quinta-feira, dezembro 13, 2012

Da CGD que foi barriga de aluguer da política, Vl

Da CGD que foi barriga de aluguer da política, Vl

Ainda uma nota sobre o objecto de madeira no prédio da Infante Santo, este objecto e sua função, o deslizar por dentro, de um plano superior para um inferior em percentil, em resumo, é semelhante em função, a um outro, o cubo que existe na escultura do Pedro Cabrita Reis no jardim da Gulbenkian e das extrapolações por semelhança com a estrutura do sonho premonitório da queda das torres em NY, ou seja, me diz a intuição, por esta parcial analogia entre estes dois objectos, que outras relações com estes factos, terão também que existir.

Recordo o diagrama e as conexões, nomeadamente uma das primeiras no tempo com NY relativas ao crime feito pelo grupo do Paulo Portas, nos finais de oitenta através da irmã dele, a Catarina Portas, grupo do jornal independente, Patrícia Reis, fundado pelo Paulo Portas.

Esta agressão ocorreu no fórum Picoas, headquarters da PT, envolvida na altura do Millennium, como sabeis em crimes de roubo de propriedade intelectual no montante de bilhões, e também em constantes crimes que provam a activa participação da PT nesta conspiração.

Na sala de cinema, onde iam passar o quatrocent coups de Godard, já sentado ao lado da Catarina, à chegada, o Jorge Colombo, quando o cumprimento me dá uma cabeçada que me partiu o nariz, e pouco tempo depois, o Jorge colombo, emigra para NY, num mesmo padrão detectado e explicado no meu livro da vida, de emigração a seguir a um crime, de todos aqueles que esse bando tem usado ao longo das décadas para me fazer todo os tipos de mal.

No hospital Egas Moniz, pedi eu em consequência desta agressão a realização de uma junta medica, e quando perante ela compareci, num barracão anexo, dentro do hospital, verifiquei que todo fora preparado para me impossibilitar a apresentação de uma queixa-crime baseada nos danos de respiração consequente deste crime. Todos os pormenores deste crime feito por uma junta medica só de mulheres, o que aponta também eventualmente, um grupo maçónico ou outro do género ligado ao CDS, encontram-se descritos em pormenor no livro da vida. Passados todos estes anos, o comportamento criminoso da ordem dos médicos cobertos por todas as autoridades deste país de criminosos e corruptos, como sabeis, não respondem, ou seja, continuam a cobrir o crime, e portanto sabem bem o que se passou.

Os outros factos estão amplamente narrados no livro da vida, nomeadamente em textos publicados no blogue Sea Matters, e em particular um, com o título, “facts around the pregnancy and birth of my son Francisco”, e neste momento dois dos narrados, me emergem na memória.

A estranha leitura emocional que tive na Teresa quando a vi no quarto do hospital após o parto, onde o que se me afigurou no momento, traços de o que se considera, as tais depressões pôs parto, e que com o tempo se entranhou em mim, com um outro sentido, de que algo de mal teria acontecido e a ela estaria a par, sobretudo a partir do momento em que a mãe dela, alguns anos mais tarde, já com a família separada, me disse uma extraordinária frase, que a Teresa tinha feito algumas coisas erradas na vida, mas que a partir de agora, tudo estaria bem, imaginem, pois não é difícil, o que um pode sentir, quando confrontado com a separação e o roubo do filho, e ouve isto da mãe da mãe.

Ou seja, como o escrevi no livro da vida, e com todos os tremendos crimes que fizeram para o roubo do Francisco, a soma destes dois aspectos, me deu a confirmação, pelos seus sentidos literais, primeiro que a Teresa estava a par de algo errado relativo ao nascimento e que eventualmente fora por terceiros assim obrigada, como uma espécie de pagamento de divida, ou sujeição a chantagem, não sendo displicente a possibilidade literal de pagamento de dividas, pelo universo aparente do Nuno Debonaire, digo aparente aqui, pois este conhecimento do póquer, e de eventuais de dividas, e para mim, indirecto, da mesma forma que recordo a todos, que quando da separação, cheguei a falar inclusive com o pai da Teresa, para averiguar se efectivamente ela, não estaria por terceiros a ser obrigada a assim agir, ao que ele me respondeu que não.

Esta linha à volta de dívidas ou pretensas dívidas, usando aqui o termo, pretensas, pois pode ser também uma cobertura de outras intenções e motivos criminosos, ou ainda um processo real, isto é, criado por terceiros, com vista a dar corpo a esta interpretação dos crimes e das suas motivações, de forma a melhor disfarçar as verdadeiras e nucleares, torna de novo a emergir na linha do tempo através de mais uma morte na minha família, recentemente também de novo evocada, a da minha prima Rosa, que curiosamente ou não esteve também internada no hospital da CUF, e onde depois do seu falecimento, tive conhecimento que aparentemente ela tinha dívidas de jogo, o que somando a mais um outro aparente acidente depois, que ocorreu no seu ramo de família, parece reforçar a ideia, suspeição, de que um dos motivos reais destes crimes, poderá ter sido, o roubo patrimonial, ou também.

Pois um outro facto relativo ao processo do assassínio da minha prima Rosa, também recentemente comentado, o dela ter dito a familiares, depois de retornar do internamento na CUF a casa dela, que fora mexida, isto é, que tinha percepção de que os objectos dela estavam fora do lugar, liga, um outro processo de assassínio, quando me tentaram matar depois do roubo do Francisco, em dois mil e cinco, seis, pois vos dei conta que uma mesmo se tinha passado aqui onde vivo, ou seja em suma, se liga dois tempos bastantes distinto na linha do tempo dos eventos, se desvelou um mesmo processo semelhante de matar, um “bem-sucedido”, pois levou à morte, outro nem tanto, pois ainda estou vivo, e que por estas razões, obtêm corpo a possibilidade, que os verdadeiros motivos por detrás destes crimes são outros, se bem que visem também o roubo patrimonial, e que consequentemente, independente de ser verdade em parte ou não, as dividas, este facto, se real, é também, melhor escrevendo, não deixa de ser também, uma cobertura, e ainda diz, que provavelmente visto os processos de matar serem semelhantes e sofisticados, isto é, não muito correntes, que estaremos provavelmente em presença do mesma associação de malfeitores.

E é também evidente que o crime de entrada em minhas casas é continuo ao longo dos anos, e é também um facto que as autoridades os cobrem, e portanto é de deduzir, que também cobrem quem mata através destes processos e consequentemente e antes, quem rouba.

Que esta afirmação, é indiscutível, pois muitos são os factos e crimes que vos tenho provado aqui ao longo dos anos, que muitos deles são extremamente sofisticados em seus processos, como aqueles que provam a continua espionagem e controlo de tudo o que faço, sem que aparentemente toda e qualquer autoridade tenha cumprido aquilo que é expectável pela lei, e se duvidas houvesse, um outro facto criminoso, é claro nesta matéria, a constante negação dos direitos e nomeadamente do direito de queixa, e consequentemente a prossecução da investigação e da justiça e da reparação dos danos, o que traduz em suma, neste ponto, uma clara motivação criminosa que assenta em dois crimes fundamentais, por um lado, a cobertura dos roubos de todo o tipo de propriedade feitos por todos os bandos dos partidos, do estado e de outros, e por outro, um constante crime de esclavagismo, ou seja sujeitando-me a mim e a meu filho a este crime, obtêm assim um instrumento de esclavagismo, de chantagem e de constante ameaça, que me obriga em parte a resolver questões que são da competência de quem se diz autoridade, pois uma coisa é a ajuda por iniciativa própria que eu tenho dado desde 2003, e outras, a perversão dessa ajuda, ao serviço de intenções criminosas.

E isto são crimes pelas leis, e por esta razão se constitui de novo, queixa-crime contra todas as autoridades que oficialmente, sem nenhuma excepção até à data, os cobrem e consequentemente neles participam, algumas vergadas ou a mando de outras redes internacionais que visam entre outros o constante roubo.

Pois como provado à exaustão, durante estes anos da escrita do meu Livro da Vida, muitos são os roubos de pensamento político e de propriedade intelectual, comercial e industrial, e mesmo produtos, que tem aparecido pelo mundo inteiro, nomeadamente na europa, e nas instituições políticas, e também a este nível em particular, mais uma vez os crimes de negação de queixa e negação do direito do acesso à justiça, perante os órgãos de justiça, tem sido a dominante, ou seja, o mesmo padrão que existe em Portugal se transpõem para o mundo e para a europa em particular, e também para os domínios da política e consequentemente dos seus actores, partidos políticos, outras organizações e instituições.

Quando falo de roubo patrimonial como uma das principais motivações destes crimes, falo em sentido amplo, incluindo também a possibilidade de roubos genéticos como são de certa forma os próprios filhos, pois como a todos expliquei, uma simples dedução, um dia há longos anos me apareceu na minha consciência, se são tantos os roubos em todos os domínios ao longo das décadas, porque não também os filhos, ou mesmo o sémen de forma a os produzir em barrigas de aluguer alheias.

Como vos disse, sou eu autor ao longo de décadas de diversos conceitos que depois se tornaram produtos comerciais, que se encontram por todo o mundo, e que valem em seu todo provavelmente centenas de biliões, alguns dos quais nasceram em Portugal e tem sido vendidos ou exportados, e se baseiam em autorias minhas.

Recordo-vos em forma sintética alguns dos mais marcantes, o conceito dos multibancos, o conceito da MTV, o conceito da Via Verde, ou o conceito das Lojas FNAC, ou o conceito You tube, ou ainda os múltiplos objectos, tecnologias e aplicações, no que foram os meus domínios de actividade enquanto a pude ter neste país de ladrões impunes cuja agravante se reflecte também como vos tenho chamado à atenção, num roubo cumulativo do erário publico e do rendimento comum.

E isto que vos recordo de novo agora, que traduz palidamente a minha importância em termos de valor económico, são grandes e verdadeiros motivos para a desde sempre e constante negação da justiça em relação a todas as minhas queixas, e prova também em forma indirecta, porque, são tantos, os individuais e colectivos que desde décadas se encontram associados em forma criminosa, porque sabem de onde e a quem roubaram, porque sempre ganharam muito dinheiro com eles, e portanto tem muito a proteger, o que explica também a enorme teia montada das constantes e pérfidas e insinuações de tudo e de nada, e a constante perseguição, nomeadamente através do estado e das autoridades vergadas, e, ou participantes nestes crimes.

Vos recordo, o que já vos expliquei em detalhe no Livro da Vida, que o que começou a mudar mesmo antes do milénio, foi a minha consciência disto, e a consequente mudança na forma de trabalhar, isto, é, as redes que as diversas associações de malfeitores que vinham do passado deixaram de existir em forma directa, como quando reduzi a empresa, e simultaneamente isto criou a necessidade aos bandidos de encontrar outras formas de se poderem continuar a alimentar, e os blogues foram um dos meios que encontraram, como parte de uma estratégia muito mais complexa, onde se inscreveu o roubo de um filho e eventualmente pior, a constante chantagem e ameaça e um esclavagismo numa nova forma sofisticada, e um rio de sangue e morte para apagar as evidências dos crimes.

Este facto, o da minha mudança empresarial, ou seja, fechando as portas ao mundo e consequentemente aos bandidos, é também uma das razões porque desde então cometem o diário crime de entrada em minha casa, para continuar a roubar o que já não tem acesso directo, e também para roubar todo o meu passado com que depois alimentam em todos os medias as constantes fantasias, ilusões e pérfidas insinuações sobre tudo e nada, construindo desta forma uma continua pressão que visa também a perpetuação dos crimes, o seu disfarce, o descrédito das minhas acusações, e da minha pessoa.

Vos recordo que não muitos meses atrás ouvi eu pelo espírito um dizer dos bandidos, que já tinham o suficiente para a vida toda, isto é, que desde que comecei a escrever o Livro da Vida, nomeadamente as ideias que lá estão, seriam suficientes para os continuar a alimentar ao longo das vidas deles. Na verdade quando por exemplo nestes anos inventei o conceito das torneiras eléctricas, o fiz como sempre o faço, pela utilidade e mais do que isso a necessidade de salvação das espécies neste planeta, e depois de algum tempo como sabeis, elas apareceram, ou seja, mais uma vez houve um crime de roubo, e contudo como também sempre vos chamo a atenção, não se encontram ainda massificadas, ou seja, o roubo e os que roubam, sempre pervertem os objectivos, e uma coisa é inventar e partilhar pelo motivo da ajuda da humanidade e outra são pura e simplesmente roubos, ou pelo menos assim era, quando a lei que existe é cumprida.

13 2 2012

Paulo forte


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