terça-feira, janeiro 25, 2011

decima nona parte das bombas em londres

decima nona parte das bombas em londres




ontem ouvi pelo espirito depois da escrita, que ela tinha recebido dinheiro para me matar, tal se pode aplicar pela logica do conteudo , a duas, ou a cristina coutinho, ou alguem da entourage da amy, e ainda ouvi que o cavaco silva tambem, nao necessariamente por este motivo, mas tambem nao o desdizendo, pois na verdade tentaram matar-me diversas vezes e portanto parece me normal que alguns por isso tenham recebido, contudo, alguem o sabera para eu o ter ouvido pelo espirito, essa confimaçao

o nt é emo maior o u vip elo es pe it o de posi dea esc rt tita, q ue dela, a tinha rec e bid o di eiro para me mat da ar, t al da se da pode ap lio car p ela, a da logica doc conte u do , a de duas, o ua da cristina co tui n ho, o ual g ue mda en to u rage da amy, é a inda o uv i vic q ue do circulo do cavaco silva tam am tambem, n cao nec ess saria am, mente, por este motivo, ma serpente tam am tambem n cao do circulo d es di zorro zen dó, p o is na verda de ten t ar rem mat ar traço inglesa me diver s as v e ze s o ten t aram , é porta nt o pa rece da me nor mna al q ue al gun spor iss circulo ten do ham rec e bid o, c on tudo, al g ue emo , sabe , ra do para oe eu circulo da teresa, o uv id o p elo es pei rt o dessa, c on fi ima maçao, noe norma al, por v ave lem mai iro ro n t é entao a do rolls antigo

ainda dois comentarios relativos aos comentarios que correspondem a ultima parte aqui publicada, a decima dezoito, curiosa troca pois o livro que o laurent me ofereceu nao é o do moby dick, que remeteu para baleia e por consequencia para a assinatura da real, no tamisa, mas sim , como poderao ver nas notas da leitura que em tempos sobre o livro fiz e aqui publicado neste livro da vida, o billy bud do herman do mel ville da pinguim classics o da sic, o do ics

primeria inda de dois, com en tar da ar da iso, ratos ela t ivo serpente sao cao serpente dos com en t ar ios , q ue cor r e ps on de ema primeria do um t ima p arte aqui pub lic da ad a ,a dec ima dez oi it o, cu r iso sa t da cruz da roca , p o iso l iv roque sd circulo do l au rent da me oe fer c eu n cao é circulo do mob delta do di ck, q ue reme t eu para bal ei a , é circulo do poer co nse q ue ed dn cia para da primeira s sin a tura da real no t am da misa, massi maior , circulo do omo pode r cao ver n ás not as da lei tura, q ue em te mp os s ob reo l iv ro fi zorro da za do aqui aqui, ip da pub li cado nest el iv roda david a, massi imo mo bi ll do delta do bud do herman, do mel vaso da ille da pin gui m c l as sio circulo ss, santos silva, ps, serpente, o da sic, o do ics

abri o livro ao bocado pois fui confirmar o titulo e me saiu na leitura, billy buda and other stories, the bell tower, e as seguintes palavras da pagina duzentos e quatro e duzentos e cinco, me saltaram ao olhar, excellenza, general gravity, Una one, harkm, mor tar excellenza, babba donna vaso ery well, soul, sisera God ' s vain fowe in Dek fonca ' s paintingm signor, deborah e jael, turning, the mechanician s powerful art

ab br rio liv rato circulo do cao bo cado p o is fu uei c on fi mara do circulo do tit vaso primeiro dol do rol do oe da dama do dam mesa, europeu na lei tura, bi ll delta do buda and ot her stori espanhois, cruz he bell to we rea serpenet da se gui int espanhol pal av rato ps ás da pa gina dos duzentos, eq vaso cruz rop , é d uz zen to ze circulo inc, o dame dam da mesa, o a id do sal, cruz aram cao do olhar, e x circulo da ellen za do g ene r al g r av it y, Una one, home da ar kapa, maior dom mor da tar, é x circulo da ellen da elle, za, aba do ba da bb , primeira donna ava vaso do ery do well soul, sis é ra God 'ap s oto lo serpente serpente do vaso da primeira em fo we in Dek fonc a ' serpente pai em tin gm si gn nor, deborah é ja do el, cruz ur n ing, cruz he mec home da ani cia ns da p do circulo do we do rf vaso do primeiro da art

o segundo aspecto, é que existe um terceiro financeiro que me saltou à memoria quando sobre a meditaçao neste ponto , do claro envolvimento de gente das financas e dos bancos neste atentado, um que apareceu recentemente numa notica do dn, que foi onde me dei conta da existencia dele, um portugues que lá vive que tinha na aparencia sido promovido de banco, mas que ia ganhar menos, estranho para promoçoes, e sendo que a expressao da face dele, se entranhou em meu olhar de forma estranha, ou seja toda a noticia me cheirou a esturro e ainda a culpa expressa nele

o segundo da primeira ap p do às dos tectos, é q ue e xu te, um terceiro fu ina ac ce iro q ue da me sal to ua primeria me mor ia qua n dó s ob rea primeira me dita taçao nest é ponto, circulo, doc primeiro aro en vol vi we maior nt circulo, de g en te das fia ian n ce às , é do os dos serpentes dos bancos, ne sd dt é atentado, um q ue ap receu re cente , mente , nu ma not tica do dn, q ue fo do oi da onda da me dei conta, da e x ie tn ac cia dele, um portu gui es q ue l á vaso da ive q ue tina home na ap ren cia se id circulo do por m ov id , o do banco, masque do ia da gan home da ar men do os, é ts rato do anho , para poor moço es, é s en doque da primeira express sao cao da face dele, se en t r anho vaso em me eu o kapa primerio do hoem da ar da forma est rata anha, o vaso do seja toda da primeria do ano da not ica me c he ei circulo ru, primeira do esturro, é a inda primeira cu l pa express anel ane dele

salvo erro vinha do santander e fora para o lyods, que declina em lio delta do ds, circulo da it rato circulo ingles, ps,

serpente do alvo é rr circulo do ov da vinha do santander, é for primeira do para do circulo do lyods, q ue dec lina em lio delta do ds, c irc u loda da it rato circulo ingles, ps

 
 
volto a esta fotografia que aqui já publiquei em parte anterior pois me parece a que corresponde ao lugar onde a explosao se deu, para abordar mais alguns dos pormenores que nela se desvelam


volt circulo da primeira a desta, f oto tog gra da fia q ue primeira do ki aqui, ja acento pub lic u ei em p arte ante rato do ior, p o is da me pa rece primeira q ue cor r es ponde cao lu gato da ar onda dea da primeira explosao, é x p pri mr io do circulo sao, a da se d europeu, para bo rda ar mais , fr, al gum da mes, ms, do sd os por men o r es q ue nela, se ed ds vela lam am

a tal cunha vermelha que foi na parte anterior abordada, a que está em cima do tejadilho de um ford kia, kapa quadrado do ia, o do ki, da di da visao, neste enqaudramento adquire duas correspondencias mais claras, a de um lamina vermelha de metal , como a que comprei na rua do possolo para cortar os tais quatro cantos da estruturas que me remeteu para a dos bancos no metro, e ainda para uma pá de helicoptero, pois a cor, corresponde às da pás do vario, e especificamente, a uma das pás do rotor do leme de direcçao, que quando da ultima vez que com ele voei, ficou com uma unhada, ou seja se partiu um pouco

a t al da cunha, a ave vermelha , q ue fo ina p arte anter iro ab o rda dada, primeira quadra da ue e stá em circulol do ima do te jad din ho, o de um do ford kia, kapa quadrado do ia, o do ki, da di da visao, nest é enqa au dr am , o que mente, ad quadrado do vaso da ire rede de duas cor r es pond w en cia serpenet da mais clara sade, um da lamina vermelha de met da al , circulo do omo da primeira q ue com pr rei ei na rua do ps solo, capitao cos, para co rtar os tais, br, quatro, tvi, can dat da cruz do os, a da espanhola cruz da ru rutas qua dro do ado da ue dame reme mete vaso do para da primeira dos bancos, no do metro, é ainda pa rta, um p á de hel ei co pt ero, p o isa primeria acor, cor r es ponde s ar g en t o, ás da p às do vaso da primeira da ar do rio, psd, é es pe cif if icam en cruz we, a uma, das p às doro tor, circulo , o do leme de di da raçao, quadrado da ue qua n dó da aul cruz do ima vaso cruz , é zorro doque com dele, vaso do oe eri ei , fi co vaso com uma da un unha dao cvaso do seja se p art ti vaso , um p da dp do vaso co

curioso é que os vidros do ford kia sao perfeitos arcos, onde na parte de tras se ve um figurado um bico de aguas e um verde esmeralda, lapis lazuli, em baixo, para onde ele aponta

cu uri rio serpente circulo , é q ue os vaso id do dr os, o do ford kapa do ia , serpente circulo da primeira dos perfeitos, arco serpente , madrid, feira rata arte , onda dena p arte de t rato às da se eve, um figo ur ad do ado , um bi code das aguas, é um verde es mer alda do l ap is l aza li, em ba xo, para onda dele, ap pao nt da primeira

esta lamina de serra pá de helicoptero, e pad dele da me de fez, me fez recordar as diversas linhas que aqui estao narradas com helicopteros desde modelos a reais, das quais destaco, primeiro , porque pela tarde de hoje, um pequeno tipo halloute dos recentes passou por aqui, certamente de preposito para me lembrar a associaçao,

é sta desta , a da lam da am , a min da mina do ina do pade do hel, é co pt ero, me de fez reco cor rda rat delta circulo ás diver serpentes ás das linhas, lugar, quadrado ue da pri mira do qui aqui, est cao na rr ad as com hel li co pt eros de sd e mode elos primeira reais, das quais, pol ica fr, d est aco, prime rio do rato do io , por q ue p ela, a da t arde de homem de oje, um pequeno t ipo h allo u te dos re c ene nets p ass circulo do vaso do por aqui, ce rta em nt e de pre po sito para me lem br ar a as soc ia sao da puta espanhola

nao tera sido inocente esse sincronismo provocado hoje pela tarde, pois o caminho estava cheio de pistas, diversas, ou seja mais um vez o prepararam, e como percebi tambem por um eco de um a passar, cometeram o constante crime de terem cá entrado , hoje de novo quando fui a campo de ourique, seus filhos da puta sem lei e filhos da puta da lei que se vergam e sao assim criminosos, badamerdas, que o inferno vos seja quentinho, morrei, cabroes de merda !!!!

n cao teresa ra serpente id circulo inc oe en ted, o desse sin c r oni sm circulo por vaso do circulol do cado home do oje p ela t arde, p o iso ca minho est ava c he io de psi t as, diver s as, o vaso do seja mais, fr, um vaso a e zorro do x do zo , pre par aram, é c omo perce bi tam am tambem por um , e code um da primeira p ass da ar, co mete ram circulo do co ns tate do crime , de teresa ca en t rato do ado de hoje, de n ovo q au n dó, fu ia cam pode ourique, se us dos fi kapa l ho serpente da puta sem lei, é fil ho sd da primeira puta da lei , q ue da se verga am e sao as si maior criminosos, b ad dam am mer das merdas, q ue circvulo do inferno vaso do os do seja q un tin homem do hi do io, mor rei, c abr o es de mne merda !!!!

recordo em sumario que helicopteros aqui nesta historia, há muitos, o primeiro que me recordo é dos filhos da puta dos criminosos constantes da sic em crimes contra os direitos da pessoa, e outros bem piores, que me seguiu no dia em que fui esconder a chave, depois a morte do ze num outro, ainda um que andou muito tempo pelas noites na zona do centro de lisboa e rio, que parecia acompanhar-me , ou seja presente em muitas visoes, a tentativa de me cortarem a cabeça com um pequeno, modelo, no geres, minho, e ao hoje ao ver este , que me pareceu privado de aluguer, me lembrei de um outro que tinha um firma , salvo erro no sul, e que desapareceu numa viagem para lisboa, quase todos estes estao aqui referenciados no Livro da Vida

record circulo, jornal, em s um mario ari circulo q ue hel ele lei co pt ero saqui nest primeria desta historia, homem do cento da primeira mu it os do circulo do primeiro q ue mr e record circulo, é dos filhos da puta do ss c rim ino serpente dos os co ns t ant espanhola da sic, em crime, contra os di rei rt os da pessoa, é outro serpente be maior dos piores, q ue da me se gui no do dia em q ue fu ie es conde ra da chave, d ep o isa primeria moret, do ze nu maior de outro, a inda de um q ue ando vaso mu it o te mp o p delas, no it es na zon ad circulo do centro, cds, de l is boa é rio, q ue par e cia aco mp anha rato ps do traço da inglesa, meo vaso do seja pr es en te em mu it as vaso do iso es, primeria da ten tat io da ova de me cora rata rem primeira cab besa, com um peq eu nó do modelo, no do ger es, minho, é aco cao do homem do oje, cao ver, este , q ue da me pa receu pr iva ad o de a lu ge ur, me lem br ei de um outro q ue da tinha, um fi o rata da ma , s alvo é rr on circulo do sul, leque eq da ue de sapa receu nu ma via ge maior do para lis bi circulo da primeira, q ua e todos de este s est cao aqui re fr en cia ad os no Liv roda daVid primeira



a pá da lamina, asa de aviao, aponta um preciso ponto no passeio, o principio da curva ou seja um semi arco, onde uma linha branca em recta, como que o corta, ou seja um arco dentro de outro arco do passeio, com uma outra linha amarela, pressupoem-se na estrada , como uma perna , parece um passaro bico gravido ou algo assim, ou ainda uma especie de gancho, e um pedaço do que se pressupoem ser pano azul dos bancos atravessa essa linha curva amarela e o liga a um dos assentos que ali esta ao alto, como figurando uma mala azul, no eixo do cab negro vermelho e amarelo, quadrado maconico, pb, cuja roda de tras do lado direito parece ser apontada por um outro bico maior vermelho, que se formou na chapa do autocarro depois da explosao, no meio de quatro personagens, ou seja um delta, dois, um de capacete amarelo vermelho, e o que parece ser um policia, azul, tipo sempre em pé, pela posiçao, io do arcos do for kapa do ia, por detras deste delta simbolizado pelas quatro personagensm, um deles parece figurar um medico, que conversa com um amarelo verde alface


primeira da pada da ala da lam am ina mina , asa sade avia circulo ap da ponta, um pre c iso ponto no p ass sei do io, o pric n ip io da c ur vao vaso do seja, um s emi arco, can tor madris, onda de uma da linha br anca em re cta, circulo do omo q ue circulo do c o rta, o vaso do seja um do arco den tor de outro do arco codo p as sei do io circulo , com uma outra da linha, am ar, ela, pr ess u poe em traço da inglesa se sena est ard ac omo , uma per na pa rece, um p ass aro do bico g r av id dp vaso ual goa ss si maior mo, circulo do vaso da primeira inda da ua de uma es pe cie de gancho, é um p cruz ed aço doque da se pr ess u o pe maior ser p ano azul, o dos bancos, at ravessa, essa kapa da linha c ur vaso da primeira am ar dela, é circulo da liga da primeira, um dos ass en t os q ue ali lie , é sta cao do alto, no ei xo do cab negro vermelho, é am ar elo do quadrado maconico, pb, cu da ja da roda de t rato ps às dol do primerio ado de direito, fac, pa rece ser ap o nt ad a por de um outro do bico maio rato vermelho, q ue da se for mo un da primeria c h apa pado do autocarro, d ep o is da es x p l os sao, no me io de quatro per s on a h ge en ns, o u seja um delta de dois, um de capa do sete am ar elo do ove vermelho, é circulo q ue pa rece ser um pol ica, azul, t ipo se mp re em pepe la p os siç sao es do io do arcos do for kapa do ia, por det rato as de este delta si mb o l z iad o p elas , as quatro per son a g en sm, um del es par e 3 ce figo ur da ar de um medico, q ue convers primeira com de um am mr elo do verde al face maior desta, primeira a sd as ar ran c ad primeira do dam da am,

alias ás linhas , ou seja, as distintas marcaçoes que parecem aqui existir neste pedaço da rua, nao só sao complexas como estranhissimas em si mesmas, pois se reparar na curva com as duas linhas de que acabei de falar, em que a semi arco amarela, parece cortada, desembocando num tracejado branco, ao lado do qual existe uma outra linha em sucessivos angulos que parece um mapa financeiro, ou de uma bolsa, ou um metro dos antigos , de medir, ou ainda simbolo de ziguezague, ou seja de alteraçao de estado psiquicos

alias às das linhas , o vaso do seja às di s tintas mar caçoes es, q ue pa recem aqui é xis tir nest é ped aço da rua, n cao serpente do circulo do ó da sao co mp lex as circulo do omo est ran anhi hi serpente simas, em si me sm as, p o is da se r epa rato sp ps da ar na c ur v ac oma s de duas das linhas, deque cab ei de f al da ar, em q ue da primeira s emi do arco ama , é rato la, pa rece da cortada, de se mb boca , n um t r ac e jad ad circulo do branco, cao lado doc da ual é xis te, uma outra da linha, em suc ess iv os ang gulas q ue pa rece um mapa fina ce iro, o vaso de uma da bolsa, o vaso de um metro dos antigos , de me di rato , o ua inda si mb olo de z if fg ue za g ue, o u seja de al te raçao, a do estado, ps psi sic quico serpente

a linha amarela que vem direita e paralela ao passeio, de repente se transforma numa branca aos ziguezagues, , o passeio curva nesse ponto, a amerela desenha um semi arco, que aparece com a branca representar uma figura que ali poderia estar , um pentagrama, e tal desenho parece ser simetrico ao do outro lado da rua

al lina ina home ham am ar dela, q ue v em di rei t a, é para da al da lela da al dela, lela, femenino de lelo, cao da p do ass do seio do io., de r é pen te da se do trasn da forma , nu ma br anca, primeira do os do ze da gueza, gato do vaso do espanhol circulo do p do ass s ei id circulol do io do circulo da curva ness ep on to, primeira am mer ,ela, de sw en homem da primeira de um, um da se do dó mia rato do coc, quadrado da ue da ap da rece com da primeira br anca re ps en tar , uma figo ur primeira quadrado da ue ali, algrave, pode da ria espanhola star , vaso mp é mna tag da rama, é eta dat cruz da al de serpente do en ho da pa da rece, ser sime met cruz rico, cao do outro rol lado , a da rua

curiosa palavra esta que acima usei, ziguezague, pois em criança eu triocava duas palavras, esta e uma outra gasolina, assim ziguevague e zagolina, ou seja, me diz isto ainda, ze gato da ue da eva da vague, da vaga, da ava gato da ue, é a za gol ina

cu rio sa pala av vaso do ra , esta, q ue ac ima use izi g ue za g ue, p o is em c ria ança europeu t rio c ava , duas pal av r as, esta e uma outra rag da g as o l ina, as si maior ze g ue eva g ue, é za gol ina, o vaso do seja da me di zoro ze is to a inda do ze gato da ue da eva da vague, da vaga, da ava gato da ue, é a za gol ina

sic ue za g eu é a inda mar cade demo mo rta l h as, o u seja da g as o l ina nados mortos, mor cruz alha serpente, al homem da prime ei ika kapa ra

ainda sobre as linhas pintadas, se as retirar-mos de tudo o resto, se desvela, um circuito electrico ou electronico, mas mais do tempo dos electricos, onde a seta, à direita do autocarro na imagem, representa um interruptor e simultaneamente um transistor, que é tambem sinomino de transmissoes, ou comunicaçoes entendido em lato senso da metafora, sendo a passadeira entao, como uma bobine, ou um transfromador, que é mais ou menos aí , em termos de local, que o autocarro terá explodido, e sendo que ontem, se me afigurou pelo espirito ainda uma outra linha, pois uma das musicas do leonard cohen que aqui pus, the ligth come trougth the window, de repente me pareceu tambem ser alguem que lá iria e que terá assim descrevido o que percebeu do que se passou, e mais estranho é que o blur da tal foto falsa, a incrustada, nao deixa de reforçar esta ideia, pois se assemelha a uma mudança na luz

p rui mer eri a inda s ob re as das linhas pin t ad as, se às r etir ar traço ingles maior os de tudo, circulo dor est circulo , se d es vela, um c irc u it o el t rico o vaso do electronico, ma serpente mais do t em podo serpemte ele t ricos, onda dea da primeira s eta, à da direita, a do autocarro na ima ge maior, r ep pr resen da senta de um inter rup pt tot, é si mul t ane nema nete , um t ra sis tor, do torque, é eta do tam am tambem sino mino de t ra ns miss o es, o vaso co muni caçoes es , en t en dido em l ato s en soda met a for a, s en do da primeira p ass sade da ira en cruz dao cao, c omo uma bob ine, o vaso de um trans fr roma ad da dor, q ue é massi sio circulo do lio do vaso men os da aí , em ter maior nós l ocal, q ue do circulo do autocarro teresa ra , é x p lo dido, é s en doque o nt e maior da se do seme a figo ur o u op elo es pei rt o a inda de uma outra da linha, p o is uma das mu sic as do leo n ard co h en q ue aqui pus, cruz he li gt homem circulo do com do om dam do metro, vaso gt homem c ruiz, he dp indow, de r e pen te da me da pa da receu, a do tam eb maior, ser al gume, quadrado da ue l ap ps ss oto l o, serpente cruz primeira da iria, eq da ue teresa rá ass si maior do quadrao da esc rato , é vaso id circulo da dp, quadrado da ue do perce beu do doque da se da p do ass do circulo da ue mais est rato do anho, é quadrao da ue do circulo do b do primeria da urda, priemria dat cruz da al fo do oto f al serpente da qa, inc ru st ad ana circulo, dei x a de re f orça rato es desta, a da id deia, p do circulo do is ds primeria da ase do ass da emel, o hp do homem da primeira, da a uma, a da muda, a da dança na luz, na al uz

na passadeira, ou bobine, um carro lá está parece um jag u ar, contudo inglaterra terá essa id, bem com por exemplo os numeros das portas das casas, nomeadamente onde a asa curvada e ratada parece como tendo batiudo numa vareta , um falo , negro, e tambem parece estar ainda algume a ser socorrido a frente da passadeira, ou seja a do carro mais a id do quem lá estava, se é que estava, devera ainda ser masi esclarecedor

na p ass sade ira, o u bob ine, um carro l á é stá pa rece um da jag vaso da ar, c on tudo inglaterra teresa rá ess primeira id, be mc om por é x e mp lo os numeros, n um mer dos dp eros, das portas, cds, das ca s as, no me ad dam am, mente, onda dea primeria asa c ur v ad a é rat ad a pa rece c omo ten dó bat ti eu dó , nu ma v aret eta rta , um falo , negro, e eta tam am tambem pa rece es star a inda al gume primeira ser soc o rr id o primeir fr en te da p ass sade ira, o vaso do seja , a do ca rr circulo oma mais isa primeria id do que ml á est ava, se é q ue est ava, d eve vera a inda ser massi esc clare rec cc ed da dor
 



pois a mudança no circuito electrico, figurada simbolicamente na seta, que aponta o circulo da luz da pt, ou seja fibra optica, parece pela posiçao relativa, estar relacionado com esse falo, que na realidade sao dois, pois existe um outro semelhante no mesmo eixo, atras com um painel negro onde se le uma precisa indicaçao que leva esta interpretaçao ainda para outras linhas que serao posteriormente desveladas, mas que se liga com ciclistas, e com noventa e nove


p o is isa primeira mu dança no do c irc u it o electrico, figo ur ad si mb boi lic cam am , mente, na s eta, q ue ap on tao c irc u loda da luz da pt, o vaso do seja fi br primeira optica, pa rece p ela ps oiça cao es rato ela , a da c ru z x do iva, es star rato ela , a do ac cio n ado com desse cobra do falo, q ue na rea al lida dade sao dois, p o is e xis te, um outro sm el h ante at r as com de um pa ine l negro onda da se le, uma pre cisa indica caçao q ue l eva desta, inter rp pr eta taçao es a inda para de outras das linhas, q ue se rato cao poste rio rato, mente, d es vela ladas, masque da se da liga com do cic prime rio , sic, ista serpente, é com de noventa e nove, é bn ove

voltando à linha da frente do autocarro, acima dei conta do que se le à esquerda dele, sendo que o que parece o policia sempre em pé, tem ainda outra correspondencia com um outro desenho , colagem de meu filho que deve fazer parte do mesmo passe das putas do colegio moderno com vista a me tentarem incriminar tambem por esta matança, que depois será aqui abordado, alias, foi nesse saco onde vieram os desenhos aparentemente de dois mil e quatro, que chegaram a casa em dois mil e cinco, atraso que eu achei estranho, como dizendo só agora, foi aqui uma vez publicado, assim creio numas fotos do que foi o quarto dele aqui em casa antes da puta dar o golpe,

vol t ando à lina hd da por time rime ria da fr da en te do autocarro, ac ima dei conta doque se elena á da esquerda dele, serpente do en doque do circulo do quadrado da ue da pa da rece do circulo do poli, cai, se mp re em p é te maior da primeira de outra inda, outra cor rato es pod da dn , é cia com de um outro da rode do desenho , circulo da ola da lage , acor, mde de meu filho, quadrado da ue ddo quadrado da eve do f do az , x é rato da rp da puta da arte, pri mk eira do mesmo, a p do ass das sedas das putas do colegio modeerno , com do vaso do ista primeira me t en t ar rem inc rimi ina ar tam am tambem , por esta, mna t ança, qaudrado é vaso ed da ep do circulo do is da se do rá do qui , o do ab circulo do rato rda do dao, alias do fo oi de ness do saco , o coc da roseta, qaudrado da ue é ra onda vaso do ie rem os do quadrado do espanhol da ne do ho do os da ap da ar da ren en te da me da net do dedo dois, maior da ile da quatro, tvi, qaudrado da ue circulo, he ega gada da gara aram primeira da casa em dois do maior da ile cnc circulo , ata rato as soc do quadrado sd circulo europeu, o do ac home, ei est rato do anho, circulo do omo di zorro need circulo serpente da ó do agora, fo do oi aqui , uma vaso é zorro pub l cia ado, ass si maior do c rei circulo , nu ma serpente f oto sd doque, fo do io qa ur to dele, lea aqui em casa ant es da puta da ar do aro rodo dd do gol pe,
 

pois do lado direito do autocarro, entre a rua e o passeio, se ve um perfeito delta , tao perfeitamente posicionado que nos perguntamos se tudo isto nao é uma encenaçao, no sentido de os elementos da imagem terem sido eventualmente assim dispostos, o que seria crime, pois como se sabe numa cena de crime, nao se mexe nos objectos, pois todos sabem que a sua posiçao, caracteristicas, e relaçoes que eles entre si sempre definem, sempre conta a historia,


p do circulo do is, o do lado di rei to , o do vaso toca rr circulo , en teresa primeria da rua, é circulo p ass sei do io, se vaso é um per feito delta , tao per rf ei it tamen en te mente, ps o cio n ado doque nós per gun t amo serpente se de tudo isto, n cao é uma en c en aç sao es no s en t id o de os ele , lem nt os da ima ge maior da teresa s id o eve en tua al lem nt e ass si maior di serpente do ps post os, o q ue se ria do crime, p o is c omo se , sabe, nu ma c en ad e crime, noa se me zoror do xe nós ob js tc os, p o is , todos sabem, q ue a s ua o p o sic es ai, cai ca rac teri s ticas, é r ela aço es q ue ed deles, en re si se mp re de fine maior da se mp re da conta da primeria da historia, hi stor tori primeira

o perfeito delta, feito por o que parece ser um material tipo madeira ou plastico branco, uma das possibilidades de isto confirmar é investigar de onde veio o material, isto , é, se estes autocarros o tem em sua constituiçao, cujas estremas do vaso, está na roda da frente e no que aprece ser o final de duas portas de abrir, caso tenha duas, mais se ve nesse delta maior um outro pedaço do mesmo material, que atravessa o delta, ou seja simboliza um falo dentro de um delta ao lado do poste negro vertical e aponta em seu final um determinado ponto no edificio que tera tambem elementos de id, mas que nao sao visiveis e portanto nao passivel de analizar mais em detalhe, a abertura do delta, ou seja simbolicamente, dois, corresponde a asa da seta ,e sobre este delta mais ou menos na mesma dimensao, corresponde à parte do forro do segundo andar onde a torsao da asa se deu

circulo do perfeito do delta, feito, por do circulo q ue pa rece ser um mate ria al rato do io iodo ip do ipo da pom da madeira, ilha, o u p as l tico do branco, uma das p os sibil id ad es de s it o c on fi r mar a , é in v es tiga rato de onda da eve do veio c irc u l ko mate ria s l, is to , é, se estes autocarros, circulo te maior em s ua co ns tit ue sao es, cu ja s est r ema sd circulo da ova do vaso, é sta desta, na roda da fr en tee noque ap rece s ero fina al dedo vaso do às das portas de abrir, circulo do as circulo da ten home da primeira dea de duas, mais se ve ness e delta maior, um outro ped dc sao es do mesmo mate ria al, q ue at r ave dessa,, circulo do mo delta, o vaso do seja si mb o liza um falo d en t rode de um delta cao lado do ps o te negro vert ti cale ap da ponta o sd eu fina al, um de teresa minado do ponto no eidi if coq ue da teresa ra e tam am tambem ele leme en nt os de id, masque naso da sao vaso do isi vaso do ei da se da porta nt circulo em cao da p do ass da ive primeiro, da ana liza ar mais em do a quadrado da eta do alhe, al he, primeria da ab abe e rato rato rt da tura do delta, o vaso do seja si mb o lic cam am, mente, dois, cor r es ponde dea priemira asa sada serpente eta e s ob re de este delta mais, fr, o um en os na mesma dim en sao, cor r ep + onda à p arte do forro rodo do segundo andar, onda da dea primeria do it do tor da sao da asa da sed do qaudrado europeu

um a id mais completa no que este aspecto desvela, se obtem pela leitura de todo o dizer que esta no forro do segundo andar do autocarro, pois pelas fotos , como em parte anterior li, só se ve , the, que decompus em cruz he, e portanto antes , deve estar outra infomaçao relativa ao he da cruz, pois é um painel de publicidade, inglaterra o conhecerá e sabera o complemento desta id

um da primeria id mais com p el t ano q ue de este as pec to d es vela, se ob bte maior p ela, ada lei it da tura de todo circulo, di ze rato q ue e sta desta , no fo da dp rodo do segundo , ana do dr do autocarro, p o is p elas f oto sc omo em p arte ante r iro li, s ó se ve , t he, q ue deco mp os em c ru z he, e por rat tnt o ant es , d eve es sat rato de outra in fom maçao rato , ela tica aco cao he da cruz, p o is é um ap pine l de pub li cida dade, in gal terra circulo , o c on he cera , é sabe ra circulo do co mp lem nt o de sta desta id

esta estranheza acima declarada, sobre a disposiçao destes materiais estar assim tao perfeita e equilibrada, mais se reforça, pela presença do que parecem ser vigas do mesmo ou semelhante material, mais para a traseira do autocarro, em diagonal com ele, que tambem definem um x na asa vermelha em angulo torcida, que sao maiores, quase do comprimento do autocarro, se nao mesmo, e parecem ter ficado como que empilhadas umas nas outras, demasiado arrumadas, e me pergunto tambem se farao parte de materiais do autocarro, talvez as longarinas do tecto do segundo andar, mas para assim estarem, é porque já foram mexidas, ou seja menos confiança tem esta analise neste ponto , e se calhar em muitos outros, reforçando a ideia de uma montagem, uma ilusao

é esta , est rata da anhe da za do ac do ima de dec da lara ad da primeira , serpente do ob da rea primeira di serpente do posi sida da sic sao de este espanhola, mate da ria da sida da es star ass do si maior do tao da per feita, é eq do qui da libra br ad a, mais da se r e for ça es, p dela, a do pr espanholl ença , es br cado quadrado da ue par ee maior, ser vi gas do mesmo, o vaso use seme primerio homem ante do mate da ria al, mais para da primeria cruz ra ser pente do ei da rata da qa do au toca rr o, em di primeira gata em al com dele, qua do tam am tambem de fine do emo da moda do circulo do x na sa vermelha, a primeria em ang gula da tor cida, quadrado da ue da sao maio ratos espanhois do quadrado da ua da ase da sed do c irc uk l o do quadrado do co do mp do rime da en do nt circulo do lodo do autocarro, se en cao do mesmo, cruz é pa da recem teresa fi cado circuklo do omo quadrado da ue em p da ila hd ás de umas nas outras, de ema má do si do ad ado da ar do ru maior ad às , é me do per da gun to t da cruz da am do tam am tambem sef arao , p arte dp circulo do autocarro, cruz alvez às primerio da ong da ar das rinas do tec to, o do segundo andar, ma serpente do para as si maior de est ar rem, é por quadrado da ue da já da forma do mex id às, circulo da ova do vaso do seja do men da serpente circulo do da confiança, seguros, te maior desta, anal ise nest é ponto , é sec la home rato rem mu it os de outros, re for ç ando da primeira da ideia, de uma monta tage maior , uma ike l usa us sao

desse conjunto de vigas sai um outra de largura aproximada às que definem o delta entre o eixo do condutor e as portas, que entra pelo gradeamneto do predio, uma linha e semi arco de lanças, lys talvez, e parece apontar uma outra id, o que parece ser um logo ou numero numa porta por debaixo da rua, que tambem inglaterra sabera, parece pertinente este ponto, pois ainda existe um outro pormenor em relaçao com as vigas do delta no chao ao lado do autocarro, pois parece, é um trompe d' oeil, mas parece que uma delas sobe até a base da vesica arrebentada figurada na placa da indicaçao da frente do autocarro, aspecto abordado em parte anterior desta analise

do quadrado desse, cobra, c on jun to, circulo devi gas serpente do ai de um outra, de l arg ur a ap roxi m ad a ás q ue de fine emo circulo do delta, en t reo circulo ei do xo do condu vaso do tor , é ás portas, cds, q ue en t ra p elo g r ad dea mairo do neto, psd, dn, do pre di do io, uma da linha, é s emi primeria da ar do roc de l anças es lys, pri miro do dek do delta serpente da cruz, alve zé dan pa da rece da ap em tar, uma outra id, o quadrado da ue da pa da rece ser um do primeiro , ogo do circulo da p da un de um do mer do ero , n um da ap do orta por de ba , o bad ad do xo da rua, quadrado da ue é eta do tam am tambem em inglaterra, serpente abe rato do az, sabe, pa rece per tin en te de este ponto, p o is isa primeria inda, é xis te, um outro por men o rt em relaçao, com às do davi vi gas do delta no chao, china, cao aldo do autocarrto, p o is pa rece, é um t r mo pede oi el, ma spa da rece quadrado da ue, um adel a serpente do ob bea primeira da té , primeria do ab da seda vaso, é sic a primeira da ar da ren cruz ad da primeria do figo, ur da ad da dana, ana, a da ap das da lacas , aca da indica caçao da f g ren te do autocarro, as pec to ab o rda dao em p arte ante rato do ior dea d es rta anal ise rato

nesta foto aqui repetida para facilitar o acompanhamento visual da interpretaçao, se ve o segundo andar, e as cadeiras azuis com aros laranjas, sao como gaivotas no ceu, ou seja uma meta linha narrativa aqui se expressa, um conjunto de gai vaso ota serpente ia a passear em londres, um autocarro, é tambem simbolo pela disposiçao das cadeiras, que simbolizam , a entrada de umas nas outras, e de repente aquilo fez bum, o passear pode ser simbolico, ou seja passeando atraves de rede de fibra optica, num autocarro conduzido por um condutor ingles ou com inglaterra relacionado, aparentemente alguns foram mortos, os que iam mais a atras

nest a f ot au do qi , r ep pet id a para f ac si l t aro aco omo p anha ham am men to vaso is da ual primeira da inter rp pr eta taçao, se ve circulol do dp , o do segundo andar, é às das cade ira serpenet dos azuis, com aros dos laranjas, psd, sao c omo gai ivo pt as no c eu, o vaso do seja de uma met da primeria al da linha, na rr rta rata cruz iva do qui da se express a da um, c on jun to , de gai vaso ota serpente ia primeria p ass sea ar rem l on dr es, um do autocarro, é tam am tambem si mb olo p dela , a di sp o siç sao es das cade ira s, q ue si mb o liza zam am , a da entrada, de umas nas outras, e de r e pen te a qui da do vaso da ilo de fez bum, o p ass é rato da ar da pode, ser si mb o l kapa do cio, o vaso do seja p ass é ando at r ave sd dd, é rede de fibra optica, n um au to carro co ns d uz id o por um condu do vasio do tor ingles, o vaso do com de inglaterra, rato, ela , a do ac cio n ado, ap ar ren te men net al gus sn da forma mortos, os q ue do iam mais primeria sat rato às

outro pormenor se prende com a tal fita, negra que parece ser de pano, que aqui esta em posiçao tambem distinta da outra foto, a da manipulaçao do lugar, abordada em parte anterIor, aqui esta como esticada, em tensao, parte do mesmo sitio, ou seja da abertura da latas de conservas, que associei a sardinhas, ou seja meninos pequenos, ou seja abertura como sinonimo de abusos, ou sexuais ou mesmo de morte, há aqui um perfume de beslan, e essa tensao se liga na imagem a um dos lados do delta que esta no chao, o atravesado por um pau, como é visivel na imagem

outro da rop dp por men o rato da se pr en de c oma da primeira t al fita, negra rac ac q ue ap rece ser de p ano q ue aqui , é sta em posi sic sao es rta tam n be maior di s tinta da outra raf f oto, a da man ip u laça aca sao es do l u gato da ar, ab o rda sd o em p arte ante iro rato rac , aqui desta , com oest ti ica cad a, em ten sao, p arte do mesmo , siti dó, o u seja da abe rt da tura da al primeio da ata sd é c on servas, q ue ass o soci ei primeira s ar dinhas, o vaso do seja dos meninos pequenos, o vaso do seja ab e rt tura ru ra c omo sin o mino de ab bus os, o vaso se x do au da primeria do iso vaso do mesmo demo da morte rte , home do acento da primeria do ki aqui, um da perfume , cc, de bes lan, é essa, a da ten sao da se da liga ana imagem da a um dos lados, o do delta q ue e sta desta no chao, china, o t ar v es sado por um pau, c omo é vaso is vaso el na ima ge mai iro maior

no passeio á frente do autocarro se ve duas peças que pela disposiçao conjunta lembram e sugerem uma chave de carro, e ainda uma moto serra, ou seja tambem sinomino de processo de abrir autocarros como latas e matar as sardinhas que lá vao dentro, e a ponta da chave , aponta por sua vez o perfil da asa do aviao vermelho, onde se le a letra J, ou seja principe, o do terceiro traço

no p ass seio do ei do io , á fr en te do autocarro se ve duas p eças, q ue p ela di s posi sd di sic sao c on junt a lem br am, é s u ge rem , uma c h ave de c ar rr rato circulo, é a inda uma da moto serpente rato ra, o vaso do seja tam am tambem sino mino de por circulo do esso de abrir autocarros, circulo do omo l ata se mat da ar ás das s ar dinhas q ue l á do vao, mario soares, bandidos, d en t ro, é a primeria da ponta, a da c h ave , ap on t a por s ua v e zo per rf da fil, da asa do sado avia ove vermelho, rato ml ho da onda da se le lea pri e mr ia letra J, o vaso do jo do seja pr inc ipe, circulo do terceiro da cruz rarto do aco espanhol

tambem é visivel na imagem outra alteraçao, a carrinha a frente do for kia, onde em outra foto se lia ki, aqui nao , ou seja, a outra deve ser mesmo uma manipulaçao, como alias tudo isto está cheio delas, em verdade vos digo, que quando comecei a escrever esta analise, logo ao olhar a primeira foto, a da mascaras de gel, se entranhou em mim uma sensaçao de estar perante uma ilusao, resta entao saber o que na verdade se analiza aqui, sendo que esta afirmaçao, nao desdita a validade da analise em si mesma, pois sempre a luz nos fala, como sempre a todos relembro, mas é notorio o aparecimento aqui nesta imagem de um conjunto de elementos sobre outras desgraças distintas tambem, e me parece que alguns assim, com pelos menos partes destas imagens encenadas, andarao a tentar queimar outros, como de costume, quem o faça, que arda primeiro, é meu voto!!!

tam am tambem , serpenet as pop pt sio lo , ponto cruz s ar gen toe, é v isi v el na ima ge maior de outra al teresa raçao, a car rinha da primeria fr en te do for kapa do ia, onda em outra f oto da se da lia do ki, primeiro do ia, a qui aqui n cao , o vaso do seja, da primeria de outra de eve, ser o mesmo , uma man ip u laça aca es circulo, c omo alias de todos , is to e stá c he io delas, em verd ad devos vaso os do dig circulo , q ue qua n dó co mece ia es ce vaso rato , e rato desta anal ise, l ogo cao o l homem da ar da ara primeira do onze fo to, a dama da mascara serpente de gel, se en t r anho vaso em mim, uma s en s aç sao es de es star pera nt e uma i lu usa sao, rato , esta, en tao , saber, o q ue na vera dade se ana liza aqui, s en doque desta, a fi r maçao, n cao d es sd da dita primiera ava al lida dade, a da ana lise em si me sm a, p o is se mp rea priemira da luz nós de fala, c omo se mp rea primeria de todos ray o el lem br o, mase sé not o rio do circulo do ap ar rec ie maior nt circulo do tnt aqui, nest da primeira da imagem , de um c on jun to de ele lem nt os s ob re os u t r as d es sg r aça s di s tintas tam am tambem, é me a pr 3 e sec ue al gus sn ass si maior mc om p elos men s o p aret ts destas, imagens en cn é ado às, anda aram ram, primeira t en tar q ue imar de outros, c omo mode cos t um eq ue emo circulo do f aça q ue ard da primeira do primeiro, é me eu vaso ot do io!!!

isto levanta questoes muito pertinentes sobre o ponto de vista policial e judicial desta matança, que serao abordadas, em outro ponto

is to l eva van da anta q u es toe es mu it o per tin ene net do ts s ob reo ponto de vi sta poli cia al le judi cia al de sta desta mat ança es, a da matança, q ue sera se rato circulo ab o rda dada se maior de outro rop do ponto

sabe se hoje em dia que os passaros podem ser controlados remotamente, pela razao do amor e pelas tecnicas com estimulos electricos implantados, assim se viu há já algum tempo salvo erro no japao, como sabem todos, muito os passaros me acompanham, a voar, sobretudo as gaivotas, com aqui a todos disse, ontem pela tarde na rua do possolo, um enorme bando de gaivotas estava planando sobre o predio de mosaicos brancos, e riscas verdes na varandas, aqui alvo de diversas leituras, parei a olha-las a ver o que me mostravam, os olhos desceram até a base dele e vi uma belissima rapariga numa foto em grande de um cabeleireiro, cujo nome é via romero, o sentido se afigurou pela beleza dela , em via do ia do rome ero


sabe , a se homem do oje em dia q ue os pa s aro s pode maior ser c on t rol rola lado ados serpentes., r emo ta em nt e, p ela r aza o do amo rato ps , é p elas, as tec nicas com estimulos ele c t rc cios io os imp lan anta ados, ass si maior da se vi vaso h á já al gum te mp o s alvo e rr on circulo da ja do pao, c omo , sabem todos, mu it o os p ass aro s me aco mp anha ham am, a v o ar, sobretudo as a g ivo ota sc om aqui primeira de todos di s se, on te mp puta dela, t arde na rua do p os solo, um en o r me nba bando de gai v ota s es r ava pala lana ad dd dio do io s ob reo do predio de mosa aicos br anco se ratos das iscas verdes na varanda saqui alvo de diver s as lei turas, pa reia primeira o l h a traço ingles l as a ve ero q ue da me m ostra ava vam, am os olhos, d es ce ram a té a da base dele, é vi uma bel eli is ma rapariga nu ma f oto em g rande de um cabe lei rato do iro, cu jo no me é via da romero, o s en t id o da se a figi iro vaso da p el bel e za dela , em via do ia do rome ero