quinta-feira, outubro 27, 2016

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Hoje é dia 17 de Outubro, e mais uma vez me conseguiram manter desviado da análise no ponto onde ela se encontrava, como aliás desde pelo menos de Agosto, e mais uns dias só para escrever este documento que será enxertado no documento maior, com a numeração respectiva e sequencial do primeiro por debaixo deste documento com 44 páginas.

Infecções, curiosamente ou não, numa imagem real no terreiro do paço me apareceu aos olhos, com o tal flash como o de seguida a ter visto a Gwen e o ursinho doirado ao pescoço, como uma estrela que de repente se apaga, na paragem do eléctrico depois de ver o homem de chapéu boné de pala que comento em vídeo ainda não publicado com a acompanhante africana mais jovem, uma outra jovem mulher de vestido branco com cornucópias se aproximara por um instante das informações da paragem e nas barrigas das pernas trazia auréolas como as que me fizeram há uns anos atrás e que ao tempo me levou ao hospital Amadora Sintra, ou seja, TOUS/NASA parece ainda andar de mãos dadas com infecções.

No domingo passado perguntou-me meu pai ao chegar cá casa se eu já tinha o orçamento das persianas, pois uma outra janela a vieram cá estragar talvez há 3 semanas, e eu lhe respondi, para quê? Se continuam a cá entrar todos os dias e a destruir o que querem, para quê gastar dinheiro a compor? E o pai me deu duas chaves e me disse que tem uma, e que só três existem, como é então possível cá entrarem todos os dias e estragarem e roubarem o que querem?

E acrescentei, veja minha mãe, gastou uma pipa de dinheiro no IKEA para o móvel da cozinha e veja como ele está, estragado, por terceiros que aqui entram, e estranhamente ela se voltou para mim e me sorriu de mansinho, como se soubesse e se calhar sabe quem se entreterá a estragar os móveis, e a praticar outros crimes, ao serviço também das estratégias de roubo de meu filho e da manutenção destes crimes a que me sujeitam.

Meu pai ainda me disse, Ah pensas que somos nós que cá entramos, e a isso não sei eu responder para além do que por ele sei, e pelo que posso deduzir baseado em muitos factos, que se encontram na mão de terceiros, só assim posso conceber e entender pelo menos em parte o estranho comportamento deles.
Trazia ainda na mão uma folha aparentemente da EDP empresa de electricidade, onde dizem da eventual falta de leitura do contador, poisou-a em cima da mesa onde se encontrava vertido um pouco de café e uma mancha se desenhou no papel. Quando a olhei a dúvida foi, mas representa as ilhas britânicas ou as japonesas?

Como sabeis pelos relatos publicados em vídeo, os criminosos das empresa sub contractadas da EDP, fizeram isto no mês passado propositadamente, ou seja, com uma intenção prévia que só posso deduzir se encontrar em curso, provavelmente com propósitos indutores, visto por um lado, EDP se encontrar também neste Setembro em cima da mesa, sub linha, do Durão Barroso/FMI e RTP, e por outro lado ainda, numa estranha em seus significados campanha publicitária que tem a meu ver relação com este passe indutora. Um marmanjo de barbas sorridente vestindo um farda EDP ou similar, com uma chave inglesa de boca aberta e levantada na mão, e a frase assassina, dizendo, sugerindo tusa, que com a EDP funciona sempre, isto a seguir a estes passes e crimes cá em casa feitos e anunciados por muitos, das extensões e dos extensores, das gavetas dos móveis, que como vos disse entre muitos outros objectivos visa e se inscreve na estratégia de castração, de facto lata não falta a estes estapores criminosos da publicidade, sempre ou quase sempre envolvidos em tragédias como recentemente mais uma vez o provei.

Disto não te queixas tu, me disse ele a sair de casa, referindo-se ou à electricidade e ao papel, ou aos 150 euros que me deixara em cima da mesa, Respondi-lhe que nunca lhe pedira nada, e ao que parece a situação lhe era muito vantajosa, e nada mais me disse.

Na semana passada repetiram os mesmos actos que ultimamente tem feito com alguma regularidade ao chegar cá casa, ambos aparentemente muitos aflitos para irem à casa de banho, e me pergunto, se não serão obrigados a colocar algo na sanita, que depois servirá por analises para construir perante outros a noção de que eu tenho alguma dependência ou doença, pois a perversidade destes nazis, nada me espanta e descontando todo a estranha sequência como narrada de pelos públicos postos na retrete ou manchas estranhas como se jogos de amor se tratassem!

Minha mãe ainda acrescentou com o mesmo sorriso quando lhe disse, veja como o móvel se encontra desfeito por aqueles que entram cá em casa, porque não vens viver connosco? Talvez só desejo de mãe e de regaço, mas também manutenção da dependência e do descrédito e do desacreditar, como me vendo como um incapaz, ou mesmo louco, pois esse é um dos argumentos usados no roubo de meu filho como sabeis.

Em mim ainda o dizer de meu pai no dia 28 de Julho deste ano quando cá passaram antes de irem para férias para o Algarve, quando lhes perguntei do meu filho, - que sobre esse assunto não tínhamos nada para lhe dizer-, uma espantosa afirmação que só posso entender como tradução de se encontrarem na mão de criminosos envolvidos neste conjunto de crimes.

As adulterações e o descrédito continuam a ser objectivo deste crime, e forma de me “ entreterem” e manterem os crimes, pois acabei de despender um conjunto de dias na escrita deste documento que corrige e amplia em parte o anterior, também adulterado, com o titulo Setembro que se encontra cheio de erros para além do que roubaram, e no poste de Outubro, publicado no dia 3, mais uma adulteração na linha quinze, uma só palavra que altera por completo o sentido, you em vez de who, como podereis verificar.

Exijo as respostas que me são devidas a mim e a meu filho e o respeito integral dos nossos direitos e a prossecução de acção criminal contra os canalhas terroristas mencionados neste documento.

Anexo a este documento dois scans, da contracapa do documento, Setembro, onde se tornou durante a escrita visível uma equivalência com a sublinha do avião, bem como a carta da EDP ambas explicadas em detalhe neste documento,
Lisboa 19 de Outubro de 2016





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