sábado, dezembro 08, 2012

Da CGD que foi barriga de aluguer da política, lll

Da CGD que foi barriga de aluguer da política, lll

Nota à parte anterior, o que ali se desvela entre parêntesis, Ancão, e laço, parece ser corruptela de Alvão, laço, pois nas imagens de vila real, também recentemente de novo evocadas, como vos disse depois de as analisar, uma história que parece um crime verdadeiro, se desvelou nas próprias imagens, e um dos fios dessa história, é um laço, como uma forca, numa árvore do rio Alvão, que não deixa ainda de ressoar outra vez em Alva, talvez um parente, como um pai. Esta linha de vila real, encontra-se ou encontrava-se publicada no Ouro Sobre Azul, e é importante aqui, para compreender a rede dos matadores, os outros crimes que dei conta terem acontecido contra mim, durante esta estada, roubos de informação e um estranha substância tipo sangue que apareceu no meu PC no quarto depois de dormir, ou seja, alguém que entrou no quarto enquanto eu dormia, e mais tarde um eco na antena dois, que indicou alguém ligado as universidades para além do Marão.

Ainda em vila real, bv, um outro facto e relação anda de novo em minha consciência associado a outra peça acusatória, ainda não publicada, no seguimento das duas contra o estado, as finanças e os ministros respectivos, o anterior, e o actual.

Pois ao escreve-las me lembrei dos roubos de ideias politicas por parte do PS, e de uma em particular a que fiz referência no livro da vida, o plano que permitiu a recuperação das pequenas e medias empresas em Portugal, a que os ladrões chamaram depois de Mateus, que como sabeis era o nome do ministro à data.

E como sabeis pelo vídeo da viagem a vila real, o lagar do vinho da casa Mateus, um relação até então desconhecida me apareceu aos olhos, pois na foto de família a brindar ao lado dos cães de caça, estava a Teresa Forte, que não é de minha família, mas colaborou na latina europa, no tempo da ideia do plano Mateus, onde também um crime pelas finanças foi feito contra a empresa, como de costume, depois dos roubos, sempre o pagamento com um crime. Como também o disse no livro da vida, em ano recente a vi a passar de carro ministerial com o mota soares, actual criminoso ministro a entrar para a rua do ministério das finanças por detrás do calhariz, ou seja certamente continua a ser um dos elementos que fornece informações a muitos pra alimentar o contínuo labirinto em que me tentam enredar ao longo de anos, a relação que lhe conhecia no tempo em que comigo trabalhou era com outra casa brasonada, o do marques de Benfica, ou seja, parece ser um dos elos com um dos bandos que me roubam, e alarga os territórios a frança pelas razões explicadas, ou seja provavelmente o roubo do conceito das lojas FNAC. Mota Soares, CDS, aparece recentemente no livro da vida com uma imagem aqui comentada sobre a Demoiselle, na altura em que um outro maçom, general do vinte cinco de Abril, declarou nos jornais a existência de gangs maçons e consequentemente de actos de gangsters. Mota Soares do escritório de advogados também do Pires de lima filho e do Mello, que se cruza comigo na altura do processo contra a latina europa pela empresa que aqui fez as instalações, Pires de Lima, filho de Pires de Lima pai, que estava à frente da ordem dos advogados, quando do roubo de meu filho nos tribunais, e depois saiu, talvez depois de um último serviço aos diversos gangsters. Pires de Lima pai, como sabeis, esteve também ligado à minha prisão nos anos oitenta. Demoiselle como modelo de avião alemão, declina como expliquei em Ícaro, uma série de programas infantis feita para o canal dois, Teresa paixão, e nesse passe protagonizado pelo mota soares nos jornais, a seguir à minha volta de Vila Real, desvelava ainda um outro criminoso, desta vez do PSD, o Santana Lopes, e por extensão, ao que parece uma outra morte neste processo, o pai de uma das meninas que nessa série fazia de bruxinha, o Alfacinha, provavelmente porque no entretanto teria descoberto algumas das verdades deste crime ou de outros. Demoiselle aparece de novo passado uns anos, a ressoar numa grande matança, como o expliquei, o tremor e tsunami do japão em 2011.



Estas três mortes aqui de novo evocadas que se encontram como muitas outras sem justiça até ao momento, que são mortes matadas, isto é, assassínios, dos primeiros na linha do tempo, apontam como muitas outras, um relação com o crime e consequentemente com o bando que mata, ou seja, dá peso à possibilidade real de ser sempre um mesmo grupo de assassinos e duas delas, a de Vasco e a de Alfacinha, são o que se pode chamar de mortes súbitas, um processo de matar que é também padrão ao longo dos anos à volta deste crime, e a do Nuno debonaire, se por rápido cancro, como na altura me disseram, aponta também um outro presente método comum de matar, já aqui comentado com alguma extensão.

Voltando ao ponto onde estava, de que o bebe foi assim trocado no momento do parto, se levanta de seguida outras questões, o que lhe aconteceu, se foi morto, se foi dado para adopção, se ficou no país ou foi traficado por uma rede internacional, quem são os que estão por detrás deste crime, e o que ele visa em termos de objectivos mais alargados.

08 12 2012

Paulo forte



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