segunda-feira, março 20, 2017

Nova queixa-crime contra a Samsung, Vodafone portuguesa, e eventuais terceiros desconhecidos, com um pedido ao príncipe Harris.


Nova queixa-crime contra a Samsung, Vodafone portuguesa, e eventuais terceiros desconhecidos, com um pedido ao príncipe Harris.

Como se calhar sabeis, me dirijo aos juízes desconhecidos de tribunais extraterrestres, pois dos terrenos não vejo lei nem nenhum, os computadores tem uma primeira raiz, de software que vem instalada nos computadores pelos fabricantes destas belas armas de guerra, a que chamam de Bios, e que é o programa que permite os settings iniciais do computador mesmo antes de lhe ter instalado qualquer outro software de fábricas de armamento como a conhecida Microsoft.

Na Bios que é o primeiro aplicativo que arranca e controla o arranque do PC, existem por exemplo funções que aparentemente devem servir a segurança dos bancos e não deixar roubar nem filhos, nem memórias, nem identidades nem contas bancarias ou simples cartas de amor, como a possibilidade de criar palavras-chave, que para quem não sabe, são como uma espécie de chaves de plástico de fechaduras de plástico, mas enfim sempre são na aparência chaves, sobre o disco rígido, sobre a identidade do utilizador, sobre e até o próprio modo do PC arrancar, e se bem que não seja de manivela, ou até de vela mas faça sempre o fogo, esta função por exemplo é aparentemente importante se conjugada com os novos desenvolvimento tecnológicos de criptografia previstos nos softwares por exemplo da Microsoft para encriptar todo o PC e se calhar mesmo o utilizador e os vizinhos ao lado se se descuidarem, a que chamam, na raiz da Bios, por exemplo, UEFI, ou talvez um fi da união europeia que como realidade nazi não deverá escapar a esta identidade cultural para promover o bem da humanidade através do extermínio dos impuros e da defesa dos genes das cópias genuínas.

Pressupõem então os anjos que nada sabem do sadismo das gentes que fazem e produzem estas tecnologias, que pôr fechaduras e criar chaves de plástico que nada servem pela ausência de fronteiras no céu e no inferno, é uma forma de entretimento e de terapia ocupacional visando o equilibro e o bem-estar emocional, pois assim funcionam também as casas de pedra dos humanos, que no mínimo como sabido tem pelo menos 5 chaves diferentes em cada uma, e mesmo assim com chaves e portas e janelas são sempre roubados, até do amor e das asas angélicas, e que se as criarem na Bios e nos restantes softwares não só aprendem os números e as letras, como poderá até contribuir quem sabe que eu não, para elevar o grau de protecção de um sistema ou de um segredo para acabar com o mundo num só sopro.  

Provavelmente deverá até existir alguma validade que justifique tanto fervor e aplicação na construção de defesas e diques informáticos, da mesma forma que uma chave de plástico numa fechadura de plástico se estiver bem oleada até pode funcionar, e ser partida ao lado do canhão pela simples mão de um anjo, pois os criminosos muito tem feito sistematicamente para que eu não possa nem criar ou alterar essas palavras-chave e da mesma forma activar o tal sistema UEFI, pois como sabeis, e isto é real, os criminosos podem desde logo controlar um computador quando se o põem a trabalhar, ou seja, existe uma certa lógica no pensar em proteger o arranque, a que chamam de arranque, ou arranques seguros, em linguagem de uma outra galáxia, certamente.

Do modo operando deste crime que aqui vos falo

A maior parte dos utilizadores não sabem isto, nem os fabricantes das ditas armas de guerra, sejam de hardware ou de software, estão interessados em explicar em forma clara e desde logo isto às criancinhas, o que é normal, se atender-mos por exemplo que quando compro um carro ou uma casa, ninguém me diz que tem portas e que as portas para se abrirem e fecharem precisam de uma chave que me é entregue em mão no lugar da compra, pois é pressuposto que na educação da pré primária todos isto já saibam e certamente não se pode deduzir uma intenção perversa neste agir, ou mesmo um conjunto delas, que pela lei os pode levar a barra dos tribunais como co-responsáveis nomeadamente por roubos e até mortes.

Quando depois de passarem uns anos no labirinto criminoso, alguns descobrem estas funções e tentam começar a utiliza-las e os criminosos que os perseguem e sempre estão em tempo real controlando todo os que eles fazem, agem, dizendo, tornaram-se sabedores, estão a tentar protegerem-se, vamos lá foder essa possibilidade, pois se não, não poderemos continuar os nossos criminosos negócios de sangue, de roubo de filhos e de milhões.

Espero que não traga nenhum juiz dúvida sobre a justeza deste meu ultimo argumento, pois considero provado que a Samsung é pelo menos beneficiária como receptora de um conceito que partilhei por escrito no meu blogue e que no entretanto se tornou uma tecnologia produzida pela referida empresa, a possibilidade de transmitir electricidade sem fios, que é hoje um sistema implementado em maquinas deles para por exemplo carregar baterias, e que estes benefícios de roubos de conceitos de tecnologias são parte integrante e motivos do crime de roubo de meu filho e da minha escravatura relembrando que esta minha acusação foi por mim proferida em forma pública quando detectei esta tecnologia já a funcionar, talvez já há três anos e que continuo sem qualquer resposta para além de uma estranha notícia também comentada ao tempo num jornal português sobre as metáforas de golfe ou de por outro tipo de bolas em outros tipos de buracos, protagonizada pelo dono da Samsung.

Quando os criminosos detectaram que eu pretendia usar estas funções da BIOS, aconteceu o primeiro crime, no sítio da Samsung, primeiro no português e ainda ontem, dia 17 03 2017, também no de Inglaterra depois de ter passado por um “chat” aparentemente no sítio dos estados unidos.

Inicialmente e durante alguns anos, o aplicativo a BIOS estava disponível bem como outras ferramentas e software no sítio da Samsung online para um utilizador as poder descarregar e instalar no computador e simétrico com as minhas necessidades, deixaram de estar.

No entretanto presumo, terão injectado algum código através da BIOS que deverá ser permanente no disco principal do computador, que lhes permitirá por exemplo ao instalar também de raiz o Windows 10 ou um outro qualquer sistema operativo controlarem desde o início algumas funções, nomeadamente retirarem acesso a algumas das áreas que lidam com a segurança do sistema e dos ficheiros que criamos.

Da mesma forma o acesso às palavra-chave que inicialmente defini se encontram bloqueadas com a excepção do utilizador que posso pelo menos na aparência mudar, devem ficar com o registo delas, e a função UEFI também está bloqueado como inactiva, ou seja não a posso activar e assim beneficiar se for o caso da conjugação desta tecnologia da Phoenix ti ano setup, com as do Windows.

Ou seja, é estranho no mínimo e pode indiciar uma acção de protecção dos interesses criminosos por parte da Samsung, terem retirado o aplicativo que permite actualizar a BIOS, de todos os sítios deles mesmo estrangeiros a que tenho ido procura-la. Da mesma forma não a consegui descarregar do sítio da Phoenix, e no site da Samsung América na conversa se com eles, me disseram que como comprei o PC em Portugal, isso aparentemente o sabiam, não me podiam ajudar, ou seja, neste especifico caso, parece ter sido mais um crime para pescar informações de outra natureza como recentemente aconteceu com a Microsoft. Vide acusação publicada sobre o crime do “chat” com a assistência técnica da Microsoft. Todo o restante software continua disponível nos sítios da Samsung como o verifiquei de novo.

Poderá existir ainda aqui neste passo deste crime uma outra configuração, falsas páginas da Samsung apresentadas como verdadeiras especificamente redireccionadas para mim, pois já sabiam que eu iria tentar obter uma nova BIOS.

Ou seja, como sempre ou quase existe esta segunda possibilidade de mecanismo de crime, mas também como sempre vos digo não há transcendência em saber se foi assim e quem o fez, pois estes crimes foi feito através de uma ligação de cabo da Vodafone na loja da Av. Prior do Crato que habitualmente utilizo.

Visto que a Vodafone se encontra por min acusada há diversos anos sem qualquer resposta, com acusações que vão até cobertura ou mesmo suspeita de participação em actos de terrorismo internacional, esta queixa-crime é igualmente endereçada a eles bem como a terceiros desconhecidos pois esta possibilidade está como explicado presente, embora, desconhecidos como sempre vos friso, só em relação ao utilizador, vitima, não em relação à operadora de comunicações que controla e regista todas as minhas navegações e desta afirmação não creio ser necessária mais prova, visto que estes crimes são do conhecimento publico, são constantes ao longo de mais de dez anos, e são crimes que pela sua natureza se inscrevem, e fazem parte integrante dos crimes maiores contra a minha pessoa, nomeadamente o roubo de meu filho e a minha escravatura.

Que pode então fazer um cidadão numa sociedade nazi onde estes crimes são cobertos pelas autoridades porque antes de mais nenhuma resposta de acordo com o expectável pela justiça funciona?

Provavelmente num tribunal galáctico, dizer que a raça humana não é merecedora de viver, pois são autodestrutivos e destroem o equilíbrio do universo, e portanto é de extingui-los antes de darem cabo do sistema solar e mais além. No plano terráqueo que os investidores retirem os capitais destas empresas pois são co-responsáveis por estes crimes, e ao príncipe Harris, que influencie a Grã-Bretanha para promover uma acção no TPI contra estas tecnologias que perigam não só a vida no planeta como os direitos humanos, e na esperança que não seja accionista por exemplo da Vodafone. Aos consumidores lhes poderia dizer, não comprem nem usem os serviços deles, mas como sabemos a selva e os cães nazis estão em todos eles.

Reforço desta forma e por estes factos, as minha prévias acusações tanto a Samsung como à Vodafone por envolvimento e interesse directo nos crimes que decorrem contra mim e pelo roubo de meu filho e pela suspeita da intenção continuada de roubo de informação e de adulteração com vista à protecção de interesses criminosos e de terrorismo internacional



Paulo forte

Lisboa,18 03 2017










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