terça-feira, dezembro 11, 2012

Da CGD que foi barriga de aluguer da política, V

Da CGD que foi barriga de aluguer da política, V

Nota sobre o que chamei de objecto impossível no átrio do prédio grande ao lado da esquina da rua da CUF com a Infante Santo. Na verdade não é um objecto impossível, no sentido das ilustrações deste conceito através do objectos que SAM criou e nos deixou, ou seja, um objecto que é familiar a outros que conhecemos, mas cujas alterações no desenho, ou forma, o incapacitam para a função que se espera dele, este objecto em madeira clara, é como uma cunha, inclinada, vaza no seu interior e está colocado sobre uma espécie de parapeito elevado, em relação a uma secretaria de recepção que esta num plano inferior, ou seja, o que se poderia esperar da função, seria alguém no patamar de cima, onde estão os elevadores, poria por exemplos cartas no objecto que depois de deslizaram no seu interior, voando aterrariam na secretaria do porteiro, mas também podem aterrar no chão, ou seja, é um objecto que parece não ter função, ou se tem, aparentemente função que não serve ou pouco, ou nada, serve. 

Noto que existem mais leituras à volta daquele prédio em sentidos literais e simbólicos, que foram descritos no livro da vida.

Só houve até ao momento uma pessoa que me disse na face que o meu filho fora morto, que sabia que o meu filho estava morto, e esta pessoa como o narrei em pormenor é o segundo elo directo com NY, isto é, como disse, a segunda vez que uma relação com NY se estabeleceu em forma directa durante estes anos, e eventualmente a queda das torres.

O evento que estabelece a relação com a queda, como o narrei, é o dia da oficialização, por assim dizer do namoro dela com o tal homem a quem chamam de animal, aqui de campo de Ourique que era para ter sido no dia da queda das torres e do irmão dele nessa altura vivendo em Miami. 

Esta linha está esclarecida em pormenor no livro da vida, remete para as relações do tempo em que estive no bairro de campo de Ourique pela primeira vez, anos oitenta, Helena e o irmão dela, o Fernando Napoleão, a Claire Marshall, New look, agências de moda, onde recentemente me foram por outros desvelado relações com o Brás, que pressuponho ser o Teixeira Pai, RTP administrador, Arco do Cego eventos, e ainda as recentes declarações do filho, nos jornais, dizendo que alguns dos juízes deviam estar presos, ou seja de novo maçónicos e socialistas, animal aparece de novo recentemente também, no atentado contra a saúde pública e em particular a minha, no pingo doce de Alcântara, sem como de costume alguma resposta de nenhuma autoridade, e com os useiros véus que relatei e a todos expliquei.

A Zeza, me disse em casa dela nos anos a seguir ao roubo de meu filho Francisco, que sabia que meu filho estava morto,

que sabia que estava morto, e mais sobre este assunto não me disse e também isto expliquei eu a todos em pormenor no livro da vida. Deduzo que mais ela não me disse sobre este assunto, por estar obrigada a segredo profissional, e consequentemente que tal informação lhe teria sido desvelada numa das consultas como terapeuta que ela é.

Ou seja, pelo que sei, a Zeza é terapeuta do que se podem chamar filhos de boas famílias, e provavelmente no decurso de uma qualquer conversa de análise, terá ouvido da existência de um plano e até de um crime, que por sua vez será do conhecimento de uma dos analisados. Esta parte é pura dedução, ou seja uma hipótese que não nega outra fonte de conhecimento.

A Zeza vive ou vivia nesse tempo, ao pé do hospital Campo Santana, onde como sabeis um crime frito pelo grupo do CDS e certamente pelos factos por mando do Paulo Portas contra mim aconteceu, nos finais dos anos oitenta, um crime feito com e pelos médicos, e mais uma vez coberto durante todo estes anos por todas as autoridades.

Na altura deste meu reencontro com a Zeza, mais quatro mortes à volta se deram, o que mais uma vez prova a existência de um bando de malfeitores e como sempre o afirmei por muitas deduções, um plano pensado e executado ao longo de muitos anos, mesmo décadas.

A primeira foi antes de a reencontrar depois de longos anos sem a ver, a também se encontra narrado no livro da vida, um acidente de carro, onde ela conduzia levando duas crianças, o filho e um outro rapaz filho do tal animal, Gonçalo que morreu. 

Como analisei em detalhe, pareceu me sempre que este acidente foi provocado, e agora olhando ao longe no tempo, parece-me evidente que quem tentaram matar, foi antes de mais a Zeza, e isto levanta e reforça o motivo, e eventualmente a ligação com este facto, o conhecimento dela deste crime, provavelmente porque outros terão descoberto que ela o conhecia em parte ou na integra, se calhar através de quem lhe contou, ou seja a analisada, pois o termo nesta grafia, se definiu neste género.

Esta clarificação do motivo, e do enredo por detrás, afigura-se hoje clara, e um outro facto reforça esta ideia, o facto de que intentaram ainda por cima tramar a Zeza através dos tribunais, o que é como provado em outros factos distintos, processo useiro na cobertura pelas autoridades corruptas e criminosas, ou seja, em suma este facto, desvela, que outro algo, um outro crime, bastante mais complexo estava a ser coberto, pelos meios que o usaram para o cobrir e uma outra morte que decorre antes do julgamento da Zeza, uma testemunha de acusação, segundo ela me informou na altura. Ou seja, alguém que deveria ter começado por ser testemunha de acusação contra ela, mas que por alguma razão teria, ou mudado de opinião, ou mais provável, ter com base em conhecimentos entretanto ou desde o inicio, que trazia sobre conjura de fundo, começado por exemplo a fazer algum tipo de chantagem, exigência de condições, ou de mais contrapartidas, dinheiro ou outras, para se manter como testemunha de acusação, e por essa razão, os conjurados decidiram matá-lo e o mataram, antes do julgamento começar. Se bem me recordo de memória, essa acção intentada através dos tribunais contra a Zeza, veio da parte da ex-mulher do Gonçalo, mãe da criança morta que resultou do acidente, e portanto provavelmente aponta a origem do grupo por detrás que quis matar a Zeza.

Ou seja, uma polícia não vergada, honesta e competente, teria investigado estas possibilidades e certamente chegaria aos factos e provas desta possibilidade, relativa ao motivo desta segunda morte.

Friso que no livro da vida dei conta de diversos factos, detalhes em torno deste caso, onde emergem, dois casais com antecedentes de morte e roubo de heranças, uma relação à família do David Mourao Ferreira, que remete ainda para o que fora o meu universo e área profissional, uma outra eventual morte de uma outra criança na Costa de Caparica ou arredores, como decorreu de leitura cumulativa na exposição da Amália na SPA, redes de jogo, África do sul, que de novo reemergiu por outras razões, concomitantes ou não, e uma estranha imagem em seu sentido, que de novo remete para a questão de crianças ou bebes, através da correspondência do Gonçalo com a tal da África do sul, “the little dwarf”, ou o pequeno anão, ou pequeno anão com imagem de criança ou bebe, pequeno, no estranho contexto da correspondência, onde o Gonçalo escreve a africânder que já o tem consigo e está contente de ela não o ver, ou seja, com um meta sentido, de roubo, ou rapto, ou divisão, partilha, de filhos.

Recentemente, talvez há dois meses máximo, quando esta linha do pequeno anão reemergiu de novo, um Mercedes van matrícula belga, em frente ao Bar do Tejo, uma das cervejarias de Alcantara, onde existem leituras sobre varetas caídas e motas inglesas no contexto dos atentados em Londres, apareceu com um pequeno anão como pendurado no vidro da frente e uma matricula que dizia, y,x, de um delta, ou seja coordenadas, trinta e um da armada, ou, e, CUF por extensão, como dizendo de um bebe enforcado ou perdido que viria dali ou ali fora morto neste caso, provavelmente no hospital.

Duas outras mortes, aconteceram ainda neste tempo do reencontro com a Zeza, uma igualmente estranha morte do presidente da junta do campo santana do psd, ou seja do lugar do hospital Egas Moniz, do passe do Paulo Portas e seu grupo em finais de oitenta, cuja assinatura parecia ser semelhante a morte de Trotsky, e por consequência para a América latina. De memória, passível de ser verificado por peritagem das datas dos meus originais publicados, esta morte acontece no tempo em que evoco, este antigo crime feito no hospital contra mim em finais de oitenta, ou seja, este homem que foi morto terá uma qualquer relação com esse facto nos anos oitenta, ou, esteve implicado, ou o conhecia, ou sabia quem o fizera, e portanto parece mais uma vez que estamos num crime ordenado pelos mesmos, para cobrir passiveis testemunhos. Como o disse na análise do crime fruto da informação nos jornais, parece ter sido foi feito por remoto através da aceleração de um operário.

E uma outra morte, que também relatei no livro da vida, neste mesmo tempo, segundo os jornais, uma jovem mulher que descia a rua em percentil que ladeia o hospital, que não dera pela ausência da grade de protecção, se bem me lembro, e ao cair na rua morrera, em frente ao largo onde está a junta de freguesia.
Ou seja em suma, a única pessoa que me disse até agora saber que meu filho fora morto, quando a reencontro passado largos anos, e como sempre ao longo deste imenso crime, um conjunto de mortes, cobertas por todas as autoridades corruptas aconteceram, sem que a justiça até agora seja feita!

Exijo a justiça que me é devida, a mim, a meu filho e a muitos outros, exijo a verdade integral a que tenho pela lei direito!

Quero o meu filho de volta já!

11 12 2012

Paulo forte


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