domingo, dezembro 23, 2012

8. Da CGD que foi barriga de aluguer da política, VIII

8. Da CGD que foi barriga de aluguer da política, VIII


Recordo de memória, sem poder confirmar pelos meus arquivos, outros blogues a que me liguei no principio da escrita do meu livro da vida partilhado com toda a humanidade a partir de 2003, e é evidente que à luz dos factos criminosos que narrei, nomeadamente à volta de 2005, com o roubo de meu filho Francisco, e a consciência progressiva no tempo, baseada em diversos factos, de que os blogues foram desde o inicio usados nesta estratégia, mesmo no plano mundial desta conspiracia, nomeadamente com o concluio das autoriedades portuguesas, como a procuradoria geral da republica, aqui neste livro provado em seu tempo de acontecer,2011,( a linha da red ligth no interior da procuradoria nos mesmos dias de uma grande encenaçao dos bloggers em lisboa, como dei conta em video e textos) que uma investigaçao séria sobre este crime, deveria e deverá por extensão analizar tambem então aqueles que estão ou estiveram por detrás destes blogues.
este facto acima referenciado entre parentesis que prova a participação activa da procuradoria geral da republica ni plano internacional desta conspiraçao, provou ainda um outro crime, pois como o demonstrei, de seguida no Ouro Sobre Azul, algum tempo depois, entraram cá em casa e apagaram as provas, atraves de um sofisticado processo técnico, que passou inclusivamente por apagamento gráfico da cor da lâmpada vermelha no interior da procuradoria geral da republica, tanto no master como nos takes originais, que nesse dia filmei ao passar, ou seja, indica isto em sua suma neste ponto, que a procuradoria geral da republica depois de perceber que eu tinha um registo em imagem que provava o crime de participação activa na conspiração, tambem no nível, internacional, cometerem o crime de falsificar essa mesma prova.


Como todos sabem, os blogues, como muitas outras aplicaçoes semelhantes existentes hoje em dia, permitem o anonimato, relativo a segundos e terceiros leitores, mas ao mesmo tempo, pela tecnologia em si mesma, e tambem de acordo com as leis que trazemos, este anonimato relativo a quem os lê, não corresponde a um real anonimato de quem na verdade está por detras deles, ou da sua escrita,e trazem as autoriedades e os operadores maneiras de isto averiguar, e são mesmo elas em parte sempre responsáveis por estas matérias, ou seja, em suma, neste ponto, não é nunca sustentável que esta vertente de investigação não possa ter sido feita, alegando qualquer tipo de impossibilidade tecnica, de investigação ou mesmo de carater ou base juridica mesm sabendo das limitaçoes das actuais leis neste dominios, que não respondem em forma adequada às novas tecnologias e às questões decorrentes em espaço público de comunicação, como em sua essência estas aplicaçoes são.
Como narrei no tempo em que on line me fui ligando a alguns blogs que ia descrobrindo, ou, como tambem aventei e expliquei, como possibilidade tecnica real, de terem sido apresentados propositadamente como a aplicação do blogger em seu início o fazia, tambem eventualmente com esse mesmo prepósito de me fazer linkar a alguns em particular, poucos foram os que depois conheci em pessoa, alguns casos, mesmo com a duvida que sempre alguem terá, se uma determinada pessoa que depois conhecemos em real, é na verdade a que está por detrás, ou quem escreve num determinado blogue, pois até mais do que um o podem em simultâneo escrever, e até aparecerem como um só.
e este facto da aplicaçao do blogger,assim na altura o fazer, se com preposito criminoso,por consequência afirma e desvela, a pré existência de um plano pré concebido, e até, a plausivel prévia existencia de perfils psicologicos para que esse mecanismo funcionasse.
do conjunto de blogues a quem estive ligado, para além dos dois em parte anterior mencionados, que já conhecia e , apresentavam a verdadeira ou aparente identidade, se bem me lembro, conheci nas circunstâncias relatadas no tempo do seu acontecer,em encontros únicos reais, uma rapariga que se apresentou como sendo a anouck, e outras duas que se apresentaram como martas, e conversei em video com a neuza do clube das almas inquietas, aparentemente no brasil, neuza que como recordei nesta sequência, me relembrou uma vez,antes do roubo do Francisco, o velho princípio da troca dos filhos entre inimigos, ou mesmo como caução de protecção e de não ataque, como aconteceu na idade média.
Da paula nunes do deslizar dos sonhos, com quem tambem estive duas ou tres vezes, recordo na altura em que deixou de escrever o blog, uma estranha citação de saint exupery do livro a cidadela dos mortos, e uma estranha nunca explicada dor inquieta que nela senti das ultimas vezes que com ela falei ao telefone, como sabendo de algo muito grave, que nunca me disse, ou seja, na distância do tempo, uma percepçao do conhecimento, talvez do crime, este contra mim e meu filho ou ainda de outros.
estes três textos, terão sido os ultimos, ou dos ultimos que ela, a paula nunes, publicou em seu blog, deslizar nos sonhos
Não gosto de despedidas, tu sabe-lo.

Não me peças que te olhe a dizeres-me adeus. Detesto essa palavra, como se tudo acabasse ali, se tudo for a vida que se pode ou não escolher.

Não me peças que te olhe a dizeres-me que o adeus é assim para sempre e povoado de ausência de ti. Todas as despedidas são promessas de regressos não sabias?

Não, não sabes, claro que não sabes, ou não terias esse verde do teu olhar cheio do musgo que escolheste para o lugar da esperança.

Não, não sabes porque se o soubesses não verias as (tuas) mãos assim vazias enquanto agarras as minhas. (enquanto me agarras a vida)

Porque se o soubesses saberias que nelas levarás muito mais que te dei, muito mais que saberei (ainda) que levas. Porque enquanto o regresso não chegar é contigo que estará sempre algo de mim, meu, que me pertence e que nunca te dei. Mas que tornáste teu enqanto percorrias as rotas que traçaras em mim.

Por isso sei que a despedida é a tua promessa de regresso e a minha garantia de me ter de volta.

p. de Paula ou o outro lado

Se não houver esperanças de que o teu amor seja recebido, o que tens a fazer é não o declarar. Poderá desenvolver-se em ti, num ambiente de silêncio. Esse amor proporciona-te então uma direcção que permite aproximares-te, afastares-te, entrares, saíres, encontrares, perderes.

Porque tu és aquele que tem de viver. E não há vida se nenhum deus te criou linhas de força. Se o teu amor não é recebido, se ele se transforma em súplica vã como recompensa da tua fidelidade, se não tens coração para te calares, nessa altura vai ter com um médico para ele te curar. É bom não confundir o amor com a escravatura do coração. O amor que pede é belo, mas aquele que suplica é amor de criado. Se o teu amor esbarra com o absoluto das coisas, se por exemplo tem de franquear a impenetrável parede de um mosteiro ou do exílio, agradece a Deus que ela por hipótese retribua o teu amor, embora na aparência se mostre surda e cega. Há uma lamparina acesa para ti neste mundo. Pouco me importa que tu não possas servir-te dela. Aquele que morre no deserto tem a riqueza de uma casa longínqua, embora morra. Se eu construir almas grandes e escolher a mais perfeita para a rodear de silêncio, ficarás com a impressão de que ninguém recebe nada com isso. E, no entanto, ela enobrece todo o meu império. Quem quer que passa ao longe, prosterna-se. E nascem os sinais e os milagres. Não importa que o amor que alguém nutre por ti seja um amor inútil. Desde que tu lhe correspondas, caminharás na luz. Grande é a oração à qual só responde o silêncio; basta que o deus exista. Se o teu amor é aceite e há braços que se abrem para ti, então pede a Deus que salve esse amor de apodrecer. Eu temo pelos corações cumulados.

A ti, que corres...

... sobre alcatrão de estradas ainda quentes; sobre geadas sobrepostas, deslizantes, gelo sujo da outra noite, sangrada a presa que abateste; sobre as areias do mais desolado ermo, desértico ninho de cactos, chão de térmitas, estalagmítico como tu és vertical. À tua carne viva que caminha sobre vidros desde as tuas fundações até ao véu que te recobre cabelos e lágrimas; à tua mão que, trémula, tocou as costas da minha, dizendo-lhe que escrevesse a qualquer preço; ao anjo tutelar, granítico torso, olhos rebrilhantes dos grãos da pedra sob a chuva; ao lago do teu jardim de onde musgos e líquenes escorrentes te recordam que és lava seca, tu, que és do pó e a ele regressas num dos teus. A ti que, de vestes rasgadas, cinza sobre a cabeça, te rojas sobre o chão da catedral que te elegeu e já não sabes o caminho, seguindo em frente por não haver mais para onde ir. Ouve o meu sussurro, abre mão do que nunca te pertenceu, caminha silente, olhos ao teu nível, aptos para as pedras do caminho como para pedir ajuda ao alto, desprende-te de tudo: abre mão. Então, inesperadas, as névoas da manhã revelarão quem és: um ser alado que desliza entre humanos, como eles, vulnerável, sofrido, mas próximo do Outro Lado que te chama, já, naquele que partiu. Cauterizado com sal, mutilado nas certezas, sem pertencer a lugares, viajarás mais grato, mais leve o percurso. Vás por onde fores, segues a rota única, a que traçaste tu: terás tirado o azimute...

Que ele te leve até onde tiveres de ir!
Antoine de Saint-Exupéry, in "Cidadela"
estranho, olhando agora de novo estes textos que copiei e guardei na altura do blogue da Paula Nunes, na altura em que ela deixou de o escrever, de novo salta à minha consciência, a "assinatura" do primeiro que pela sequência se for a original, passível de ser confirmado por peritagem, em termos de logica narrativa, se estabelece tambem como especie de título do segundo, ou seja, reforçando a ideia, ou mesmo intençao de uma leitura cumulativa dos sentidos, que se complementa ainda pela inclusão do terceiro texto.
A "estranheza" reside na assinatura," p. de Paula ou o outro lado", como a sugerir que o outro lado de Paula, ou de uma Paula no sentido de nome femenino, p, corresponde a um outro lado da mesma, e liga com outra sigla de assinatura de um outro blogue a quem estive ligado, o segundo a que me liguei, a pedra e a espada, que em cartas electronicas recebidas, assinou com um P, maiusculo, sendo de deduzir pela leitura mutua que normalmente se faz a quem estamos ligados que ela soubesse tambem da minha ligaçao à Pedra e a Espada, como em suma, podendo dessa forma estar tentado me dizer quem era e que motivos eventualmente ela conhecia por detrás.
pois o primeiro texto é um texto de despedida em tom amargo, dorido e eventualmente rancoroso e vingativo, onde agora nesta analise se realça à minha consciência, " olhar cheio de musgo que escolheste para lugar da esperança", enquanto o regresso não chegar, é contigo que estará algo de mim, que te pertence mas que nunca te dei, mas que tu tornaste teu enquanto percorrias as rotas que traçaras em mim", "que a despedida é tua promessa de regresso e a minha garantia de me ter de volta"
Do segundo, em analise de palavras chave, um medico, um mosteiro, exilio, lamparina acesssa, aquele que mora no deserto tem a riqueza como casa longínqua, embora morra, império.
Do terceiro, estradas ainda quentes, geadas, granitos, musgos líquenes, a catedral que te elegeu, azimute, o santo antonio, e xu do pery.
mais curioso isto se torna, pois azimutes, escrito por algume que assina como ines alva, foi como sabeis um dos blogues que acompanhei em forma de regular leitura embora nunca o tivesse linkado, e se associa a um outro ainda, adornar, que visualemnte remete para o aqueduto das aguas livres e veleiros como sagres, e por extensao das próprias ligações do primeiro a muitos outros blogues.
sumando os elementos chave dos três textos, olhar cheio de musgo que escolheste para o lugar da esperança, trás diversos sentidos em si mesmo, musgo, palavra que de novo aparece no terceiro texto, como lugar de esperança, no meta sentido do texto e da despedida, pode indicar alguem outro, o amor, que tem olhos verdes, um novo amor, que se pressupoem ser então o motivo que leva o outro a escrever a carta da despedida, mas mantendo uma confiança num possivel regresso, pois algo de quem escreve, continua no outro, algo que não foi dado, mas que o outro tornou seu, ao percorrer as "rotas que traçaste em mim", ou seja, pode isto sugerir um filho comum, e mais estranho ainda em suma, o sentido literal das rotas, pelo acima explicado, veleiros, navegações, marinheiros, de agua ou das novas aguas, as redes digitais e um outro eventual sentido, cumulativo, pois a frase vibra, entre a ideia do recuperar-se a si mesmo, por exempplo face à dor sofrida numa relaçao, mas tambem pode adquirir um significado de penhor, uma ideia que ressoa, numa outra aqui abordada nesta sequência, da troca dos filhos, ou do filho, pela escolha especifica da palavra, garantia.
se o primeiro texto nos fala da narrativa dramatica e dos motivos, no segundo texto parece então emergir uma identidade, mesmo que parcial, e, ou, cumulativa, um medico, mosteiros, exílio, lamparinas acessas, candeias, que mora num deserto mas tem a riqueza de uma casa longínqua, e que sempre morrerá, e imperio, ou seja, o medico aqui parece adquerir o sentido de medico da alma, provavelmente um padre, e a frase riqueza de casa longinqua, parece por intuiçao poder traduzir um sentido literal real, alguem que vive isolado, mas que tem riqueza e uma casa por exemplo numa grande metropole, ou seja ainda, parece esta ultima possibilidade, encaixar numa outra, um eventual facto da relaçao de uma mulher com um homem que está em bruxelas, como se desvelou na escrita de parte anterior, na explicaçao do mecanismo nuclear e complexo do roubo ou da troca do filho e talvez mesmo de uma morte de uma criança.
o terceiro texto, parece ainda nesta linha interpretativa reforçar a id de um lugar, o lugar que emergue do segundo, estradas ainda quentes em lugar de geadas, pode querer significar, lugar onde as estradas de alcatrao são recentes, o que em suma, neste aspecto com as geadas, o granito, os musgos e liquenes no jardim da casa, parece em transposiçao a Portugal, o norte do país, mais especificamente o geres, o lugar do azimutes, e não azimute, ou seja , id de ines alva, ou de quem assim neste nome se disfarça.
sumando o mosteiro, tenho na regiao como referência, pitao das junias, ou uma cobra grande das junias, e por extensao, como nome o padre fontes, ou por corruptela, o fon espanhol, o jornalista.
outras relaçoes que emerguem nesta analise, pelos termos em si mesmo, se bem que mais isolados do seu contexto, ou sequencia, sao, o que decorre da ideia de império, que por um lado reforça a ideia de um padre ou monge, de imperio como imperio do Espirito Santo que por correspondencia a um nome de familia especifico de novo nestes dias, aparece com frequência na linha do chamado monte blanco, branco, e do que aprece ser um veu de eventuais roubos criativos numa rede internacional, uma das maiores motivações primárias deste crime contra mim e meu filho, e ainda imperio, como antigo cinema, perto de um dos lugares onde habitei em lisboa, bairro dos actores, arieiro, com diversas linhas de factos distintos, desde a queda de sá carneiro, a queda de entre rios, até NY, actual sede da IURD, ou seja ainda brasil.
musgos, associados a olhos, em suma com outra linha relativa a imagens, pode indicar ainda as praias da linha de sintra, e os diversos factos a esta zona associados, nomeadamente, a casa de campo do Nuno Debonnaire, a memoria de uma bela sereia aqui comentada que apareceu numa capa de revista saindo do mar numa dessas praias de olhos verdes, e o musgo, não nos olhos, mas nos dentes da monica calle.


23 12 2012
paulo forte

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