terça-feira, setembro 04, 2012

LIFE A GREAT DIVE FOR A SON WITHOUT A FATHER AND A FATHER WITHOUT A SON ?



Sobre o desentranhamento das minhas alegaçoes no tribunal dos corruptos que me roubou o filho e o sujeitou e sujeita a tortura todos estes anos todos, como a mim, bem como nos tenta aos dois matar.

Este texto é um extracto de um outro maior, que foi publicado no meu Livro da Vida em cinco de janeiro do ano de dois mil e sete, no seguimento de um “ papelinho” manuscrito inteligivel, passado pela ladra e abusadora de crianças, que se diz juiza no tribunal de menores e familia de lisboa, onde por decisão dela, as minhas alegações que apresentei para defender meu filho, foram desentranhadas, ou seja, não aceites e retiradas do processo do julgamento da guarda da criança, meu filho, francisco na altura com seis anos.

Esta falsa e criminosa senhora que se diz juiza, maria luisa duarte, cometeu assim um crime, que foi o de me impossibilitar defende-lo, negou-me asssim o direito de defender meu filho, e como todos no mundo sabem, até ao momento, sem nenhuma excepção, continuam todos os meus direitos e os de meu filho por todas as autoriedades negados!

Vos recordo o que em pormenor vos tenho aqui contudo sobre este iniquio, que bem traduz que Portugal não é um País com um Estado de Direito, mas sim, um não País na mao de bandos de corruptos, criminosos e torturadores e até assasinos de crianças.

Este oficio, com a decisão criminosa da falsa e criminosa juiza, nem sequer me foi enviado, tomei dele conhecimento porque me dirigi à secretaria do tribunal, onde obtive uma simples fotocopia de duas folha de um despacho que até hoje pressuponho ter bastantes mais, pois sao muitos os crimes processuais neste processo, o que prova bem, que os criminosos não olharam a meios para fazer o tremendo mal.

Como sabeis, este processo contra mim e meu filho, é um crime de conspiraçao internacional, o que quer tambem dizer, que os interesses e os aparentes motivos sao muitos, e de natureza distinta, e tem sido prática destas associaçoes de malfeitores ao longo de todos estes anos, a sistematica invenção de todo o genero de culpas, sem nunca, como aqui sempre disse, ter eu algum dia recebido alguma notificação oficial de qualquer entidade oficial deste podre país ou de qualquer outro no mundo, ou seja, tudo não tem passado de calúnias e vis e diagonais insinuaçoes, com que tem perpetuado o crime!

Por trazer a consciência disto que vos relembro em forma sintectica no parágrafo acima, este texto que tem como título, julgamento aberto a todos os seres do mundo, começa com um preambulo onde de novo na altura da sua escrita, inquiria em modo publico e frontal, como sou e tenho sempre feito ao longo destes anos, para que se tivessem alguma acusação contra mim, que a formalizassem. Tal nunca aconteceu durante estes anos todos.

Neste princípio de setembro de 2012, continuam os bandidos e terroristas a me tentar matar, contínuo doente fruto do último envenamento, e me continuam a negar o direito inegavel pela lei, de ter a necessaria e correcta assitência medica e de igual modo, mais uma vez os que se dizem representar a autoriedade neste corrupto País, nada dizem, nada fizeram, nada responderam a mais est crime.

Como sabeis todos os médias estao envolvidos nesta conspiração como agentes da constante calunia, e todos eles tem não só pautado por uma conjugada cortina de silêncio sobre este iniquio crime, como tem usado elementos das minhas descrição de factos sobre este crime, inclusive para alimentar criminosas ficçoes sobre outros eventuais abusos a outras crianças como aqui há muito tempo o provei relativo ao chamado, caso esmeralda, e isto prova claramente, as bestas que são e como os criminosos estão impunes neste País.

Agradeço a quem conseguir fazer chegar este texto a qualquer jornalista estrangeiro ou autoriedade estrangeira

Durante todos estes anos, estive com o meu filho, talvez em soma, menos de um dia, na realidade, este crime, passa pela proibiçao de nos vermos.

Paulo forte

04 09 2012


Dei-vos aqui quatro dias, para que se me trazem acusação, qualquer que ela seja, a assumissem, e bem sei que enquanto não mudarem a lei no que vos dizia ser necessário fazer, bem podem voces continuar em segredo de justiça e de investigação a manterem sobre mim uma qualquer investigação para provar o que não podem e que se traduz em só mais um acto de fogueira, aquela em que me trazem desde que aqui vivo.

E nada ouvi, nenhuma linha lida o insinuou, nada me foi apontado e assim sendo só me resta mesmo continuar eu a escrever as linhas necesssárias até que todos os malandros e filhos da besta e da babilónia estejam todos nús perante o olhar e o conhecimento de Todos e o céu vos continuará a julgar, visto que voces parecem continuar a se demitirem das vossas funções, e isto vos afirmo na Fé, em Deus, no Deus que é Amor, por sua vontade e não deixa de ser o meu caso, ou melhor, o caso que trazem contra a minha pessoa e meu filho, axiomático do Mundo no Mundo, pois é de um combate entre a Paz e a guerra, entre o amor e a violência, entre a Justiça e a injustiça, que aqui simbolicamente se trata, portanto não venham dizer depois que não antes vos avisei, quando o sangue continuar a correr, nem façam de conta, que cada um de vós é participante por extensão nesta questão e no resultado em função e na exacta proporção dos vossos actos, que será sempre o resultado do Mundo em sua certa parte, medida e consequência.

O meu telefone continua mudo, nenhum de vós que se autorga com responsabilidade nestas matérias tomou uma qualquer medida de a mim chegar pela fala para resolver esta questão que se arrasta a mais de um ano.


Oh filhos da grandessísima babilónia, já vos disse que é direito e dever de um pai defender seu filho!!!!

E que este direito não pode ser por nenhum de vós negado!!!

Aqui vos faço em forma de letra escrita por toda a eternidade a primeira parte do julgamento sobre o mal que fazem a meu filho e a mim, na minha natureza de Pai e sendo que um Pai é Pai de Todos os filhos e de Todos os pais.

Pai não tem género, pai tem todos os géneros, é o mesmo que dizer Mãe.

e sendo que este caso se bem dos mais graves na iniquidade perversa com que foi montado, não é infelizmente único em Portugal, muitos pais e filhos já foram para o céu, por assim deixarem andar os assuntos!

Julgamento Aberto A Todos Os Seres Do Uno Mundo

Julgamento em Espirito com Sentença Pelo Pai

Ah Senhora que Lavrou a Demonstração, a Prova e a Admissão de Culpa Neste Tribunal Feito Pelo Meu Espirito Perante Deus, que eu Hoje Aqui Erijo, Para Vos Julgar No Âmbito de meu Juízo do Ver, do Pensar, do Saber e do Sabido e em Defesa de Meu Filho e de mim próprio e de Todos Os Outros Porventura Injustiçados Por Sua Cabeça Tripla.


Ah Senhora, que vosso oficio de dezasseis de Outubro, como lhe chamais, Fez Nascer em mim uma imensa Tristeza, que com o passar dos dias se vai transformando em zanga e raiva crescente e peço eu a Deus que me Inspire a Calma Neste Seu Julgar, Pois Sempre é Mais Difícil de Julgar em causa de alguma forma própria, que alheia, quanto o alheio não é o nosso próprio.


Ah Senhora, nem imagineis quanto me é difícil fazer alumiar em meu coração a Compaixão por si.

Agradecei a Deus se Nele Credes, por me dar a ver a extensão deste mal e deste pérfido mal fazer e trazer sabido dentro de mim, que não passais de um pequeno peão neste elevado e complexo jogo de xadrez entre a Luz e a Trevas e que por sabe-lo, sei de como sua responsabilidade é neste assunto menor

E neste ponto, que já vai longo de mais e grande de mais, para ser mais aceitável, calhou ser vós que perfilheis a face deste combate, a face que me faz frente no plano dos tribunais humanos, como silhueta de sombras maiores que se crêem mais poderosas.

E vos dou único aviso, Senhora, pois nem mesmo sei se Credes em Deus ou não, mas Atentai Que O Universo É Vasto e Nele Se Passam Muitas Coisas aos Olhares Desatentos, Cegos e a Mão que

Faz o Injusto e o Mal, Só Dá Pela Expressão Quando o Merecido É Recebido.


Não Tremeis Senhora, na Autoridade destas Palavras e Desta Escrita, pois Tendes Exercido o Cargo de Juíza da Republica Portuguesa e da Mesma Forma Não Tremo eu um milímetro que seja, pois estou seguro, Senhora, que por meu Julgar sem Julgar em Nome do Pai, me passam casos de responsabilidade que nem a Senhora em seus sonhos e sonhar alguma vez anteverá.

Rezo à Luz de Deus, à Verdade e ao Amor, para que se coloque em humildade e se dê conta em extensão do mal fazer e do mal feito com a sua conivência e que de imediato o componha. Queira Deus ou não, isso Ele o Saberá, que a Senhora a aproveite, e certo estou pela Sua Natureza Amante que Ele Sempre lhe inspirará o Amor e Justiça Justa do Justo, que é um dos Seus Nomes.

E não é a Senhora a única peça do Sistema de Justiça de Portugal e assim sendo a extensão deste assunto por imperativo imediato que decorre da sua natureza desde logo aqui se alarga.

Consequência desta evidência, Todas as Letras deste Texto Se Tornam de Modo Uno Estendidas a Todos Os Actores da Justiça de Portugal e a eles dirigido nesta forma aberta em feição de quíntuplo requerimento.

Requerimento ao Presidente da Republica de Portugal

Requerimento ao Presidente do Supremo Tribunal de Portugal

Requerimento ao Conselho Superior de Magistratura

Requerimento de Procurador Geral da Republica

Requerimento ao Primeiro Ministro de Portugal

Ordenou Senhora, por despacho, o desentranhamento e a devolução das alegações apresentadas por mim na qualidade de requerido no processo de regulação do Poder Parental.

Desentranhamento, desentranhar, tirar das entranhas, tirar as entranhas, tirar o fígado ou outro órgão, tentar desentranhar um pedaço ao Amor, um ao Filho, outro ao Pai, que é o que acontece quando assim os separam ou tentam separar.

Duas fotocopias apensas à folha de rosto com o sumário do despacho, manuscritas e numerada com número cento e cinquenta e quatro, sendo a segunda, omissa na sua numeração.

Dizem as Gentes de Portugal, pela boca morre o peixe, pelas palavras e pelos gestos que elas encerram se desvela a consciência de que as escreve.

Ilegível sua letra em grande parte, tão grande parte a meus olhos que de imediato deixei um novo requerimento solicitando a sua transcrição dactilografada!

As partes que são perceptíveis afirmam .

As Alegações que a Senhora coloca entre aspas, que diz ser de minha autoria, são absolutamente ininteligíveis, carecem de, (palavra ininteligível), de factos e de teor processual ou jurídico e não respeitam ainda a exigência de forma, (nova palavra ininteligível) como devem ser apresentados os requerimentos e alegações objecto de julgamento e conclui que sejam desentranhadas e devolvidas, mantendo-se uma cópia no tribunal.

Designa ainda o dia doze de Dezembro pelas dez horas como data do julgamento.

Ah Senhora, que processualmente, quanto a palavra se refere aos processos que permitem a solução dos problemas, o cumprimento e implementação pratica das decisões, cabe informá-la que o seu despacho só cumpriu metade e consequentemente encontra-se em falha processual, pois não me foram devolvidas nenhumas alegações como ordena, nem pelo correio ou em mão quando depois de ter recebido seu ultimo despacho, de novo me dirigi à secretaria do tribunal.

E mais uma vez a Senhora tomou o caminho que neste caso sempre tomou, em forma, modo e postura iníqua, à luz do que já me habituei a ver em seu julgar, laivos de prepotência e arrogância.

Se bem percebi, a Senhora, retirou a argumentação que lhe apresentei, não a aceitou invocando três principais razões, sem demonstrar uma que seja, esqueceu-se deliberadamente de explicar o porquê, em que o sustenta, como alguém que não tem nada a explicar, que nem se dá ao trabalho e o dever de fundamentar suas decisões.

É dever de quem julga, ao julgar, dar explicação dos fundamentos do julgar e do julgado e de nada serve na Vida tentar escamotear verdades, ou parte delas, nem fugir das razões que suportaram a sua decisão, pois elas não serão enterradas num poço fundo sem fundo, lhe garanto eu, Senhora, que de novo, como o azeite virão à superfície.

Pois não largarei eu, este assunto enquanto não se resolver, é um assunto relativo a meu Filho e do dano que lhe vem fazendo, e a mim, como Pai, por extensão e por Maior Extensão ao Amor.

Quando observo a sua intervenção neste processo, Senhora, não pode meu Coração de perguntar se não será a Senhora também Mãe, pois não parece.

Como pode uma Senhora Mãe actuar no sentido de desproteger e deixar fazer mal a um Filho?

Deve a Senhora Pensar em profundidade sobre esta questão, pois não possuo eu poder atribuído pelos homens de Jurisdição sobre Juizes, ou sobre o Conselho Superior de Magistratura ou sobre o Tribunal Constitucional, nem de mesmo modo pertenço ou trago cargo no governo profano de Portugal.

E não Pense Nem Calcule, Senhora, que por não ter estes pequenos poderes profanos humanos, tal impedirá que a Justiça Sobre Este Caso Seja Feita, na Terra ou no Céu, quanto os dois São Distintos, se assim em seu pequeno os pensar.

Não ficará impune esta forma de proceder, que esconde razões mais perversas, prepotentes, más e feias e mais profundas e ocultadas, pois se ficasse, seria dizer que não Existiria na Vida, Justiça, para além daquela que lhe passa por suas mãos.

Assim não O Creio.

Permite a Lei um cidadão defender-se por si mesmo sem advogado e desde a primeira hora e invocando este direito, tive a oportunidade de lhe esclarecer que era esta a minha posição, que a Senhora na altura aceitou, de que me iria defender por voz própria e posteriormente nas alegações, maior oportunidade tive de detalhar este raciocínio.

Não Faz nem Trás a Lei Distinção na aplicação deste Direito Universal que assiste a qualquer um, entre os que conhecem as normas processuais, requisitos ou outros, e os que não os trazem conhecidos em sua especificidade, pois se assim o fosse, teria a Lei que escrever o que não escreveu, que o cidadão se poderia defender por voz própria se fosse advogado, ou juiz, ou tivesse conhecimento fino dos mecanismos das leis do homens, ou talvez pedir-lhe um exame prévio para averiguar se está ou não estaria apto para se defende. 

Em outro escrever, correcto é dizer, que garantindo a Lei o inalienável direito de cada um se defender por si mesmo, decorre na sua aplicação prática, que é a substância do exercício de tal direito, uma acrescida responsabilidade a quem então cumpre o papel de Julgar, da mesma forma que uma Mãe explica a seu filho, o que ele ainda não sabe e de mesmo modo, não o rejeita, ou rejeita partes dele, quando ele não trás sabido o que ela entende como necessário de saber ou dos modos ou sobre a forma de o fazer, pois uma Mãe Verdadeira sempre perante ele adoptará uma posição de explicadora, de pedagoga e de acompanhamento.

E não é este, nem tem sido neste processo, o proceder da Senhora.

E se a Lei assim o Ordena Garante e Permite, deveria ter a Senhora explicado em detalhe, a forma e os requisitos necessários para apresentar as ditas, no que entende de ser respeitado, à face da leis e de suas normas, pois é a Senhora no desempenhar da sua função que neste caso, por estar assim apta e pressupostamente o saber, o teria que fazer.

Pois não se pode pedir uma coisa a quem não a sabe e depois dizer-lhe que ele não compreendeu e a aplicou em modo deficiente, pois não lhe foi ensinado, por quem por natureza o pode fazer, porque sabe.

E Nunca a Senhora assim o fez, e nada tendo feito neste sentido e fazendo do modo que o fez,

Feriu de Morte a Lei e a possibilidade da defesa do meu Filho e de mim por voz própria. E Afirmo perguntando-Vos, não é este proceder, que retirou o Direito de Defesa consagrado na Lei, Razão Bastante e Suficiente, para anular Todas as Suas Decisões?


O Direito de Defesa É Sempre Prevalecente, anterior a qualquer outro, inclusive os que alega, pois se um Direito que É Consagrado pela Lei não pode ser exercido em termos práticos, tal traduz a impossibilidade e impedimento do Cidadão de proceder e apresentar a sua defesa e a possibilidade de apresentar a defesa e seus argumentos, é Capital no principio da lei e do julgar, a não ser, quando alguns se acham acima dela, com estatuto para retirar este direito Elementar do Cidadão, ou para proceder a julgamento sumários, onde os direitos e o entendimento de quem é atacado, nem mesmo interessa ouvir, pois nestes casos, quando assim se procede, nem importa Tomá-los em conta, a sentença já foi passada antes do julgar, a sentença serve o perverso propósito que se tenta.

Fascista, Ditatorial, Acto de Terror, Indigno e Inaceitável Num Estado Que Pretende Ser de Direito.

E se o Cidadão, um Pai não pode apresentar a defesa do seu Filho e a sua, tem que se começar por perguntar se assim sendo, valerá de alguma coisa submeter-se a este julgamento, mais a mais quando este caso enferma e tem demonstrado por moto próprio que ele já está feito mesmo antes de seu começar.

Participará o Cidadão, o Pai, nesta fantochada que pretende caucionar com a letra da lei humana, a iniquidade, o mal feito e o profundo dano?

Certamente que não!!!!!


Gostava de lhe perguntar, Senhora, bem como a Todos os que Tomarem Conhecimento destas Letras como é que é permitido que um médico, quanto neste caso mentira o é, de exercer e ter em termos práticos maior autoridade sobre uma criança que seu próprio Pai e a lei e os mecanismos de justiça dos homens permitirem este acontecer?

Como Vós, filhos da grandíssima babilónia, permitis que os assuntos das famílias venham a ser assim mal tratados?

Não Vos falei já do sangue que por assim mal fazerem, Tem em Vossas Mãos?

Pensai porventura que eu Tomarei Parte Dele em Minhas Mãos?

Pois se o Pensais, enganai-vos Redondamente, que não o farei, a Vós ele será integralmente neste Julgar atribuído e já Vos falei de como este fazer provoca de diversas maneiras a morte de Famílias Completas.

Pensais porventura, Oh filhos da grandíssima babilónia, que perante a Justiça do Amor, Perante o Amor, Perante Deus do Amor, ficareis impunes face a este mal fazer?

Não Sabeis Vós que a Criança se Desenvolve e Adquire a Sua Trave da Luz e da Sombra até aos Cinco Anos?

E tem hoje meu Filho seis anos e durante o seu quinto ano, pouco foi o tempo que com ele me foi permitido estar.

E como é que uma pseudo médica psiquiátrica, pode consultar um filho sem o conhecimento prévio e a anuência de um dos Pais?

E bem sei que irá aparecer em tribunal, se o juízo se fizesse, uma declaração da classe afirmando que a médica é mesmo médica, boa e em perfeitas condições de funcionamento, me disse um pássaro.

Pois não é justo afirmar que um médico, não é médico, se se sobrepõem à vontade do Pai?

E neste caso com agravante, nenhum interesse de consultar previamente o Pai sobre a sua eventual anuência, manifestou.

E não tinha a mãe que lá o levou, nenhuma prerrogativa para o fazer, nem guarda lhe tinha sido atribuída, nem precisou disso, pois o raptou do Pai. Preocupa-se um ladrão com legalidade?

E contudo uma espécie de ladrão há, de luvas brancas, dinheiro, influências e poder perverso e pequenino do que faz grande dano, que rouba com estilo e cobertura legal, maravilhas da técnica da malandragem.

Puff, puff, Vos Sois Pó, Vos Sois Já Pó, nada nem ninguém se lembrará mais de Vós.Pó e Pó e Pó.

Derretam-se todos no asfalto, dizei adeus aos que trazem ao perto e fingem amar ou amem de novo a ver se por Ele se salvam.

Filhos da grandíssima babilónia, como é que quando um Pai em modo publico torna público dando fino recorte da situação e ninguém impede a Senhora de continuar a fazer o dano?

Não existem órgãos deontológicos, não existem leis, não existe o cumprimento das ditas?

Existe sim, grandíssimos filhos da babilónia, a questão não está em grande parte nestes domínios nem se estende nestes campos.

Na pequena parte em que está, está relacionado com as leis, que são mal pensadas e desadequadas ao real e ainda o não funcionamento da justiça, parte dentro do sistema, parte em outros sistemas, como o político.

É uma questão do Coração dos Homens e de Seu Agir, e se os filhos que se comportam como Filhos de uma grandíssima babilónia, assim vão, então tem que deixar de ir e como não se vão embora por moto próprio terão que ser impedidos deste agir e consequentemente afastados, a bem de todos, a bem das crianças e das famílias, a bem do respeito da lei, a bem da sua credibilidade, a bem da credibilidade da Justiça, a bem da democracia, a bem do Estado de Direito, a bem da credibilidade de Portugal.

Que Lei e que prática são estas em que pelos vistos um pai ladrão de filho o pode levar a um médico, que nem começa por perguntar pelo outro pai, se este deu a sua anuência, que acha assim tudo muito normal e depois quando o assunto chega à casa da justiça, esta lhe dá cobertura?

E particularmente uma especialidade que trás saber para fazer forte dano se for essa a negra intenção de quem a pratica.

Quando aqui Vos transcrevi a minha primeira e até ao momento conversa com a dita Senhora, na parte como lhe apareciam os clientes através dos amigos advogados dos tribunais, ninguém achou neste narrar, suspeita bastante que me merecesse um averiguar? E alguém o fez, um procurador, um policia, uma ordem, um conselho deontológico?

Inaceitável, mudem e rápido o que há a mudar na protecção dos Direitos e da Felicidade dos Filhos, Vós Sois Pó.

E pensai se antes de se porem a perguntar sobre a interrupção voluntária da gravidez, não seria melhor começar por pôr perguntas relativas aos filhos e pais que já cá estão. E que os tolos que se calam, pois relembrar os que existem primeiro dos que ainda não existem, desvela o erro do apontar do pensar, da hierarquia de valores que atribuímos às questões que discutimos e por necessidade acordamos em modo comum.

E dizer isto não é escamotear o problema e meu pensamento sobre a vida e morte que neste livro se encontra muito estendido.

Perguntas que dessem condução axiomática, por assim dizerPrincípios de bom senso que deveriam ser forma de lei, simples como o bom senso sempre é.

Que tal perguntar a todos

Concorda ou não concorda que quando um filho é afastado de um pai por outro, faz sempre dano ao filho?

Se sim, visto as Leis e o Julgar, trazerem obrigação de defender as Crianças

Concorda ou não com a conclusão que o pai que assim age, age ferindo o filho e que a lei, sua interpretação, sua pratica, deveria entender a guarda sempre por principio atribuída aos dois pais e velar para que cada um possa ter seus deveres e direitos assegurados?

É este caso uma questão da corrupção de que tanto se fala e tão pouco se tem feito, a fazer crer os homens amantes e justos que assim sempre será, que os corruptos que tudo corrompem são mais fortes que a Lei.

Assim o Iremos Deixar Acontecer?

Já não existem Mulheres e Homens em Portugal?

Blá, blá, blá, diagnósticos, meias denuncias, dossiers que são bramidos mas não abertos, danças e mudanças de cadeiras com os mesmos bailarinos, adjudicações directas sem concurso aos conhecidos, bons pedaços do bolo público para uns, o nariz do pinóquio a aparecer ao vivo a mentira a se desvelar, o homem zangado que vira déspota quando se zanga e muito vermelhinho, inflamado e em bicos de pés fala com as duas mãos marcando o dizer, como uma dupla baqueta que bate ao mesmo tempo dois pratos, o governo de novo a esboroar, um pequeno sopro e lá vai ele e virá outro mais ou menos igual.

Antes da mentira, viera no azeite à tona, a arrogância, a arrogância de um pacto, um pacto para a questão charneira, a justiça, um pacto que é sempre melhor que um não pacto, mas com o pecado em si, pois foi um pacto só feito a dois quando teria que ser feita com mais.

Trazia lá dentro à sua nascença a semente da sua morte por inquinação de propósito, e a tentação da força em detrimento do acordo, da força que é suficiente para impor, aquela que assim se crê maior do que é e ao falsamente assim crescer, trás logo consigo e constrói em seu próprio nascer a igual certeza de que se irá desinsuflar, e diz essa força a coração fraco do homem fraco que a porta, se posso como quero, para quê poder com os outros, inquina assim o coração e o agir?

Quem são os outros, os outros aqui são os representantes eleitos por alguns Portugueses como quem usa a força desse jeito o foi e se as eleições se ganham por adição de votos, cada homem é um homem, não deixa de o ser por votar e tem o mesmo valor de um outro nas respectivas diferenças.

Por outro lado, agua mole em pedra dura, tanto bate até que fura e então insista-se, todos os dias se demonstre pela razão os erros, se desmontem todas as mentiras, se denuncie o que não é aceitável, se peça responsabilidades e muito se condene, porque Senhores, vai alta a conta e o contar e os tempos são de afundar, na rota parada que nada leva nem nada trás.

Blá, blá, blá, que muito loucos vão os loucos, ninguém em seu perfeito juízo quererá criar negócios e emprego em Portugal e Portugal se Afunda No Mundo Que Se Afunda, belo, belíssimo, já falta pouco camaradas do uno mundo do mal fazer, mais meia dúzia de passos mal contados e pumba, queda final, sem mais vida pela frente.

Ah, sim agora é o momento em que deveis começar a chamar-me nomes, a dizer lá está o louco, o pessimista e o imperial.

Já está?

Vós Vão Cegos

Vós Vos Comportais como IníquosVós Fazeis o Mal e Apressais a Queda

E Vos Relembro que Tempo não há para tal mal fazer e consequentemente sereis os primeiros a cair. Vós Sois Pó.

Ah Senhores, vai chegar a manhã em que os bastantes acordam todos juntos e abrem a boca e desataram a falar tudo o que da injustiça conhecem, vivem e levam na Alma e será forte a corrente do rio para furar qualquer pedra que obste ao caminho.

Espantam-se meus ouvidos ao dizer do ministro que sete dias de internamento por quatrocentos euros é uma quantia razoável, sendo que um salário mínimo se iria quase todo em sete dias e depois para alimentar as bocas, pagar a casa e restantes despezas?Tudo por uma economia de migalhas como bem o clarificou Medina Carreira.

Como é que vivendo na Lua podem governar Portugal na Terra?

Acordai Senhores, que a Urgência Assim O Requer!

Tudo isto está destrambelhado, desentranhado a mais se desentranhar, cuidado não saiam os vossos corações pelas vossas bocas.

E Senhora Juíza, também aqui o desentranhamento das alegações, dos argumentos e as denúncias que elas comportam, trás as suas consequências e mais uma vez é legitimo de perguntar, qual a inocência que por detrás da sua decisão se escondem?

Pois nelas se dá conta da parte desempenhada por psiquiatras neste perverso, kafkiano, iníquo e cobarde processo que movem a meu Filho e a mim, e acabou a Senhora de fazer mais uma tentativa de escamotear, dissolver e parar o apuramento destas responsabilidades e de um fio que leva como creio que saberá, a outros lados, a interesses mais complexos de alguns que me fazem combate e fazem por extensão combate à Humanidade.

Cuidado, Senhora, já Escrevi por diversas vezes, que calha por quem sou e meu papel no mundo, esta questão ser peça num tabuleiro onde alguns praticaram crimes contra a Humanidade e portanto deveis bem Pensar de que forma se quer envolver nestes assuntos e consequentemente adquirir a sua quota de responsabilidade neles e lhe digo também em modo claro, para que não reste menor dúvida, que envolvida já a Senhora está, por seus actos, aqueles que já produziu.

E Senhora a desentranhamento das alegações por mim produzidas, fez, ou melhor pretende fazer tábua rasa do que lhe requeri, nomeadamente a marcação de uma consulta com quem de minha confiança nestas matérias para avaliar o estado de meu Filho.

Em Termos práticos a decisão da Senhora, impossibilita a averiguação do dano que tem vindo a fazer a meu filho e assim se tornou de imediato cúmplice nesta matéria e lhe pergunto, Senhora, quando a Justiça se fizer, como vai reverter a Senhora a situação dos danos causados?

Se por exemplo meu filho estiver a ser medicado sem meu conhecimento nem consentimento prévio, como irá proceder no sentido de reverter esta eventual situação, que impedido também pelas suas não decisões da Senhora, estou ainda para averiguar?

E se o meu filho por acção de pseudo analise for induzido a alterar a sua natureza distintiva a qual tem direito pelo simples facto de existir, como a Senhora poderá reverter a situação?

E se os danos a sua imaginação e imaginar, a sua estabilidade emocional, à deformação imposta e forçada da sua imagem face a seu pai, aconteceram e acontecessem, como o poderá reverter?

E Recordo-lhe Senhora das minhas alegações terem dado conta do meu desentranhamento do real a que na altura procedi, quando me apercebi, que com a cobertura inclusive do colégio, o meu filho estava a ser sujeito a acompanhamento psiquiátrico e foi ter com a Senhora para lhe pedir os relatórios e mal me tinha sentado, a Senhora, que me via pela primeira vez, me julgou, acusando de ser um pai que abandonara a seu filho e lhe dei conta também da informação de como a Senhora se relacionava com os advogados com que costuma trabalhar, ao que lhe parecem lhe arranjam uns casos destes para pareceres de tribunal, em suas próprias palavras.

Pois se ao Cidadão foi retirado o direito de se defender, se o que apresentou em sua e do seu Filho defesa nas alegações, não foi tomado em linha de conta, tal invalida o julgar, pois é direito inalienável a possibilidade de se defender.

E sendo este princípio antecessor a qualquer outro, o seu não respeito e negação prática, por consequência invalida todo o restante seu julgar, o já produzido e o que não irá mais produzir sobre este caso, assim o Queira Deus.

Na única sessão até agora feita presencialmente, cujo nome indica seu conteúdo e o pensamento que está por detrás da lei e a sustenta, a que os homens chamam de sessão de conciliação, cujo objectivo é determinar se existe ou não a possibilidade de acordo entre as partes e caso se verifique que essa impossibilidade, deverá então transitar para julgamento, e facto foi e é, que a

Senhora nessa sessão de conciliação, aceitou e regulou a favor de todos os argumentos que a proponente da acção trazia em suas alegações iniciais com excepção do detalhe das férias grandes e fê-lo com base e na aceitação explicita da argumentação por essa parte elaborada, sem julgar nenhuma prova que fosse para além da palavra do respectivo advogado .

Ou seja, em termos práticos, a Senhora julgou o caso na sessão de conciliação e nem será preciso então proceder ao julgamento e em meu ver se desvelou que a Senhora Feriu Mortalmente a Lei e o Julgar e seus Processos.

Não aceitou nenhum dos argumentos que na altura contrapus, não me deixou mesmo explicar nenhuma das questões de acordo com o meu ponto de vista, na extensão que eu considerei necessária para o seu esclarecer.

Aceitou a palavra e a escrita dos advogados da parte do contra, que afirmam calunias de calibre sobre a minha pessoa, nomeadamente sobre o meu estado mental e de perigosidade para outros seres, inclusive para meu próprio filho.

Não é preciso conhecer os processos em detalhe nem o código para ver, que todo este processo está inquinado e desvela injustiças e julgamentos errados, sem nenhuma ou correcta sustentação em tudo o que até esta data se passou.

Certo é também Senhora, que passaram as férias e eu não estive um dia que fosse de com ele durante este período e assim tristemente se provou, o que na altura da sessão de conciliação lhe disse, que remeter como a sua decisão o fez, a regulação dos acessos do Pai ao Filho à parte que quebrou esse convívio, o afastou e o quer afastado, nunca funcionaria, e mais uma vez se demonstrou quão iníquo foi seu decidir.

Sua decisão Senhora, foi, face ao ladrão, dizer-lhe depois do roubo, olhe aqui tem as chaves, faça favor de voltar quando quiser. Inaceitavel!!!!!

E Não Respeitou Senhora Básico Principio da Lei do Coração e dos Homens, que quando uma parte tenta afastar a outra parte, do filho sempre a mal agir, está.

Pois se o decidiu sem julgamento, como pode sustentar que uma parte estaria a fazer mal ao filho, ao ponto de justificar que a guarda fosse entregue como escreveu, provisoriamente até julgado e sentença passada, ao que pretensamente melhor dele cuidaria e obstaria a que dano, inclusive o físico, não aconteceria?

Acha que é bom cuidar, uma mãe e o mesmo seria aplicado de igual modo e com base em mesmo considerando a um pai, sujeitar um filho a consultas psiquiátricas sem conhecimento e consentimento do outro?

Esquece a Senhora, que para além dos físicos danos, nas pobres dicotomias cegas de quem vai cego, ou pior, se põem alguns como cegos, para melhor convir a outrém, existe em igual modo os danos Morais e Psicológicos e assim sendo não prova a saciedade, como todos os actos da mãe, que actua por arrogância, prepotência e fazendo e instituindo em termos práticos uma política de terra queimada e de factos consumados, que quem tem feito mal ao filho, é ela?

Até parece que não tem filhos, Senhora, se não consegue nem perceber esta trave do Amor, das relações, do amor entre Pais e Filhos, entre Filhos e Pais, e se não o percebe não está apta para o Ser nem a julgar seja o que for nestas matérias.

E mais Senhora, durante a sessão reparei em curioso pormenor, aplicado às alegações que serviram de roteiro à peça que foi seu julgar, pois eles vinham em jeito de memorando executivo, com as partes que os advogados consideraram de maior relevo, realçadas a letra grossa, e sabe a Senhora e sabem todos, que isto serve para realçar a alguém, o que importante e destrinçar da palha ou secundário em qualquer documento de dimensão.

E se assim foi, como foi, como é que a Senhora, desempenhando a função de Juíza, pode em seu perfeito e justo juízo aceitar um documento que assim lhe foi entregue?

E como pode aceitar por consequência, um roteiro das pedra em que baseou a seu analisar, quanto se pode dizer que o tivesse sido, e não de imediato advertir o representante que assim lhe introduzia e tentava deste modo canalizar e conduzir o pensamento e o julgar do juiz. Não seria logo de ficar de pé atrás e de ser alvo pelo menos de uma admoestação?

E seguiu a Senhora sem descarrilar um momento que fosse o guião realçado nas suas deixas dramáticas a pintar o negro quadro do pai.

E continua, e continua Senhora, as simetrias e as analogias, pois o desentranhamento já fora solicitado em jeito se bem que diferente na sua enunciação, tentado pelos advogados da acção do contra.

Mais, dirigiram-se eles ao Tribunal em forma escrita estapafúrdia afirmando que as minhas alegações eram prova provada da minha insanidade mental, colocando em causa outra Lei e Direito Fundamental Expresso na Constituição da Republica Portuguesa, a Liberdade e o Direito de Crença Religiosa e de certa forma a Senhora ao agora vir desentranha-las prossegue na cobertura deste atentado primário e tosco, feito as liberdades individuais garantidas pelas Lei, que a Senhora é obrigada a velar e nelas enquadrar as suas decisões.

E Senhora, falemos então por um instante nos processos judiciais aos quais mostra tanto apego, que até por eles negou o direito de defesa.

Não faça de conta que não conhece a minha resposta a estas segundas alegações da parte do contra, mesmo sabendo que não lhe foram entregues por mais um pauzinho que conseguiram pôr na carroça e que já aqui relatei e que tenho a certeza que lhe terá chegado à sua consciência, da mesma forma que não pega nem cola, o que pelo Espirito sei, porque Ele na altura mo desvelou, que a Senhora teria dito a terceiros que não sabia quem eram os pais, quando a primeira vez entramos em seu exíguo gabinete para esta farsa.

Não deite areia para os olhos, nem com a peneira tente tapar o Sol e as suas responsabilidades nesta matéria, pois cabe também agora perguntar-lhe sobre outro infeliz pormenor sobre processo, que terá alguma coisa a ver consigo ou pelo menos com o tribunal, pois sabe e trás sabido a Senhora, que o prazo de resposta são dez dias úteis, e embora ainda não tenha nem conseguido obter um claro esclarecimento sobre esta matéria, explique-me se faz favor, porque tão bem foram as contas feitas e a selecção do dia de envio de forma a se sobrepor a um fim de semana e assim ainda mais reduzir o tempo para a resposta.

Brilhante negro fazer, dir-me-á então, quem fez o pérfido calculo, se a Senhora no tempo de elaborar seu oficio em correlação com a data em que o entregou à sua secretaria para depois ser expedido, ou se foi na secretaria, que mais uma mão foi comprada para o danado jeito danado?

Fez tudo isto Senhora, por desatenção?

Não, não creio, são demasiadas os erros para serem fortuitos e já dei conta das minhas suspeitas neste Livro em forma mais detalhada.

E lhe pergunto Senhora, o que não percebe nas minhas alegações?

Qualquer um as percebe, Senhora, não afirme seu contrário mais a mais sem o justificar.É fácil dizer e praticar deste modo a arrogância, pois se não percebeu parte ou todo deveria ter perguntado, pedido esclarecimentos, mas não foi assim que procedeu, preferiu o quero, posso e mando, inaceitável, inaceitável para meu Filho, para mim como Pai, para a Justiça, para o Amor, para Deus que Tudo Sabe, Vê e Cuida.

A Senhora, mais uma vez, inventou, de acordo com o que inventaram os advogados da partes que coloca a acção. A Senhora em tudo o seu fazer demonstra que segue à risca os marcos e as pisadas da parte que colocou a acção.

E fala e diz com justeza a Senhora das normas processuais e o absurdo dos absurdos é no seu despacho mencionar o desentranhamento relativo às páginas sessenta a noventa nove do processo, e nenhuma vez me foi ele em sua forma integral fornecido, absurdo das normas que não funcionam como normas, ou funcionam para as conveniências e conivência do mal feito e das mal feitorias, pois em verdade, verdadinha, verdadeira, nem posso saber o que foi realmente desentranhado.

Tudo isto vai ligeiro, ligeiro de mais para ser aceitável, ligeira vai a Senhora, como bilha rápida na iminência de se quebrar, devido a falta de atenção, pois se querem fazer o mal, o façam em melhor jeito, mais disfarçado, a ver se conseguem enganar a verdade e depois pergunte-se Senhora, acha mesmo que a iniquidade, a ligeireza, a mentira e os danos, alguma vez vencerão o Amor?

Certo que a sua resposta se reflectirá integralmente como sempre acontece em sua vida, na vida de cada um.

E Senhora, não sou eu parvo de nascença nem parvo e tolo me tornei.

Desentranhar as alegações que eu produzi, bem como ter deixado com seu próprio consentimento em extensão e medida ainda a apurar, que não me fosse permitida resposta às segundas da parte contra, indicam e criam pela parecença processual, metodológica e de conteúdo, uma consequente dedução e dúvida lógica e de direito ser feita à luz de todo este processo e da iniquidade da sua condução.

Quer a Senhora escamotear as suspeitas que tenho sobre seu actuar, quer proteger os nomes que indicam a hidra que está por detrás deste processo e das ligações políticas e das organizações mais ou menos secretas e apoios a eles associados?

A mando de quem o Fez?

Quer escamotear os pedidos de indemnização que elas justamente pedem?

Quer dar forma de Lei a um rapto de um Filho?

Ao Conselho Superior de Magistratura, antes que ao que parece o poder político vos entre de novo em casa para vos esvaziar a mobília e as competências, os factos aqui descritos são necessários e suficientes para proceder a uma imediata averiguação do comportamento da Senhora Juíza Maria Luísa Duarte com suspensão preventiva da sua capacidade de julgar, de forma a que este mal ou parecido, mais a outros atinja porque quem assim uma vez agiu, a muitos Outros terá ou poderá ter feito dano e o dano quando dele se sabe, convém actuar para que ele não mais se corporize.

Ao Procurador Geral da Republica, são em meu ver os indícios de suspeita de corrupção e compadrios vários neste processo, os bastantes e necessários para que de imediato se proceda a instauração de um inquérito sobre a Senhora Maria Luísa Duarte.

Recordo do que já aqui sobre esta matéria outrora escrevi, de que suspeito que no favor que todo este favorecimento demonstra, poderá estar implicado o Senhor Paulo Pitta da Cunha, já aqui publicamente interpelado e de quem não recebi até à data algum esclarecimento ou pergunta.

E relembro que se encontra neste Livro, o raciocínio e descrição em detalhe dos factos que fornecem ao corpo desta suspeita, a substância suficiente e necessária para determinar a necessidade de ser averiguada.

E outras questões ao Procurador Geral da Republica, no final serão expostas pedindo sobre elas a sua colaboração e resposta e consequente agir, o que for necessário.

Ao Presidente do Tribunal Constitucional, emerge da história deste processo, que o direito fundamental que as Leis dos Homens consagram, de que um Homem se pode defender por voz própria, foi Ferido de Morte e em termos práticos se perverteu sendo de urgência repor a legalidade deste principio.

É necessário que a lei contemple e defenda os interesses das Crianças nestas matérias e em meu ver, parte da reposição destes direitos deverá ser feita pelo Tribunal Constitucional, mesmo sabendo todos que quem faz as lei são os governos com a ratificação da Assembleia da Republica.

E já aqui neste Livro se encontra matéria de reflexão suficiente para podermos ter uma melhor Lei, que melhor defenda os Filhos e os Pais.

E lhe digo Senhor Noronha Nascimento que árdua tarefa tem pela frente, pois todos sabemos de como a Justiça se Tornou Impraticável em Portugal e não pude deixar de registar as suas recentes palavras sobre o diagnóstico que deu, de uma das principais razões que contribuem para o não funcionamento dos Tribunais e consequentemente da Justiça, o facto de eles se terem tornado e se encontrarem por autorização dos governos, entupidos por processos de cobrança de pequenas dividas, por parte de algumas, poucas empresas nacionais.

E esta realidade ao assim o ser, demonstra mais uma vez, como o raio dos negócios, conduzidos destas formas, acabam por pôr em causa a justiça para todos os cidadãos e a pergunta que se tem que fazer, é se preferimos negócios desta maneira ou melhor e mais rápida justiça e se o custo que estas decisões políticas trouxeram, será menor que o custo de um sistema que deixou em grande parte de funcionar.

E se assim o é, assim não o poderá mais ser e deverá o governo e a AR proceder no sentido de regular estas questões em quadro diferente que não traduza estes custos, que serão crescentes, se atendermos ao estado do mundo e do viver, que cada vez mais caminha para maiores tensões, que não se deixarão de repercutir igualmente na justiça.

Não são só teóricas estas matérias, pois do seu funcionamento, melhor será dizer, do não seu correcto funcionar, decorrem mortes e sangue de Filhos e de Pais como tem vindo a acontecer, e alguém perante a Lei deverá por elas responder.

Tem todo o meu apoio na manutenção da separação de poderes entre as áreas da governação, entendidas em sua máxima extensão no acordo e respeito do que as Leis trazem acordadas nestas matérias, bem como terá sempre o meu apoio contra qualquer tentativa cega e estúpida de ingerência, limitação de poderes em forma incorrecta e irregular, que os governos, sejam lá quais forem tentarem fazer.

Exijo desde já a reposição da partilha efectiva do poder parental, nas condições que existiam antes do rapto.

Exijo a nomeação de outro Juiz para este caso.

A alguns Acuso perante Deus e Meus Irmãos de Perpetrarem Actos de Terror, a outros acuso de complacência e conluio com Actos de Terror.

Eu Vos Acuso de terem provocado terror a meu filho

Pois é um Acto de terror e assim é sentido por um filho, quando o afastam de um dos seus pais.

Eu Vos Acuso de aterrorizarem uma Criança nos seu quinto ano de vida.

Eu Vos Acuso de aterrorizarem uma criança de cinco anos dizendo-lhe que o pai é mau.

Eu Vos Acuso de aterrorizarem uma Criança com cinco anos, convencendo-a que o pai é violento e até para ele perigoso

Eu Vos Acuso de aterrorizarem uma Criança ao tentarem a sua repressão, reprimir a sua imaginação, normalizar como dizem, seu comportamento e valores, através de especialistas na matéria.

Eu Vos Acuso de aterrorizarem o Amor, o Próprio Amor, de destruir a Inocência do Amor no Coração de uma Criança de Cinco Anos

Eu Vos Acuso de Perverter o Coração de uma Criança de cinco anos pela Mentira e Pela Perfidez

Eu Vos Acuso de Dano Maior ao Amor, pois sempre assim é quando se O Fere.Eu Vos Acuso esta Acusação com seu claro nome.

Tortura, pois assim agir é Torturar e porque a Tortura não existe sem Torturador, Eu Acuso uns de Torturadores e outros de cúmplices de Torturadores por assim deixarem ir os assuntos.

E me dizei por fim, o que deve fazer um Homem em relação a quem tortura um seu filho?

O que me autoriza este fazer?

Pôr uma faca ao peito da mãe para saber quem é que está por detrás deste malvado fazer em toda a sua extensão e ir atrás de cada um?

Nem sei neste momento em que de novo escrevo neste texto, se irei dia doze ao tribunal. Não me parece que vá, da mesma forma que não receberei mais nenhum documento que ele me envie.

E exijo o que já exigi, um papel passado por quem de direito nestas matérias que reponha a justiça e quebre de vez este mal fazer, que ponha termo a este rapto que já dura há quase um ano e que o papel me seja em mão entregue, pois deste tribunal, que até vergonha tenho em escrever aqui esta palavra, nada mais receberei.

Oiçam e pensem bem, filhos da grande babilónia, pois já chegou o ponto que eu temia.

Não existe relação entre um filho pequeno e um pai que resista a um afastamento tão prolongado nas condições que vem a ser feito, onde a criança é assustada perante seu próprio pai.

Já o sabia, já sabia meu coração que assim ia ser, que chegaria o dia em que tudo o que existia do amor e da sua substância do dia a dia, seria quebrado, pois é velha a táctica no afastamento dos filhos por quem assim o faz, e o tempo de afastar é determinante em minar os corações, deste caso o do filho e o do pai e é náusea, uma profunda náusea que sinto e que vivo.

E assim foi, a este ponto chegamos em recente dia. E meu coração mais uma vez se partiu, se bem que Ele Seja Sempre Uno e Por Isso Maior.

Poucos dias depois de escrever parte desta Palavra, um acidente aqui nos Olivais se deu. Dois carros de uma mesma firma em corrida nas mãos de dois jovens que na aparência os conduziam, esmagaram e levaram para a morte matada dois pais frente a seus dois filhos.

A mim, pareceu-me na altura em que o soube, de que existe uma relação, uma relação que deduzo do que neste texto escrevi em função da frase que fala do asfalto.

Veja portanto a policia, a procuradoria da republica se não existe nenhuma ligação entre o tribunal, quem lá trabalha e os que faleceram ou ligação entre quem apoia a mãe neste processo de rapto do filho ao pai.

Aí com certeza encontrarão os verdadeiros responsáveis pelas mortes matadas que ocorreram e se assim o for deverão eles por elas ser responsabilizados e se não o for nos tribunais e provas dos homens o será Perante Deus, Palavra de Pai.

De quem é a empresa dos elevadores, quem a representa em Portugal?

Dir-me-ão que serão os condutores, os culpados, mas vejam bem para além deles se assim o foi, se na véspera ou no dia, acontecimentos outros em sua volta, não os levaram a produzir o acto ou por assim escrever, o condicionaram, o facilitaram ou criaram as condições propicias ao seu acontecer.

Alguns na luta que me fazem, não se eximem nem de matar a outros e a pergunta que eu vos faço e faço agora a Deus, é, quantos mais vocês mataram nesta luta?

E Certo estou que Deus Assim Perante Todos o Esclarecerá!

E para os estúpidos e mal intencionados, Vos digo a Todos uma única vez, não rezei eu a Meu Deus, Meu Senhor, para que assim acontecesse, nem sei quem são as vitimas, nem sei nem conheço quem foi a mão do fazer, mas meu coração me disse no imediato da ligação.

Eu por mim, encontro-me mesmo próximo de vos lançar uma maldição, uma maldição tão grande que vos apanhe a todos até à quinta geração, pois este fazer não se faz e a minha paciência já esgotou face ao mal feito e face aos que assim o permitem.

Caiam Todos Os Malditos No Chão!!!!!

A Senhora e muitos outros tem em suas mãos o sangue dos que morreram de morte matada e foram mortos por estes processos iníquos de julgar que se arrastam e fazem arrastar por tempos impossíveis face ao dano que provocam, ou tendem a provocar, como infelizmente o Real prova.

Pais, mães e filhos cujo espirito e Alma gritam por justiça e que eu vos faço neste momento ouvir em vossos sonhos e ver suas faces de dor, quando se olharem ao espelho e a agua com que lavam as mãos se transformar em sangue que vos tinge vosso ser.

Vós não acreditais que Tudo se encontra ligado e que Todos Os Actos, ou Omissões Tem, Trazem e Fazem, Sempre, Consequências?

Não Vos fui eu dando conta do mal que iam fazendo, não vos aconselhei que o parassem e o corrigissem?

Não vos dei conta eu das mortes que iriam ocorrer neste casos?

Não vos aconselhei a mudar as práticas, as leis e o fazer?

De seguida em breve, virá a sintese da acusação contra vós e a sentença, assim me obrigueis, visto que a justiça dos homens que voces levam em vossas mãos sujas de sangue, não a é mais.

http://ourosobreazul.blogspot.com/2007/01/boa-tarde-amados-bestas-incluidas-que.html blog-5519459.post-116974393841524897
2007-01-25T16:47:00.000Z2007-01-25T16:52:18.473Z</


today email to Angela Markel

Today email to Angela Markel




Dear ambassador, can you please forward today email to Lady Chancellor, Angela Markel, with the fallowing questions hereby under

With my compliments

Paulo forte

04 09 2012



Perhaps you still in holidays, or even perhaps the images that some time i see from you here in medias, are pure illusion, and you do not have substance, as this seems many times for many a kind of game, in another way, I can ask you, if you, in reality you exist, and if you have an heart.

I have been counting the last series of emails that I had send to you, and I suppose by memory that, this one, will be the fourteen, and the most intricate though, is, how it is possible that until now, I did not get any answer from you or the services of the German embassy.

Of course that the question, if you exist and have an heart, can be considered secondary, attending to the facts already proven, that first this a complex crime, that crimes normally had motives and motivations behind, and at least in political level, you had already benefit from some of them, which means, or can mean in this case, that you also seems have reason, motives and motivations to not answer me, as is also the case in all European institutions until this moment, that also give more substance and height to this logical analyze, concerning why, until now, no one answer a father and a son that live at Europe, and are subject to crimes against all the human rights during so much time.

Summarizing , in the last email send to you, through your embassy in the day 16 of august 2012, I gave knowledge to you about some new criminal accusations, as you know, all the days , crime are committed in this highly corrupt country and the fascists hands, against Antonio costa as council of Lisbon president, against all the Portuguese authorities for collective attempt against my life, by denying the right to have proper health care, against the terrorist that claim to be the president, second part, and again a demand of political support to all European authorities, which as you know, is also an old request without any answer until this day, that raise, as I question you in the past, also, matter, of co criminal responsibility from European authorities.

Todays to put you again in track, I send the links concerning proves of others crimes, namely:


1- Prove of the collective continuous attempt of murder me, ref: 380 E

2- Crime of bad faith from the Portuguese state concerning transposition of European laws, drive licenses rules, ref: 379 E

3- A complementary criminal accusation against Portuguese telecom by mass murder on India, ref: 30 August

4- I want my rights and my son back, text, ref: 30 August 2012

5- Prove of a new crime at Portuguese telecom headquarters, ref: 04 September

6- and an old text long time published in my blog, ouro sobre Azul, in the year of 2007, that gives the account of the criminal process done by the terrorists of state through the court of miners and family of Lisbon, to stole and abuse my child and me, where, basically, they had deny a fundamental law rights that assist all, the rights to defend. only available in Portuguese version, ref: 04 September

Hoping that, first, you are a real person and you still alive and well, I still waiting for yours replays and the fulfillment of the law namely considering criminal matters that are going on in the European spaces, namely this continuous attempt to murder me and my son, as you can confirm on my Book of Life, even after, again, I still do not have any answer from any Portuguese authorities



Paulo forte

04 09 2012

385 E 03 09 2012 new crime at Pt Telecom headquarters