quarta-feira, maio 20, 2015

the beauty, the beast and giant waves, i presume, a album 91 reflex and others crimes


1.
não, não é esta a foto mas não deixa de ser bela, sabe às vezes é tudo uma questão de tusa existencial, melhor que todas as outras porque mais permanente dizem as más línguas, eu por mim à ausência do seio de minha amada, ando na mais das vezes chateado, e mais difícil é quando tudo isto se passa num país na mão dos nazis onde ninguém responde a um pai que trás um filho roubado, mas no ultimo dia em que publiquei, a vi e lhe digo bela menina, foi talvez o único momento no dia em que dei por mim a sorrir, curto, antes de voltar à nevoa zangada, mas bom, veja o que nos faz a beleza existencial em capas de revistas, pois ao perto nem vê-la, faz parte do roteiro nazi, castração e castração de todas as formas e feitios, até quand em casa vejo filmes de passarinhas, logo oiço clicks na mobília, algum louco certamente que pensa que manda na minha sexualidade, a bem dizer em meus olhos e certamente outros haverá que fazem buraquinhos nos tectos e espreitam, me dirá sempre se espreita quando não se está de olhos fechados, penso que concordarei consigo. 

2.

a imagem a que me refiro é esta, e vou.lhe contar o que nela pelos neurônios vi, visto que a mão serve essencialmente para digitar, e cila, mente, mas isso não é novidade nenhuma. para alem de uma referencia a maria elisa também na mesa de analise por evocações de chuvas que dão chuvas, ou por incriminações sobre a morte da princesa Di, ou ainda por estar em Londres ao tempo das bombas, que lhe direi eu de tão bela flor... depois temos os gangs das raparigas ou o filme da sofia coppola, dos ring rings ou algo semelhante, um mal muito em Voga nos países nazis.

mas o que eu vi, antes de mais foi o valor da flor, a sua , a que trás no cabelo, pois tinha falado de uma rapariga que vira, uma estranha linha há anos atrás, com uma margarida nos cabelos, depois o que parecia uma zanga, e depois uma margarida no chão da rua e o velo de Jason e logo de seguida a esta evocação narrada em vídeo, pois uma imagem recente aparecera no pingo doce, ao passar na esquina do final da rua, uma flor, como uma margarida pequenina caíra a meus pés e eu logo disse, alguém fez um omen sobre as minhas palavras, mais curioso, foi quando realizei que essa florzinha é também o padrão do papel do tibete nos painéis japoneses, ou seja, a imagem relaciona-se também com ondas gigantes e tsunami do japão em 2011

mas o reflexo amoroso não ficou por aqui, pois a sua imagem, reflete uma outra do álbum de fotos de 91 92 como saberá já publicado há algum tempo e recentemente também reflectido por desconhecidos numas chuvadas imagem de uma outra onda, o tsunami de 2005, pois o que vi na sua, é um espelho das imagens desse álbum referentes ao hotel da Curia, ou melhor do Buçaco que ambos andam juntos nesta historia, onde a menina aqui reflete o poste da luz, ou torre, o vestido , a onda como um  mar vermelho e depois é só justapor com as outras fotografias dessa sequência e juntar alguns comentos para melhor entender, nomeadamente, o facto da existência da placa seta, ou sete, que diz hotel, ou hot el, ou ho tel, e tem uma racha sobre o , E, eu com cara de espanto e botas de Cowboy a perguntar-me o que se passou, ou melhor o que eu pressentira do que se passara, espantoso não é bela menina. 

e um beijinho a estas belas meninas que estão com face preocupadas, e falam de Edimburgo, anne, uma certa parecença, cca, com outra bela desse mesmo álbum, a margarida alvares



3. Depois de ter em vídeo falado do roubo do livro da poesia soviética, de novo o puseram em minha casa, todos os dias entram, saem, levam e trazem e destroem o que querem neste país na mão dos nazis


4. Creio que se estão a preparar para fazer um passe através da leitura do contador de água de minha casa, ou pior, como por exemplo pôr algum veneno nos canos, apareceu um buraco no tecto da casa de banho, a lembrar a cascata ao tempo de um outro que por lá esteve.

5. Quinta feira passada, pela 01 h 30 da manha, quando ia pôr o lixo na rua, estavam 3 carros da psp na praceta, segundo me disseram a menina que agora mora por cima do meu escritório, tinha-os chamada porque a outra casa, onde estiver a menina tipo yulia yulechencko, e o sátiro, estava com a porta aberta, vi-os a entrar, de fora se via uma garrafa em cima da mesa, mas não os vi a tirar por exemplo impressões digitais, ou seja, fiquei com a noção de que alguém abrira a porta para apagar as evidencias. no dia seguinte bati à porta da menina por cima do escritório, e perguntei-lhe se tinha chamado a policia, não abriu a porta, disse-me que sim, mas pela voz não me pareceu ser a que já antes vira, tudo isto muito estranho mas normal num país na mão dos nazis