela vindo, parece assim que ela se escapou por um buraco azul no ceu da morte branca
,,



99
ao lado dela , na mesma bancada, duas, dias psd, raparigas de costas, dec ota s, voltadas em roupa interior, ine rato do ior, e um parafuso do hexagono que aponta as velas e uma cruz invertida tipo um pendulo
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uma visao aerea do conjunto , o, o p, peixe está atras do vaso vermelho, verm ml ho o, do delta, se ve os contos do gim, um relogio, e os pes do pinoquio tombado
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na chaise, cha id e, longue de min h a av o, um cin ze iro das bea ts beatas, as betas, do toiro da la tina da europa, e umas marcas que parecem ser a posiçao do i c g ing lana cado antes de s air para a rua no do m i n g o de ramos, e um b ur a c o , q ue al gum, é um dia a qui en t r ando se m pr emi miss o me fez, um buraco q eu é ma si um ra sg ao
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massi mais, ao l ado, o cat al o go d a g oz zo parede d es vela r uma matriz de s ua v es la s, q eu pa rece um co dig o de uma matriz di git al, e onde se le, u ton o, de outõno

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depois , eu que quase nao, nºcao, agora, ago rta, vejo noticias, apanhei um senhor na africa do sul, que muito agitado falava de ameaças de atentados durante o mundial, e que dizia que cada esquadra teria quarenta policias, ou algo assim, quadrado do circulo, e em dia mais recente, entao se desvelou a restante chave, a morte de um dos dirigentes , di rig en ene net s ss, na africa do sul

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quando dos panos, pan s o, mais recentes, rec ene net s, a secar, os da sedas chi ne z a s br ancas com br ilho,e do pano das cornucopia s c omo sida , e , a luz lam bia ra pida t y o d a a b a n c ada, e f az ia como f al sh na es q ui ana s a di ze r, do angulo, a luz do angulo d a c ru z



te
contrasto
para
te
desevelar
o
ceu
e
as
estrelas
que
para
mim
és
e me fico a perguntar que planetazinho será aquele em frente a teu ventre, sonho com a tua nossa gravidez
falando de manchas de café
ve
minha
amada
como
um
dia
aqui
te
desvelaste
graciosa
figura
com
perfume
de
trinity

98, primeiro
..
.
olha
minha
amada
como
minha
vontade
de
ti
quente
e
imensa
no
ceu
se
espelha

o l h a min h a am ad ac omo min h a vontade, de ti q u en tee i me ns a no c eu se es p el h a
Educando ou tratando meninas mal elevadas em birras mil e senhora minha sem o ser, meus honorarios sao muito elevados, se bem, como saiba, posso ser pago em generos amorosos diversos, deve ser por esta razao que eu pertenço a nenhuma ordem de psiquiatria nem exerço em escritorio regular

Ed u can do o vaso cruz rata ando das meninas mal elevadas, em birras, vser veja, mi primeiro é senhora mia homem se emo ser, me us homem one o ra rat do iso sao mu it o el eva ad os, serpente b em, c omo sa iba p osso ser pa fg o em f ene ero serpente amo rosos di vaso ero serpente, quadrado eve ser por e sta rato az cao quadrado ue eu per cruz en çoa espanhol ne homem uma o red maior de psi qui it tar da ria ane mex e rato ço es em es c rito tor do rio reg gular ar

escuto a sombra, a sombra me diz, qaunto recebe do da pedra da exponor, é paga em vrums vrums ou mercedes de prata com coca na caixa das velocidades, a pedra arrebentou no brasil, roi do home morto como da cabeça em papa, dentro de uma gaveta de metal a hora de almoço, para as crianças se divertiram muito certamente e olharem em forma realistas seus pais e se dizerem, afinal sao malucos

ecu do cu do to da primeira sombra, a serpente om bra me di zorro, qa un to re cebe dod a pedra da exponor, é paga em vaso run zorro vaso ru ms o vaso mer cedes de pa rta com coca na ca ix a das velo cida quadrado espanhol, a pedra ar rato e b en to un o br rai serpente primeiro, roi do home morto com a x cab beça em papa, quadrado en cruz ro de uma gato a vt tea de metal a hor a de lam çoco espanhol ,para as c ria sn ç as se di ver cruz iram mu it o ce rta em en tee ola homem rem em forma rato el a istas serpente vaso espanhol pais, tvi, e se di ze rem, a fina serpente primeiro sao m al luc os

escuto a sombra, a sombra me diz, estas tres tuas palavras, me escureceram meu amor, quem diria se o sol está belo e alto e quente no horizonte, tudo funciona regularmente, e o sangue pinga, como o café que entornaram na pedra da entrada portico da casa, que espertinhos sois, suas putas assassinas, pagam-lhe, como pelas mortes, ao quilo de carne, ao ao numero de pés, como contais as crianaças decepadas por bombas chamadas anti pessoais,.

espanhol cape ape do cu do to da primeria serpente om vaso do br a, as o mr a m e di zorro, destas tres do tua serpentes das pal a vaso ra serpente da me espanhol c ur e ce ram me vaso amo mor, quem di ria se circulo do sol e sta do belo e al to e quadrado vaso en te no homem ori zon te, tudo fun cio na reg gular m w en cruz reo do sangue, san guy e pinga, tintol, c omo o café quadrado ue en tor na aram na ped rata da entrada portico da casas, quadrado ue serpente ep rato tinhos sois, serpente vaso as putas assassinas, pa gam do traço ingles primeiro he c omo p el as mortes, cao quadrado vaso i lo dec carne do cao , cao nu mer ero de p é serpente, c omo contas as c rina serpente ç as dec ep das padas por b om bn às das c homem am ad as anti p esso a is,

A vosa rede é enorme e espia todas as comunciaçoes a revelia das leis do estado de direito, e consegue por clones, fabricar mensagens subliminares como se tratassem de noticias vindas de outras fontes, primeiro fora uma comunicaçao que creio ter vinda da bela de um jornal de nova yorque de quem eu muito gosto pelo que vejo no seu sorrisso, que tinha comprado um ipada , tinha feito muitas chamadas interurbanas e de repente tinha entrado numa especie de falencia, qualquer, venha cá que eu a reamino, sou especialista em boca a boca em variantes mil, depois um ipad aqui apareceu , ao lado de uma garrafa de pegoes, quem diria pego, central nuc lea ares, do acordo hoje feito na russia que reflecte umas fotos que aqui ainda nem publiquei relativas a marcadores adn da curia, da curia romana, dos tais que pedem agora aos pes da cruz desculpas enviozadas, na california, n ovo me xico, a terra tremeu , o sete segundo, cop da puta do pm, como em novenata e dois quem diria, o grafico do impacto era igual ao grafico que fizera para o tal canal de streaming que criara na tal companhia americana, me pergunto se nao tera sido ao mesmo tempo, ou seja a historia vem desde noventa , ata, e dois, devem-me uma serie de dinheiro, suas putas


A vaso o sa rede é, em norme e espanhol spi a todas as com un cia ço espanhol a rato eve lio a das lei, a do estado de da fac direito, e c no se gato ue por c primeiro one serpente, fabrica rato men sag ens serpente ub lio min ares, c omo se cruz rata ass em de not tic cv as vaso indas de outras font espanhol, prime rio for a uma com un cç cao quadrado ue c reio teresa vi onda bela de um j hor n a primeiro n ova yorque ino de quadrado um eu mu it o gs o cruz p elõ quadrado ue eve do vejo no se us sor rato iso, quadrado ue da tinha co mora do um ip da pada, tinha bs fit o mu it as c homem a sm mad as inter ur ba sn a e de rato ep en te tina homem en cruz rato ado numa espanhol pe cie de f al en cia, quadrado ual quadrado ue rato, vaso en homem ac á quadrado ue eu a rea am nino, serpente o vaso espanhol pe ci primeiro ista em boca sa do ab da boca em vaso aria antes mi primeiro, quadrado ep is um ipad a qui a pa receu , aol ado de uma gato ra rafa de pego espanhol, quadrado ue maior da di ria do pego, c en cruz ra primeiro nuc lea ares, do acordo homem oje fe it o na russia quadrado 2 ue rato efe fel sete, uma serpente f ot as quadrado vaso a qui a inda ne m pub lui quadrado ue i rato e la cruz iva sa mar cado dor espanhol a dn da curia, da cu ria rom anan, dos tais, br, quadrado ue pede msior do agora a os pes da c ru z, quadrado espanhol culpas envi oz za quadrado as, na cali if for do ni ano do ovo do mexico, a terra cruz reme vaso , o sete segundo, cop da puta do pm, c omo em no vaso en a te do sic vaso y em di ria, o gato raf i codo im pacto e ra i gato ua primeiro cao grafico quadrado ue fi ze ra para o tal c ana al de ste ra ming quadrado ue c ria aria na cruz al co mp anhi a ama e rc iana, me per gun to ze nº cao te ra serpente id o cao me sm o te mp o, o vaso seja da primeria da historia, de maior de sd e no vaso en a te do is, quadrado eve maior do traço da inglesa me uma serpente rie de din hiro, serpente vaso as das putas


o pastor alemao dos marinheiros da meia arcada de vila franca de xira, ladrou-me ontem, provavelmente antes dos delizamentos, num aviao, um rapaz do qatar parecido comigo, parece que andou fumegando a casa de banho de primeira classe e as gentes apanharam um susto quando ele brinando disse que tentava acender os pés, na verdade, a factura das comunicaçoes do quatar dos bolinhos de chocolate, que a menina mostrava, deve ter sido cara, pressumo que nao lhes terá pago nem parte das cocas, mas qatar gosto muito de torradinhas servidas na direçao sul sueste e faces de um só belo olho que muito me olham, e quem me paga para vos estar a aturar e a escrever baboseiras, nao conheceis a historia o inventor do xadrez e da recompensa que ele pediu ao tolo rei, que mesmo aparente rei nada sabia do calculo e da impossibilidade de cumprir o que prometera, ah princesinha das linhas, de outras vagas, ajuda, querida, venha ca sente-me em meu colo, assim devagarinho, agora esfregemos docemente, sim ali, sim acola, oui, ooui, oouuuuioiii

o pastor da alema dos marin he iro serpente da meia a rac ad de vila fr anca dex dec ira, primeiro ad ro vaso do traço da inglesa me on te maior, por vaso ave lem net an ts do serpente deli iza men cruz os, num avia o, um ra p az do quadrado au tar pa rec ido co migo, pa rece quadrado ue ando vaso fu mega gan ando da primeria da casa de banho, de pr rimi ra c lasse e às sg gentes ap anha ram um serpente us to qua ando ele bric cna ando di iss e quadrado ue cruz en cruz ava ac en der os pés, na verdade, a f ac tura das com unica caçoes do quadrado ua tar dos bo linhos de choco dp late, quadrado ue a menina ms ot rato ava, quadrado eve teressa serpente id o cara, pr espanhol sumo quadrado ue nº cao primeiro he serpente te rá pag o ne m p arte das coca sm as qa tar fg oto em mu it o de torra ad dinhas servidas na di reç dao espanhol serpente ul serpente vaso este e f ac espanhol de um serpente ó b elo olho quadrado ue mu it tome ol ham, e quadrado ue maior da me pag a para vaso os est ra a a tura rea espanhol c rato eve rato babo se iras, noa c on he cisa primeira da historia do circulo do inventor do xa quadrado rato serpente ze da rec om pem ns a quadrado ue dele, ped di ua o tolo rei, quadrado ue me sm o ap a rente rei, n ad a sa ab bia do c al culo e da i mpo serpente sibil id ade de c um pr iro quadrado ue pro rome teresa ra, a homem pric ne sin homem ad as linhas, deo de outras, vaso y rta serpentes das vagas, ajuda, quadrado ue rid a, vaso en homem aca serpente en te do taço da inglesa me em me vaso do c olo, as si maior de eva gar rinho, agora espanhol fr e gato emo serpente doc e mente a primeira do quadrado do vaso do delta do vaso , i


voltemos entao aos assuntos serios se estes não o sao, que trago pressa, já vos disse que não ando aqui para vos entreter

vo ç primeiro cruz emos en tao a o ss, a ãs serpente un cruz os e rio serpente se este sn cão da sao, quadrado ue cruz rago press a, j ás vaso os di ss e quadrado ue n cão ando a qui para vaso os en cruz rato e teresa primeira do quadrado


o g alo


s o ny , mo st ra a ima ge m do re f l e xo no ecra da s o ny, com a teia ao lado
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a cobra da lolita l em pi ck a
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lolita, o lolito da edp, 10 0 ml, o femenino, the ot her s id e o ft , he mirror
alice, eve ei angulo lisa a
v iv r es shop do fashion designer
...
q ue bela est ais
..
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e a u l t ima f oto do dia, um jo rn al q ue de ix aram a m eu s p a ss o s j + a ao pe do do pingo doce, com da merda, na ne ws


tudo treme , os edificos, ed if fi ciso pa recem c air c omo as torres em ny, e ma si uma mat riz







se ve tres ondas, o pn d as s, traço , seios, ou ilha, gb, traço,
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3 63
3 do 66
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um j com uma cruz como a cimitarra da imagem na av infante santo, if fan ante, ina fn te santo










a bota do tridente do autocarro



uma sequcnia desveladora do bico lateral, como taco de golfe e sua relaçao com os bums nos autocarros em londres

a sombra da chave e o plano inclinado, e os triangulos de gogo do funil, como furacoes


h ad ado uk en eni dez ab ratol el da disco teca , madeira do gossip, dog os sip, s ip




a cruz do Y
a
torre
do Y é a da imagem nocturna, noc t runa da urna, ur rn a



segunda parte do fim
a seta do centauro da rede de fogo



uma outra matriz



uma das torres das amoreiras, onde é visivel no reflexo da luz, ao fim do dia a mesma forma da faca das pedras no post , ps ot, da trindade, na imagem da ponte
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mostrarei uma outra fot tirada no dia seguinte, que a desvela com maior luz
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se ve no final do delta da luz, um andar que costuma estar sempre profusamente acesso
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sendo a rapariga para mim, ainda uma interrogaçao, como pergunto à princesa de kent, na Casa de Deus, post hoje publicado

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as pombas no banho da agua das pedras



banho de pedras em londres , assim na sequencia se desvela
..
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primeira parte do fim
..
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a faca das pedras e a matriz, e a boca do tubarao
.
..
esta sequencia foi tirada no mesmo pecurso, entendido aqui percurso, como fio condutor da leitura de uma mesma imagem
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..
aqui se ve o semi arco equivalente a foto do teatro, tetaro, o da trindade, ou seja o espelho, do abc s un c omo dig o n o ps ot ante r ior
..
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a que chamei, c ham am me ei, a imagem da dentada na ponte, nos seios, si eo s, o tubarao do barao, algarve , caso da luz, tambem



tras um estranho reflexo visivel na fachada como uma cobra

a mac cann
a am ma ac can n
uma matriz



dois f alo s c omo c roma do c eu em s om br a por de ba ix o do portico
3 9o
ad maior crew, dos anos noventas, os filhos da grandessima puta
3 99
o do l argo do ad mas tor
3 88
como stand 88
como londres porto bello
como bello do porto
3 87
9 11
barao
tubarao
luz
3 86, 58
3 85
as velas da rosas ardidas choram à tua ausencia

3 84
no largo o cauteleiro me mostrava um bilhete de teu amor
o cafe, cfe, creio ser bundi

3 83
assim
olhava
Buda
a
mim
como
gato
contente
de
te
ver
buscar


3 82
ah amada senti teu perfume a porta, rat, d este restaurante que anunciava menus secretos


3 81
assim te mostro em puro esta sequencia ordenada como foi tirada, sendo que a ultima foto do post, ps ot, ior, anterior é entao a 3 80
ah
senhora
sois
bela
ali
estavas
parada
a
porta
da
trindade
meu
coraçao
bateu
mais
forte
ao
ve
la
depois
me
pareceu
ve
la
em
dia
seguido
na
rua
do
patrocinio
com
uma
camisola
parecida
com
a
minha
em
vale
negro
e
branco

a seguir à imagem da dentada na ponte, ou nos seios, ou a boca do tubarao, que mordeu na praia da luz visivel no patio de lencastre, dei com estas pontes, na livraria ao lado do bachus em frente ao teatro da trindade

a se gui ira à ima mage made ria da dentada na ponte, o un vaso dos nós se io s, o ua da primeira boca do t vaso do ub do barao, quadrado da ue mor de un primeira da praia da luz, v isi vaso el no patio de lencastre, d ei com e sta s pontes, na l iv ra ria aol ado do b ac h us em fr en teao do teatro da trindade

bachus, remete tambem para um outro bar aqui em alcantara, ao lado de uma das casas da cristina coutinho, ou seja dois, bachus, ou um homem que de alguma forma se relaciona com os dois , provavelmente o tal do teatro, o que veio do inatel


b ac h us, reme te e eta tam am tambem para de um outro do bar da primeira do qui aqui em alcantara, rat delta da ara, aol do ado de uma das casas da cristina coutinho, o vaso do seja , dois do bachus, o vaso de um homem q ue de al gum a forma se r dela ac cio naco c om os dois , pro ova ave lem n teo, circulo lop do onze do tal do t eta aro do teatro, o que é do veio do ina tel

esta é uma belissima foto da ponte talvez anos sessenta, onde o nevoeiro como o da manha em que te buscava e nao te encontrei, como em dia recente o espirito me recordava relacionando com um passe da casa do dias do psd em cascais, oraculo do sonho que aqui te desvelei,

é sta, é uma be lis sima f oto da pin te eta al v e zorro dos anos sessenta, onda deo do circulo do nevo e iro roc omo, o da manha em que te buscava, e nº cao teresa en c on t rei, c omo em dia rec en teo es pe it io me record ava r dela ac cio nando com um p ass seda da ca sd do circulo do dias do psd em cascais, o rac do culo do son ho que a qui te d eve l ei lei




a mesma ponte, belissimas miniaturas de um pintor miniaturista, sobre a cidade, todas elas muito belas,

a primeira am me sam ponte, nós bel iss sima s mini a tura s de um pintor min it ur ista, s ob rea primeira da cida dade, todas elas mu it o de belas,
o curioso foi o que se desvelou em relaçao , quando fotografa esta imagem, no mesmo eixo e me apercebi do vale e da faca das pedras

o cu ur rio osso fo io q ue se d es velo lou em tribunal da relaçao , qua ando f oto tog raf primeira desta ima mage ge maior do no me sm o e ix oe me ap per cebi do circulo da ova do vale, é a da faca das pedras




aqui esta ela, no mesmo eixo, desenhado pela sombra e a luz que entrava entre as minhas pernas, no vidro da montra, sendo que este elemento me apareceu num outro lugar da cidade de que depois te falarei

a qui ie é sta dele, no me sm oe do ei xo, d e s en h ado p el a s om br a , é primeira da luz, q ue en t r ava en t re as min h as pernas, no v id ro damon da montra, s en doque ue de este, el lem n tome ap ar e c eu nu um outro rol lu g ar da cida dede q ue d ep posi teresa f al a rei




do outro lado da rua na fachada, quase da mesma cor, rosa antigo, quase violeta pela lus do sol nesta tarde luminosa do ultimo fim de semana, uma graça do teatro


do outro do rol lado , o da rua na f ac h ad a, q ua ase seda me sm a cor, rosa antigo, q ua se viol eta p el a lu serpente do sol, nest a t arde lu mino sa do u l t imo fi maior de se mana, uma g rata aça do teatro



e no semi arco desta parede na entrada do teatro da trindade, uma exposiçao de jornais, que fala de um abc do sun, e que tambem mais tarde se reflectiu num outro lugar, o mesmo de que te falo acima

é no da s emi do arco d est pa rede na en t r ad ado teta aro da t rin dade, uma es posi sic sao es, é jo rn a isque ue do fala, de um abc do sun, é q ue tam e b m mais t arde se ref fl e c ti un um de outro lu g ra, o mesmo deque eu teresa falo ac im

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