sábado, março 23, 2013

Ainda sobre as fantasias criminosas destes desgovernos relativos às finanças públicas e sobre um comento neste ultimo video

Ainda sobre as fantasias criminosas destes desgovernos relativos às finanças públicas e sobre um comento neste ultimo video

Tres imagens da ultima estada do fmi aqui nas capas dos jornais e o que elas narram

A primeira, o rapaz africano saindo de um qualquer ministerio fascista muito sorrindo

Depois uma outra onde ele saindo de um qualquer ministério fascista à chuva era acompanhado por um rapaz, como um paquete que lhe segurava o chapeu de chuva, estranha imagem que mais parecia dos tempos do colonialismo, como invertida. o chapeu certamente escolhido a dedo, pois reflectia o meu que comprei recentente numa loja chinesa num dia de grande chuva, de dezaseis varetas, me dizia a senhora muito contente, que assim resistia a muito vento, eu espantado, pois nem sabia do numero de raios de um chapeu de chuva e de suas diferenças, depois deixara de chuver, e quando de novo dele necessitei, ao abri-lo, duas varetas estavam partidas, ou seja, alguem dos que aqui comentem o crime regular de entrar em mimha casa, logo dele deu cabo, e depois de algum tempo, ali estava o chapeu figurado em sua semelhança na imagem do homem do fmi, ou seja ainda, mais uma vez sabem os jornais de quem cometeu esse crime aqui em casa.

E no fim do tripico, uma notícia do adiamento da partida, se viam eles saindo de um carro, numa rua com simbolos de lua e de sol na parede incrustados, um perfume a sé de lisboa ou arredores, Alfama, como se uma lua e um sol, tivessem sido os motivos do adiamento, mas não certamente relacionado com cambios monetarios, talvez de outro genero e modo, no entretanto no correio da manhã on-line, um belo rapaz de barba, como talvez um grego, me aparecera aos olhos ao navegar com uma estranha linha por debaixo, uma aparente matança num supermercado, ele mais parecia hipnotizado, como muitas vezes nestes casos tem acontecido, mas não são geralmente nem o sol nem a lua que o fazem nesta conjura, mais estranho ainda, a face era-me familiar, parecia um gentil rapaz que recentemente comigo se cruzara em alcantara, falando português com sotaque, como um estudante do erasmus, e me pedira indicações sobre um pingo doce, eu me sorria à sua doçura e lhe via como aureolas brancas em volta do seu olhar, a me lembrar umas outras, as de anouck num dia de praia.

Será que queimaram mais algum no entretanto, um grego ou um cipriota, ou cip circulo ip do rio, porto ou br, ota de um riot?

A narrativa continuou, misturando as linhas que vem do vaticano, depois das silvas, e do corpo descarnado que dentre delas parece sair, que o protocolo tinha sido quebrado, que o papa beijara a cristina, mas na verdade o que se via era a troca de um segredo, depois ainda, o principe filipe e a princesa leticia, com barbas, a ressoar na imagem do rapaz, se calhar não grego mas cipriota e o morto do filme da kate blanchet, leticia em vestes e veus negros, como as espanholas, se vestem nos momentos religiosos, ou nas visitas de estado, ou não estado, como um outro segredo, antes proferido, uma queixa, uma mulher que se queixava a uma igreja, de quê, são tantas as possibilidades narrativas das trevas e dos ladroes de crianças, que nada me supreende,

Aqui a narrativa oficial, cila, da ilusão de controlo, passara no espaço de talvez duas semanas de um erro do criminoso ministro das finanças, simultaneo ao tempo em que eu pelas contas provava mais uma vez um crime de roubo da PT, para uma situação que depois da visita do trio, era dada como de costume, para muito pior, assim se enganam as gentes, cegas, pedindo-lhes sacrificios baseados em crimes de mentira, para melhor lhes apertar as cangas.

O coronel loureiro dos santos, recentemente protagonista de mais uma linha do veu, da encenação, a do isqueiro da segunda guerra, acrescentava em capa de jornal que se a previsão fantasista ao mesmo tempo anunciada de um milhão de desempregados em portugal para o proximo ano, seria como que uma bomba nuclear, isto depois de lhe ter perguntado, como nato, das trezentas bombas outrora escutadas.

Diagrama suissa, bruxelas, italia

Pluma, a olimpica, morta. Pluma como la garde, pluma imagenws aqui, padre antonio veira, lieus, prec, d dinis, jesuita, baltazares, marquês de sade, depardieu, bd, pluma como o que julga, pluma como matt, pluma como penas da deusa.

Um ou dois acidentes no teleferico, e slavo (slavo) erro num primeiro tunel

Um papa aparentemente estrangulado, um outro aparentemente tambem, o vasco, e uma tentaiva aqui no predio para me fazerem um mesmo, como o narrei, como a provar-me da possibilidade tecnica de o fazer, e um episódio do csi onde se dava conta do processo de inchaço da traqueia por ingestão de substâncias alergicas, como quem o soubesse antes, assim o tivesse preparado e um camareiro depois despedido, ou se calhar mesmo, preso.

Um tremor de terra em abruzzo, um anúncio de publicidade anos antes que o reflectiu, ou em parte o preparou, a nona e a neta, o monte de terra, a flor, uma troca de id, a nona como cifras de substituição

Linha do banqueiro suisso, M de Marie

Depois o acidente com o autocarro dos meninos de bruxelas

Belgica, um acidente de comboio

Belgica e italia, um mesmo tirroteiro numa praça, flores, a mão africana

Socrates, o bandido, em aparente emprego da farmacia suissa, the chicken fett, imagem da lady sum, birmania key, eggs of waters, depois, socrates no brasil, depois a aparente ilibação do duarte lima pela polícia suissa, duarte lima, caso da mulher brasileira morta no carro dele, esta soma prova a construção do veu sobre o que na realidade aqui se trata.

Agora a imagem dos tuneis na fnac, barbara hannigan, barbara guimaraes, M, s um da sa sg ad primeira da dd da un gata da, samsung

Aqui ao lado da igreja, umas escadas, onde costume estar atras de uma porta de grades, um cao que muito ladra, ao lá passar, me dei conta olhando a parede esfarelada, que ali parece ser a origem da imagem do sonho, das escadas e do pequeno helicoptero em cima tombado, a linha que vem do magi do X, ki os osho, ki o s cho, ou ainda oxo, a lembrar, uma loja de esquina na av coelho da rocha com a infantar, pois assim lhe faltam as letras, como dizendo do infante tar, ou da tar de um certo infante, onde outrora hás uns anos como narrado, um buraco tambem apareceu na rua, talvez uma ligação de alguem dali, com a igreja onde outrora da N S. Do Bom Sucesso e do Triunfo, depois de treze passos da cruz da crucificação, em estranha manha de nevoiro entre a ponte, um padre que veio de fora, estava oficiando, e cuja identidade aqui há longos anos questionada, nunca a igreja respondeu, num tempo de passes, com uma rapariga que me disse chamar-se de joana e um outro rapaz, se bem me lembro pelo espirito da ual, onde dei conta da ligação com uma das maes do colegio moderno, dos bandidos socialistas, ao tempo do roubo de meu filho e da tentativa de me matarem, talvez mais uma das ligações a criminosa psiquiatra ana paula, que como sabeis, entre outros, sabe e pratica as materias de hipnotismo, recordai o mario soares no comicio de encerramento da candidatura do criminoso socrates, como aqui por analise o provei.

O espirito me falou em dia recente, de alguma delas, que ao que parece fizera ou faz carreira à minha conta, quem diria da originalidade!

E a justiça onde está!

Quero o meu filho de volta!

Quero estes criminosos punidos de acordo com a lei!

Lisboa 23 03 2013

Paulo forte





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