terça-feira, fevereiro 01, 2011

aviso à navegaçao

parece que se preparam para um concerto de pedras hoje pela noite na rua do possolo, talvez uma versao da noite de facas longas


pa rece quadrado da ue da se do pr do epa da ram pada da ar,  um circulo em ce rt circulo das pedras,  homem oje p ela , lan ano da noite na rua do p os solo, cru da tp , o do prime ero ave zorro,  uma ver sao da no it rede das facas longas, ultras directorio

o que de mal acontecer será da responsabilidade das autoriedades que os cobrem

o quadra ds circulo da ue de ema do mal da al aoc nt tecer, ser ad ar rata da espanhola ponsa bil id ade das au tori ed ad w es quadrado da ue os do cobre rem

aqui os metodos pidescos da stassi, continuam activos e isto é acto de tortura e crime, que tambem as autoriedades portuguesas cobrem, a todas as horas , com execpçao recente na noite de ontem, pancadas, e agua a correr por longos periodos de tempo, o que por nao corresponder a nenhuma normal utilizaçao das aguas correntes em casa, tem este valor e significado

aqui os metodos pidescos da stassi, conti nu am ac cruz iv os é isto, é acto de tor ru ra e crime, quadrado da ue do tam am tambem, às au tori ed ad espanho porto , gato da ue às cobre rem, primeira de todas às hor as , com é x , é cp sao espanhola re cente na do ano da ie da cruz de on te maior da p ana circulo da ad da primeira, a da seda agua primeira cor rato é rp por primeiro em gato ong do os per id os de te mp dp quadrado da ue por n cao cor rato do es ponder primeira ane n en homem de uma da norma da al lu vaso da tili iza sao das aguas cor ren cruz da espanhola em circulo da asa à casa, te maior de este da eva do vaso do alo do rato , é si gni if ci do cado

depois de ter falado em dia recente deste continuo tremendo crime que perpetuam, de entrarem todos os dias em minha casa, tambem coberto por todas as autoriedades portuguesas, e de vos ter contado a mudança da fechadura aqui em casa, fui ver as chaves e na realidade está faltando uma

de posi de teresa f ala lado em dia re cente d este conti nu o t r ee maior n do crime q ue per rp pet uam, de en t rato ar rem todos os do dias, psd, em min hoem da primeira ad do ac à casa, tam am tambem co ob do berto por de todas as au torie ed ad es portu guesas, é devo vaso os teresa c on t ad o da primeira da mudança da fechadura aqui em casa, fu ive vera às das chaves do dc circulol do home do quadrado da ave es é na rea al di iade desta fla t ando de uma

em dia recente deixaram cá em casa aqui em cima da mesa um pacote de cigarros luck strike, identicos aos que fumo, embalado normalmente, com um selo indentico, que creio que lhes puseram alguma substancia, pois dei por isso nos dias seguintes, por sonos anormais, e tambem por alteraçoes no equilibrio motor e na focagem da visao, e isto é crime, e feito por pros

em dia re cente de ix ram cá em circulo do às aqui em casa , aqui em cima, a primeira  da dam da mesa, um paco te de cig home da ar rato ps do os primrio do vaso do ck st rato do ike, id en tico sao quadrado da ue f umo, em bala lado norma lem , mente, circulo do omo , um serpente do elo inde tic cv circulo quadrado da ue circulo do rei, circulo quadr ado da ue primerio  he do es da p da use ram al guam serpente do ub stan cia, p com circulo do is, dei por iss ciorculo dos nós do dias, da se gui int espanhol, spor por serpente  son os ano rato  mais, é eta do tam am tambem por al te raçoes no eq qui eli br io rio motor e na fo cage mda vaso siao, é ie st o é crime é fe it o por prós

este passe teve a ver com a encenaçao e o imenso cio que produziram no metro de lisboa, pretextando ser a chave das bombas em londres, e que como aqui disse em palavra orada, pelas suas carateristicas, foi preparado ao milimetro, ou seja trás tambem a cobertura e cumplicidade de todas as autoriedades portuguesas e sendo que este cio, começou na realidade antes do natal com passes diarios a todas as horas, nos passos de meu caminho


este passe, teve primeira ave rc om da primeira en cena sç sao espanhola, é circulo do dik do circulo do imenso cio quadrado da ue do pr do roi id uz ze rato ps  quadrado da am no do metro de lisboa, pre tex t ando se ra ad da primeira, a  primeira chave, a das bombas em londres, eq ue circulo do omo da primeira do qui aqui, di serpente da se em pala vaso do  ra co rato da ad da primeira ap  da p elas,  serpente da ua serpente da cara do rate teri s ticas, f oi ip pre epa par ad o aco cao mi li mer to, o vaso do seja cruz rato can tor do às do tam am tambem da primeira da cobertura, é circulo do umo da p lica circulo da ad dd, é de todas as autoriedades portuguesas, é serpente do en doque de este cio, co meço es un primeira rea lida dade ant es dona da nata da al do natal com do passe di aria sa primeira de todas, às hor as nós p ass os de me eu ca minho

sempre o mesmo modus operandus, cada vez que a analise toca temas quentes, logos os ataques se sucedem

se mr ep do circulo do mesmo modus o pera and us, circulo da ada ave vaso zp  zorro  x quadrado da ue da primeira  ana lise toi cat ema serpente do quadrado  vaso en cruz  es, l ogo serpenet do os ata quadrado do vaso  es da se suc cede maior

parte deste perfume sobre o que anunciam ou presentem para esta noite, estava tambem espelhado na tv ligada no cafe onde entrei, la sallete , ao final do dia, na contra parte da iamgem do que se esta passando no egipto, pois, este cio que aqui fizeram tem a ver com a aceleraçao do que está lá ocorrendo , e sendo que existe mao direta da sic nisto tudo, dizia o rapaz das noticias, que o pr deveria sair esta noite, se nao haveria um banho de sangue, bela metafora, sem duvida, criminosos, o nome da imagem e matfora do pr, declina em mu uu, comboio,  ub bar da rack, do ac ck


p aret de este,  perfume , cc, s ob reo q ue anu un cia am para e sta ano da noite, e ts av tam am tambem es p el h ad donada  tv liga gada no do cafe onda en t rei, la asa da sa da all lete, cao fina al do dia, na contra p arte da iam mg é mdo q ue se e sta p ass ando n no e gi ip pt o, p o is de este cio , q ue a qui fi ze ram t ema primeria ave  ver com da primeira da ac e ler raçao doque é stá o circulo do rr do en dó lá, é serpente  en doque , é x ite mao di r eta da sic nisto tudo, di z ia circulo do rapaz das not ticas, q ueo do circulodo pr d eve ria s air e sta ano da noite, se n cao h ave ria um do banho de sangue, b ela met  a for a, se mai ior , a da d uv id a , criminosos

no meio da tempestade, um beijinho a ti


minha doce senhora, trago sempre saudades tuas quando estás ao longe viajando em parte incerta ao perto de meus olhos, de minhas maos, de meus labios e no meio das tempestades deve sempre o amado muito beijar a amada,


na verdade melhor seria sempre te ter ao perto e atravessar contigo outro tipo de tempestades, daquelas das boas,

melhor ainda seria nunca sair de teus abraços e morar em teus labios feito beijo

sabes, trago um sonho comigo desde que ma apareceste vestida com aquelas pernas longas, sonho que depois de muito te beijar, adormeço assim agarrado a elas, meus labios por altura de rua rosa e me dou conta de estar dormindo assim amiude, ah é bom, muito bom, enroscar-me assim nelas e fazer meu teu leito

ainda nao te contei, o sol apareceu hás uns dias atras, um sol luminoso mas frio o ceu que eu ate me espantei, daqueles frios quase cortantes, e estava no jardim, quando dei conta que naqueles breves dias de sol , os pequenos pardais aproveitaram para nascer, de repente via assim um conjunto de pequenos pardais bebes, e um dele em ti assim me mostrou, o aprender a voar, dei com ele em cima de um ramo ao lado de um casa que tras assim uma especie de avançado elevado como uma guarida, se mexia rápido no ramo pulando e eu vi que ele queria subir, entao batia as asas, e se tentou agarrar na parede, assim vinte centimetros de voo, mas nao conseguiu, depois, tornou a fazer o mesmo e com a sua energia conseguiu agarrar-se a parede, ali ficou un instante calculando o movimento seguinte , bateu de novo as asas e voou mais vinte centimetros, ou coisa assim até um outro ramo um pouco mais elavado, e de seguida mais ainda até um outro, parou , ficou ali parado um momento como quem pensa se é capaz ou nao, aproveitou o vento, e subiu em outro pequeno voo ate ao telhado, da casa, onde desapareceu correndo rapido em pequenos pulos, devias ver, de uma beleza imensa, o voo dos filhos da mae natureza, que contente fiquei por aquele belo espectaculo que a mae ali ao momento me presenteou, metafora de vida e do crescer e do tentar e do aprender, e do conseguir, eu meio abanado, a receber aquela imagem que me dizia, da força da vida, e que assim passava para meu peito pelo teu amor

e pronto sem pronto, nem ponto que o amor so tem hifens entre os labios, e o dia deve estar quase a nascer e sei lá eu onde andas em que naus a navegar a conduzir teus fieis por entre as tempestades de mar, deixo te esta foto que te ofereço, podes imprimi-la e se quiseres terei muito gosto em assina-lá em ti de lingua molhada pelo teu corpo inteiro sem nunca mais parar, mas para isso deves primeiro em mim aportar

vigesima quinta parte das arte das bombas em londres

vigesima quinta parte das arte das bombas em londres




existem diversas referencias no livro da vida sobre matanças assim na aparencia organizadas, através de apostas, motivo basico de dinheiro e excitaçao, como o que leva alguns a jogar à roleta russa, como mecanismo de crescente dependencia, nao exclui isto contudo que outros interesses por detras com outras motivaçoes nao actuem no sentido do aliciamento e mesmo de instrumentalizaçao

é xis te maior diver sas ref fr rec c en cia s no l iv roda david a s ob re mat anças es as si mna ap ar e cna i o r g ani niza z ad as, ata r e v s de ap ps ota s, m ot ivo ba isco de din é h rio , é e xx cita taçao, c omo do circulo doque l eva al gun sa jo gara r ole eta russa, c omo meca can is mode c es cn te d ep en dec ia, n cao é x c lui is to c on tudo do quadrado q ue o u t r s inter esse por det rato as com de outras, m ot iva ço es n cao ac y ue maior no s en t id o do ali c aia am maior nt circulo, é mesmo d in st ue men t ali liza z ac ortez acao

acresço para quem nao se lembre que existe uma morte matada, um crime de sangue tambem associado a este roubo via universal portuguesa, com a cumplicidade e cobertura da spa e de distintas autoriedades portuguesas, como aqui neste livro detalhado em seus pormenores, a da marta, irma de um dos musicos da banda , xutos e pontapes, quando se preparava para fazer uma viagem de aviao, na casa de banho do aerorporto, aparentemente segundo contaram depois de ter recebido um telefonema que em meu entender , a terá matado

ac rato do es cortez co circulo do para rac quadrado da ue maior mna n cao da se lem b r e q ue é x it e uma da mo da moret da rte matada, um cir mede san g ue e eta do tam am tambem ass soci, do circulo do caido da primeira de este r o ub circulo da via uni vaso be rato da s al portu gui é primeira, com da primeira de um p lic aida dade , é co br e tura da spa, é de di s tina ts ato tori ed dad es portu guesas, circulo do omo aqui nest el iv ro d eta ala hd circulo em s ue es por men o ratos es, primeira da ad da mar rat da irma de um dos mu sic os da banda , x u to ze pont tap ape es, qa un dó da se pre apa ara rata vaso da primeira para f az e rato de uma via ge mde aviao, na ca sade ba ho, o do aero rop da rp do porto orto, ap ar ren te mne net do segundo c on t aram d ep o is de teresa rec e bid bido id circulol, um tele fon ema q ue da primeira teresa ra mat ad circulo do ado

ou seja prova esta facto tambem, a tremenda cobertura que todas as autoriedades portuguesas tem sistematicamnte feito ao longo destes anos, sem peias em cobrir mortes criminosas, o que faz deles no minimo cumplices deste crimes, por ocultaçao

o vaso do seja do pro da ova , esta f ac ato tam am tambem, primeria t rata da emenda co be rt da tura q ue todas as autoriedades portuguesas , te maior sis, policia secreta, t ema tic cam nt e fe it o cao l on gode de estes ano serpente , se maior pe ia serpente em co br , i, rato das mortes c rimi mino sas, o q ue f az del es no mini imo cu mp lic ice es de este crimes, por co vaso do prim ero do taçao




um dos pormenores visiveis nestas estranhas, no sentido, de pelo menos em parte truncadas imagens de londres que vos tenho vindo a mostrar, que me estabeleceu um outro link, foi o sinal rodoviário nas cores azuis e brancas que regula naquela precisa rua, o trafico , do corredor reservado às bicicletas , provavelmente tambem motorizadas e autocarros, pois sendo duas representaçaoes de dois veiculos distintos, indicam simbolicamente a possibilidade de um mesmo , ou seja uma relaçao entre bicletas e autocarros, e o desenho em si mesmo, que está espelhado na rua pelas respectivas marcaçoes, define, um delta , um percentil, e uma seta como já analisei em partes anteriores, da mesma forma que o desenho do sinal rodoviario , ele mesmo sem si, nos mostra, um angulo, como descrevi tambem em parte anterior , como uma parede onde o autocarro parece chocar, por oposiçao às linhas tracejadas na zona do icone da bicicletas, que simbolicamente as permite entre elas passar, e que ainda se reflete no tracejado da linha da seta expressa na rua

um dos por men circulo do rato espanhol vaso da isi vaso do ei serpenet nest às est ratas anhas, no serpenet nose en crzu id circulo , de p elo men os em p arte da cruz do run circulo da ad às sima ima ge en ns del primeiro em dr espanhol, quadrado da ue vaso do os da ten ho vaso indo primeira da am ostra arque da me , é stab ele circulo eu de um outro rol li nk, fo io sin da al roda da viado do rio nas cor espanholas az vaso da ise br ancas do quadrado da ue re da gula lan ad ana qaudrado do vaso , el da ap da rec isa da rua, o cruz raf ico , do cor red dor, rato es rato da eva do ado às bic ile eta serpentes , por vaso da ave lm en te do tam am, ata tam am tambem do eb maior das mo tori iza ad as, + é autocarros, p do circulo do iss serpente en dó, duas rata sw é pr espanho al da net da rta taçao espanhola dedo do is vaso do ei culos primrio os da di serpenet dos tintos, indica cam si mb circulo do primerio rol da cia am maior nete da primeira, p oss sibil bil di iade de um mesmo , circulo da ova do vaso do seja jam , uma da relaçao en cruz re bic primero da eta da se da au do toc ar rose, circulo do de sn ho em si mes mo, quadra sd do circulo da ue, é sta da espanhola p ela hd na primeiera da rua , p elas ratos espanhois do pec ti iva serpente do mar caçoes es, de fi ne, um do delta, é um per rc circulo do en til, é uma serpente eta circulo do omo ja acento da ana lise do ei em p art espanhola ante rato do can tor, iro espanhol

ou seja, em suma , a analise da relaçao entre estes detalhes, parece indicar que se as bicicletas passam entre o tracejado, sao, ou estao relacionadas de alguma maneira com a seta visivel no percentil, que corresponde ao autocarro arrebentado, a seta que o arrebentou, o autocarro, como se pressupoem que aconteceu, bateu contra um muro, no sentido em que explodiu

ov vaso do seja, em s uma , a ana lise seda é rato primero rol da çao esc, en t re est es del t alhe es, pa rece in dc iar q ue da se as bic l eta s p as sam am en t reo circuklo do t r ac e j ad o, sao o u est cao r ela ac cio andas de al gum a mane ira ac oma primeira s eta v isi v el no per rn ceti, q ue cor r es ponde cao autocarro ar r e b en a td o, primeira s eta q ue o ar r eve en to u, o au o tca rr roc omo aconteceu,. bat eu contra um m ur o, no s en t id o em q ue é x p lo di vaso

por outro lado ainda, um outro pormenor relativo a este detalhe da imagem, que inglaterra sabera avaliar ao certo, pois as imagens sao manhosas em relaçao aos distintos e complementares eixos ou contra campos, parece haver um outro equivalente sinal no outro lado da faixa rodoviària, ou seja uma outra linha de percentil, ou seja um balanço que se alterou e que desiquilibrou, ou melhor , está tambem expressa na relaçao entre esse dois lados das duas vias , ou seja acrescenta isto, por um lado, que estaremos na presença de dois biciclistas e que eventualmente ambos iriam em sentido contrario, o que simboliza de alguma forma um choque ou um confronto, entre dois ciclistas que tera feito desiquilibrar o autocarro, ou seja, o que simboliza um grupo em viagem , e que desse desiquilibrio provado eventualmente por um confronto, ou pela aplicaçao expressa de duas forças de sinais contrarios, terá detonado a explosao num grupo, que se espelha depois no real, a ser real o facto de o autocarro ter mesmo rebentado , sentido contrario entre eles, pode ou nao ainda trazer uma outra pista sobre a natureza do confronto, ou de um choque assim feito, com vista a esse fim, o que levanta em justeja de analise, e da defesa de todas as partes, ainda a possibilidade de terceiros terem induzido de algumas forma dois ciclistas a um confronto sabendo que desse mesmo confronto, poderia resultar a explosao

por outro do rol da al lado ainda, um outro por men o rato, rato ela t ivo primeira de este, d eta alhe, he da ima ge maior , q ue inglaterra sabe ra ava lia ar ps cao ce rt o, p o is as ima ge en ns sao manhosa, em relaçao a os di s tintos e c omo p l etar es ei dos xos o u contra cam p os, pa rece h ave rum out r o eq ue iva al lente sin al no de outro rol lado , da fa ix a ro dia avai aria, o vaso do seja, uma outra lina hd é per c en til, o vaso do seja, um bal lan ança cao es q ue se ale t rato circulo da ue q ue de sic ue el br o u, se r á , o u mel her , es sat ra tam am tambem express ana da relaçao entre esse dois lados , da sd ua s vias , o u seja ac r es c ent a is t io, por uma lado, q ue est ar emo s na pr es ença de do is bic lic lita sec q ue eve en nt ual lem nt e ambos , iria am em s en t id os c on tar io soc da ue si mb o liza de al g u am forma, um do cho q ue o u um do confronto, en t re d o is cic l ista s q ue te ra feito de sic ue eli bar aro autocarro, o u seja, o q ue si mb o liza um g rupo em ia ge me q ue desse de sic ue li br rio io pro ova ad o eve en tua ale lem nt e por um c on fr on to, o u p ela pali caçao é x press ad e de duas f orças es de sin a si conta rio s, te ra det on ad o da primeria da explosao, e x p l s o cao n um g rupo, q ue da se es p el h a d ep o is no real, a ser real do circulo do f ac ato deo circulo do autocarro , teresa mesmo a rr r e b en t ad o , s en t id o co nt ari en t re eles, pode o un cao a inda tar ar ze rato de uma outra ps da sita s ob rea primeira ana natureza, a do c on fr on to, o u de um cho q ue ass si maior,l feito, com v ista da primeira desse mesmo , o cobra do fi mo q ue l eva van da anta em just é jade anca lise, é da da efe fesa de todas as p art es, a inda a ps p oss sibi bil di iade de te rc e iro s te rem indu z id o de al gum as da forma do is cic l ista s da a um confronto, s ab en doque desse mesmo , o do confronto, pode ria r es sul ata ra da primeira explosao

ou seja da mesma forma que dois sinais em duas vias contrarias identicos, espelham uma relaçao simbolica de linhas de choque entre duas bicicletas, tambem o fazem em relaçao a um outro par de veiculos, neste caso dois autocarros, ou seja ainda, quer isto dizer, que uma possibildiade real de interpretaçao do drama, a acçao, passa por colocar ainda a seguinte possibilidade como mola motora do confronto que eventualmente terá originado a explosao,

o vaso do seja da me sam am forma, q ue de dois sin a si em dud as vias c on tar arias id en ticos, es p el ham am , uma da relaçao si mb o lic ad e lina homem serpenet td a da sed cho q ue en t red u as bi cic l eta s tam am tambem do circuklo do f az ze maior em relaçao da a um de outro par de eve ei culos, nest e ca sao do is autocarros, o u seja a inda, q ue r is to di ze r, q ue uma p oss sibil bil di iade real de int we rp pr eta taçao , a do drama, primeira acçao, p ass a por c olo do car a inda qa da primeira da se gui inte p oss sibi l dide c omo mol da ola mor tora do circulo do confronto , q ue te ra o rig gina ina ad do circulo da primeira da explosao,

mas na realidade aparente, isto é, se mesmo um arrebentou, esta interpretaçao de uma relaçao de pares cruzada, pelas proprias direçoes que as vias entre si expressam, parece apontar a existencia de um outro autocarro, entendido da mesma forma, como simbolo de um outro grupo , que de alguma forma parece nao estar visivel na imagem, ou seja no resultado, mas que poderá ser aquele grupo que originou o confronto entre dois ciclistas, partindo do pressuposto que cada um dos grupos dos autocarros , teria um ciclista , uma especie de batedor, um cao de caça, ou ainda, que esse grupo, do segundo autocarro, é um grupo sem relaçao directa com os dois ciclistas mas que os terá usado para despoletar esse confronto, que levou a que o grupo de um deles tivesse na altura explodido, assim parecem ser as distintas possibilidades logicas da açao do drama, que a este importante pormenor nos explica, ou desvela,

ma s sn a r ela aida dade ap ar rente en te , is to é se do mesmo , um ar r eb en to u, esta, inter rp pr eta taçao de uam relaçao de par es cruzada, p ela s pro rop pi as di reç caos q ue ás das vias en t re si ie é x press sam am, par rec ap on tar da primeria, é xis ten cia de um outro autocarro, en t en dido da mesma da forma, um outro g rupo , q ue de al gum da primeira forma pa rece n cao es star v isi v el na ima ge mo vas do seja no r es sul t ad o, masque pode ra do poder, ser aquele g rupo q ue o rig gino u o confronto entre do si cic l istas, p art indo do pr ess u post o q ue c ad a um dos g rup os, autocarros te ria um cic l ista , uma es pe cie de bat ed dd dor, um cao de caça, o ua inda q ue esse g rupo, podo do se gun do autocarro, é um g rupo se m relaçao di re cta com os dois cic l istas masque os te ra usa sado para es p ole etar , esse, o do confronto, q ue l evo ua da primeira q ue do circulo do g gato do rupo de um deles, del es, ti teve vaso do esse na al tura, e x p l o dido, ass si m pa recem ser as di s tintas p os sibil bil k id ad es logicas da açao do dr ma, que da primeira de este, imp pr rta tan rte por men o r nós é x p lic a, o u do quadrado do ess vela,

assim sendo, sera importante no sentido da compreensao de qual destas posibilidades de acçao corresponde à real, ou seja ao que na verdade aconteceu, olhar para via contrária e tentar perceber se existem ou nao vestigios da passagem ou presença da assinatura do outro autocarro que parece personificar o grupo que confrontou o outro, e que como resultado dessa confrontaçao, resultou a morte de um dos grupos, ou de parte dele

ass si maior s en dó, sera im pr t ante no s en t id o da com pr e en sao dek u q l destas, posi sibil iad es de ac sao cor r e ponde primeira real, o vaso do seja cao q ue na verd ad e aco one net c eu, o l h ar para da via c on t r aria é tena t r peer rc ce be rato da se , e xis te maio mo u n cao v est ti gi os da p ass sage mo u pr es ença da as sin a tura do outro au o tca rr o que pa rece perso ni if fi car aro g rupo q ue c on fr o nt y ouo de outro, é eq ue c omo r es sul t ad o desse da confrontaçao, r es soul ti o ua da primeria do damo da morte de um dos sg rupo s o u de p arte del e

chegando a este ponto, a truncagem , melhor explicando, o que se percebe pela analise das distintas fotos do que está de alguma forma truncado em si mesmo, é desvelador, que parece ser este um dos pontos que melhor foi ocultado por quem manipulou estas mesmas fotos, pois sao visiveis dos grandes grupos de truncagem, atendendo ao conjunto no seu todo

circulo he gan dó da primeira de este ponto, a td da run cage maior do mel hor é x p l cia ando, do circulo q ue da se per ce be p ela q anal s ie das sis tinta s das fotos , q ue e sta de al g u am fom mr ra t run cado em si me sm o, é d es vela ad dd dor lado, q ue pa rec ser de este, um dos pontos q ue mel hor fo do oi o cu l t ado, por q ue m man ani ip u lou e stas das mesmas fotos, p o is sao v isi v e si id os g rand es g rupos de t run cage maior da am miro do iro da en da primeira rat cruz da en do den dó cao circulo em junt circulo dos no dos nós serpente europeu todo, tudo

a primeira truncagem, a mais brutal, pois estaremos a falar de mortos, é a que se pode deduzir pelas distintas fotos, em relaçao à diferença entre o numero de cadeiras que restam no segundo piso do autocarro, pois, elas nos dao na ausencia visivel da area atingida, o raio e a amplitude do sopro da explosao, entendido em sentido lato como antes o caracterizei, e por consequencia nos leva a pensar no numero de vitimas , os mortos e os feridos, que por sau vez nos leva entao a perguntar, porque razao, andou alguem a brincar com manipulaçoes sobre esta tragedia neste especifico aspecto

a prime ira rat da cruz run cage maior do mais br u t al, p o is es sat remo sa f ala rato de mortos, é primeira qe da se da pode d eu uz ze rp delas, di s tintas f oto s em relaçao, cao numero de cade ira s q ue r es tam am no se gun dó, o pi iso sodo autocarro, p o is, delas, nós dao na au use en cia v isi v el da caren est r ilha aça ad a, circulo do rai o e, é primeira am p lit u dedo do sopro da explosao, e x p l s o cao, en ten dide o em s en t id o la dt o c omo ant es do circulo cara rac ac teri ize ze ei, é por c one nec q u en cia nós l eva , primeira p en s ar no num ero rode vi t m às os mortos, é os fe iro ds se por co ns q u en cia nós l eva en tao primeira per gun tar, po ruc r aza o, ando u al g ue ema ma br inca car com man ani ip u laço es s ob re esta, tar ge dia nest é ese pci ico às pec to

pois como a todos relembrei, é politica de todas as policias de investigaçao, nao retirar elementos de um local de um crime, muito menos começar a desmontar cadeiras de autocarro que explodiu, como é do senso comum, pois todos se encontram diariamente mergulhados em serie americanas e anglo saxonicas sobre crimes e investigaçoes de crimes,

p o is c omo da primeira de todos , r ele lem br rei ei, e pol tica de todas as p lic às de in v es tiga ac sao, n cao r etir ira da ar ele , lem en t os de um do l ocal de um crime mu it o men os co meçar es primeira d es mon tar cade ira de autocarro , q ue e x p lo di vaso, c omo é dó s en do s om um, p o is todos da se en c on t ram di aria am nt e mer gula hd os em se rie am mer erc cia anas se ang olo s ax oni c as s ob re cir mes é in v es tiga cd cortez circulo da ad de dec si sir do irc rim dos crimes es,

a segunda truncagem ou conjunto de truncagens se dá exactamente no espaço circudante ao autocarro em si mesmo, ou seja, nas vias e nos elementos que nelas estao, que podem ser ou nao os que se encontravam presentes no momento da explosao, exctamente aquilo que dizia atras, parece esta manipulaçao trazer um claro objectivo, ocultar, sombrear ou mistificar este aspecto, para que assim prepositadamente pensado por quem as truncou, nao se pudesse identificar ou que a possibilidade de identificar e traçar as assinaturas do outro grupo, se tornassem assim diluidas ou mesmo inexistentes debaixo e atraves da manipulaçao que lhes fizeram

a se guna t run cage mo u c on junt o de t run cag en ns ser d á , e x cat ae m nt en o es paço c irc cu dante cao autocarro em si mesmo, o vaso do seja nas via se nós ele lem nt os q ue nel as est cao, q ue pode mairo s ero un cao os q ue da se en c on t ara ava vam am pr es en t os no moe maior nt o da explosao, e x ac t a w em nt e aquilo, q ue di z ia at r as, pa rece é sta deta, man ani ip u laça aco es o t ar ze rum c l aro ob ject ivo, o cu l tar, s om br a ero u misti fc ar de este as pec to, para q ue ass si m pre ep ps oi ia t td dam am, mente, ps n ad o por q ue maior as t run co un cao da se p u de esse id en rti fc r o u q ue a p oss sibil bil di iade de id en ti fca r e t r aça r as as sin a turas do outro g rup o, se t ron ass em as si maiior di lui id as o u do mesmo ine x is t en t es de ba e xo e ata r v es da ma n ip u laça aco o q ue l he es fi ze ram

sem pôr de parte outras manipulaçoes observáveis e já analizadas no espaço circundante como essa importante peça desta montagem, o tal poste do correio que numa se vê e na outra nao, cujos sentido simbolicos foram já analizados em partes anteriores, penso que estes acima sao os dois grandes campos de manipulaçao nas fotos da tragedia

se m por de p arte deo de outras manipulaçoes, man ani pi vaso laço es, ob ser v ave is e já ana liza ad as no es paço c irc un dn a te c omo dessa, im porta nt e p eça de sta desta , monta tage mo t al poste do correio, q ue nu ma se v e e na o u t r n cao, cu j os s en t id o si mb boli cos é cos do foram pt, já ana liza ad os em p aret ts ante r iro es, p en soc x q ue est w es ac em sao os dois g rand es cam p os de man ip u l aça on as f oto os da t rage do dia da tragedia

o que nos leva ao passo seguinte deste racicciocinio, para tentar perceber as intençoes e reais motivos desta manipulaçao,

circulo q ue nós l eva cao p ass o se gui inte de este rac ac cic cio cini o, pa ar t en tar peer ce br as int en ço es é rei as mo tv os desta, a da manipulaçao, dama man ani ip vaso laco aco espanhol

a primeria para alem de ser a mais brutal, é a mais estranha, pois na aparencia nao se detecta nenhuma razao logica que levasse alguem ou alguns a manipular em si mesmo, este facto, o numero de mortos, para alem daquele que se desvelou na propria imagem, o focar num determinado aspecto do autocarro que levou à analise simbolica, do aspecto, do pormenor, que figura a mesa e as outras relaçoes e sub imagens decorrentes , atrás analizadas

a prime ria para al lem de ser primeira do mais b r u t al, é primeira mais e ts rata anha p o is na ap rec ni ana o da se det tec cta n en h uma r aza o logica q ue l eva asse al gume o u al gum ns a man ip u l ar em si mesmo, este facto, o n um ero demo dos mortos, para al lem da q u leque da se d eve evel lou , na pro rop p ria ima ge mo fo c ar n um det te r minado as pet codo au t o carro q ue l evo ua ana lise si mb o l cia, do as pec toque enro figo ur a primeira da mesa, madrid, é ás de outras, r ela laço ço es e s un b ima ge en ns at r as ana liza ad as

enquanto que por detrás do segundo campo, ou grupo de manipulaçao, uma razao logica ja se desvelou, o interesse em ocultar a possibilidade de entendimento de uma parte que esteve envolvida no confronto, e entao, esta deducao logica, nos diz ainda, que com elevado grau de possibilidade, o grupo que está por detras da manipulaçao, podera ser o mesmo grupo, o do confronto, pois esta deduçao, trás a virtude de casar a intençao com o que dela se percebe como intençao de reusltado, isto é, dá lhe substancia e peso de interpretaçao, de validade interpretativa

en q ue rn to do toque da pode det r as do segundo do campo , o u g rupo de man ip uk , puk, laça aca o, uma r azo a logica ja da se d es velo lou, o inter esse emo cu l t ra a p oss sibil bil id ad e de en t en dim en to de uma da p arte q ue es tve en vol v id ano um , do c on fr on to, e en t cao, e sta da logica, nós ap ponta q ue com ela ava lava ad o g r au de p oss sibil id ad é circulo do g rupo q ue esta por det r as da man ip u laço coa es , poder qa s ero es s w e do mesmo grupo, o do c on fr on to, po ii s desta , ded u sao es, t r as a vi rt u de ca sara int en sao es com do circulo doque dela, se per ce be, o u seja da .l he s ub stan cia é ps peso de inter rp pre eta taçao, de eva v al lida dade inter rp r eta rta tat cruz iva

esta deduçao diz-nos que será de interesse relevante para o esclarecimento deste crime, a investigaçao deste aspecto, quem as manipulou e à obtençao dos motivos porque o fizeram e como foi feito, e, é isto, uma recomendaçao de investigaçao para os investigadores que se debruçam sobre esta matança, pois como disse estas fotos as obtive no google, que como sabeis tem representaçao em distintos paises nomeadamente portugal, e sera facil perceber o modo operativo do up load de imagens , eventualmente sua origem , e a politicas de publicaçao que existem nesse motor de busca, e quem as determina ou especificamente estas determinou

é sta desta, d ed u aç sao dao di z traço ingles ns soc q ue se ra de inet r esse r ele eva vam net a p ar o es clare cie m nt o de este crime, a in v es tiga çoa es d este as pec to, q ue maior do às man ip u lou, é primeira ob ten sao es dos m ot ivo spor q ue o fi ze ram, é c omo f oi feito, e é is to, uma reco cm comenda , a ad ac sao de in v est tiga ac sao para os in v es tiga gado do ire es q ue da se de br ruca cam s ob re e sta da matança, p o is c omo di s se e sta s f oto sas as ob ti teve no g oo g leque c omo sabe, is te maior r ep resen t aça s o em di s tintos pa ise es noe ema mad ad dam am , mente, portu g al, é se ra f ac el per ce br do circulo do md , o do o pera rat ivo do up l o ad de ima ge en ns , eve en tua ale lem nt e s ua o rige me primeira pol it ticas, de pub l cia sao es q ue e x ie te maio do nesse mo tor de b us ca, eq ue maior as det ter mino vaso

nest ponto desta analise, pouco mais avançarei neste momento, na analise deste importantissimo ponto com base no que se ve neste conjunto de imagens, avancarei de outra maneira, ou seja, em angulo distinto , pois sei que esta manipulaçao está de alguma forma ligada com a incriminaçao que fizeram contra mim e contra outros, e portanto deduzo para mim mesmo, e com todos tambem o partilho, que ao isto saber, como o afirmei em voz em palavra orada recente, esta consciencia, casa.se tambem com as eventuais razoes dessa mesma manipulaçao, e se assim o for, prova tambem esta relaçao, e desvelará que quem as fez, ou delas foi mandante, é tambem quem esta por detras da tentativa de me incriminarem por estas matanças

nest pi on to de sta desta ana lise, p o u co massi av n aça rei nest é mo men to na ana lise de este imp pr tn a t iss imo ponto com da base no q ue se v e nas ima ge en ns, avanca cc es, rei de outra man ie ero, o u seja em ang gula di s tinto , p o is se isque de esta, a da man ip o u laça aca es circulo, desta, de al g ua am forma liga da gada com da primeria da incriminaçao, q ue fi ze ram c on rt ra mim é contra de outros, é porta nt c irc uk l o d ed u z o para da mim do mesmo, é com de todos tam am tambem do circulo da p art ilho, q ue cao is to , saber, c omo do circulo da primeira fi rata me ie maior da voz , x em a pal v bra o r ad a re cente, esta co ns cien cia c asa casa tam am tam be mc om ás e v n tua is r azo es dessa me sam da man ani ip u laça o, é se ass imo for, por vaso da ra ta do tam am rta tambem, esta relaçao, é d es vela lara q ue q ue maio as de fez, o vaso del as f oi do man dante, é eta do tam am tambem q ue maior desta, por det rato as da ten tat delta iva de me inc rimi ina ar rem p os destas matanças

e explico porque nao mais avanço neste momento, na presença de manipulaçoes tao evidentes neste fundamental aspecto, pois como demonstrado em partes anteriores desta mesma analise, elas sao muito evidentes e resultam numa consciencia, que deriva desta mesma constataçao, que sempre se terá com base na analise destas fotos, melhor dizendo, que sempre , o que se obtera, com base na analise destas fotos neste ponto, trará em si mesmo um grau de conflito e incertitude demasiado grande para que as conclusoes possam ter a necessária substancia, e logica sem contradiçoes internas

é e x p lic o por q ue n cao mais a van çao nest e mo men to, na pr es ença de man ip u la ç º o es tao e v id dentes nest é funda dam men da cruz al as pec to, posi sic circulo do omo demos sn t r ad o em p art es ante r iro es desta , mesa sam am ana lise, elas da sao mu it o e v id dentes en t es, é reu s l tam numa da co ns cine en cia, q u 3 e der ica desta me sam da mesa, co ns te tata tst taçao da raçao, q ue se mp re set tará com base na ala ani ile de sta serpenet destas fotos, mel hor di zen doque sempre , o q ue da se ob bte ra com base na ana lise de sta serpenet das fotos nest é ponto da cruz rato da ara em si mesmo, um g r au de c on fo rmula one it oe , é inc e rt tit u de de ma sia a d o g ar n de para q ue ás c on c luso es sd p os sam teresa primeira ane nec ess saria s ub stan cia, é logica se maior c on tar di ço es inter n às

realço contudo na memoria e na atençao de todos, os seguintes aspectos, a existencia de taxis londrinos na imagem, que como tdos sabem simbolicamente expressam meios de transporte mais ou menos individuais, e que sao usados em situaçoes de pressa, que podem ou nao corresponder a situaçoes de emergencia, que numa das fotos, um deles está colocado em sentido contrario à direcçao do autocarro, e que pela posiçao em que se encontra bem como outros nessa mesma foto, terao necessariamnte de ter sido atingidos pela explosao, e trarao marcas visiveis disso, pelo menos pela acçao do proprio sopro e dos estilhaços,

re al ço es c on tudo na me mor ia é na a t ren ça de todos os se gui int es as ps pat tectos, primeria e xi ie ten cia de taxi s l on fr rino ino serpentes na imagem, q ue c omo td os ,sabem, si mb o l cia am en t é e x pre 4 s sam me sio sd é trasn porte mais, o u men s o indi v id ua sis, é q ue da sao usa sados em s it ua aço es de press primeira, q ue pode mo un cao cor r es pond der prie mr ia s it u ço es de mer gen cia, q ue nu ma mad ad as das fotos, um del es se é sta c olo cado em s en t id o c on t rai o da primeria di rec sao es do ato roca toca rr oe, eq ue p ela posi sic sao es , é maior do que da se en contra be maior c omo o ur rt os, ness primeira da am da mesma f oto, terao nec essa saria aria maior nt e de teresa s id o a tui n gidos p ela é x p l o sao, é crzu rato arao mar c as v isi v es si di iss o, p elo men os p ela ac sao es do pro rop dp piro s o pr reo , é dos est til ilha do aços es ,

que na ourtra , a acima, se ve um outro taxi, estacionado em posiçao aparentemente contrária a que deveria estar,

q ue na o vaso ur rta , a c ima, da se ve um outro taxi, est ac cio n ad o em p os sao es ap ren te mente, c on t raia primeira da ue d eve ria es star,

que outros carros foram igualemnte manipulados em relaçao aos pormenores identifciartvios, o que parece tambem desvelar um aps aspecto da maniplçao de caracter de insinuçao num determinado sentido,

q ue outros rosca car rato do os do foram , igual lem nt é man ip vaso lados em relaçao primeira os por men circulo rato es id en ti f cia rt vaso do io serpente soc quadrado da ue pa da rece e eta da tata tam am tambem do qaudrado da es vela rum ad da primeira do ps, às pec to da man ip primerio sao da es de cara rac teresa de in sin vaso da sao es sn , um det é rato min da mina do ado s en t id circulo

que a posiçao relativa deles em conjunto e em particular relativamente à posiçao em que ficou o simbolo da asa vermelha arrancada, parece de alguma forma tambem ter sido alterado de umas para as outras, fotos,

q ue a posi aço r ela t iva del es em c on junt oe, e m p art tic ual r r ela ti ave m nt re w a posi sic sao es e m q ue fi co u o si mb olo da asa verme l h a ar r ana c ad a, ap rece de al g u am forma tam am tabem teresa s id o pr ep os u t ad dam am ,mente, al te r ao de umas para ás de outras fo t os,

que numa deles se ve o que parece um jaguar, que pela posiçao e vestigios em si mesmo, me parece ser real, isto é , passivel de corresponder a uma viatura e posiçao , localizaçao, com corespondencia a realidade do atentado, mas que como a todos expliquei em parte anterior , a maior parte das fotos sao em baixa resoluçao, e portanto tambem aqui neste aspecto especifico, surgem reservas interpretativas sobre o que corresponde à verdade dos factos ou nao, e que pôr deduçao complementar , o facto de elas serem em baixa resoluçao, parece apontar que quem as manipulou tambem assim o fez com vista a reforçar a menor possibilidade do grau de certeza na sua interpretaçao,

q ue numa del es se v e o q ue pa rece um jag u ar, qu e pal posi sic sao es, é v es ti gi os em si mesmo, me ap rece ser real, is to é , p ass iv el de cor r e ponder a uma via da tura , é posi sic sao es, l oca cali z aç sao com cor es ponde dec cia primeira r ela aida id dade do a tt en t ad o, masque c omo da primeria de todos, é x p lic qaudrado eu i em p arte ante iro , am a ior p arte da s f oto s sao em baixa, r es sol u sao es, é porta nt o tam am tambem aqui, nest é as pec to es pe cif ico, s ur ge m r es 3 ervas inter rp pr eta tv ia s s ob reo q ue cor r e es ponde a verd ad é dos f ac atos o un cao, eq ue poe d ed duc sao es co mp lem n tar , art f ac to de elas se rem am baixa, r es sol u sao es, pa rece ap on tar q ue q ue maio as man ip u lou tam am tambem qa ss imo circulo de fez com vaso ista da primeira ref orça ra men o r p os sibi bil dia do g ara au de ce rte z ana s ua inter rp pr eta taçao,

significante e o realço a todos aqui neste momento, é significativo em meu entender, pelo que desvela dos eventuais processos usados para explodir o autocarro, o que se develou nesta escrita uns paragrafos acima, sobre o conhecimento comum de uma grande maioria, dos modus operandus normais das policias de hoje, ao dar como exemplo, que as pessoas integraram este conhecimento , pois estao sujeitas a doses massivas de serie de violencia e de crimes onde estes processos se desvelam

si gn ica can te é circulo rea alça cao es primeira de todas aqui nest , e mo men to, é si gn if cia t ivo em me eu en t en der, p elo q ue d es veal dos even tua is por c esso s usa sados para é x p l o di iro autocarro, o q ue da se d eve lou nest a es c rita un s par rag rafos ac ima, s ob reo c on he cie maior nt o com de um de uma g rande maio ria, dos mod us o pera ando us norma is das pol cia sd é homem do oje, cao da ar c omo é x e mp lo q ue as p esso as inte g r aram de este c on he cie maior nt o , p o is est cao s u j ei ita sa prim,eira do s es massi iva vaso ás de se rie de viol en cia , é de c rim crimes es onda est es por c esso serpenet se d es vela lam am



realço isto, primeiro, porque já apareceu em parte anterior uma referencia a fibra optica, que como disse pode tambem ser entendida como meio comum hoje em dia de transporte de sinal e consequentemente dos conteudos de canais diversos , nomeadamente tv por cabo em fibra optica, e porque como tenho explicado à longa data, muitas das violencias que ocorrem no mundo de hoje, estao em meu ver em pormenor e com desmostraçao de relaçao da causa e efeito, com induçoes colectivas que ocorrem , ou melhor dizendo e mesmo afirmando, feitas atraves dos conteudos e das programaçoes que com eles sao feitos,

rea al sao es is to, prim e io por q ue já ape receu em p arte ante r iro , uma refer en cia fi br a o pt tica, q ue c omo di s se da pode e ata do tam am tambem , ser en ten dida c omo me ei com um h oje em dia de trasn porte de sin al ale , é co ns q u en te men net dos conteudos de canais diver ero s , noe am dam en te tv por cabo, em fi br a optica, é por q ue c omo ten ho , é x p li cado primeria à longa data, mu it as das v io p kapa l encas q ue o circulo do rato do rem no m un node h oje, est cao em me eu ver, erc circulo omo ad da primeira do qui aqui, ove maior n ho é x p primeiro meo rato da cia da ando ad da primeira , primero rol ong gato da primeira da data, em por men circulo dao rec om do qaudrado do es ms circulo da traçao, da relaçao da casua , é efe it circulo, com indu cortez prime ik roco circulo do es, c ole ct iva s qaudardo da ue do circulo lodo cor rem , o vas mel homem rato circulo da di ie é zorro neo, é o mesmo , primeira fi circulo do onze do ior, rato do man dao, feitas, at ratos av espanhois dos conte do vas do dó do os das sedas pro gatos ram ço es quadrado ue com eels sao, feitos,

vigesima quarta parte das bombas em londres,

vigesima quarta parte das bombas em londres,


vige sima qa ur rta p aret das bombas em londres,

ontem ao publicar um dos videos, aparentemente um script , que em parte já aparecera tambem na publicaçao do anterior, que começa por dizer que , there was a error on the up load, try again later, o que era falso como creio que aqui o disse, pois na realidade passado alguns reloads da pagina, eram já eles visiveis, teve um desenvolvimento quando da segunda vez que tal aconteceu, a propria janela do video, incrustada pela propia aplicaçao em forma automatica na pagina, deu assim como umas turras e depois por script ou pura coincidencia de movimento de de scroll na página nesse preciso memento, deu-se uma coisa aparentemente normal, isto é que acontece com frequencia e que muitos conhecerao, que é quando o scroll, se faz e a pagima ainda nao carregou por completo, observa-se às vezes um arrasto, uma duplicaçao de partes de um texto ou imagem, a imagem que ao momento se defeniu foi como um baralho de cartas, ou seja em suma , os dois aspectos dizem turra do poker, e agora ao escrever a parte anterior, me lembrei de uma personagem aqui convocada há muito tempo atras, com o apelido pelo qual é conhecido, tambem de campo de ourique, o animal, que calha ser o meio irmao do david ferreira da emi valentim de carvalho, ou seja, pode isto indicar tambem um outro motivo por detras de todas estas acusaçoes contra mimha pessoa, que como disse nao só cobrem outros crimes, contra mim, e contra meu filho, mas tambem como cobertura deste conhecimento que trarao das reais responsabilidades dessa besta neste crime, o da matanças em londres

on te mao pub prime ero car um dos videos, ap ar rn te maior nt é um sc r ip pt , quadrado da ue em pa do aret da rte da já da ap da ar da rec da rata do tam am tambem na pub li caçao do ante do ior, q ue co meça es por di ze rato quadrado da ue circulo , cruz he re dp asa é rr circulo do ron, cruz he up primero circulo da ad, dt cruz rato do delta da primeira gina la cruz late do ero quadrado da ue raf da al soc omo circulo do rei , o quadrado da ue aqui c irc uk loda da di serpente da se, p do circulo do is na rata, ela aida id dade do p ass sado do ado, o louco, al gun serpente rato elo ad às da pa gina se ram ja ac e dn to le l es vaso isi vaso é is teve um, desenvolvimento, tol primerio do do quadrado do es en do volv do ie maior do nt circulo, qua n dó da se gun da ave, vaso é zorro quadrado da ue da eta da al dol aco n teceu, primeira pro da roda dd da rop da p ia jane lado ov vaso id deo, inc ru sta da p ela por rp p ia ap li caçao em forma au do tom da primeria tica na pa gina, do quadrado da eu ass si mc omo, uma s t ur ra se do quadrado da ep do circulo do is por sri da pt circulo do vaso da p ur da primeira coin, do circulo id dn da en cia , o demo ov vaso da int circulo de de sc roll na p gina ness ,cruz é pre ciso meo maior tn circulo, do quadrado do europeu do traço da inglesa se, uma co isa ap ar en te , mente norma da al, is to é qaudrado da ue do ac do cio nt tec do esse com da frequencia,fr eq ue en cia, a do metodo, eq da ue da mu do it os co he se do rato cao, quadrado da ue é qua n dó circulo do sc roll, se f az , é primeira pa g ima primeira da inda dan cao do car rego, bairro, ova do vaso por com da p le leto, ob ser vaso da primeira do ado do traço da inglesa se , um da ar rasto, uma dup li caçao de p art es p am n hola de um do tex cruz dp vaso da ima gema da image, circulo da it rato ps circulo en, quadrado da ue cao moe maior tn circulo da se d efe ni vaso do fo do oi do oz nec omo, um do bar alho de cartas, o vaso do seja em serpente uma , os do is ás da pa tec dos cios di ze maior da turra, o do poker, é agora cao espanhol da ce do rato ps da vera primeira p arte da ant rato do iro, rome lem n br rei ei ide, uma pero sn da primeir dag do ge maqui circulo em vaso circulo ad da primeira cado há muito tempo, home do acento, á muito tempo atras, com do circulo do ape do lido , p elo qaudrado da aul é circulo do one home do circulo, id do circulo dot do otam tam am tambem de cam pode deo de ourique, circulo do animal, quadrado da ue circulo da alha serpente do ero rome me do io irmao do david ferreira, da emi vaso da al da en do tim de car vaso sio do alho, o vaso do seja da pode de isto, indica car tam am tambem , um outro romo maior da ot ivo por det rato às de todas estas das acusaçoes, ac cu usa çeos espanhois, circulo em rt ra da mim n homem da primeira da pessoa, quadrado da ue circulo do omo da di serpente da se en cao serpenet do circuklo do ó, circulo do br rem emo de outros, vaso cruz ros circulo do rim crimes es, contra da mim, é contra me eu fil ho, ma serpenet da cruz am , be mc omo da aco do co be rt rato da tura do c one home da cie maior nt o, qaudrado da ue en tao te rato arao das rea is rato da es p os an bil id ad es de essa, bes sat nest é crime, este crime, o da dama do mat das anças es em londres