sexta-feira, dezembro 07, 2012

Da CGD que foi barriga de aluguer da política, ll

Da CGD que foi barriga de aluguer da política, ll



Um ponto desta negra conjura, poderá ter uma variante, nos processos do crime, a mulher está na realidade engravidada do homem com quem oficialmente vive, e ao mesmo tempo decide ter com o amante, um filho, como não pode estar grávida de dois no mesmo tempo, usam uma barriga de aluguer, para gerar esse filho.

(Um do porn do porto)

No hospital, dois partos ocorrem ao mesmo tempo numa mesma sala, o pai que vai ter o filho com a mulher, é impedido de acordo com o combinado previamente com os médicos, de ter acesso ao parto, ao lado da mulher, uma outra que é na verdade a barriga de aluguer, as crianças nascem assim ao mesmo tempo, e são de seguida numa outra sala do hospital trocadas, o pai só viu o filho no berçário passado algum tempo através de um vidro, mas na verdade o bebe que lhe indicam como sendo o seu, é já o trocado.

Durante cinco anos, o pai vive com a mãe e criança que não é dele, mas sim dela e do amante, e de acordo com o plano da mãe e do amante, avança para a segunda fase, a mulher e o homem decidem tirar o filho deles do convívio do pai que não é pai de sangue, e eventualmente ou não, preparem o caminho para mais tarde virem a viver juntos.

Para que as suspeitas não se levantem sobre o verdadeiro plano deles, um outro homem aparece nesta fase, para dessa forma não se desvelar ainda perante os olhos de todos, quem é o homem que na verdade é pai com o mulher do filho, e com quem, os dois, este complexo crime montaram.

Passado algum tempo, talvez nem o ano a partir do acto aparente ou não de roubo do filho, esse outro homem morreu, provavelmente porque no entretanto terá descoberto o que se passara, que fora usado por eles, e provavelmente terá sido esse o motivo que levou a que eles o matassem, ou, ainda, e também, porque já não seria necessário ao plano na fase de transição, e isto é um facto real, este homem existiu e tinha um nome e trabalhava no icep como a mãe, e chamava de Nuno Debonaire.

E esta morte, como anteriormente uma outra, o do vasco, serviu como sempre tem servido todas as mortes que este bando fez e continua a fazer impunemente, para acusar o pai, na forma vil e pérfida de todas as encenações e constante armadilhas para assim fazerem crer a muitos que ele é o culpado delas, servindo assim também um outro propósito desta conjura, o desviar da atenção e da investigação sobre os que pela sombra operam este plano, protegendo também dessa forma, o outro homem, a sua identidade e a relação dele com o mulher.

E muitos são os factos descritos ao longo dos anos, se mesmo não todos que dão corpo e peso à interpretação do mecanismo do crime e do crime, pois mais que provado está, que ao mesmo tempo do roubo do filho ou aparente filho, uma constante e poderosa em meios campanha foi também despoletado contra o pai, onde por constante manipulações da opinião publica, através de encenações, criação e extrapolação de simetrias, e mentiras, se pretende desta forma e sempre a revelia das leis, acusar o pai de um vastíssimo conjunto de todo os tipos de desgraças.

(Ancão ou Ancão laço)

Também é um facto que o comportamento criminoso sistemático da ordem dos médicos de Portugal, criou a suspeita desde longa data, de que alguns deles estarão desde sempre a par do crime e por todos os meios o tem tentado cobrir.

07 12 2012

Paulo forte

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