segunda-feira, dezembro 10, 2012

Da CGD que foi barriga de aluguer da política, lV

Da CGD que foi barriga de aluguer da política, lV

É também um facto, que quando o general vasco Lourenço afirmou publicamente em jornais portugueses, que existiam gangs maçónicos, apareceram no mesmo tempo, outras artigos públicos, onde se referenciou em especifico o nome de lojas maçónicas, e onde Mota Soares, e um outro que é deputado do CDS, apareceram em face como membros destas lojas implicadas nesta figura genérica, de gansgters, que ilustra bem, a ausência de justiça em Portugal e a corrupção reinante, pois até ao momento, em termos da lei comum dos homens nada se passou sobre este caso, fruto das declarações do general Vasco Lourenço.

Como todos sabem esse deputado do CDS, ex jornalista, é um dos braços direitos do Paulo Portas, actual dirigente deste partido, e portanto é plausível de ser deduzida também uma relação do segundo como dirigente dessa mesma loja maçónica, melhor escrevendo, desse grupo de gansgters, e isto leva neste caso também à morte da Maria José Nogueira Pinto, pois como analisei na altura do acontecer, Maria José Nogueira Pinto sempre se opôs a Paulo Portas, e a sua carta de despedida, publicada no DN, falava mais uma vez das rodas da vida, ou seja, de um dos sistemas de roubos de crianças, e ainda apontava velhas histórias do ultramar, que mais uma vez parecem ainda ressoar, nas linhas de novo evocadas, em Moçambique, na produção do documentário, looking for José, à procura de José, e dos crimes concomitantes de corrupção e outros que á volta se desvelaram, e ainda mais uma vez a participação da rede do PS nas empresas publicas, neste caso, na RTP e ICAM.

Ainda sobre Mota Soares, trás ele o nome de uma das grandes construtoras, a Mota Soares, não sabendo eu se existe alguma relação de família, mas é evidente que muito e justamente tenho eu criticado a, chamada política de betão, que na mais das vezes tem sido e são actos de gestão danosa e corrupção através de dinheiros públicos nacionais e comunitários e portanto também não me é difícil imaginar o amor que me trazem.
O que se passou de seguida à troca do bebe, tem estado a meus olhos velado, por todos, sendo todos aqui, todos os que ocultam a verdade e consequentemente a sabem, e consequentemente se tornaram todos cúmplices do crime.

Pois está isto provado à exaustão, começando pelo simples facto da constante negação do direito fundamental da queixa e consequentemente da averiguação, feitos por todos os que pela lei a todos e qualquer um o devem sempre assegurar.

E é um facto que parte do constante crime de acesso à justiça e da oficialização do roubo através do tribunal de menores e família de Lisboa, foi feito por uma criminosa, ladra e abusadora de crianças, advogada da comissão de honra da candidatura de outro grande criminoso, Mário Soares, também dos corpos gerentes da Ordem dos advogados, onde também é facto provado, a rede dos criminosos se estende, inclusive após a mudança de bastonário e ao parlamento.

Essa criminosa advogada, vera silva, foi também do ICEP, onde a Teresa trabalhou, e se cruzou comigo no tempo da expo, por razão do pavilhão do icep onde a minha empresa esteve como sabeis envolvida nesse tempo.

E todo o processo no tribunal, é também como provado feito em forma criminosa, bem como todos os crimes que cometeram para suportar a decisão de roubar o Francisco.

Ou seja, temos aqui, um bando de malfeitores, que se estende ao PS, à ordem dos advogados e dos médicos, ao tribunal de família e menores de Lisboa, a institutos públicos neste caso, o ICEP e certamente também às ordens maçónicas, e especificamente às ordens maçónicas femininas.

Pois como também o provei, um outro caso, real ou em parte máscara, o chamado caso Esmeralda, abordado em pormenor nos meus textos, demonstrou que uma antiga grã mestre das ordens maçónicas, Maria Barroso, esposa do Mário Soares, esteve pelo menos implicada no roubo dessa criança com as declarações dela no programa da RTP o demonstrou, e consequentemente é de crer, pelo que se percebeu que não terá sido caso único, ou seja, existem indícios, pelo menos desde essa altura, que a maçonarias femininas, o PS, estão envolvidos em outros crimes desta natureza e provavelmente mesmo em mortes de crianças.

E mesmo estando nesse mesmo programa, um juiz, o António de uma das associações de juízes, nada de seguida ao contrário da lei, se passou, em relação ao crime que a criminosa Maria Barroso, ali em forma publica, confessou, ou seja, prova isto, coisas, que os juízes o sabem, neste caso e portanto é provável que em muitos outros, que consequentemente se encontram corrompidos e vergados, por diversos bandos de malfeitores de diversas naturezas, a ainda consequentemente se tornam cúmplices destes crimes, e ainda, deita por terra qualquer credibilidade em termos de investigações e sentenças nos casos de roubos de crianças, abusos e mortes, como por exemplo, o caso da Casa Pia, onde nomeadamente sempre se falou da implicação de altas figuras do estado português, como ministros nesses abusos.

Em suma neste ponto, a justiça se encontra corrompida e vergada também relativamente a estes casos de roubos, abusos, actos de tortura e morte de crianças, que são diversas as naturezas dos bandos de malfeitores, que alguns dele trazem por natureza, como nos casos maçónicos, regras secretas e assim sendo, só uma investigação externa pode garantir a verdade e a justiça a todos os que sofrem o dano.

O que sei, já vos disse e escrevi em longos documentos, e são elementos do crime que me chegam por 
diversos maneiras e entendimentos, muitos deles, tendo como propósito o mais enredar no (bari), labirinto que esconde o crime e a vossa culpa, que fez e faz de todos vos cães.

Vos recordo o que vos disse da verdade, da última vez que por acaso, isto é sem, propósito, vi meu filho durante talvez três minutos, em casa de meus pais, pois a mãe ou aparente mãe o fora lá buscar, nos abraçamos, olhei-o e dei me conta de como crescera, e de como estava diferente em seu corpo, face e espírito, disse-lhe de meu amor e vi o dele, e quando subia esta rua onde me encontro, já uma qualquer rede, tinha preparado, numa linha que vinha a se desenrolar, mais um espelho, através de uma televisão posta em forma propositada para que eu a visse, e no momento em que passava, a fotografia do Nuno Melo, que na verdade trás parecença de traços com o Francisco quando o vi, pois de outras tinha eu dado conta recente ao tempo.

Nuno Melo, da família Melo, grupo CUF, hospital aqui perto, também Amadora Sintra, onde recentemente inscrito na tentativa colectiva de me matar, me recusaram os cuidados de saúde, membro do CDS, ex deputado nacional actualmente no parlamento europeu, ou seja, parcelarmente parece por esta função, encaixar no perfil abordado nas primeiras partes desta série de textos, CGD foi a barriga de aluguer da política.

Grupo CUF, e eventualmente outros, e uma guerra em Portugal, no tempo da reforma da saúde, que continua na mesma e pior, no tempo do governo de outro criminoso envolvido no roubo de meu filho, o Sócrates, que levou inclusive como narrado a talvez uma dezena de mortos, rede das ambulâncias, mais os crimes no hospital de S Maria, um director clinico de psicologia, o caso dos seis que ficaram cegos, o olho de horus, as ressonâncias com o crime em Beslan, e um juiz que também trás semelhanças de face com o Francisco nas últimas vezes que o vi.

E um estranho pormenor no logo gravado na parede da rua lateral do hospital da CUF, que remete para o chaveiro egípcio, e as leituras à volta dele, do significado da vírgula, como um bebe perdido, e ainda na mesma rua, no prédio alto, onde estava ou esta uma empresa de comunicação ou redes, um outro elemento de madeira inclinado na recepção interior, que ressoa ainda estranhamente numa outra estrutura que está relacionada com o sonho com a Mónica no tempo de NY, abordado no contexto da queda das torres em NY, e as leituras cumulativas e de certa forma amplificadoras na av infante santo, assimetrias, também como imagem, de rachas na terra.

Ou seja, este pormenor de madeira no interior da entrada desse prédio que parece ter uma função impossível, como um objecto impossível, tipo os que o SAM fez e nos deixou, este aparentemente para cartas, parece acrescentar, ou reforçar, não só a ideia de vazar e vazamento, pela sua inclinação, como ainda a ideia de uma carta, associada a um vazamento, talvez portanto um bebe, que parece estar de algum modo relacionado com aborto ou morte, CUF…; se bem me recordo da grafia, que por lá estar há já uns anos, quer também dizer que quem lá o pôs, assim deixou o conhecimento para o futuro de pelo menos parte desta história e este facto, ressuou depois na vírgula do meu chaveiro que se descolou, e ainda num desenho, da criança que sobe ou desce para o céu e o mar, entre o céu e a terra, imagem também como crucificação de uma criança, ou crianças, e para meu conhecimento especifico, visto que muitos remotos pelos candeeiros de iluminação pública por ali fizeram nestes anos.

Bari, chave e eco. Apareceu nas primeiras linhas desta parte, Bari, Itália, e ontem um eco detectei na antena dois, que remetia para Itália, não Bari mas Veneza, dizia a doce senhora depois de um conjunto de belíssimas cantatas de natal, que estas tingas sido as descobertas, assim se chama o programa da antena dois, creio, que pela declinação do nome do compositor, alemão, que um outro o teria conhecido, não esse, concerta, mas um nome espelho desse, em Veneza, ou seja, subentendia-se que alguém teria descoberto uma relação de conhecimento entre um alemão e alguém eventualmente de uma das lojas maçónicas que o coronel chamara de gangs, em Veneza em certo ponto. De Itália num jornal também, um foto do anuncio da recandidatura de Berlusconi, com um estranho titulo, o sexto ataque ao poder, a seu lado um senhor muito alto, como um atlante, que me recorda a bela alta mulher africana que aqui apareceu recentemente, bem como os atlantes da guarda papal, e ainda de alguém outro que se demitira do governo italiano por algo relacionado aparentemente com esta linha do Berlusconi, sexto ataque, parece linguagem de pugilismo, atalantes, também nome de produtora de filmes, Paulo branco, a ressoar, num detalhe do sonho, os carretos da mesa de montagem antiga do cinema.

(Bari, rem teia, tea italia, tin gas, deco bertas, c one homem cm en to, c ronel ch mara de ganags, re can dida dat ra de Berlusconi, ata tala ala lan tes, e al gume dent deni, it tira do giverno italiano, ap par ren tee nt e com de esta, est tea linha do be r lu s cone ei, sex to ata q eu)

Nota segunda, na parte anterior desta sequencia de textos, aparece também BV, ou seja abreviação de bombeiros voluntários, e a relação que me parece estabelecer-se pelo aparecimento desta sigla, é uma referencia concreta a uma das ids comentadas na (vigame), viagem a Vila Real

Lisboa, 10 12 2012

Paulo forte

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