segunda-feira, dezembro 20, 2010

às autoriedades dos homens se ainda as houver, se nao, a Deus, seus pedofilos assassinos, 24

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na fachada da igreja antiga da se, um estranho grafitti escrito a vermelho pedia a libertação dos bombeiros voluntários belgas, assim sem nenhum contexto outro, do que as noticias que não são noticias nos jornais dos bandidos, mas sim vivem e gritam às vezes nas paredes de lisboa


na fac homem da ad da primeira da igreja antiga da se, um est raro do anho g raf it ti es circulo do rito primeira verme home primeiro do natal, ped ia da primeria liber rt sao es, a dos b om be iros vol un t á rato iso de bel gas, as si maior  se maior  nen home um do c on tex t o de outro, doque ás not ti cia s q ue n cao sao not ti cia s nós jo rn ase id os dos bandidos, massi maior  vaso ive me g rita tam am, à s v e ze es nas par ee es del primeiro da is boa


entrei e deu meu guarda chuva pela laje tumular do conde ou algo assim com o nome de outro dos bandidos de agora, o rodrigo cunha, e dois números em dois locais das lajes me disseram ainda de um coxo,ou melhor, de alguém que por um passe ficara a coxear, co zé da ar,  e do circulo do zé, de dezembro, x


en cruz rei é de vaso  me vaso dog ua rda circulo do  homem da uva, mulher de durao,  p ela, a da  laje, acores,  t um mula rato  do conde,  circulo da ual gato circulo goa  as si maior com do circulo  no mede de outro dos bandidos do agora, circulo do rodrigo cunha, é do is n um mer ero serpente  em do is prime do iodo , io do circulo do cais, circulo , o  das lajes, acores,  me di ss é ram da primeira inda de um co do xo, é do circulo do ze, de dez em br circulo do ox zorro do,x, duplo xx, padre antonio viera, alvalade, alva al ala lade ad  e, e um passe no céu feito com aviões aqui descrito em seu tempo de acontecer, com dois x sobre o rio tejo

no rossio no pequeno largo que dá para a rua do carmo, de novo a vi, a belíssima rapariga alva como a neve com seu vestidinho verde celta parada com o home que a acompanhava como se estivessem a ver que direcção tomar


nodo rossio,  no do pequeno primeiro  argo qua ad do dado vaso,  é da primeira do para da rua do carmo, de n ovo a vi, a bel iss ima ra pa riga alva circulo do omo da primeira ane da neve com serpente eu v est id di  n ho ove verde celta , parada com do circulo do home q ue primeria aco mp anha ava circulo da omo da se mose est ive esse ema primeira ver q ue di rec sao espanhola de tomar

mais acima, de novo a rapariga que pressuponho ser da loja do hugo boss, ali estava parada no meio da rua olhando em frente , loira com botas e montar que lhe dão assim ar meio sado pela forma e pela posição onde nas pernas terminam, provavelmente na melhor das hipóteses a brincar de policia sinaleiro, nestes passes das bestas, um tuna académica, a ligar à falsa noticia aqui comentada da demissão depois do furação, do do psd da câmara de coimbra, linhas antigas neste blog desde o seu inicio, marta ataca blog , um de uma empresa gráfica ligada a ar, e uma viagem que na altura lá fiz e depois aveiro, o mesmo eixo, e de repente a primeira tromba de agua por uns breves minutos, que fez toda a gente levantar-se das esplanadas do chiado, era o segundo sinal, um sinal claro de um cio que estava montado com vista a um negro fim


mais fr ac ima, de n ovo da primeira ra pa riga quadrado ue pr ess u p on ho ser da loja do hugo, ob o ss ali,  est av da parada campo de ourique, ano me io da rua circulo do primeiro homem ando em fr en te , loi rato  ac com das botas, é emo monta rato q ue l he do dao , as si maior da ar me io do sado,  p ela, a da  forma, é p ela posi sic sao es da onda dena serpente das pernas teresa sara rato da mina am, pro ova ave lem nt tena rena me kapa primero hor das hipo te serpenets das espanholas, primeria bric cna rato ps  de pol ica sin al eiro, nest es p ass es das bes sat ts, um da tuna aca da emi mica, a liga rata da primeira  f al cortez sa ano not tica do qui , com en t ad , a da pimeira da demi ss circulo  d ep o is do fur racao do furaçao,  dodo do psd da cama do ra de coimbra, linhas ant ti gas nest é b lo gato  de sd deo serpente eu in i cio, marta ata aca b lo gato de um de uma em presa g raf ica liga gada da primeira da ar, é uma da via ge maior  q ue na al tura l á fi zorro do ze,  d ep o is ave iro, circulo do mesmo , ei do xo, é de r ep en tea primeira da t rato circulo do mba da tromba de agua,  por un serpente sb  br eve serpente  minu t os, q ue de fez toda da primeira dag da  gente l eva van tar do traço da inglesa se sedas das esplanadas do chiado, é ra do circulo do segundo, o do  sin al, um sin al circulo do primero aro de um cio q ue est av do montado, com viso ista da a um negro fi maior 
 

às autoriedades dos homens se ainda as houver, se nao, a Deus, seus pedofilos assassinos, 23











depois caminhei, já a noite se pusera, parei um instante na bela álea por detrás da pequena igreja, com o estandarte templário que remete para tomar e que se encontra relacionado também com o furação, e foi aí que dei pelo primeiro sinal, pois de repente um estranho vento em pequenas rajadas ali se anunciou, vindo da parede onde estão os azulejos e a pia exterior em forma de concha,

quadrado ep o is ca minho ei, j da cruz primeira, a primeira do ano da noite,  se p use ra, pa rei um in sta nt rena vaso da bela al lea por det rato ps ad da primeira da pequena igreja, com do circulo do est en do zorro da arte te mp l a rio, qaudrado vaso é reme da te do para det da cruz do omar, quadrado da ue da se en contra rea al cio n ado tam am também com co circulo do fur ração do furação, é fo do oi aí , quadrado da ue dei ip da puta do elo do prime do io do mar,  sin da al, puta do circulo  is der rato da ep da en te,  um de est rato,  en home do circulo do vento en to,  em pequenas ra j ad as ali da se ano un cio vaso, vaso indo da parede, lugar,  onda est cão os az u le jose primeira do pida, primeira em forma de concha, dec em chá, china

as rajadas me chmaram para o pe da parede da igreja, e reparei no painel de azulejos que há muito tempo nao via, e que de repente à luz de letras aqui recentes, sobre essa puta do martin, o tal do jornal dessa conversa na rtp sobre o tal pagamento a quem rouba os filhos, pois o painel de azulejos,  conta a historia do cerco a lisboa, quando os mouros sao derrotados e explusos, e martim, o martim moniz, reza a lenda que foi o que ficou entalado outrora na porta do castelo e assim morreu de forma a a deixar aberta para que os guerreiros entrassem, mas o painel a conta ao contrario, pois quem se ve entalado na porta do castelo sao mouros e nao os chamados cristãos, ali estava vendo e pensando isto, ao lado da pia da concha, quando aparece de repente um pide, que me terá visto ali a chegar e abruptamente fora ver o que eu fazia, tendo ecoado isso em dia seguido nos jornais dos bandidos, que tinham visto não sei quem pelas banas de tomar, ou seja entenda-se dessa igreja, que filhos da puta sois!!! inferno com vós!!!!

as das rajadas, rata primeria do p rin ciep, ad às  da me circulo hm aram para do c irc uk lo da peda da parede da igreja, é rata ep ar rei no pa ine l de az u le j os quadrado é vaso  há muito tempo,  te mp pop n cao da via, eq da ue de r ep ene net , à da luz de letras,  a qui aqui  re cent espanhois, s ob re essa puta do martin, o t al do jornal, a  dessa convers ana da rtp s ob reo t al pa gam en to primeira q ue maior rato ps  o u bao serpente dos filhos, p o iso pa ine l conta da primeira hi s tori ad o ce rc coa primeira deli sb da boa, qua n dó os mouros sao der r ota ad os se e x p luso se do mar tim, o ma tim do moniz, tvi,  r e za da primeria  da lenda , q u e fo io q ue fi co vaso  en t ala ad dd da dp de outrora,  na porta, cds,  a do castelo,  é ass si maior mor reu de forma da primeira,  a dei x da ar ab e rta para q ue os g ue rr ei iro s en t r ass é maior , maso pa ine l s, primeira da conta cao contra do rio, p o isque maior da se vaso,  e , en crzu da primeira do aldo na porta, cds, a do castelo da sao dos mouros,  en cao os circulo do ham am , ad os circulo rato do ista os ali est ava do vaso en dó, é pen serpente do ando do  is to, cao lado da pi ad da primeria do ac aco da concha, qua n dó ap a rece de r é puta do ente,  um pide, quadrado do vaso é dame da teresa ra do vi st circulo ali,  primeria da chega ra do tp , é ab rup pt am , que mente,  fo pr ave ero roque é eva vaso f az ia da cruz  en do ,e , coa ad  circulo do ado do iss circulo  em dia da se do guido,  nós do sj dos jornais dos bandidos, quadrado vaso é tina hm vi st on cao serpente do  ei quadrado da ue maior puta  delas,  ba anas de tomar, o vaso do seja en ten da tralço inglesa da se dessa igreja, quadrado é  fil home do os da puta da sosi, g rupo balsemao, sic, !!! inferno com do vaso do ó serpente!!!!


continuei caminhando a descer para a baixa , acompanhado sem o estar por belas crianças estrangeiras contentes que desciam com seus pais nesse final do dia em que o prenuncio de passes de tempestade estavam já no ar


conti nu ei ca minha n dó da primeira d es ser para da primeira da baixa , aco mp anha dó s emo es star do por de belas, lugar,  c ria anças est range das iras c on t ene net serpente q ue de es cia am com se us pais, tvi,  ness é fina l do dia em quadrado , vaso é circulo  pr en un cio de p ass es de te mp est ad e est ava vam am da ja acento do no da ar

às autoriedades dos homens se ainda as houver, se nao, a Deus, seus pedofilos assassinos, 22

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assim estava o estranho por do sol que antecedeu o furação, visto desse lugar
as si maior  est ava do circulo do ester , cruz rn ho por do sol, também nome de restaurante das azenhas do mar, zona de praias aqui muito convocada por diversas desgraças,  quadrado  ue ante tec ed eu co circulo do furacao, o vito desse lugar, pri mr io do circulo gato da ar








estranhei o logo desse café terrassa, em seu símbolo, parece uma chávena de café com uma asa visto de cima, ou então um circulo , de uma roda dentada com outra mais pequena como um veio de jason, ou da loja das mille fiores na baixa, como uma peça do lote das que um dia comprei, vide ref anteriores sobre esta linha

est rato do anhe io l o gode desse cafe , teresa  rr ass primeira, em serpente eu si mb olo, pa rece uma c havena dec ca fe , com uma asa vi serpente to de cima, o vaso do en tao , um circulo , de uma roda d en t ad ac om de outra rama mais pequena,  circulo do omo,  um do veio de jason, o vaso da da loja das mi ll le fio ratos es na baixa, circulo do omo,  uma p eça dol primeiro  ot, é das q ue um dia com pr ei, vide, castelo,  ref ante iro ratos es s ob re e sta desta linha

ainda na terrassa vi uma bela rapariga sentada neste sofá, com os pés nus que me apareceu asiática em primeiro olhar, uma belíssima gata num conjunto de outros gatos e gatas que por ali estavam ao momento, entrei, e me dirigi a casa de banho, e quando passo a primeira porta, dou com uma outra rapariga cabelos claros, belo sorriso luminoso, vestido com o mesmo padrão da outra do vinte e oito, mas em vermelho riscado a branco, como uma mantinha escocesa, sorri para ela cumprimentando-o e olhei as portas da casas de banho, onde os símbolos do masculino e do femenino conjuntamente com o o do logo do café, faziam de repente um sentido cumulativo, como a junção de dois sexos num, ou seja uma imagem de androgino e de androginidade

primeira inda dana ana da te rr ass primeira  vi,  uma bela ra pa riga s en t ad ane neste s o fac om os  p es nu serpente q ue dame ap re eu as iat tica em pri mr io o l homem da ar, uma bel iss ima gata nu em c on jun to de outros gatos e g ata sw serpentes,  q ue por ali, super mer cado,  est ava vam am cao mo men to, en t rei, é me di rig ia c asa sede ban ho, eq u an dó p ass circulo do onze da primeira, da porta, cds, do vaso  com uma outra rapariga cab elos circulo do primeiro meo  aro sb elo sor rato da  iso lu mino osso, vaso est id circulo com do circulo do mesmo, o do  padrao , p ad dr rato ps cao, da outra, a  do vinte e oito, ma serpente  em verme l ho rato  isca cado primeira do branco, circulo omo , uma man tinha es cos e za, sor onda rato ip  para dela,  cu mp rime en t ando traço ingles circulo, é circulo do primeiro do rio,  he ei ás das portas, cds,  da circulo do as de ban ho, onda os si mb olo sd circulo do mas cu lino, é do fe mino circulo em jun do tamen, gulbenkian,  mente, tec omo modo, o do  l o god da doca fe, forte  az iam der rato da ep da en te,  um serpente  en cruz id circulo do cu da mula da cruz do  ivo, circulo do omo da primeira jun da sao espanhola do dedo dois, av de ninguém,  do is se do x os n umo da ova do vaso do seja,  uma mai ima mage md,  é an dr o gino, é dea n dr o gi ni dade

 um outro grupo de raparigas se levantou ao momento e eu me sentei num maple, e me dei conta que se tratava de um final de uma sessão fotográfica que ali ocorrera, a imagem assim se definiu, do lado da direita um mac com a maça mordida em cor clara, onde as fotos estavam, do outro lado, a rapariga do café sentada por detrás de um hp, ou seja a suma, dava conta, mac, a maça mordida, hp, horse do power da maça mordida, mais tarde, a rapariga com os empregado como que fez uma dança das cadeiras à volta das mesas, as luzes dos tectos, círculos grandes mudava, de cores e desvelam em seu contorno, um forma geométrica como a que resulta da inscrição de um pentagrama, assim se completava o sentido, a bela rapariga de pés nus, ao sair apontou com o braço a casa de topo de um antigo palácio na rua da costa do castelo que foi há anos recuperado, um ninho das águias, que já antes ali me chamara a atenção, provavelmente o foco do passe, o assistente do fotografo parecia com sua boina, um dos rapazes do bando da rtp, do cinco para a meia noite

 um outro dog do rupo de ra pa rig do gas da se l eva van to vaso do cao do momento, é europeu da me s en  tei nu maior ma apple, é me dei conta,  quadrado da ue set rat ava , de um fina l de uma s es sao foto g raf ica q ue ali o cor rato ps e ra, primeira rai ima mage massi maior da se d efe ni vaso, do l ado da direita,  um mac com da primeira maça mor dida em cor da clara, onda às das fotos est ava vam am, do outro do rol lado, primeira ra par riga gado do cafe,  s en t ad a por det rata as de um do hp, o vaso do seja da primeira serpente uma, da ava conta mac, primeira maça mor dida do hp do  horse do pow,  é rato  rda dama dama maça mor dida, mais , fr,cruz arde, primeira ra par riga com os em pr pre, é gado doc circulo  omo quadrado da ue de fez , uma da dança cortez ad ás cade ira serpentes,    à vol t cruz ad ás da mesa serpente, madrid, , as das luzes,  dos tec t os, c irc culos gato  rand espanhol da  mud ava, deco ratos dos espanhois,  é do quadrado da espanhola da vela da lam da am, em serpente do eu,  circulo em  torno, um da forma geo met rica circulo do omo da moda,  primeira rac da ue do rato espanhol do sul dt da cruz da ad da primeira,  em sc re sao espanhola,  de um do penta tag gato da rama, ass si maior da se,  co mp pri mr io da eta ava do circulo do dó da serpente en cruz id circulo, primeira do ab da bela rapariga de p és n usa sao serpente air,  ap o nt o u com do circulo do  br aço, primeira circulo do as de top circulo,  de um antigo pal do cio na rua da costa do castelo,  q ue fo do  oi ho pm é md,  o do circulo do acento da primeira  há anos,  re cup pera ad o, um do nin ho das aguias, q ue da já ant es ali da mec circulo do ham am da ara, primeira at en sao espanhola, pro da ova da ave do lem nt , é circulo do foc , o da p do ass do seo do ás do sin da te do fo tog rafo par rac ac cia ia,   com da serpente da ua da bo ina, um dos ra p az es do bando da rtp, doc inc circulo do para da am do ei do ino do dado do ano da noite, 2005