quinta-feira, dezembro 06, 2012

Da CGD que foi barriga de aluguer da politica

Da CGD que foi barriga de aluguer da politica

Ainda sobre as vossas ilusões e meios dizeres de cães que sois, pois homens falam inteiro em forma clara e justa!

Estranha linha num suplemento de um jornal português no fim-de-semana passado, pela soma da expressão de quem proferia uma estranha afirmação, que a CGD fora a barriga de aluguer da política, pois não tem sentido em sua interpretação literal, visto que política, como coisa abstracta, não nasce em barrigas muito menos de aluguer.

Por outro lado, a frase que acompanha a face de quem a profere onde se lê em termos emocionais, como uma terrível verdade, como que recém descoberta, parece indicar uma outra realidade mascarada ou mais uma linha perversa das ilusões, da criação, e da alimentação constante do labirinto onde me enredam e a muitos mais, pois pode-se ler em soma, que uma mulher que pertencera ao grupo da CGD terá sido a barriga de aluguer de uma outra mulher e de um outro homem, presume-se, como normalmente se presume que barrigas de aluguer servem casais que não podem ter filhos em forma natural.

Ou seja, transporta-se algo que não necessariamente se cria, que é criado por outro, por esperma de um outro homem, num óvulo que pode ou não ser da mulher que transporta, e neste sentido a metáfora que não o tem em sentido linguístico restrito, pode falar ainda de roubos de conceitos, nomeadamente de ideias politicas, que são de um homem, e que depois são transportadas, ou distribuídas por exemplo por diversos outros, ou casa politicas, ou partidos ou o que for.

Esta é a primeira ponte, pois mais uma vez tinha eu acabado de relembrar alguns roubos de ideias políticas e outras, como conceitos que deram inclusive origem a produtos e negócios durante estes últimos anos, ou ricos filhos em ventres alheios, por assim escrever.

Por outro lado ainda na primeira interpretação do que parece esta tão falha metáfora, posso ainda pensar que outras possibilidades existem com estes processos de barrigas de aluguer, e que uma delas poderá estar ligadas à política, ou seja a um partido, posso por exemplo imaginar, que uma mulher que vive com um homem, a mando de outro, seu colega de faculdade, que ao que parece segundo um pássaro me disse, anda por Bruxelas e arredores, essencialmente para o tramar, decide nesse crime cheio de vontades de filhos de diversos tipos em ventre infecundos alheios, daqueles que moram no pensar do coração, por necessidade até de alimentar carreiras políticas de topo de bluffs, roubar ao homem com quem vive, um filho, mas ao mesmo tempo, essa mulher, porque tem uma estratégia e poderosos apoios para o tramar, quer desde logo ter um filho, com um terceiro homem que faz parte da conjura.

E como a mulher aparentemente decidira ter um filho com o primeiro homem, o quem com oficialmente vivia, quando engravida, engravida do segundo, e recolhem no mesmo tempo, o semem do primeiro com que engravidam uma outra mulher, a tal barriga de aluguer.

Assim a mulher que vive com o primeiro homem dá a luz um rapaz, que é do outro homem, e a filha que nasce da barriga de aluguer de uma outra que o primeiro nem conhece ou sabe, tem na verdade a filha dele.

Depois a mulher começa a afastar-se do primeiro homem, levando uma vida dupla já com o segundo, e passado alguns anos, decide de acordo com o plano pré estabelecido, matar o primeiro, começa por o fazer crer como um abusador, um violento, entram os peritos da conjura para o rotular como louco perigoso, os conjurados dos tribunais metem o carimbo da falsidade da lei, e rouba-lhe o aparente filho, de tal forma que o primeiro homem nem a ele tem acesso nem tem possibilidade à medida que as suspeitas nele se avolumam, de saber nomeadamente por um teste de ADN, se o filho é mesmo seu também.

Durante este tempo todo, uma outra mulher tem a filha dele, ou tve em parte, pois no plano, de barriga de aluguer, geralmente a portadora não vive depois com a criança, e assim sendo uma pergunta terá que se fazer, o que aconteceu á verdadeira filha do homem, para quem foi ou terá mesmo sido morta com o objectivo de o matar ou matar mesmo a muitos.

CGD, nesta história real, tem como referencias, o símbolo das notas de 500 paus, a casa de um actor, joao de uma rosa, um roubo de um dos conceitos mais valiosos, o do cartão multibanco, e uma estranha ressonância detectada não há muito tempo, na fachada da actual sede, os garfos, como o troféu de caça entre a av de Roma e a av estados unidos da América, ou ainda, o que ficou visível, na queda das torres em NY, onde na poeira se vê como provei, o que parece contar de uma bebe morta num trono por uma mulher tipo musculada, com longos cabelos escuros em caracóis, com um tipo meio africano.

CGD, tem nesta história real, mais uma importante ressonância, um rapaz que antes trabalhava no icep, que depois montou na CGD um portal para a empresa, onde uma vez apresentei, o canal zero, um outro valiosos conceito que depois de roubado apareceu na América, com o nome You tube, e que valia há uns anos trás mais de três biliões de dólares, uma outra boa explicação do porque do plano para matar um homem através da morte de um filho dele que ele nem conheceu.

Dentro do vosso constante sadismo e perversão, como aqui diversas provei, onde por todo o género de roubos e alugueis, diversas vezes aproveitaram partes da analise deste crime contra um pai, um filho e uma filha e muitos mais, como a dos caixões nesse cruzamento das avenidas para alimentar fantasias ou não, como a do caso rui Pedro, assim sois vos bestas bastantes e parece que creies trazer ainda filhos em vossos regaços, por isso lhe pergunto a si, que se diz jornalista que aparecia nesse pequena foto do suplemento de um jornal no fim-de-semana passada, o que pretendeis e o que sois, sois do grupo dos sádicos, perversos e terroristas que se alimentam em constância do sofrer alheio, inclusive de crianças, ou sois só um meio um quarto de homem para falar por meias palavras sobre roubos e eventuais mortes de crianças, ou ainda como terceira possibilidade, fostes encomendado por quais terroristas para desta forma, tentar mais uma vez me incriminar indirectamente através de um complicado enredo, que por ser complicado, não necessariamente é impossível de ser verdadeiro.
Verdade é que não trago eu acesso ao que creio ser meu filho de sangue, verdade é que todos me negam a lei e os direitos básicos de um homem e pai saber da verdade sobre seu filho, verdade é que todos os homens nesta terra e em outras sem excepção até ao momento, também.

Sois homens, sois porventura pais, mereceis os filhos que eventualmente trazeis em vossos regaços, que país de merda é este, onde o silêncio e as sádicas ilusões reinam sobre filhos roubados e abusados!
O vosso costumeiro silêncio desde 2005 a todo provará a verdade, e sendo ao que parece jornalista, lhe pergunto, terá sido morto o director do Le Monde, por isto ter descoberto?

Vos narrei a todos, em dia recente, de uma mulher que aqui se cruzou à entrada do prédio, de quase um pé partido, ao lado de uma estrela negra, no dia seguinte na rua pelos sinais, alguns disseram, ser do 727 do restelo, na noite que aqui teve, dois cheiros me chegaram, um a químicos, outro a cona como infectada.

06 12 2012
paulo forte






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