quinta-feira, janeiro 31, 2013

Recebi este correio electrónico a 16 de Janeiro de 2013, aparentemente do zé pinheiro

Recebi este correio electrónico a 16 de Janeiro de 2013, aparentemente do zé pinheiro, no dia em que estive na biblioteca municipal de Lisboa e aqui o torno publico pela sua estranheza e pelas ressonâncias na linha do tempo desta análise, nomeadamente nos factos mais recentes, antes desta data.


Pois tinha falado

Do crime contra a minha empresa através do tribunal de trabalho de Lisboa, Paula roque apoiada por um núcleo dos meus “filhos”,

Das entradas diárias criminosas que muitos fazem em minha casa durante estes anos, e do roubo do meu património, nomeadamente das cassetes e da eventual existência de um túnel profissional como recentemente por espírito o ouvira, a há uns anos pelo vizinho do prédio ao lado, o do zodíaco.

De Londres e dos túneis, ou seja, por um lado como imagem de metros e das bombas no metro, e por outro, uma outra referencia explicada no livro da vida, sobre túneis, como túneis de realidade, que é uma imagem associada também a Londres, pelo livro que nessa viagem, a de 2000, lá comprei, quantum psycology do Robert Anton.

E ainda por uma das mais estranhas linhas da análise da sequência intitulada, a CGD, que foi barriga de aluguer, que pela memória me remeteu para Elvas, abusos infantis, Casa Pia e que numa das partes finais em vídeo, associo ao último clip que fiz dos Delfins com o António Miguel, onde também referencio, o tal livro do Jorge Pires.

Por um dos pormenores da imagem que descrevi e mostrei nos painéis do quarto, onde se vê entre outras figuras, um monge, pois ao receber este correio electrónico me lembrou, que esta figura dos monges, corresponde entre outras também, a um dos clips dos delfins que uma vez publiquei, um extracto, de uma demo de clips da latina europa, no ouro sobre azul, uma imagem de uma das canções do Ser Maior, um clip realizado pelo zé pinheiro, se bem me recordo.

E ainda por um pormenor de uma frase do texto deste correio electrónico que é idêntica a uma outra recentemente escutada da boca da Teresa Paixão, quando a “encontrei” recentemente no Martim Moniz, imagem que vem de Paris e do prémio do escritor chinês, e da cobra-do-mar e das pedras, vide referencias (vide ref) para relembrar o contexto mais alargado desta linha. A frase que a Teresa me disse nessa tarde, é a mesma em seu sentido que o zé aqui reproduz, se foi o zé que escreveu e enviou este correio, … isto está tudo fodido…, se bem que a Teresa não te há usado como seria de esperar, a palavra fodido, mas a esta relação se estabeleceu de imediato pela recente memoria.

São portanto demais em meu entender, as ressonâncias para pensar que este correio electrónico, e seu conteúdo, serão desprovidos de intenção de pretender estabelecer um nexo com os factos acima de novo relembrado.

Sobre o correio electrónico em si mesmo, aqui te respondo em forma aberta, zé pinheiro, pois para além do que acima escrevi, não entendo o que me dizes, quando me dizes que há anos que tentas entrar em contacto comigo, e que te tem sido difícil entrar no meu ” túnel” como escreves, de realidade presumo eu, ou ainda falarás de outros túneis, como deste ultimo passe que me provocou uma fistula. Por outro lado se tens acompanhado o meu blogue, então certamente sabes de mim e de como vou e dos crimes que há anos fazem contra mim e meu filho, e portanto entendo tudo isto como uma hipocrisia, ou pior, uma forma de incriminar ou tentar incriminar outros, e se o for, o saberás inteiro, pois creio que todos sabem onde eu estou, ou ando, pois tal é público e pelos visto tens também o meu endereço de contacto.


Direi ainda que nesta tarde na biblioteca em que vi os cartazes da bela Bárbara, ou Emília, mais uma vez seguiram meus passos, que me entraram no computador, e que alguém projectou pelo espírito, que teriam sido obrigados, presumo, relativo aos Delfins, mas creio como disse que saberás do assunto inteiro, se for esse o caso


Paulo forte

Lisboa, 31 Janeiro de 2013


é o zé pinheiro. como andas tu?

tenho o pretexto para tentar falar contigo, faz anos que o queria. tem-me sido difícil entrar no teu túnel. tenho acompanhado o teu blog, quero saber como andas, como vives e o que fazes...

como previsto, isto está tudo fodido...nada que não fosse anunciado...

o pretexto é os Delfins que, vai para um ano, me contactaram porque vão fazer uma reedição do «Ser Maior» e gostavam de o fazer com a gravação que a Latina fez do espectáculo no Teatro da Trindade, em 1993. eles queriam falar contigo e não sabem como

se quiseres, responde.

um sincero abraço





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