terça-feira, outubro 30, 2018

BREXIT EPISODES LAST WEEK, DOCUMENT COMPLETE IN VIDEO, 129 PAGES



3 SEGUNDOS POR PAGINA DE FORMA PERMITIR PAUSAR PARA LER, NUMERAÇAO A CIMA DO FRAME DO DOCUMENTO, DUAS PAGINAS LADO A LADO, 129 NO TOTAL
BOA LEITURA|

domingo, outubro 21, 2018

LAST WEEK BREXIT SOAP EPISODES, CRIMES AND TRAGEDYS OF BIG SCALE

THIS VIDEO WILL HAVE SOME COMPLEMENTARY COMMENTS WHEN I CAN WORK PROPRELY DUE THE CONSTANT CRIMES OF TECHNICAL IMPEACHMENT. I STILL WITHOU THE DRIVER ON THE KUBO EVEN HAVING THE BIT LOCKER INSTALED AS YOU ALL KNOW, WICH ALSO AGAIN PROVE THAT THERE IS NOT ANY SECURITY N THESE MICROSOFT CRIMINAL SYSTEMS
Alguns detalhes complementares ao vídeo referência.....

Com base nas imagens gravadas em vídeo do MSN GB ao qual os terroristas logo tiraram o som, no dia 06 10 2018 ( de acordo com a referência no ficheiro, e digo isto, pois como sabeis os sistemas operativos criminosos da Microsoft como considero amplamente provado, só mesmo faltando a condenação e os ressarcimentos, alteram ou deixam a terceira partes mal intencionadas alterarem  todas e quaisquer propriedades de um ficheiro bem como os seus conteúdos)


Curiosa foto de Lady May, pois sugere ou através da imagem dela assim sugeriram,  pois este tipo de construções, induções, incriminações, achas para fogos e guerras e sangue, podem ser inclusivamente feitas por terceiras partes (como por exemplo por quem preparou os elementos cenográficos)  sem necessariamente quem as protagoniza em imagem se dê conta, o que também creio não corresponder a este caso especifico, ou melhor, ao conjunto vasto de assuntos que se dirimem sobre a capa do Brexit, diversos temas sobre a mesa comum de todos ou de muitos, a relembrar em forma sintética;


o símbolo recorrente nestes últimos tempos, do dedo espetado para o ar, dedos que geralmente tem unhas, ou seja entendíveis, como  facas ou algo que corta e que apontando o céu, sugere valores de quedas de objetos voadores, valor de leitura este reforçado pela forma e elementos gráficos da utilização da bandeira da Grã Bretanha no púlpito, um recorrente mecanismo presente nesta telenovela, como explicado em episódios anteriores e em comentos em vídeo sobre este "truque".


Ou seja, por um lado pela forma, a cunha e o triangulo, e os valores da faceta oblíquo do móvel da pirâmide (vide referencias doc facas já publicados e do dot ou ponto e consequentemente se deverá então somar os valores adquiridos; a posição da bandeira, que associado à perceção da forma de cunha remete para uma outra forma, a de um leme de direção de um avião, sendo que com a cor azul, refere-se também indiretamente uma possível identidade, o Concorde, (que como sabeis está também presente na aqui já referida sequência de leituras sobre facas)


OPPC independentemente dos valores da sigla no contexto real se algum, do Brexit, tem dois sentidos possíveis de leitura, circulo do PP, ou circulo de um, P, do PC, ou seja, duas identidades possíveis de duas forças politicas por exemplo na correspondência de siglas com o tabuleiro do xadrez das associações de bandidos a que chamam de partidos, em inglês sugere-se ainda pelo que se pode definir como uma corruptela fonética, o valor de UP, de OP, ou seja, de uma elevação como imagem e valor de um dedo, ou de uma unha ou de uma faca erguida num determinado momento contra o céu e um avião que ia a passar ou neste caso a descolar. 

Acresce ainda o valor recorrente dos colares na comunicação não verbal de Lady May, independentemente de poder corresponder aos seus gostos pessoais em termos de adereços ou quinquilharias como por exemplo, refiro genericamente este género de objetos em relação à Judite Estrela no âmbito da análise da Visão 95, ou ainda aos valores que recentemente aduzi da imagem da morte da actriz que prefigurou o super-homem, ou seja, o que quero aqui frisar, é, que existe uma frequência de colares no pescoço de May, todos eles com valores passiveis de serem integrados e considerados como elementos complementares narrativos nas comunicações não verbais sobre os assuntos que se dirimem, como explicado e sustentado em anteriores análises fotográficas sobre ela ou com ela.

Das raízes consteladas do dedo em riste


Deverei relembrar que o dedo em riste, se gesto comum, tem uma raiz precisa no âmbito da acima citada Visão de 95, protagonizado pelo António Gutierres e um dos mais recentes inputs é o do presidente Obama, na imagem "ausente" sobre a sanidade mental de Trumps ou da América ou do que fosse, imediatamente antes deste 911 deste ano, ou seja, esta linha de factos e relação de valores, religa também este assunto ou temas, à América, e por extensão recua ao 911, quanto mais não seja, porque aviões, são, como sabeis uma das componentes maiores da ilusão montada sobre o 911 de 2001.


Elos como correntes e grilhetas nas linha recentes de crimes de roubo espionagem e pior
elos grandes como antigas correntes de dungeons da inquisição da igreja dos pedófilos mor de Roma, ou em suave variações nas prisões durante a segunda invasão do iraque, ou ainda em outras como as recentes pressupõem-se de prazer de belas raparigas com próteses fálicas de latex penetrando em agradável vaivém a rosa dos homens, como a recentemente convocada em cena pela metalinguagem das notícias da saída do Instagram do grupo de Facebook onde dedos tem uma variação não muito ida através de Mark Zukerberg,  a palma de loiro, como valor de corno no meio da testa na recente outra telenovela dos Analitics, na audição dele no congresso americano, algo que se pode considerar equivalente em termos de valores narrativos e de símbolo como um dedo ou um "falo" espetado. Elos, para os mais pequeninos e porventura distraídos a pensar nas rosas das raparigas, é também valor de redes e grupos sociais que se relacionam entre si, ou  por outras palavras, na mais das vezes grupos de maior dimensão e número de elementos, do que por exemplo exércitos convencionais de muitos países do uno mundo.


Deste símbolo de agora na homenagem a Leonard Cohen


Uma das mais curiosas  e recentes representações deste símbolo é o re emergir, de uma bela ilustração incluída num álbum antigo de Leonard Cohen agora na homenagem que lhe fizeram no Canada, a bela rapariga cercada de fogo e chamas e com a corrente quebrada e presa por pulseiras não eletrónicas, mas de pesado metal nos pulsos, as grilhetas como se lhe chamavam nos tempos das escravaturas antigas algumas mais duras pelo menos em sua aparência visual, que as suaves e subtis de agora, esperando eu, que não na bela Lana del Rey, pois para alem da beleza de sempre, a vi muito tristinha, se calhar algum lhe terá no entretanto partido o coração  como ou pulhas sem género se entretêm nas vezes a fazer à contra parte, quando essencialmente se podiam dedicar a praticar bons linguados  e aproveitando a ocasião para lhe dizer que se quiser cá vir comer um durante uma semana, e não a pescando a arpão em apneia, terei todo o gosto.



Planos secretos de uma operação de charme a granel, com legenda com curioso nome no contexto da interação com T Rex em tempo real nas aplicações criminosas da Microsoft com que entretêm os carneirinhos para a canga diária do controlo, Absoluto, ( marca de vodka, se bem me lembro com Eristoff, referência concreta a uma análise especifica de publicidade como sabeis) para citar os rapazes do Instagram, do Big Brother is watching you misturado com o Deus das Moscas, como Rex do Shutter da Stock ou das ações, de beijos certamente, ou recentemente pelo que se afigurava na face, o outro lado aparente do conflito, personificado por Donald, não o do Walt Disney, mas Dusk, ou algo assim, qualquer coisa das instituições criminosas da associação de bandidos ladroes de crianças e esclavagistas chamada Europa, e ainda misturado como é habitual em termos das cartilhas da profissão do jornalismo, como publicidade, complementar da mensagem do enredo,  how to back up or still all our photos just in seconds at ligth speed like a Concorde before had fall the last one. 

Sem saber-mos se com, ou sem, calcinhas, a dita operação de charme, como agora na semana passada me apareceu a muito feiosa Kristen Dunsk em capa de revista na tabacaria de Alcântara, de casaquinho beje de lã curto e sem calças ou saias mostrando ainda um equivalente triangulo tipo luar de prata, ao da sombra do fiel da balança dos corninhos da explosão do vai vem, não o agradável que com ela faria se ela assim também o desejasse, mas com efeitos especiais pirotécnicos e sete astronautas mortos e incluindo e descontado a importância do take-off-the-panties-or-whatever,-better-is-to-stay-always-naked-in-love-kissing-a-lot, constelado por exemplo, na morte da princesa Diana



blom, berg, ph, phi, da lan trop pies, do pi espanhol (uma possível declinação)

a metafisica questão do significado do que parecem dois bracinhos negros e tubulares como asas de geometria variável em disposição invertida, como geralmente um bom 69 pode ser, que se juntam em nó no meio sem que eu perceba onde estão a membranas vibratórias em seu involucro  da mesma forma que também não vejo as tuas, e me relembrando da muito feiosa Natalie Portman com cabelos em cachos com as mão junta em frente ao peito numa atitude de power-qualquer-coisa-encaixando-os-dedos-uns-nos-outros-como-uma-fratura-tectónica-que-sempre-se-espera-mais-abaixo-do-que-o-equador-e submarina-de preferência-numa-capa-da-Première e ainda a-ponte-high-tech- de Londres, fechada, por muito abanar, sem ser nas pernas no amor ali para as bandas de um museu, com banda sonora de uma canção antiga que fala de como sol se abriu quando me viste pela primeira vez a passar em frente ao museu Britânico, coisa que nunca me disseste à orelhinha, e que simboliza e tem como saberão alguns que acompanham a saga dos tronos, valores também de NASA e de travessia de Abismos variáveis como asas à medida de cada um, pois não costumam vir desenhados nas cartas ou nos mapas dos criminosos da Microsoft e sem ter a curva de topo, como tantas agora vistas tombadas na Indonésia, e sem ver o seio frondoso, e alvo, como um belo pudim flan a saltar de seu resguardo como por artes mágicas,  de Lady Rollings debaixo de uma arcada de um outro decor ao apresentar o Harry Porter ao povo pequenino há umas luas atrás.

Por sua vez os então punhos cerrados um contra o outro, ou fists como símbolo dos pulhas socialistas nos combates de galos e afins e descontando e incluindo outras linhas e variantes de significado à luz deste amor imenso que percorre todo o mundo, parecem vir cada um de um dos círculos do mesmo vaso, ou rede de um colar de pesadas grilhetas, ou leves que por ver um seio sem a mão, dele não  posso avaliar seu peso. 


A mais perturbante e seus valores foto desta sequência deste episodio Brexit, se bem que seja a onde Lady May está mais feliz, me dirás, paradoxo em dias mais ou menos cinza do amor, quando não te vejo nuazinha a meu lado no leito ao acordar nem ao deitar e este singelo texto poderia ser uma explicação aos pássaros sobre o que os chineses entendem e chamam de ser, memoria de mandarim, que antes de ser memória, aquilo que aparentemente vive debaixo dos teus belos cabelinhos e dentro do crânio do teu coração, é aprendida e formada nomeadamente pelos sentidos, pelo olhar, pela forma como se vê o mundo e se o elabora , que por sua vez tem como sabemos a ver com a cor do teu verniz de unhas e as formas da brisa e a textura de uma folha, ou ainda por outras palavra, sempre interagindo com o que constróis em símbolos do pensar e do pensamento e que estruturas comunicando a mim por exemplo através de belas e sussurrantes palavras e gemidos de amor,  que se em parte em ti habita em ti, outra não, e da mesma forma te relembro para estranheza dos pássaros positivistas, que a cada vez que pensas, és pensado pelo inteiro universo, mas não, não, é disto que aqui se trata,  e detalhes desta  foto e deste colar estão expressos nesta nova matança através das aguas não do amor, na Indonésia, e remetem a tempos antigos, aos anos oitentas.

Te direi então o que vejo nesta foto, começando pelo que está por detrás de Theresa May, ou de Teresa Maio, nesta estranha correspondência real de nomes com uma rapariga portuguesa, sendo o que está por detrás, pode ser entendido como lugar de onde se vem, ou mais prosaicamente do passado, mesmo que cíclico visto que deve desta casa muitas vezes sair e mesmo entrar,  o que vejo no Ferro, é um vaso ou urna de perfumes exóticos ou de vinhos antigos e de um canto numa linha de uma clave de sol ou de alguém que trazia um bebe em seu ventre de onde saiu outrora uma onda gigante que se enrolou sobre si mesma ou seu inverso, de dentro se expandiu por debaixo de uma balança, ou por consequência de um acto de pesar, como uma vara que um antigo feiticeiro de telenovelas espetou outrora nas aguas do mar gerando a perturbação das aguas do lago de Electra em tom de formas de mandala céltica, que é símbolo antigo e comum a muitas culturas e regiões do uno planeta em que ainda conseguimos sobreviver, mesmo quando ao levantar e me deitar não vejo o sorriso de teus olhos nem tuas pestanas as posso contar para melhor e mais bem me adormecer.


Depois trás Theresa May vestido casaco nas cores do roupão de meu filho quando pequenino, azul bebé  do estranho logo de um tal Analuti,  usado ou construído pelos bandidos no âmbito deste crime de seu roubo e da minha escravatura, e que sugere como sabeis,  abusos infantis e que se encontrava de novo convocado em cima da mesa incluído como elemento da analise desta sequencia de facas, ou seja, à luz do passado acima descrito, é passível de deduzir que esses eventos terão desembocado ou se encontraram relacionados com este crime que se mantem sem respostas desde 2007.

em sua mão, uma variante da mesma básica forma de paralelepípedo vermelho com o que parece ser um saquinho de apensar documentos tipo alfandega, que aui é um dossier vermelho como os da minha ex empresa Latina Europa, como assim situando um tempo nesse passado, e de uma qualquer encomenda ou falsidade sobre encomenda sendo qu como sabeis entronca esta possibilidade num conjunto de factos reais de eventuais livros de segredos e de conhecimento vindos da América de um outro museu em NY, que desaguou como de costume neste crime de conspiração internacional pelo menos numa morte, o misterioso caso da encomenda roubado ou pretensamente roubada ou mal endereçada ou propositadamente mal endereçada, ou mesmo inexistente, para criar uma qualquer armadilha, o misterioso caso UPS, uma curiosa sigla se decomposta, pois de novo temos aqui UP, ou seja, entendível como a "elevação" de um criminoso do PS a atender aos resultados, mas nesta imagem, a sugestão de material do vestido azul escuro de May, parece definir desta forma o conteúdo dessa encomenda no belo e complexo e mortífero sub tema das fantasias de sofá e congéneres, que chega como sabeis a englobar o 911 e a muito feiosa Sharon Stone e seu picador do gelo, talvez algo em latex, pois essa sugestão se encontra também como sabeis constelada, e não como imagem de mascara verde que se agarrava à pele de quem a usava num filme americano, nem  como as criminosas stick notes da Microsoft em sua nova e recente variante que reforça o valor de sombra de bico e de triangulo rodado ou em rotação, como o que se pode entender nu outro colar de May ou ainda no belo adivinhado entre pernas da feiosa Kristen Dunst, ou de siglas igualmente misteriosas e secretas como GA na carta de despedida à mulher antes do suicídio de um arquiteto no filme de Bergman, Persona, escrito ainda nas fiáveis máquinas de teclas que para alem de serem fiáveis, não tinham como resultados entre outros, que os pássaros nem não mais saibam fazer contas de somar, de subtrair ou de multiplicar.

Da sombra de uma face de mosqueteiro

Do lado da aba esquerda não de um cúpula, se calhar por vontade de copular ou mesmo copulando se vê ainda uma linha de uma face de um homem que parece ter um moustache como uma antigo mosqueteiro, cabeça que em relação a este segundo colar ou anel de May de ovos igualmente azuis escuros, parece ser então quem os pensou ou os pôs algures ou nenhures, neste enigma da UPS ou de outras encomendas e se calhar das mortes resultantes, pois estes ovos estão presentes como explicado sumariamente em publicação anterior e também abordado em alguns detalhes complementares, neste vídeo, nesta nova tragedia da Indonésia que por sua vez tem factos anteriores neste tempo equivalentes ao marmoto de 2005 e recua pelo menos ate à década de oitenta e ao Algarve.

Da escada de Jacob ou de uma ou mais mortes

Da legenda ressalta ainda nestes contextos valorativos, um nome Hebraico, Jacob, pois se relaciona historicamente com a escada de Jacob, ou seja de processo de elevação ao Céu, ou ao caminho para Deus a atender a bela ressonância dos restantes nomes, de uma bela vaquinha a quem uma vez eu disse que a clicaria por todo o lado tendo até lhe desenhado um rato high tech que não abanava mas rodava sobre o eixo central quando enfiado na rosca para isso mesmo ilustrar, com um belo nome meio waltdisneyano que me relembra selvas com belas de tangas ou mesmo nuas raptadas em voos de lianas por terríveis e grandes e peludos macacos, Mougalis, tal é a vontade animal de um outro clicar.

Da imagem chave de um dos episódios anteriores da telenovela Brexit

como sabeis as imagens chaves do episódio anterior desta variante evolutiva do dossier vermelho A4, a grande mala vermelha sem nada em seu interior, estão ausentes de meus arquivos, mas as descrevi em intervenções anteriores que são em parte  pelo menos complementadas neste comento em vídeo, onde o enigma da mala na sala de estar do casal que creio ser o que se vê na foto seguinte, May e o esposo, abriu uma conexão com dois ou mesmo três importantes sub ramos deste crime de conspiração internacional, relembrando em forma sintética; 

Do sonho com a Mónica Lapa em NY sobre o 911

1. A imagem do sonho premonitório da queda das torres, 911, com a Mónica Lapa  o homem rã ou seja assuntos de marinheiros, seals, e mares, provavelmente a origem no meu universo pessoal deste valor de mala grande, e que sendo vermelha na representação de May, se pode ainda e também entender como relativo ao kuski,

2. Elton Jonh, SUN, Bombs 2007, DC, and other values

A relação que emergiu por aspetos da sub narrativa de Elton John, com os conteúdos do SUN e por extensão adquirida com Washington DC, o ex assessor do governo que se fechara  em casa entaipando as janelas e pintando a porta de casa em amarelo  e chamando (CC HM mad ad dn do) aos filhos, suns, depois de um divorcio ou algo semelhante, no quadro também da vertente dos crimes do psiquiatras contra a minha pessoa, e que tem como sabeis ainda outro valores adquiridos nomeadamente de caracter ou identidade parcelares com França e praias e, ou, falsas praias e uma bela italiana e um quase afogamento de meu filho, mala também presente numa outra cena italiana filmada por um russo, base de importantes analises, o espelho do roupeiro tipo do avo inglês, no filme nostalgia de Andrei Tarkovsky, com o valor de apocalipse, de identidade trocadas e morte suicídio por fogo e sendo que Elton John antes estava por mim em cima da mesa pela analise de Diana, e ainda que uma das fotos dessa subsequência espelha ainda factos recentes com brasileiros no café Copenhague aqui nas vizinhanças, a linha dos dentes e dos branqueamentos e da dentadura da besta, valor por exemplo cuja origem é oriunda da analise das bombas em 2007 no metro, e que pode ainda ser também entendida com referente à tragédia de Atocha /Espanha.

3. De outras malas vermelhas ou não

A mala vermelha ou de outra cor como uma mala vazia de faqueiros e ou copos de um casamento rompido ou adiado ou torpedeado pelos bandidos do amor, teve ainda pela forma, dimensão e acabamentos o condão de me avivar a memoria de uma outra mala muito publicitada ao tempo pelos bandidos do DN, aquando do casamento de uma outra princesa dos países do norte que fora ao que parece um presente de casamento que consistia numa mala aberta com copos de vidro ou de cristal de uma qualquer Baviera e cuja complexa construção nos medias adquiriu como sabeis diversos valores de alguma importância no contexto do crime de roubo de meu filho, e com uma particularidade, pois uma outra mensagem do casal incluída na minha analise sobre morte da princesa Diana, da revista Point de Vue, com os dois, numa vista à China e que se encontrava incluída, a referida foto, no meu manuscrito The Cat Without Head, alguém teve o particular cuidado de a retirar do meu original, ou seja, me diz só este crime, que essa mensagem expressada nomeadamente na quadricula do casaco do esposo, como sugerindo um nónio ou uma craveira ou uma medição, ou códigos, que não encaixam, para além de chaves,  é importante nos contextos específicos e relacionais dos temas desta analise.

4. Harvard red big wave versus Oxford dish readings, ONU red pens and codes

o outro importante valor de mala é o mais uma vez comentado neste vídeo, o que se pode considerar ser uma proposta de leitura chinesa, depois de um input da ONU sobre o red pen através de um delegado como incluído num documento recente já publicado, o valor de onda vermelha gigante, ou seja e também uma variante do the big wave, ou seja referência a Japão também,  e por outro lado, o que parece poder ser ou ser ainda entendido como  uma permuta de identidade entre Oxford dish readings sobre Diana pelo nome de uma outra universidade, Harvard.





the last chosen photo of the last week Brexit soap episodes

A ultima foto deste episodio que gravei para a posteridade efémera da possibilidade real de manutenção e permanência de toda e qualquer memoria neste media, parece ilustra uma certa détente na soma das expressões focadas, se bem que desconfiada, como se a tal anunciada luz ao fundo do túnel, ou o protelar do divorcio para vinte anos, aqui a incluo por duas razoes,  pois ao ver a bela mais à direita que se sorri ao ver algo que nós não vemos nem ouvimos, me recordou uma outra bela que se encontrava na tabacaria de S Paulo em Lisboa na visão das linhas de códigos roubados na janela do Range Rover V 8 negro ao na esquina passar, que por sua vez tinha reemergido na minha memoria de episodio anterior desta telenovela.


ZOOM 115 value among other facts


ou seja, relembrando, pois como sabeis as telenovelas tem diversas narrativas simultâneas, que são também formas de pescar e garantir a permanência dos telespectadores, por outras palavras, perdendo um episódio, se pode perder o fio à meada, e portanto o melhor é vê-los todos, assim pensam as brilhantes cabecinhas dos marketeers, a primeira reação de May ao meu retorno à análise do ZOOM 115, retorno este que por sua vez advêm de uma precisa construção na RTP telejornal ou quejando ao tempo da última cimeira da NATO, com a imagem de Trumps e especificamente sobre o comboio com os wagons vazios de todo e qualquer oiro, juntou através do MSN nessa mesma navegação uma bela dentro de um carro que abandonava não sei qualquer programa certamente tipo casa de horrores com uma choruda indeminização sobre a qual comentei da parecença com a bela que se encontrava na noite da visão da Tabacaria, que esteve de ombros à mostra e me levou por amor a fazer nos entretantos das mil reinstalações dos sistemas operativos criminosos da Microsoft, que tentava instalar, a fazer de porteiro, e da mesma forma esta bela que se sorri neste friso me avivou também a parecença com uma outra rapariga de um grupo de raparigas que às paginas tantas entrara, e que mais ou menos se mantiveram meias encobertas num canto, mas sobre as quais senti de uma um interesse e conhecimento não  declarado sobre a minha pessoa, e de uma outra da mesma entourage que esta de agora me faz lembrar, dois significados permanecem na minha consciência, um gesto de puxar as calças para cima como quem vestia um saco de batatas, ou como uma belinha pequenina no meio disto tudo da linha complexa do tira e poem as calcinhas, uma vez apareceu a fazer com um pijama numa capa de revista, belinha essa que me fico a pensar senão poderá ser a filha do homem recente que declarava não se importar de ser um porco da guine depois de morto, e simultaneamente um copo que ela apoiava ou tentava apoiar em equilíbrio impossível  num friso do revestimento da parede de madeira antiga que se encontrava constelado pela semelhança com os detalhes entre  o friso da porta por detrás de Mandela ao tempo da conferencia de imprensa sobre a morte da princesa Diana e da correlação com o meu móvel Arte Deco, Arte Nova, como recentemente explicado num capítulo incluído e publicado na sequência sobre facas.    

De possíveis espelhos de outras identidades de ladrões de wagons de oiro


Por outro lado ainda de novo vejo aqui o esposo de May se ele, com equivalente camisa aos quadradinhos como no episodio da mala vermelha, e estranho pois aqui ao vê-lo quase de frente reconheço uma certa familiaridade, isto é , afigura-se-me possíveis transposições por semelhança entre identidades como por exemplo, o Luís Osório, ou seja, nesta transposição um sentido de possível ladrão de oiro, bem como outro homem do meu sector de atividade cujo nome e antes do nome, a figura, não me recordo ao certo, o que não deixa também de me parecer estranho, um dos homens que se encontrava também relacionado com a plataforma do audiovisual, o José Carlos qualquer coisa, me recordei agora.

About a key image on the Indonesia recent tsunami

Do valor principal das imagens da Indonésia no contexto da, serra/parafuso da comporta das aguas nas cenas de caça inglesas no convite do décimo aniversário do LUX na antiga fabrica de munições e armamento do Braço de Prata com convivas em elevação de vai vem acima e abaixo em elevador antigo de cargas.

incomplet....

terça-feira, outubro 16, 2018

CRIME DE ADULTERACAO NO VIDEO

CRIME DE ADULTERACAO NO VIDEO ultimo publicado, cortaram alguma informacao sober o passe na "janelas dos palacio, "
este teclado esta deconfigurado, e no kubo tablet  me deram outra vez cabo das drives da placa de wi fi.
quero estes canalhas presentes num tribunal!

WYSIWYG or the last weeks episodes on Brexit soap






16 10 2018 WWSIWYG, TO LADY MAY AND TO ALL, WHAT WE SEE IS WHAT YOU GET, ON LAST WEEK’S BREXIT SOAP EPISODES, AND RETURNING TO SOME OLDER ONES AND THE THEME OF THE EMPTY RED SUIT CASE OF LADY MAY AS IMAGE OF OTHERS FACTS AS BREXIT IT IS ON THIS STRANGE INDIRECTLY DIALOGUE THOUGHT YOU
This conversation should have 59 minutes or around and is not working by these constant criminal impeachment acts and information robber, and is already the second time that I’m approaching some facts concerning the MSN GB May news on Brexit and some of these mirrors images . The first three takes recorded two veils before whore robber from my not red drive as many others documents. I will retake these subjects in a second part if I still have the conditions to do it. This video part recovered have 39:47:02

quarta-feira, outubro 10, 2018

DO NAZISMO REAL DESTE PAIS NA MÃO DE FILHOS DA PUTA LADRÕES DE CRIANÇAS, ESCLAVAGISTAS E ASSASSINOS NUMA EUROPA IDÊNTICA.



Desde há três dias que estou com tonturas e fezes muito amareladas e o fígado de novo me começou a doer, ou seja, parece-me que os factos aqui narrados relativos a este fim-de-semana da cena da rapariga no café de Alcântara, PODE TER UM SENTIDO DE QUEM JÁ SABE QUE ME INFECTARAM DE NOVO COM QUALQUER COISA POIS, quando poisou o cigarro em cima da mala de couro que está aberta num canto devido aos constantes fungos e diferentes pós e sujidades que aqui metem em casa há anos, ou seja, o valor é o valor de um rasgão na pele como o que me provocaram na mão, e de seguida levou a mão ao pneu do charriot onde em dia recente como vos mostrei também o rasgaram, ou seja o mesmo valor de rasgão numa roda e num canto de uma mala de pele, como um punho pode ser entendido como um canto do corpo.



A si lhe digo Lady May, começando da mesma forma que em texto recente relembrava sobre Michelle Barack, que como é do conhecimento público não trago eu com a senhora qualquer relação de intimidade, onde eventualmente os amantes ou mesmo esposos poderão eventualmente discutir para alem dos contractos pré nupciais questões de sexualidade e até se zangarem, ou amuarem ou utilizarem como armas de arremesso entre eles, questões desta natureza, e provavelmente deverei também aqui acrescentar, que não creio que a senhora me ande a espiar os filmes de sexualidade que vejo ou não vejo, se bem que muitos o façam e disso a muitos outro dêem conta e chegam até ao ponto de também como o fazem em relação a textos e depoimentos sobre crimes de sangue a adultera-los, nas vezes até retirando a bandas sonora, ou seja, o belo som dos gemido de prazer, outras vez cortando o orgasmo, o culminar e ponto alto da coisa, que a realidade criminosa destes crimes de devassa vão até estes pontos neste crime sádico e nazi!


Quando vi as notícias anteriores sobre a cimeira de Salzburgo, essa palavra que lhe é atribuída a si, me chamou de imediato a atenção, pois em véspera tinha trazido um filme do X-Hamster que tem um título, A HUMILHAÇÃO DE ALICE, e se quer que lhe digo nem o tinha ainda visto, pois depois de o copiar, me pareceu bem mais feio do que me parecera inicialmente, onde o que me chamara á atenção era a posição da rapariga, e a presença de três anéis vaginais que o homem começa no filme por retirar a alicate. Como sabeis Alice é um termo e assunto com alguma importância adquirida no contexto analítico das bombas em Londres em 2007 e está presente também neste ataque contra a minha integridade que ocorreu no importante e significativo dia, 911 deste ano.


Depois da sua notícia o fui então ver, e na verdade não gostei, mas creio que não a irei fazer gastar seu tempo nem o meu a explicar-lhe os valores desse filme, pois não se trata aqui de conversar sobre sexualidade, num crime onde a feiura vai ao ponto de não saber nem de um filho e estar sujeito e estes estranhos e continuo ecos e reflexos através de gente com cargos políticos mundiais relativo aos filme que vejo ou não vejo e a esta constante devassa que como sabereis tem objectivos criminosos precisos no âmbito deste crime de conspiração internacional e na manutenção do roubo de meu filho e da minha escravatura, e de igual modo quero crer que a Senhora não estará porventura a par desta utilização que alguém terceiro e desconhecido a meus olhos assim preparou, e sendo que como também sabeis, nada de transcendente existe em apurar as responsabilidades nem em regular estas actividade deste sector base e lugar da guerra mundial, e sobretudo fazer cumprir a constituição e o respeito integral dos direitos de privacidade e outros, e da mesma forma tenho que continuar a insistir, quem estes crimes faz, é do conhecimento pelo menos da operadoras de comunicação, bem como de quem fabrica e fornece os sistema operativos.


MAIS EM 
https://tothegreatbritainbelovedone.blogspot.com/2018/10/278-on-brexit-images-soap.html


DO SADISMO NAZI DESTES CONTINUOS CRIMES INFORMATICOS

87 INSTALAÇOES FALHADAS DESDE O DIA 28 09 A 06 10, E UM CONJUNTO DE APLICAÇOES NAO FUNCIONAM, A CAMARA, A APLICAÇAO DE EDIÇAO VIDEO DA MISCROSOFT, TITULAGEM ENTRE OUTROS

MAIS NO MEU BLOG

https://cc-6.blogspot.com/2018/10/do-sadismo-nazi-destes-caralhos.html



PARTI PAS PRIS


domingo, outubro 07, 2018


07 10 2018 news if news


06 10 2018 SINOPSE DO VIDEO
Curta e acrescentando a imagem de quem não me lembrava de três que vi e que neste vídeo comento sobre Trumps, ele caminhado de lado visto de baixo com o que parecia um chapéu de boufon verde na mão esquerda e de punho erguido na mão direita, provavelmente a imagem mais curiosa das três que comento, pois reflecte igualmente a foto que recentemente publiquei da minha mão entrapada depois de voltar da CUF, já na madrugada de dia 12 de Setembro deste ano e depois de mais uma tentativa de homicídio contra a minha pessoa.
Lady May acrescentava, o colar dos ovos como reflectindo um outro detalhe da piscina de um Hotel do Algarve que como saberão os que tem acesso ilegal ou aos meus arquivos fotográficos ou ao documento sobre o 911 deste ano, nele estão incluídos, me refiro aos ovos numa estrutura particular como ireis entender.
Um colar em seu pescoço sobre casaco azul-bebé como o roupão de quarto oferecido ao Francisco com o estranho logo da Analuti e do que é uma representação de um falo dentro da boca e de um choro, uma só lagrima, ou como uma pérola de chuva de um pais onde não chove, como Brel nos deixou cantado, ou uma transmutação alquímica do amor na palma da mão do Conde Drácula, uma espécie de T-Rex de outrora, no filme de Coppola sobre as letras de Brain Stalker, rolando na palma de Mina, ou ainda a mesma representação numa da imagens da Rainha em recente vídeo comentado no actual documento sobre o 911, relativo às bombas do Ira em 82, que fiquei na duvida se lagrima real como um fio de prata escorrendo na face esquerda dela, ou se retocada para estabelecer eventualmente qualquer relação, com alguns destes valores aqui relembrados ou de outros ainda, May caminhando de lado com um dossier vermelho com uma espécie de saco plástico mais pequeno como o que se usa em alfândegas, para apensar documentos de transporte de coisas e de cargas, valor igualmente reforçado por outras noticias sobre um estranho cartaz sobre a vigilância e a protecção dos cidadãos do Reino Unido nos aeroportos, que teria chocado alguns pelos termos específicos, como saindo de uma residência onde se destacava pelo enquadramento do trabalho em ferro, duas espirais assimétricas em suas formas, como remetendo ainda para este tema, que comos sabeis é parte integrante das asas e das quedas de anjos ou de bebés, ou de filho perdido e também de ondas gigantes coo a que agora de novo aconteceu na indonésia.
Estranhas somas assim pretendem alguns fazer, uma das questões que de novo friso neste comento, da facilidade imensa por estas tecnologias e seus desenvolvimentos de falsificar corpos inteiros, ou faces, ou mesmo uma particular expressão humana com base na representação ou imagem de outrem que nos é familiar, em tempo real ou quase, dependendo do poder de cálculo e de processamento de bits.
Pois das imagens de Trumps comentadas, temos, o látex, como mascara também dele mesmo retirada por sua própria mão, como alguém que se tornou nu ou igual a si mesmo, que mais não tem necessidade de se representar, e nisto cabe como sabeis quase o universo todo inteiro, não falamos, ou falamos estritamente de sexualidade, pobres de espirito, seria assim o entender e o entendimento, que a nudez do ser é muito mais do que o sexo, e ele caminhando contente para nós, como quem está feliz por não ter mascara, por a ter conseguido tirar a si mesmo, mas como tudo os gestos e as imagens do gestos do homens são muito mais do que isso, e é obvia uma referência a Persona, ao grande Bergman, e a uma particular carta de despedida por suicido de um arquitecto escrita ainda em maquina de teclas mecânicas, no início do filme, onde como em todos as palavras e todos os códigos é sempre possível ler algo mais, como ali na carta se pode ler, GA, um acrónimo muito citado e presente neste crime de conspiração internacional, tao presente em tanta forma e factos diversos que me pergunto como sempre, e o filme de Bergman, apareceu-me no meio disto no youtube por que mão, como que intenção narrativa? visto que o que não falta neste crime são intenções narrativas e dramatúrgicas como forma de manter o crime e a impunidade dos perpetuadores.
Quase tudo isto neste ponto do glaciares ou da regiões frias do planeta antes do degelo final se o caminho assim continuar, me faz ainda lembrar a seguir ao mandato de Obama, e de uma estranha linha que correu no invisível para alem de cada um em frente a seu ecrã, território da desta batalha mundial, que muito apreciavam as playlists que ele fazia que ate o tinha convidado agora que deixara de ser presidente, para um sitio de canções ou quejando, ao mesmo tempo que aparecia um spot de promoção turística nas televisões de um pais nórdico que rezava, foi assim que o fizemos, um pouco de gelo, com um pouco de sol da meia-noite e provavelmente com mais alguns ingredientes que agora do pé para mão nem recordo ao certo, e as imagens estranhamente pareciam ainda falar de torre caídas em NY, como se aquilo fosse uma declaração de um verdade inconveniente feita pelo escritório de turismo lá do sitio ao norte das neves onde os amantes muito se colam e devem andar colados, ou um exercício de humor negro, ou ainda pior, uma inversão de ónus de uma terrível acusação, pois não se esperaria de um entidade do turismo de um pais que fosse terrorista que o declarasse mesmo que em forma poética em sua publicidade.
A parte desta conexão que ao ver estas imagens de agora emergiu na minha consciência, se junta aqui, ou se pode juntar aqui, ou pretenderão alguns aqui juntar nestas imagens dos dois impérios, o antigo e o moderno, da mesma língua, que bom seria amada e não te falo necessariamente do Esperanto que em dia recente soube que continua vivo e a crescer pelo mundo, valores reais à minha consciência, latex como material moldável, por exemplo para fazer próteses fálicas ou mesmo raparigas inteiras sem cérbero nem nervos nem coração mas extremamente moldáveis em todas as posições com acabamentos de pelo como veludos virgens como uma que agora vi num pequeno thumbnail e certamente fabricarão oposto complementares para as raparigas solitárias, ou como feiosa Jennifer Garner diria, para as almas solitárias, que são aquelas que não sabem da outra sua parte durante seculos inteiros, se calhar porque nunca despiram o latex do coração na face, ou não pensaram com o coração e sentiram com a cabeça, como dizia hoje uma rapariga aparentemente alucinada que entrou no café de Alcântara, se calhar mais um teatro preparado para meus olhos e para meus bolsos sem moedas, pois a alucinação (pi a alucinação) se aparente não deixava de ser certeira na sinestesia que propunha ao vira-se para o rapaz por detrás do balção.
Entrara no café falando alto o suficiente para captar a atenção mergulhada sobre o ecrã, magra como uma cana, provavelmente com sida ou afim, se disse chamar de Marta, que já tinha estado na casa de um homem que se encontrava ao balcão que tinha quarto maior do que a sala, se bem ouvi para as bandas da Ajuda, e de repente se baixara ao lado do meu charriot e mexera no pneu pondo um cigarro sem lume por cima da mala de pele onde trago os escritos, ou seja, um complemento ainda aos factos que estou escrevendo e que consequentemente já no entretanto acederam e ao pneu que me deram cabo há já uns meses atras como vos mostrei. Depois ainda vi na rua agachada de volta de uns papeis que se encontravam ao lado do caixote de lixo, como se estivesse lendo qualquer coisa naqueles restos de papeis, um verdade divina ou similar, uma revelação e estava ela salvo erro, no isto onde recentemente se colocaram os dois, um de braços cruzados estranhamente zangado e quieto como se olhando o carro antigo de semieixos partidos no meio da rua de alcatrão nova e de repente aquela estranha narrativa parecia ainda poder ser complementar a esta anterior, que fala de acidente de carros e de uma foto minha tirada nos anos oitenta no Geres.
Se juntam então dossiers vermelhos com bolsinhas de plástico transparente não de cangurus mas de papeis de encomendas e de fronteiras, e se juntam aqui pelo latex, encomendas de próteses fálicas que creio não deitarem qualquer tipo de torres de pedra a baixo, só eventualmente pernas no tremer do orgasmo, e ainda linhas bem mais negras que parecem assim querer mascarar, como as do caso recentemente reemergido por um display que a todos dei conta, da UPS e de eventuais livros ritualísticos como códigos roubados no Museu Metropolita de NY e depois até de folhas arrancadas ou desaparecidas em parte incerta, ou assim pretendido, de livros de uma outra biblioteca, a do congresso ao tempo da segunda presidência de Bush e sobre isto ainda podemos juntar, a figuração das ondas ou das mandalas célticas no ferro da porta do prédio por detrás de May
E sabeis, nem mais me recordo ao certo se esta carta de suicídio onde na cópia online se le GA, é do filme Persona ou de um outro de Bergman, contudo ou sem nada vos narro de um dos resultados da indução pela tarde no café, caíra um moeda de 20 cêntimos no caixote do lixo, em cima de uma caco de vidro arredondado como um onda, a factura simplificada FS 002/182907 entre outras coisas diz (di), 1 leite choc Ga, choc de abreviatura de, chocolate, de choco, assim me lembrei de Cameron no Algarve no mercado do peixe aparentemente confundido chocos com lulas e polvos depois de leituras minhas em anos anteriores obre Maddie choc, de choque, de acidente de carro ou de outro qualquer meio de transporte, e GA, com cacos de vidro, a me dar ainda uma outra possível chave complementar, que este ataque contra mim, teria sido então «um chocho, um beijo de um GA inglês, 11 96 com 44 cêntimos de iva perfazendo 12.40, ou um onze de 96, de um, com, de Londres, em véspera nas noticias MSN GB online, que o dinheiro teria chegado ao fim, que se gastaram 13 milhões a tentar descobrir a Maddie e que não haveria mais para continuar a procurá-la.
Persona como sabeis pelo livro da vida, é ainda salvo erro de memória, nome de uma clínica de medicinas alternativas na Linha como se as chamavam ao tempo, que o Humberto fundou e que se encontra citada no livro da vida, e de Humberto se também bem me lembro, me terá aparecido na minha vida, nesse tempo quase inicial da latina europa pela mão de um rapaz, o Vicente Borges Silva, das ilhas, um nome que de novo subiu à minha consciência, nos sentidos enigmáticos do artigo de António Gutierres e da Sétima legião, pois alguns são de lá das ilhas, ou pelo um, que também é medico, o Ricardo Camacho, que alguém, assim me parece, terá deixado no chão ao lado da mesa de prumo, depois de eu volta da urgência já no dia 12 de Setembro deste ano como vos mostrei, porque o titulo fala de quem não esqueci, pelo valor da aureola metálica de uma santidade quase completa, de um valor que pode ser lido como quem está morto, e por Vicente que era as ilhas e que sabia que iria morrer e tinha em si, a decisão, que recentemente vos relembrava através do dizer de um outro homem, de Steve Job, e da linha dos bugs no código genético, estritamente humano, a que alguns chamam à morte num provável exercício de humor negro.
Uma outra foto de May e de outros sentados lateralmente numa fila, marido ao lado com o mesmo padrão aos quadradinhos que já vira salvo erro na sequencia da mala vermelha e aberta em sima do sofá, falava ainda do nariz rubicundo ou simplesmente do nariz dela, próximo por sua vez de uma outra rapariga ao lado dela, que até agora não conhecia de lado, como se calhar me a tivesse a mostrar toda inteira aos pedacinhos.

Pérolas em Alcântara




Pérolas em Alcântara





Olha rapariga muito feiosa, tens um garfo tridente que se reparares bem te aponta à bela cabecinha, por isso te direi sempre, tem cuidado que o mundo fora da cama do Amor está todo louco, como essencialmente me apetece sempre um mesmo, e como não tenho vossos lábios a meu lado, me entretenho a escrever coisas sobre linhas alheias estranhas, mas o que me apetece mesmo é muito beijar-te e como não estás, te escrevo, a me perguntar a cada dia que passa na tua ausência, se não serás malvada, do grupo das malvadas que sabendo do amor em que te trago, te pões distante para que eu escreva.

(ficam sempre bem as raparigas com estes trapinhos que vem das visões da pré história em revisões modernas com ar assim meio de guerreiras de qualquer coisa)

(estranha expressão meio surpreendida meio decidida, como se fosse guerrear ou estivesse numa guerra, sem outro meio, pois não se entende a emoção por detrás ou pedra base, e não faz justiça à beleza da face dela por onde os corações se exprimem, contudo muito bela e apetecível em seu todo nas luzes e nos sombreados)

(nesta foto parece ter ela uma asinha de Dragão desenhada que parte do que será o umbiguinho, como a asa do Dragão do Senhor dos Anéis que comprei para meu filho ainda ao tempo em que estávamos juntos, naquele centro espanhol ao pé da casa de família, e nesse dia encontrei lá dentro uma bela rapariga que não via há muitas lua, a Sofia Aparício, ficamos por um instante a conversar ao lado dos brinquedos, em voz suave e delicada, baixas, como os sussurros dos amantes depois de se beijarem ao perto pertinho e assim falam as orelhinhas, como um pressentimento de amor nas vezes acompanhado por olhares meio de lado, lado a lado como desvelando a cada um, nas vezes mesmo sem saber, do Amor permeante) 

Estava eu ontem a publicar poeminhas para ti neste entretimento tipo casa-do-horror-em-verão-quente-sem-tua-agua-num-país-nazi, sentado numa mesa sem pérola na pérola de Alcântara com vista para a esplanada através de vidros, quando já quase noite vi uma silhueta de uma belinha muito belinha assim do meu tamanho o passar no outro lado no distante a meus olhos cansados passeio, reparou o rapaz que muitas vezes lá está sentado com o dedinho a fazer correr para cima e para baixo pequenas imagens dentro de um visor, um entretimento se o for que hoje se vê em todas as solidões privadas em toda as partes públicas desta cidade, que eu a olhava, e se voltou do outro lado da janela sorrindo ao instante da minha alegria ao ver passar aquela perola com pernas, que ao lusco fusco me pareceu assim meia arruivada, e eu lhe disse, é por acaso sua vizinha?

Mais tarde quando falamos um pouco, e eu lhe perguntava sobre as navegações dele, ele me dizia, estou aqui a namorar com a minha namorada, tenho três, esta é a primeira, e na verdade deve ser, pois a mesma foto de uma bela em vestido colante negro já eu vira no pequeno horizonte tipo rectangular que sempre trás em sua mão, está no Brasil, mas vai chegar, e se não chegar por que mudou no entretanto de ideias, ainda tenho mais uma e mais uma outra e se não pescar nenhuma, também não faz mal.

Depois na mesa de repente no angulo de visão meio descido para o ecrã, me apareceu uma rapariga talvez três anos que estacou na esquina do balcão e ficou quieta com um ar muito curioso a me olhar, olá, como te chamas, e ela na mesma, olhando-me de olhos arregalados fixamente em silencio completo, e depois partiu e depois de novo se veio pôr naquela mesmíssima posição, e de seguida apareceram logo duas mães que se encontravam na mesa do fundo da perola, assim com ar meio de leoas preocupadas buscando a cria, uma delas com um bebezinho ao colo, quando elas chegaram ao pé da menina, lhes perguntei outra vez, e como te chamas, não me respondeu a mãe à primeira, talvez com o medo que as pessoas hoje pelos vistos tem neste mundo de loucos, insisti, já, de costas me disse, Beatriz, eu pensando para meus botões contente, publico eu poeminhas de amor a minha amada, e me apareces tu em pequenina olhando para mim como eléctrica e em verdade te digo, naquela pequenina face reconheci uma outra, como se te visse na menina sem te ver.

Depois digitava o nome aproximado desta muito feiosa acima, quase pensando para meus botões se teria primeiro que digitar Ben Affleck para depois ler a legenda da bela o lado dele se lá estivesse e depois então poder buscá-la pelo nome escrito na virtualidade das imagens planetárias, e me aparecem não sei quantas mil imagens dela, as últimas em baixo, diziam mesmo, tiradas à uma hora e 45 minutos atrás, já viste como é a presença omnipresente nas figurações sem carne hoje em dia pelo mundo fora, estava ela assim meio curvada numa qualquer rua do mundo como se afagando uma criança, um pouco como a imagem que te falara do rápido encontro com a Teresa Calçada, bela percepção, pois me dei conta que também a feiosa será assim, transbordante nas emoções, no dizer, nos toques humanos, ou mais prosaicamente, o que seria normal e expectável nos espécimes humanos se ainda alguns restam.

Garner, Garden, Garnier, estranhas declinações se assolapam à minha consciência no nome desta mulher todas elas ressonando em belos jardins de árvores como sedosos e acolhedores cabelos fogo sombras refrescantes.

Depois ou antes passara eu na loja onde os filhos ajudam o pai e se entretêm nos tempos mortos de clientes a jogar o jogo do cão num visor invisível a meus olhos, do homem afável de rosto e barbas talhado como em pedra que me cumprimentara calorosamente, pois em verdade já não nos víamos há talvez uma lua e meia, eu para te ser franco meio supresso naquela quentura, coisa rara hoje em dia, ao lado existe também desde há poucas luas o que parece ser um bar de nova gerência depois de vender carnes paquistanesas fatiadas em forma cónicas, daquelas maquinas modernas que as fazem rodar quentinhas e devagarinho como bons beijos, estava um rapaz meio dentro meio fora da grade fechada e uma bela ainda por detrás do balcão como a vira o afinal do entardecer quando à pérola me dirigia, olhava ele na penumbra também um qualquer visor e tudo aquilo se entranhava numa espécie dizer não dito tipo problemas no paraíso, talvez mais uma interrogação preocupada, não uma certeza certa, e eu atento, pois uma das noites que ali passara, dera como uma espécie de pequena festa nos banquinhos de fora e no pressentido interior e sentira eu amor ou desejo de mulher que nem sei quem é, uma Beatriz ou mesmo a Beatriz em grande, e aquele sentimento se entranhara em mim de tal forma, que olhara de novo depois os bancos e me dera conta de que os pés me sugeriram girafas e facas.

Mais adiante ao lado dos rails que atravessam o cruzamento em longos comboios de wagons de mercadorias em formas rectangulares, uma bela de frente tapada por um belo que com ela parecia discutir, ele como um pinto calçudo de mochila pequena e pouco volumosa às costas eu olhando aquilo na noite, me dizendo, parece uma nova versão moderna de militares nesta guerrilhas constantes em todas as cidades do mundo, e uma janga se calhar de amor, bela me pareceu pois beleza e janga não dançam nunca bem juntas, calças brancas com curva apertada no entre pernas que sempre nos conduzem o olhar, o que parece ali faltar, ou o que se esconde por detrás daquela suave e marcada curva, ou ainda, que estrada é aquela e onde me levará, assim fala o desejo da visão aos rapazes, tentava descortinar-lhe a face que me parecera de cabelos apanhados e redondinha porventura polvilhada de estrelas, e me dizia, será Beatriz.

Ah as raparigas as vezes ficam inquietas quando os olhares dos rapazes se dirigem logo e súbito para o entre pernas, pois sentem uma tensão que não sabem nas vezes ainda bem o que é, a tensão do desejo dos corpos, ou prosaicamente, da tensão sexual.

A Electra pequenina como eu, de passada larga e quase apressada se movera, e eu a descortinar, o que sempre e cada vez mais me dou conta nestas cidades, mesmo nesta, suave, ou que era suave, que assim caminham nas mais das vezes por receios múltiplos, outra palavra para designar o medo da vida nas cidades grandes e descomunais de hoje que as raparigas sentem e de alguma forma já conhecerão mesmo em jovens, triste Amada de se entender, este dano permanente ao amor, que te diria, que te faça o sol cega ao instante em que nos cruzarmos, que por não me veres, comigo choques, de forma que te possa logo abraçar e beijar teus lábios, e de súbito a luz jorre de teu coração e depois tornes logo a ver que assim te prefiro, ou pelo menos não te desejaria nunca o contrário.

Já viu bela Electra, é como lhe disse em episodio anterior, um do dons das belas raparigas é fazerem os rapazes atinar nos nomes dos dias e coisas que tais, se calhar conhece a ilustração extrema deste conhecimento antigo dos homens num divertido filme da sua terra SETE NOVAS PARA SETE IRMÃOS, e de como malvados e truculentos porquinhos pelo amor às raparigas futuras esposas se tornam homens lavadinhos, responsáveis e até gentis, pelo menos assim se conta no filme, certamente alguns outros poderão dizer, que as mulheres poem cangas aos homens selvagens pelo amor, lá voltamos nós à questão do cru ou cosido, como imagem do evolucionismo social e planetário e blá blá e até do 911 e de jactos de sangue ou de coco, ou até de bifes tártaros.

De Electra no contexto onde me encontro há já a mais de duas luas, das facas e das facas de mar e de porta-chaves Egípcios com símbolos de pedra cubicas e de falcoes corados como Horus, com um ponto perdido, um pequeno circulo como uma criança por debaixo de uma virgula, por sua vez como vos expliquei imagem que também pode ser entendida como fetos, me diz o dicionário da mitologia grega e romanda de Pierre Grimal, onde o Pedro Dourado, um colega da escola do povo pequenino, morto, colaborou.

Que três são as linhas e as historias deste arquétipo e provavelmente na mais antiga, é uma das filhas de Oceano e de Tétis, Casada com Taumas (o filho do ponto, a Vaga, e a Geia, a Terra), é a mãe de Iris, a mensageira dos Deuses e das duas Harpias, Aelo (a tempestade) e Ocípete («a do voo rápido»). Electra figura entre as companheiras de jogo de Perséfone na altura do rapto.

Que na segunda, Electra é uma das Plêiadas, filha de Atlas e Plêione que habitavam na ilha de Samotrácia e que teve um filho de Zeus chamado Dádano e que depois de Samotrácia partiu rumo a Tróade onde fundou a dinastia real de Tróia.

Electra esta relacionada com a lenda do Paládio, quando Zeus quis violá-la, a jovem procurou refúgio junto dessa estátua divina mas em vão, na sua cólera, Zeus atirou o Paládio[i] do alto dos céus e que teria a estatura caído em Tróade sendo conservada num tempo em tróia. Mais tarde Electra e suas irmãs forma transformadas em estrelas formando a constelação das Plêiades.

De todas das lendas, a mais celebre Electra, é sem dúvida a filha de Agamémnon[ii], e de Clitemnestra. Uma história complexa com assassinatos, vinganças, duplos crimes, fratricídio, e um quase cegar da irmã Efigénia com um tição ardente, depois casou com Pílades indo viver para a Fócia e da união nasceram Médon e Estrófio.

Como a rapariga é mito feiosa, aqui coloco mais uma fotos dela em Electra de 2005, onde na copia do vídeo do put lock ou qualquer coisa do género, o primeiro frame que se vê no thumbnail, é uma lamina, talvez a da mensagem na urgência da CUF quando me dram cabo da mão, a t-shirt do rapaz que dizia, blade mocho.






Escrita começada a 31 de Agosto de 2018.






do dicionário de mitologia de Pierre Grimal



  



[i] Será um Pala dio, cujas últimas referências são a Giga, campanha publicidade.
[ii] Ou será ainda, (AGA GAME AM MÉ NON)