quarta-feira, junho 09, 2010

mais um link a pedro ayres, e o bum em londres

mais um link a pedro ayres, e o bum em londres

mai, primeiro l ink da primeira do pedro ayres, é circulo do bum em londres

me estou recordando neste escrever das imagens do clip a vaca de fogo, a imagem da guilhotina que aprece na imagem da capa do tom waits, aqui abordada no ultimo vídeo publicado a que chamei key das torres e outros, versão corrigida, é o nome no blog, do post onde esta o vídeo, que na realidade é também chave do bum em londres e da relação com a queda das torres, me avivou a mesma forma, numa sequência do clip a vaca de fogo

me est o u rec o rda dando nest e es c rever das ima ge ns do c li primeira ava vaca de fogo, a ima ge maior da gui l hot ina q ue a p rece na ima ge maior da capa, revista, do tom w a i t s, au ue ab o r dada no u t l imo v id deo pub lic cado ad cic culo da primeira q ue c ham ei key das torres, e outros, me av ivo ua da primeira da mesma forma, nu ma seq u en cia do c l ip primeira ava da vaca de fogo

quase no final, se dá o encontro entre a teresa que pressupostamente fora fotografada pelo pedro ayres e pelo rodrigo, numa bela casa que escolhi na altura ao pé das portas de santo antao, uma casa de mosaicos, com um belo portão em ferro e duas chaminés se não me falha a memoria como retortas, ou chaminés de centrais nucleares, na versão moderna, como diria o louco de um dos contos que te li da anais nin, eles estão no que se pressupõem ser uma câmara escura a revelar, as fotos, uma cortina, vermelha divide o quadrado da imagem a preto e branco dando ideia da luz de laboratório, um pobre efeito que nunca muito gostei mas acessível às maquinas de efeitos dessa altura, se ve uma tina, e uma folha que abana la dentro , como se faz ao revelar,

qa use no fina ak l, seda acento, o en c on t ro en t rea primeira da teresa , q ue pr ess u post ae mn te for a f ot g ra fada p elo do pedro ayres e p elo do rodrigo, ro dt trigo rig o, nu ma b e la casque es co l hi na al tura cao do ped das portas de santo antao, uma cas demo sa aicos, com um b elo pro rota cao em ferro, ps, é du às c ham ines se n cão me l onda fla h a am emo ria c omo r e tortas rta s ou c ham ines de c en t rais nuc lea ares, na ave r sao da moderna, c omo di ria do circulo do louco, de um dos contos q ue te li da ana is nin, deles es tao no q ue se pr ess u poe maior ser uma da cama ra es cura a r eve l ar, às fotos, uma cor t ina, ave vermelha di de vide do circulo do quadrado, da ima ge ema pr e to e branco, dando id e i a da luz, de l ab o rato rio, um p ov b r e e fito q u nu nc a mn u it o g os sio vaso eti mas a ce ess iv el às ma quinas de efe it os ness a al tura, se eve uma t ina, é uma fo l h a q ue ab ana l a d en t roco , c omo da se f az cao rato ps da eve do fo do primeiro da ar,

revelar, é uma palavra errada, como uma vez aqui te expliquei à longa data, num texto sobre revelar e desvelar, pois na realidade o que se faz é desvelar, quando se diz revelar uma foto, ou seja , a realidade é contraria, por um véu, é isso que a imagem diz dos dois, face a teresa como imagem da teresa que me trás o filho roubado, ou seja , um pedaço de um veu, que eles certamente bem conhecerão, uma ilusão que foi montada

rato eve l ar, é uma pal av ra e rr ad ac omo uma ave zorro qq ui te, é x p lic ue i à l ong primeira da data, nu maior tex to seo br é rato eve l ar e d es vela rato rp, p o is na rea l id ad deo q ue se f az é d es vela rato ps, qua ando se di zorro r eve l ar uma f ot, o u seja , ar rato dela aida de é c on t raia, por um v eu, é iss o q ue a ima ge maior di zorro dos dois, face primeira da teresa c omo ima ge maderia da rt teresa q ue me t ra s o filho roubado, o u seja , um ped aço de um v eu, q ue deles ce rta em n te b em c on he ce rato cao, uma mai lu usa sao q ue foi montada, violada, viol lada, primeiro ad da primeira

a forma , é a mesma agora aparecida na harpa eólica da guilhotina da capa do tom, metro , o do bum em londres, que por sua vez se repercute na casa da joana, psi,

primeira forma , é primeira da mesma, do agora ap ar e cida na hara p a eolica da gui l h ot ina da capa do tom, metro , o d o b um em l on d rato sp es, q ue por s ua ave zorro da se r ep per cu te n a cas da jo da ana, psi,

esta forma, é ainda também a que apareceu expressa na tv, sony, ou seja relacionada também com a queda das torres, e sendo que as perinhas frondosas que no anuncio da cgd não são da marta mas sim da catarina furtado, o perfume de gaguez remete para o instituo jacob, ou seja casa pia, abusos infantis e a imagem do quadro do michael parker, e dos reflexos do pêndulo do ultimo tremor no chile, como aqui na altura referenciei

é sta da forma, é a inda tam tambem primeira q ue a pr e c eu express ana tv, s o ny, o u seja rato dela , do ac cio n ad a tam am tambem com da primeira queda das torres, é s en doque ue às das pe rinhas fr on do sas q ue no anu un cio da c g dn cao da sao da ma rta mas si maior da catarina fur rta ad o, o perfume, cc, de g a g ue zorro reme teresa para do circulo do in s titu, circulo do jacob, o vaso do seja da casa pia, abusos infantis, é primeira da ima ge maior do q au d ro do michael da parker, é dos ref for mula one le xos do pendulo, o do u l t imo t remop rem emo mor no chile, c omo a qui na al tura refer ren si ei



santa antao, onde ao que parece na ultima manifestação houve no fim confrontos com a policia, não deixa de ser curioso

s anta do antao,psd, onde deao q ue par ee na ultima da ma ni if est taçao es home do circulo da uve no fi maior mc c on fr on t os com da primeira pol ica, n cao de ix ad e ser cu rio serpente do circulo

debaixo da redoma é tamnem o nome de um dos contos que está neste livro

debaixo da redoma é tamnem o nome de um dos contos que está neste livro,

de ba ix o da red oma é t am mne emo no me de de um dos contos, q ue e stá nest e l iv ro,


abro o livro agora durante este escrever e neste conto me saltam as seguintes palavras chaves, damasco, frágil lidade, bandejas de prta, passo do minute, tudo frasgil, flores, secas, a mesa do prumo e as flores da caleiras, tanto na actor joao rosa como na diogo do coutyo,m intslaaçoes primerias da latina, foto do expresso, recentemnte evocada, a madeira, a seda e a pintura, fragil, cadeiras donairosas, a tais do senhores das velhas familias, das meias barncas, renda, concha, candelabros de cristais, secreta magia, pocelana, tui tihan a~do ham da amm, maos enluvadas, boquetes em italico, de flores moryas. Jeanne, tres cdeira de criança, idade media, sou descendente de joana de ar c so quie não temnho nenhuma missao a cumprir, a minha mae era a verdadeira rainha de frança, e foi amada por todos os homens celebres do seu tempo, o principe georgiano que se apaixonou pekla jeannem natal, russo, era russo o principe, o motrisat do taxi, as gravuras, a rainah de bijadur, bijabur, baz e bakadur e rupmati cavalgando lado a lado ao luar, radha > à espera do amante, krishna, atiraram nessa noite os prtaos todos pela janela, costume russso, a mensagem de amor no jrdim persa, cheio de flores e de plumas, o princiep e a princesa a cavalo, numa regiao montanhosa com criado a frente empunahndo um archote, a ressaor numa da imagens do clip vaca de fogo, principe mareh, , cara da actriz, o espelho, a alma, a cortinhinha a fechar-se no interiro da pupila, a imagem orada sobre a rapriga de meias rosas,

ab ro o l iv ro agora duran teresa e te e c rever é nest e conto, me s al tam as se gui int y es pal av ra s c h av es, dama do ss asco, fr a gil l i d ad e, ban de j as de p rta, p ass o do min u te, tudo fr as sg gil, flor es, sec as, primeira da mesa do pr do rumo , é às das flor es da cale ira s, potro do porto, tanto na actor joao rosa como na diogo do c o u t y om in ts la aç o es primerias da latina, f oto do expresso, rec en te mn te e v o c ad a, a madeira, a seda é a pin tura, fragil, cade ira s dona iro rosas, ps, a tais, br, do s en hor es das velhas familias, das me ia s bar n c as renda concha, can del ab r os, ive, de c r ista is, secreta mag ia, poc cel ana, tui ti h am a onda do ham da am mm, maos en luva ada s, mulher do durao, boq ue t es em italico, de flor es mor y as. Jeanne, t r es cd e ira de c rian ança es, id ad e pal no media, tv, s o u d es cen dente de joana de ar c s o qui do ie n cão te mn ho n en h uma miss sao a cu mp r ira min h a mae e ra ave rda de ira rainha de frança, e fo i a m ad a por todos os h om en s cele br es do s eu te mp o, o p rin c ipe geo r gi ano q ue se ap aixo no u pe k la jean ne maior do natal, russo, e ra russo do circulo do p rin c ipe, o mo t r isa sat do taxi, porto, as das g r av ur as, a raina hd e bi jad ur, bi j ab ur, b az e b aka ad dur e ru pm a ti c ava l gan do lado primeira do prick da al do lado cao da luar, moviemnto de resistenica, r ad h a > à es pera do amante, k r is h na, a tir aram ness ano noite os pr tao s todos p dela, jane la, cos t um é russso, a men s age maio de amo rato no jr dim persa, che io de flor es e de p luma s, o p rin c iep e a p rin c es a ac av alo, nu ma regi cao mon t an h o sa com c r iad o a fr en te em p una h n do um arc h ote, a r ess ao r n uma da ima ge ns do c l ip vaca de fogo, prin c ipe mar e homem da cara da actriz, o es p el ho, a alma, a cor tin h in h a a fec h ar do traço da inglesa se no inter rato do iro roda dd pupila, a ima ge maior o rato ps ad a s ob rea ra pr riga de me ia s rosas,.

A sua mao porem poisava na somba do irmao e não nele, depois ela murmurou, creio que , de nós tres , serei eu a primeira a morrer, sou a mais leve, vi no espelho , não a minha morte, mas a a minha imagem no tumulo, usava um broche, referencia ultima a lagarta do mc palacio da ajuda,. sem pedras e uma crinolina com seda toda traçada, s argento, a guitarra de jeanne estava a seus pés. Quando ela disse aquilo, as cordas partiram-se, o eco da imagem da morte de carlos paredes, o vaso das putas, uma delas, a passada da grande entrevista, judite de souza

A usa mao por rem da p do circulo da isa ava ana serpente do pm , o mba da dor ima mao, é en cão a ne l e d ep o is dela, mur muro u, c rei o q ue , de n ós t r es , se rei eu a prime ira a m or r e ratyo ps, s o ua mis l eve, vino es p el ho , n cão a m in h a morte, masa a min h a ima ge maior do no t um mulo, usa ava um br roche, ref ren cia u l t ima a la g art a do mc pala ac cio da ajuda,. Se maior das pedras, é uma c rino lina com seda toda traçada, s argento, a gui tar ra de je anne est ava a se us p é s. Q au n do sd ela, di ss e aquilo, às cordas p art iram do traço da inglesa se, o e co d a ima ge maior da m orte de carlos paredes, o va vasso das putas, uma delas, a p ass sada da g rande en t r e vaso ista, a judite de souza

levantei-me ao momento em que no espirito ao ler, se figurou o sentido literal da redoma, e fui pela casa bsucando redomas, ou melhor imagens de redomas, a primeira que apanhei foi a garrafa de wiskey, que comprara no ultimo natal ou passagem de ano nuam das casa indianas, ao ped da ponte da pampulha em frente a do nepal, e que fiquei a beber sozinho, pois meu espirito não estava para esse genero de festas, olhei em baixo, os numeros meios apagados, me dizeram, vinte e cinco, dia do natal, depois olhie os copos, vasos diversos e por fim dei com um em esmalte branco com debruado a verde, que me deu a chave, pois o assunto tinha de novo acabado de aflorar, a matança das duas raparigas italianas em cabo verde, enterradas vivas, como um efeito de uma redoma

l eva van t ei do traço da inglesa do meao, do bode, omo men to em q ue no es p e i to cao da ler, revista, viegas, se figu ur ouo s en t id o lite rato al da red oma, e fu i p dela, c asa b suc can do red omas , o u mel hor ima ge ns de red oma sa da primeira q ue a p anhe i f o ia garra f ad e w is key, q ue co mp prara no u l t imo natal o u p ass a ge maior de ano, e q ue fiq ue ia bebe r s oz in h o, p o is me us es p ei to n cão est ava para sd esse g ene ero de festas, o l h ei em ba ix o, os nu mer eros me io a p a gados, me di ze ram, vinte e c on co, d ia do na t a al, d ep o is o l hi e os o s cop os, os vasos diversos, é por fi maior dei, com um em es mal a te ba rn co com de bri ad o em verde, q ue me d eu a c h ave, p o iso as sun to tinha d e n ovo aca b ad o de a flor ar, a matança das duas ra pa rig gas italianas em cabo verde, en te rr ad as v iva s, c omo um efe it o de uma red oma

me lembro como se fosse hoje, daquele dia em noventa e quatro, acabado de chegar a sao vicente, a monica me esperando e pela tarde me levou ao supermercado, um supermercado de pais pobre tudo muito limpinho e bem arrumado, e muitas poucas e variadas coisas nas prateleiras, ela me explicando como se tomava banho, para poupar a agua que não existia, um pequena caneca chega, com uma esponja, a caneca que com ela comprara nesse dia em cabo verde, voltei ao canape, e olho seu fundo, e nele escrita está, em chines e ingles, bumper, harverest made in chinam 209 03 10 cm, correio da manha, no simbolo, um vaso do milho, ou de trigo, olho em frente e vejo de nov a embalagem de corn flakes do tal galo da torre das necessiddes, e o olhar confima, co rn fla , form mula ak espanhola, do milho, ou seja , da matança de beslan, o numero me aparece ao momento refelctir a minha anotaçao dos numeros que dou aos videos que aqui vou publicando, duzentos e nove, é um dos recentes, entrados

me lem mb br o c omo se fosse ho je, daquele do dia em noventa e q u tro, aca bdo de chega ra da sao do vicente, a m oni ca me es pera ando e p dela, trade me l evo u cao super mer cado, um super mercado de pais, tvi, p ob r e tudo mu it o l im pinho e be m ar r u m a d o, é mu it as po u cas e v aria ad as co ia s nas p art tele ira serpente dela me, é x p lic can ando c omo se tom ava banho, para poupa ra da agua, q ue n cão e xis tia, um pe q u en a c ane ca da chega, com uma es p on ja, a c ane ca q ue com dela, co m pr ara ness e dia em cabo do ove verde, v o l t ei ao c ana ape, e olho s eu fun dó, e nele s crita e stá, em ch ine se ingles da bumper do harverest made in china am 209 03 10 cm, correio da manha, no si mb olo, um do vaso do milho, o vaso do t rig o, olho em fr en te e eve do vejo, br, de en ov a em bala lage maior de co rn fla k es do t al g alo da torre das ne c es s id dd es, é circulo do primeiro do home da ar, c on f ima, co rn fla , for maio mula ak espanhola, do milho, o vaso do seja , da mata anç º a de bes lan, o n um mer do ero da rome me a p rece cao mo m w e n to r efe fel c tir primeira da m in h a ano taçao es sw, dos nu mer eos q ue do ua os v id deo da primeira q ue a qui v o u pub lic ando, d uz en to ze n ove, é um dos rec en t es, en t ratos ad os

j f kenndy e mais uma prova da corrupçao do tribunal de menores de lisboa

Depois de escrever as ultimas linhas do texto onde de repente pela memoria se somou dois números, duas quantias em dinheiro, equivalentes, ouvi pelo espírito, claramente, um mesmo se passou em dallas, estranhei, pois só assim o ouvi, e sendo que nesses dias andava eu buscando de novo os vídeos em falta de j f kennedy, os que os bandidos roubaram,


D ep o is de es c reve eve rato ps cabo do rato do arte do isco, orelhas, * , do ss u k t imas linhas do t e x to onda de r e pente p dela, me moira se s omo vaso dos dois, nu mer eros, du as das quantias em dinheiro, e qui iva e l n t es, cam bi os, o u v i p elo do es pi rito, clara ram am , mente, um mesmo, da se p ass o u e maderia de dallas, es ran h ei, p o is s ó as si mo o uv ie s en do q ue ness es do caralho do psd, dias, anda ava europeia bus can do de n ovo os v id e os em f al t ad e j f k en ned y, os q ue os ban didos ro ub aram


um mesmo, quê, um roubo falso, para obter assim um credito sobre uma transacção de outra natureza e género, ou ainda a historia do tal presente a marylin , o relógio de pedras lapis lazuli, com dois s, suficientemente afastados para tentar disfarçar, a origem do ingrediente , peça da morte de kennedy,a foice do sargento, o das botas, o de sines, o mais ou menos namorado daquela rapariga que agora mencionei que uma noite me apareceu em lisboa, e com quem fiz amor na casa actor joao rosa, no tal quarto que dava para ar rua, o dos padrões dispostos pela rita andalo


um me sm o, q uè, um do roubo falso, para ob teresa as si maior um c red dito it circulo dp, s ob re uma t ran s aç sao es de outra natureza e g ene ero, o ua inda da primeira hi s toira , a do t al pr es en te a mar y lino, ps, o do r elo gi, o de pedras l ap is l a z uli, com dois serpentes, sufe cie en te mente a f as t ad os para t en tar di s f ar ç ar es, a o rig e maria do ingrediente , a p e ça da dam am da morte de kennedy, a foice do s ar e gn to, sargento, o das botas, o de sin es, do circulo 101 do mais, o um en os na mora do daquela rapariga, q ue agora men cio n ei , q ue uma no it e me ap ar e c eu em lis boa, é com q ue maior do fi za am mor na casa actor joao rosa, no t al quarto toc do q ue d ava para da ar rua, o dos pad ro es di s post os p dela , a rita and alo, al circulo


estranhamente duas memorias desse tempo afloraram, em mim, o facto de durante essa estadia em sines onde rodei uma biografia do al berto e os poemas que muitos anos mais tarde montei, que estão on line, no livestream, o tal onde o al berto se senta num canapé semelhante ao que bush mostra a sombra do toiro da explosão do vai vem num de cetim, que remete para uma linha do blog deslizar nos sonhos, com as referencias já aqui explicitadas


estar, es star, na hm nete du às das me mor ia s dess e tempo, al o ra ram, em mim, o f acto de duran te, essa, es sat td do dia em sin es onda rod dei ei, uma bi o g raf fia ia do al berto, é os poe emas q ue mu it os ano s mais trade mont ei, q ue es tao on l ine, no l ives t rea am, o t al da onda deo do circulo do al berto , que se senta num c ana ape semel h ante cao q ue do bush, mos t ra primeira da sombra do toiro, da e x p lo sao d o va i ve maior nu maior de cetim, q ue reme te pa da ar uma da linha do blog, deslizar nos sonhos, com as ref fr ren en cia sj á a qui é x p li cita ad às


o facto de eu durante essa rodagem, princípios de noventa, estar em algumas fotos com uma t shirt , com o belo numero nas vezes, em corpo ao pe de ti, sessenta e nove e as botas de cowboi, que naquele tempo usava como uma vez te contei


o fat, de eu duran te, essa da roda da rodagem, rato circulo o dag en est ra em al gum as f oto s com uma t sh irt , com do circulo do ob do elo nu mer ero, nas v e ze es, em cop pro cao pede da sati ti, se s sena te e en ove e às das botas de c o w boi, q ue na que s dele tempo, usa ava c omo uam vaso é zorro da te conte ei


outra linha que me aflorou foi o facto de na sequência final, no quarto de al berto na casa de sines, nos discos no chão, mostrados como referencias o seu universo, estar o doors, que agora apareceu na ultima anterior leitura, relacionado entre outros com a serpente do mar

outra da lina, homem q ue da me a flor o vaso do fo do io f acto, dena seq ue en cia fina al, no quarto de al berto, na cas de sin es, nos dic os no ca ho, mos t r ado s c omo ref fr en cia s os eu univer s o, es star o dor rato serpente do que do agora, ap ar e c eu na u l t ima ante rato do iord , primeira da lei it da tura, rato dela , o do ac cio n ad o en t re outros com da primeira serpente do mar


no espelho, do armário, como o que aqui trago, al berto, ou seja o berto da al, da norte sul, recentemente falecido, 40 anos, poeta, quadrado do circulo, o poeta do bando da sic,


no do espelho, do ar do mario, c omo do circulo q ue a qui t rago al berto, o vaso do seja do circulo do berto da al, da norte sul, rec en te mn te f al e c id o, 40 anos, poe eta, quadrado do circulo, o poeta do bando da sic


a outra memoria, é um enigma, um belo rapaz jovem, que é filho de um casal que me acolhia e muito bem quando anos antes andara eu por aquela zona a organizar as escolas, e que sempre me trataram como filho, e que anos depois encontro em lisboa, pois para aqui viera e se tornara jornalista do expresso, da puta do balsemao, e de uma estranha percepaçao que tive nas poucas vezes que o aqui o encontrei, uma violencia profunda, como uma revolta e uma censura que ele trazia em seu peito, que achei estranha, mas que nunca ele me explicou ou eu percebi em profundidade, ou seja, olhando atras, creio que lhe terao contado uma historia, que portanto ele sabera,


primeira da outra, me moira, é um eni gm a, um b elo ra p az j ove mao pr, q ue é fil h , o de um ca sal q ue me aco l hi ia, é mu it o b em qua ando ano serpente ant es a b n da ra europeu por aq u y dela, a da zona, primeira a o r g a niza~, puta ps, r às es c ola se q ue sempre, me t rata ram c omo fil h oe, q ue ano s d ep o is en c on t ro em lis boa, p o is para a qui do viera , é se torn ar primeira do jornalista do expresso, da puta do balsemao, primeira, é de uma e ts ran h a per rf fc epa sao es q ue teve , na s p o u cas v e z es q ue o a qui o en c on t rei, uma viol en cia pro funda, c omo uma r e volta, é uma c en s ua rac q ue dele, t ra z ia em s eu p ei t o, q ue ac he ei est rana hpmme, masque ue nu n ca dele, me é x p l cio u o u eu per ceb ei em pro f uni dade, o u seja, o l h ando at ra s, c rei o q ue l he terao conta ad o uma da historia, q ue porta anto dele s ab we ra,


pois ele era um dos rapazes de sines que eu mais amava, e dos mais brilhantes


p o is dele, e ra um dos ra p az es de sin es q ue eu mais am ava, é dos mais, fr, br ilha ant es


dos relogios, me lembrei, no final da relaçao com a puta que me tras o filho roubado, tambem de ter aparecido um relogio de pulso assim meio escondido em cas que eu por acos descobri, e lhe inquiri, me disse te lo comprado numa viagem , no duty free do porto, mas aquilo me cehirou a disfrace e bem preparado de presente de uma qualquer namorado, porvavelemnte uma especie de formalizºao de contracto de roubo do filho, visto que estva bem preparado e tudo, tarzia até o talao a parecer ter sido ela a o comprar, se calahr para lhe oferecer


dos raros elo gi os, me lem b rei, no fina al , o da relaçao, do tribunal, com da primeira puta q ue me t rato ps as do circulo do filho roubado, tam am tambem de teresa ap ar e c id o u m r elo gi o de pulso, as si maior me io es conde id o em cas q ue eu por aco s d es co br ie , l he inq ue rato toi, me di ss e t e lo co m prado nu ma via ge mno d u t y fr ee , o do porto, mas a q u i lo me ce hiro ua di s fr ace, é be maior pre epa r ad o de presente de uma q ual q ue rato na mora ad o, por v ave lem n te uma es pe cie de for mali z º cao de c on t rac acto de roubo do filho, vi s to que es tva b em pre epa r ad oe tudo, t ar z ia a té o t ala o a pa recer teresa s id o dela, primeira do circulo co mp rato ps da ar, se cala homem rato rp dp para l he o fere ser


ou seja prova o paragrafo anterior, mais uma vez que a traficancia no tribunal de menores com essa puta falsa juiza, foi combinado e inclusivamente pago


o vaso do seja pro da ova do circulo do para rag raf o ante r ato do ior, mais, fr, uma v e zorro q ue da primeira da traficancia no tribunal de menores, com dessa puta f alsa j h u iza, fo i do combinado, dp, e inc l us iva vam am que mente , pa gato do circulo do lobo, cds, quadrado do circulo


e me recordei ainda que nesta transa do falso roubo do violoncelo, pois só assim um objecto daquela dimensao poderia ter desaparecido entre o local anteriro da rodagem o cais das colunas e o largo da sé, onde o pedro ayres, e rodrigo leao tiravam com uma especie de sinar fotos, a teresa chegava moinatda numa carroça de um burro, as crinças brincavam, a letra fala de lançar uma vaca de fogo a porta de igreja, um profeta tipo louco aparecia com um archote, cruzado em montagem com o grupo a navegar lietralemnte dentro da mae de agua


e me recorde ei, a inda q ue nest a transa do falso roubo do violoncelo, p o is s ó as si maior um ob ject o daquela, da dimensao, pode ria teresa de sapa rec id o en t re o l ocal ante rato ps doiro da roda dag ge emo do circulo do cais, o das co l unas seo l argo da sé, onda deo do circulo do pedro ayres, e do rodrigo leao , tir ava vam am com uma es pe cie de sin da ar f oto sa teresa chega ava mo ina td a nu ma car roça es de um burro, as c rin ç as es br inca ava vam am , a l e t ra do fala, de lan ç ar es, uma vaca de fogo da primeira da porta, de i g raja, um pro f eta t ip o lou co ap ar e cia com um arc h ote, c ru uza ad o em monta ge m c om o g rupo a navega rata lie t ra al lem n te d en t roda dam da mae de agua


uma confusao armada pela puta do david da valentim de carvalho, que encontrei em dia nao muito ido na casa fernando pessoa, e ingenuamente me disse nada saber do que se passava com o roubo de meu filho, e pouco tempo depois, de novo o vi, ali ao lado da igreja de santos, ao passar, com uam ra suspeito, mais ou menos no local relacionado com o voo dos carros da secreta


uma c on fusa sao da armada , trinta e um, p dela , a puta do david da valentim de carvalho, q ue en c on t rei em dia noa mu it o id dona da casa ferando pessoa, e in g en ua am que mente, me disse nada saber, doque ue se p ass ava com do circulo do roubo de meu filho, é po u co te mp o de p o is, de en ovo circulo do vi, al i cao lado da igreja de santos, ao p ass ar, com uam ra s us p ei to, mais, fr, o um en os no l ocal rato dela , a c cio n ad o com o voo dos carros da secreta


uma confusao que o david armou, com uma participaçao de cinquenta contos da editora, que me permitiu alugar um stedy cam para a rodagem dos dois clips feitos ao mesmo tempo, e que depois a puta, inventou que lhe daria direito à propriedade dos ditos,


uma c on fusa sao q ue do circulo do david ar mo vaso, com uma p art ti cip aç sao es de cin q u en ta contos da e d i t o ra, q ue me e pr n it eu a lu gar um ste d y cam para da primeira da roda da dage da rodagem, dos do is c l i ps , feitos, cao me sm o tempo, e q ue d ep o isa primeira puta, in v en to vaso do q ue dele , da r ia di rito à pro rop pr ie ed ad e dos ditos, masos


e ainda uma relaçao que aflorou, pois o tal polaco que comprei para francisco da madredeus, o fui comprar na ou pela academia de santa cecilia, que é curisoamente de onde em anos recente me aparceu essa menina dos teatros, a sofia, a do vestido vermelho na festa das danças de lisboa, há una anos atras, como a dizer e fechar de certa forma um mesmo circulo de eventos


é a inda, uma do tribunal da relaçao, q ue a flor o u, p o is o t al polaco q ue co mp rei para fr anc isco da madredeus, o fu oi co mp rato ps da ar nao vaso p dela, a da academia de s anta cec i l ia, q ue é cu r isso am , a que mente , de onda em ano s rec en te me ap ar c eu essa menina dos teatros, a sofia, ad ove v est id ove vermelho, na festa das danças de lisboa, h á un a ano s at rato ps ás, c omo da primeira di ze ratyo, é fe ch ar de ce rta da forma um mesmo , o do c irc culo de eve en t os


muito curioso se desvelador, é o facto de que esse poema que montei talvez em dois mil do alberto no canape, ter tambem misturadas imagens provinientes de um desse clips da madredeus, o rodado em agronomia, alvo a qui de uma abordagem atraves das fotos de rodagem com outros de estranhas assinatura de rituais, arvores torcidas ao pe do monte da lua em sintra, ou seja, se confirma assim tambe, a relaçao entre o passe de sines e madredeus, ou seja a puyta do ayres, a imagem final, embora não se veja nesse montagem e um travelling entre o milho que aponta a teresa , que estava vestida de negro, como imagem tipica de fado, e na clareira se veem exacatamente, na imagem original do clip da madredeus, a guitarra do pedro ayres a o rodrigo e salvo erro o gabriel a aparecer entre os milhos, mas ayres, é a chave, e é a relaçao com os bandidos do grupo sete, porjornal, mauel falcao, miguel esteves cardoso, pedro rolo duarte e por ai fora, como se desvelava na faca tornara visivel, no armario das casstes, grupo do independente, onde o grafismo do filme do hitscok, diz tambem A1, A12, norte sul, primeira do circulo de dezxembro, quadrado da estrela, bairro


mu it o c ur io s os e d es vela ad dor, é circulo do ac do acto deque desse cobra poe ema q ue do emo do monte ei t alvez em do is mi primeiro do alberto no c ana ape, teresa t am tambem ms it ur ad as ima ge sn pro vini en t es de um desse c l i ps da mad red eu s, o rodado, em a g ro no mia, alvo , primeira do ki aqui, id de uma ab o r dage maior mat at ra v es das f oto s de roda dage maior do com de outros , de est ran anhas as sin a tura de rituais, ar v o r es tor cidas cao ped do monte da lua em sintra, o vaso do seja, se c on firma as si maior tambe, primeira da relaçao, en t reo o circulo do passe de sin es e ema mad red eu s, o u seja a p u y t ad o ayres, a ima ge maior fina al, em bora n cão se da eve do veja, br, nesse mon rage me um t ravel l ing en t reo circulo do milho, q ue ap ponta primeira teresa , r e sa , q ue est av v est id a de negro, c omo ima ge maior ti pida de fado, é na clare ia rato ps se v e em e x aca cat ae mn te, na ima ge m or i gina al do c l ip da mad red e usa gui tar ra do pedro ayeres, primeira do circulo do rodrigo, é s alvo ero eo g r a b rie l a ap ar e , ser en t r os milhos, mas a y r es, é a c h ave, e é primeira da relaçao com os bandidos do grupo sete, por jornal, ma ue l falcao, mig u dele, es tv es cado r s o, per do r olo du rat e por rai for ac omo se d es vela ava lava na f aca torn ar a v isi v el, no ar mario das c ass st es, g rup pop do independente, onda deo o grafismo do filme do hi t s c o k, di zorro t am tambem da A1, A12, norte sul, primeira do circulo de dez x em br o, quadrado da estrela, bairro


curisoamente a figura de negro, não deixa de ser reflectida aqui no video a que chamei de chave das torres e outro, figurado no meu manto, em cima de uma cadeira, com as estrelas brancas sobre o azul croma com estrelas, a figura sugerindo um fantasma, ou seja, os fantasmas


cu r isso am primeira, a que mente, a figo ra de negro, n cão de ix a de ser r efe fel c t id a aqui no v id deo da primeira do q ue c ham ei dec chave home ave das torres e outro, figu r ado no me vaso do manto, em c ima de uma cade da ira, com ás das estrelas bar n cas s ob reo azul c roma co pm est rato delas, a figu ra s u ger indo um fanta sm a, o vaso do seja, os fantas maior às


contudo a ultima soma,ou melhor dizendo sub soma, e o que desvelei atraves da cpa do asylium years, do tom waits, diz da linha do video anterir, o resto que esta por debaixo, roma tridente bum torres, ny tridente bum londres, vingança, e ainda de permeio, o que me parece ser o tridente da eua no sudoeste asiatico, ou seja grande matança,


c on tudo primeira s oma, é circulo q ue d es vele lei ei at rav es da c pad o asylium, o psi, oi, y e ars, do tom w a it s, di zorro da lina hd o v io de ante rato do iro, o r es toque desta por de ba ix o, roma t rid dente i do bum torres, ny t rid dente bum londres, vin gan ç a es, sea é a inda de permeio, o q ue me ap rece s ero t rid id dente da eua no do sudoeste, festival, o genrinho da puta cavaco, as iat ico, o u seja g r ane ned dama mat ança es