quarta-feira, novembro 28, 2012

i wont my son back



Acusação contra o estado português por crime de perseguição, via finanças, crime pela repartição de finanças dos Olivais, e ainda acusação criminal contra o ex. ministro do PS Teixeira dos Santos e outros, a ele como ordenante de mais uma ameaça de morte contra minha pessoa.

Em parte anterior desta acusação, “crime de perseguição através das finanças de Alcântara”, neste ponto, a constante perseguição que me fazem através de todo o aparelho do estado, e através das finanças em particular, dei conta através de um texto dos factos reais de um outro crime, desta vez através da repartição de finanças de Alcântara onde a minha empresa, latina europa, esteve fiscalmente sediada nos últimos anos de sua existência.

Este outro crime que aqui se narra, através da repartição das finanças dos olivais, ilustra e prova uma outra vertente concomitante desta perseguição, não só às minhas empresas enquanto as tive, como também à minha pessoa, isto é, como contribuinte individual, e pelo que se desvelou em torno do seu acontecer, mostra a existência de uma plano longamente organizado para roubar o meu património e o da minha família, de forma a facilitar um dos objectivos maiores que os terroristas trazem acordados nestes últimos anos, o de em seguida me matar.

O primeiro sinal desta faceta da imensa conjura me chegou pela leitura de um jornal diário, onde dei conta que uma verba que era apresentada, obviamente como referente a um outro qualquer contexto, era equivalente à que meu Pai, em conversa à data, não muito ida, me tinha mostrado a minha Mãe e a mim, numa folha Excel no seu computador, sobre o património familiar, ou seja o valor do património estava presente em minha consciência, e portanto o reconheci nesse artigo de jornal, que só li em diagonal, não o tendo conseguido identificar, me recordo contudo de ser um dos jornais económicos.


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and an old text at coins and correlatives , as ovas de esturjao

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