terça-feira, dezembro 23, 2014

letter to the Portuguese justice minister and to the president of the European criminal court

Exmos Senhores

Ministra da Justiça do governo de Portugal
Senhora Paula Teixeira da Silva

E ao Presidente juiz do tribunal criminal europeu
Senhor Jagaer

Cartas registadas com aviso de recepção

Lisboa, Dezembro 22 12 2014

Exª Senhora e Senhora,

Como é do vosso conhecimento, está a senhora acima mencionada implicada em diversos crimes, não só contra mim e meu filho, como igualmente contra a Republica Portuguesa, e o constante comportamento criminoso desde que assumiu funções de ministra de justiça, é a prova deste mesmo facto e afirmação.

Recordo-lhe que a seguir a ter tomado posse no cargo que desempenha, a tentei contactar enviando-lhe ao tempo carta registada com aviso de recepção, que a todos em forma publica mostrei e que é parte integrante da minha acusação criminal.

Recebi na altura uma carta do seu gabinete assinada se bem me lembro de memória, visto que como sabe, os criminosos tudo tem feito em constância ao longo dos tempos para obstaculizar o acesso aos meus arquivos, por uma assessora de substituição de um outro seu assessor ou chefe de gabinete, onde se escudou na invocação do princípio geral da lei que não cabe ao ministro da justiça a intervenção directa em qualquer tipo de processo.

Ao qual eu de novo respondi, relembrando que este crime que mantem contra mim, meu filho e muitos mais, não é só excepcional pela natureza dos constantes factos criminosos, como é nomeadamente um crime contra a republica portuguesa, contra a lei fundamental, a Constituição, contra o estado de direito de Portugal e contra os básicos direitos humanos consagrados nas leis, como o direito de queixa e o direito de defesa, neste caso de uma criança menor, meu filho, de mim mesmo, e de muitos mais, alguns dos quais não mais se podem defender, porque alguns, muitos, foram no entretanto mortos.

Esta minha resposta à data, enviada por correio electrónico com anexo de um vídeo com um depoimento sobre estas matérias para o seu gabinete dirigida a quem respondeu à minha carta, nunca obteve nenhuma resposta.

E recordo-lhe o que na altura igualmente comentei em forma pública, que logo de seguida no tempo, um título de jornal, lhe atribuiu o dizer, que tinha pedido todo o processo relativo a um caso de justiça, a morte do jovem actor Angélico, que como sabe se inscreve numa sequência de mortes relacionadas com actores e em particular da TVI ou com ela trabalhando. Esta declaração a si atribuída não foi na altura desmentida nem por si nem por seu gabinete, fazendo assim prova perante todos, de ser uma pessoa que tem dois pesos e duas medidas, característica e acção incompatível com a função que desempenha.

Como saberá ao mesmo tempo da demissão do ministro Miguel Macedo, num aparente ou não caso com as secretas portuguesas, mais uma vez muitos dos elementos da minha acusação foram roubados como tem sido regularmente ao longo destes anos sem que nenhuma das garantias que por lei o estado deve fazer cumprir na relação com os cidadãos da republica, me foi alguma vez cumprida ou accionada como espectável num estado de direito e numa república.

Recordo em breve que esta sequência de eventos ao tempo da demissão do ministro acima citado, um homem que consigo protagonizou estranhas notícias numa qualquer comissão de inquérito de AR há alguns anos atrás na altura publicadas no DN e antes da senhora assumir funções de ministra, passou ainda por um outro ministro, Nuno Crato, sobre o véu dos cálculos e dos erros numa formula, apresentada como para contractar professores, mas obviamente como o demonstrei ao tempo em análise detalhada, com muitos outros significados, tudo isto ao mesmo tempo em que de novo em minha casa me roubavam um dos desenhos de meu filho, uma das poucas memorias que dele trago.

Da mesma forma como já dei conta ao tribunal criminal europeu, só num período aproximado de um ano, apresentei em forma pública, muitas das quais enviadas as respectivas entidades oficiais nacionais, como a Procuradoria-Geral da republica, cerca de setenta queixas de natureza criminal, sobre as quais em sua maioria, nunca obtive nenhuma resposta, e esta situação se arrasta desde o roubo de meu filho, provando a corrupção que reina em muitos níveis do estado português e da sua participação como ministra da justiça na negação do direito fundamental de queixa e consequentemente de uma forma ou outra na cobertura dos criminosos por detrás destes crimes.

Da mesma forma recordo-lhe que continuo a aguardar resposta sobre o crime de perseguição e dano contra mim cometido de internamento compulsório no hospital psiquiátrico Júlio de Matos, sobre o qual também apresentei queixa ao respectivo tribunal envolvido, ao ministro da saúde, à Procuradoria-Geral da republica e ao tribunal criminal europeu, onde para além do crime contra mim cometido, dou conta de uma eventual morte que no hospital presenciei e sobre a qual pedi um inquérito pelos factos narrados.

Exijo-lhe as respostas que me são devidas pelas leis a mim e meu filho e peço a sua imediata demissão e prisão, por envolvimento no crime de roubo rapto e tortura contra meu filho e mim, por envolvimento na tentativa constante de me assassinarem, por envolvimento no crime de escravatura, por participação em constantes crime de perseguição e abuso de poder, por crimes de roubos de diversa ordem e natureza que contra mim acontecem neste país e não só, no âmbito deste crime nuclear, e por suspeitas já apresentadas de participação em actos de terrorismo internacional e em mortes de individuais, recordando ter apresentado em forma pública contra si, suspeitas de envolvimento na morte de uma criança de nome Rafaela, como à data a todos o expliquei.

Se como habitual neste crime, se mantiver a sistemática ausência de resposta que tenho tido por parte de todas as entidades do estado e do governo português, mais uma vez assim fará prova perante todos e perante o tribunal criminal europeu da sua participação neste crime contra o estado de Portugal e contra dois cidadãos, meu filho e eu.

Com os meus cumprimentos

Paulo forte