outros elementos do labirinto

10 10 2011 17:47



Da questão recentemente abordada , jean monte, jena ou gina do mont do bpi, morte nas canárias, matança na noruega, onde aparece uma das duas referencias ao bpi que creio constarem do livro da vida, na zona da expo, e junto ao rio, bibi, por outro lado existe ainda as fotos de capas do jornais no dia cinco de outubro que remetem para a expo também , alvo de comentário mais alargado em outra ocasião,bpi, more or less at the end of this post
2007-03-01T15:31:59.03, data provável da publicação original, pois como tenho dito, me alteram propositadamente as datas dos registos nos documentos
A um amigo tolo, autista doente de coração partido, agressivo e mal educado e não sei neste momento se mais ou menos, a Luz como sempre o desvelará.
Que giro as aparências das coisas, que giras as encenações de tudo e de nada, como grande e imenso demiurgo da treta a representar plásticos para plateias de fantoches sem vida nem fios
Que bem que eu os levo em meu drama, em minha representação, em meu actuar Todos eles maus, só eu o bom, ou então a variante dupla da inteligência que ninguém te nega, eu que me dou como louco, até à borla lhes dás, sabendo que a tua loucura não é assim tão louca, só um coração rachado, dizes e sempre disseste, ou mesmo não dizes por pudor e preferes sofrer, entregar-te ao papel do calimero coitadinho que quer parecer um lobo e será?
Mas para aceitares que a solução passa por dar de comer ao mesmo tempo que se cria condições para ter comida, já não aceita teu coração, aceita teu raciocínio, faça-se justiça ao que é justo, acaba a argumentação, pois mesmo quando o coração não o quer porque vai magoado e enegrecido, o mesmo não se pode fazer ao raciocínio, pois a ambos um estar nos é caro, se sabemos a verdade do ser ou do fazer, não a podemos contraditar, ambos nos enervamos a ver a estupidez em acção quando disso assim se trata e mesmo este aspecto nem é liquido de afirmar.
Pois meu amigo que vives sentado num sofá vai para não sei quantos anos, que nunca os contei, o blá, blá de que sempre te queixas és tu que o fazes em forma sistemática, um blá blá, com a agravante da pesada arrogância, da agressão por palavras e sentimentos e emoções, barra pesada.
E como por diversas vezes te disse, repetes-te, contas as mesmas histórias vezes sem fim se não te chamam a atenção, agarrado em loops ao passado, um pouco como eu minha vida dos últimos tempos, talvez não na afirmação repetida, mas na igualdade de se viver de certo forma no que se passou, sem sair daí, sem a capacidade regenerativa, de novo se transformar, sendo-se sempre o que verdadeiramente se é, que cada um em verdade consigo mesmo, talvez aqui um fio do que nos aproxima.
A amizade e a dedicação não tem preço nem se comercializa e tudo o que te dei sempre foi sem pedir qualquer contrapartida e a mão sempre a terás se a tratares bem, mas sabes tu melhor que eu que existem limites.
Tornara a aparecer nos media a história do envelope nove.
Mudou entretanto um procurador e um presidente no sistema judiciário e judicial.
E lá voltou aos arroubos como tudo aqui neste pais parece nas vezes ser.
O mundo também não vai melhor. A semana passada abri o jornal e li uma noticia sobre as negociações com o Iraque que era retracto fiel dos termos de uma outra dois meses atrás e se mais procurasse para trás mais iguais encontrarei.
O mundo não anda. Está parado.
É melhor estar parado do que cair para o abismo.
Falta dar-lhe a direcção e o movimento certo.
O Amor.
Noticia recente dava conta do velho agora quantificado numa compreensível imagem.
Da forma como usamos a Casa Terra, em dois mil e vinte cinco nem duas Terras darão.
Nem duas Terras existem e segundo cálculos optimistas, só daqui a oitocentos anos poderemos abandonar em escala a Terra.
Para quem não encontra motivo lógico plausível, não será esta realidade mais que suficiente justificativa, para que um pequeno grupo de homens que vão como bestas e montados pela Besta, poderosos no plano profano, quererem fazer desaparecer da Terra milhões de Seres?
Escapou ao que parece ao pensar de um escritor espanhol que punha em causa as teorias da conspiração, por falta de razão lógica, em seu curto ver.
E não é isto uma teoria da conspiração, é sim, ou melhor tem sido, uma conspiração de alguns que loucos, bestas e por Ela montada e não deixam de ir lúcidos, terrivelmente lúcidos face ao que se poderia passar durante a queda, que seria a final. Não é uma teoria da conspiração, é um acto, são um conjunto de actos que existem, que se manifestaram e que visam Por em Perigo a Humanidade Inteira, ou Grande
Parte Dela, sem olhar propriamente a meios ou com objectivos de baixas por etapas temporais no desenrolar do que era o plano.
Pois é um plano louco feito por loucos e assim vai todo ele louco na soma das suas duas metades.
Não é uma expressão de um plano como outrora foram aqueles que passaram pelos corações e pelas mãos dos grandes conquistadores e de todos os que assim ditando, em justo se pode chamar de ditadores.
Não é um plano que preveja a conquista de territórios e países uns atrás dos outros.
É um plano que assenta numa percepção muito certa do caos, do modo do seu expressar e usa tudo o que tiver à mão para mais o alimentar, explora e utiliza e condiciona as componentes que o aumentarem, sabendo que esse aumento será bastante para chegar ao perverso objectivo.
É um plano de loucos, pois tal acontecer, ao acontecer, nem mesmo dá garantias aos que o puseram em marcha, de que eles próprios e suas famílias poderiam sobreviver, pois tais níveis de acção, seriam a partir de dado momento, uma enorme lotaria, mas mesmo este saber, não os travou em seus agir.
Pois reparai no seguinte, como é que se reduz drasticamente a população mundial a um nível que viabilize de novo o viver na terra, assim equacionaram, assim o pensaram, em conformidade tentaram o acto?
E quantos poderão viver, para que o viver seja viável? E quem o faz?
Quem são os que agem como bestas por Ela montada? Não é um País
Não é uma Religião
Não é uma Direcção a Outra Não é uma Ideia contra Outra
Se estes não são, será então um grupo de homens irmanados para este fim.
Quem tem este perfil, a quem se ligam no que é expressão visível do que geralmente calam e disfarçam fundo?
Como do colateral visível se chegam ao que estão invisível por escondidos, que tamanha negra intenção não se desvela?
E como se faz um Morticínio em Massa Nunca Feita Em Tamanha Dimensão?
Provocam uns negros eventos, utiliza-se o saber sobre comunicação e manipulação, junta-se a utilização das novas tecnologias para potenciar a desordem climatérica já existente, acelerando-a, cria-se uma Grande Ilusão, que em tudo o que de novo e antigo sabe o homem sobre estas matérias, se usa e é usado, uma Ilusão que conduz às guerras, no terreno fértil e global das psiques de milhões que andam alteradas por dependências diversas.
No permeio umas epidemias, uns vírus, umas mutações introduzidas por manipulações genéticas e introduzidas na cadeia alimentar.E quase tudo se torna cada vez mais igual e as guerras se tornaram diferentes, espalhou-se pela Terra Inteira neste novo mundo em que fizemos assim nosso viver.
E todos os dias os homens continuam entretidos nas suas guerras e nas suas tensões e o tempo foge para travar a queda.
Inverter? Será já sonhar demais?
O relatório Stern vem confirmar os enormes danos que Fazemos na Casa e dos enormes custos que iremos suportar superiores a duas guerras mundiais
A Opção é clara face à Questão.
Os governos que tem aqui responsabilidade acrescida por lhes ter sido delegada, e as Gentes, Todas, Todas as Gentes se entendem e fazem entender os Governos que São Também Gentes, que se tem que por cobro definitivo aos conflitos e ao que o origina ou não haverá tempo para nenhuma Gente, seja Governo ou Não.
Os governos tem que governar em modo completamente diferente, tem que governar uns com os outros, englobando todos e não uns contra os outros, e os outros não podem deixar quem assim vai de prosseguir.
E isto só se faz com Travamento Moral na Acção.
Este é o caminho que todos tem de encontrar e por hoje em pratica respondendo o que há resolver, pois se assim não caminharmos, lavraremos o campo da desgraça, onde chegar a um novo ponto de equilíbrio, implicará com um caminho cada vez mais penoso e agravado, a morte de muitos milhões.
Quantos, nem previsível será a quem assim quer eugenizar o Humano, porque os que assim o tentam, também o vão tentando na combinação de todos os factores, de todas as alavancas que vão encontrando e fabricando em seu negro fazer.
Previsível é se daqui a vinte e cinco anos precisamos de mais uma Terra igual, então terá que desaparecer pelo menos metade da população mundial em tal espaço de tempo para ser possível chegar ao vigésimo sexto ano, mesmo exaurida.
E mesmo que fosse reduzida a metade, a metade sobrevivente chegaria a essa data exaurida, isto é, sem mais possibilidade de continuar, por ausência de recursos que a sustesse e sendo assim, a fria aritmética negra dos negros números do coração negro da Besta, tem que por a fasquia do plano num número mais aliciante em mortes, um número maior, mais do que metade teria que desaparecer até dois mil e vinte e cinco.
E não chegaria que tivesse só desaparecido metade, pois a metade que sobrevivesse nessa altura da negra contagem da eugenização. Não teria mais recursos para continuar seu viver.
E assim sendo o plano louco almejava mais de metade, seria preciso matar muito mais Gente antes de se chegar a dois mil e vinte cinco.
Ou seja, a curva da grande morte teria que ser muito rápida e acentuada e seria previsível que restassem, na suma das interacções do caos, mesmo muito poucos.
Uma lotaria arriscada mesmo para aqueles que tentam trilhar este caminho, e cada dia que passa onde se eterniza uma problema no mundo, ou um dia que chega com um novo incêndio antes do anterior se ter mesmo apagado, fecunda o caminho pelo qual o Terror, a Besta Se Expressará.
O ultimo a morrer, que deixe escrito, morreu o ultimo da geração dos Pais e dos Avós que foram os primeiros a não Assegurar a Continuidade da Vida a Seus Filhos.
Em Portugal o país parado, cai na queda imóvel.
Pois Trave Moral É Amor Que É Justo
Primeiro dezoito por cento de aumento, que não é demais porque a electricidade esteve muito baixa durante muito tempo, mas agora como os salários muito aumentaram, nem é demais e não foi, não chegou mesmo a ser, pois ficou nos seis qualquer coisa, que até parecia os utentes do metro com passe nos dias à borla, a viver e a sentir, que até parece que é, à borla.
Assusta-se com muito para depois com a outra mão dar o menos e as Gentes primeiro assustadas, se tornam mais dóceis na aceitação da desgraça que foi entretanto apresentada para parecer menor.
O ministro flamingo como eu, que como eu, habita em parte a Lua, chegou e disse, quase o inteiro mínimo salário pelos primeiros sete dias de internamento, não me parece ser demasia, pois como todos sabemos quando um da família adoece o estado suporta todo o resto, rendas de casa, alimentação e cuidados dos filhos, electricidade incluída.
Cinquenta e oito almas se foram e a culpa continua solteira e os inocentes bezerrinhos parece que desta vez não se tornaram bodes expiatórios e ainda bem que assim foi, espantoso, espantoso mesmo, é o ministério público ter anunciado que iria recorrer, recorrer do mesmo na insistência de que os que forma considerados inocentes possam vir a ser considerados culpados em vez de procurar e levar a tribunal os verdadeiros responsáveis.
Cinquenta e oito almas aguardam justiça entre a Terra e o Céu. Muitas mais na Terra sofrem e clamam por Ela.
O primeiro ministro como tem sido apanágio de todos os primeiros ministros, apareceu pela primeira vez em publico como pinóquio e o seu nariz cresceu, cresceu, ao vivo perante o olhar espantado de todos e ganha como único candidato sem alternativa de ninguém por maioria esmagadora dentro de seu partido.
Quando se enerva, o primeiro ministro, fala com as duas mãos como se fosse o Rui Rio em seu tempos de músico.
No outro dia um jornalista que lhe fez um comentário inaudível a seguir a ter dele ouvido uma recusa de resposta, ofereceu-nos a todos um vislumbre de seu génio no seu pior, a fazer justiça a palavras posteriores sobre ele ditas, de que é homem para não perdoar quem o afronta.
Noticia fresca dá conta que vai ser possível enviar queixas à policia via e-mail e espantam-se meus ouvidos e meu ver, pois denuncias de calibre feitas em forma publica, como tenho aqui vindo a fazer continuam a receber o silêncio absoluto, com toda a gente a fazer de conta que elas não se fizeram e se fazem.
E é clara a lei dos homens nestas matérias quando diz que uma denúncia no espaço público, de crimes, é sempre de ser investigada, mas na aparência nada se passa. Espantam-se meus neurónios a pensar, faço aqui interpelações e denuncias e nada se passa, já deduzi razões desde cobardia a cegueira profunda e nada se passa.
Será que corre ainda alguma investigação secreta, eventualmente da justiça, contra minha a pessoa e todos dela sabem menos eu?
Seria um estúpido motivo para se fazer o silêncio e não deixava de ser cobarde e até inclusive legal na ilegalidade da lei que temos que nem permite nem garante a um cidadão saber do que é acusado e se poder na eventualidade defender e que permite todo o tipo de manobras incriminatórias por qualquer um que o decida perseguir e obriga consequentemente um cidadão a ter que se defender do que nem mesmo sabe, óptimo para depois dele poder dizer, que é irritadiço, ou anda irritadiço ou é mesmo chanfrado da cabeça.
Ainda agora aconteceu com o Miguel Sousa Tavares, uns anónimos quaisquer que nem se calhar se pode saber quem são, lá toca a coberto do cobarde anonimato, denegrir. Bons tempos para todos como se vê.
E se os interpelados não respondem, como se nada fosse com eles, ou como se tudo isto fosse produto do imaginar, se o combate que me fazem mantendo o filho afastado, não fosse só sustentado em poderosos que decidiram apoiar o agir negro da dama, fosse baseado em motivos outros, não confessados, nem confessáveis pela sua natureza, nomeadamente por serem do âmbito de uma investigação judicial e por essa razão se encontrarem sigilosos?
Pergunto-me então, de que é que poderão estar a acusar-me, tenho que acrescentar as perguntas anteriores, quem e porquê.
O símbolo da Galp é muito curioso, pois se observarmos o g como uma incrustação no fundo laranja que o circunda veremos um gancho, um gancho como aqueles que serve para pendurar carne e veremos também uma sugestão de forca.
Galp a energia positiva que nos pendura ou enforca.Um G ao contrário é um nove.Um envelope com o logo da Galp, se visto de pernas para o ar será um envelope com um nove. Envelope nove.
Eu tenho um, é um envelope antigo vazio que vinha dirigido a Teresa Carvalho, onde eu um dia escrevi na parte de trás.
É uma das primeiras interpretações que tentei de síntese do que seria a expressão e o sentido da Alma do Mundo através dos actos de terror que se expressavam na altura no mundo em estranha e assustadora linha que os parecia ligar, assim sentiu o olhar de meu coração na altura.
O Terror exprime em actos distintos que podem ter diferentes motivações e logísticas, muitos outros níveis que se prendem com a natureza e expressão do Terror visto na sua Unidade.
Uma história de um atentado mais a história de outro, faz e vai deixando para alem da morte matada, da dor, da revolta e da semente de repressão e nova violência, um sentido por encaixe, como peças de um puzzle que ocorre num determinado tempo do Uno Lugar.
Não posso agora verificar, pois direi assim, convenientemente acabou de desaparecer. Mas de memória, sustentaria mais ou menos estas ideias.
Depois tornou a aparecer.
World Trade Center- símbolo de negociar. Descodificação, esta forma de fazer negócios não funciona mais.
Atentado num teatro- símbolo de entretimento, modelos de representação e comunicação. Descodificação, falha a representação, falha a comunicação e o entretimento, ou forma de viver, pois um faz parte e implica em campos muitos extensos a outra.
Atentado num hospital, símbolo, cuidar, vida. Não cuidamos o bem necessário, o local onde se cura, nele, a própria vida e ameaçada e destruída.
Atentado numa escola, símbolo, crianças que são a semente e fruto da vida, nem elas estão mais protegidas, falência global da vida e da espécie que nem assegura mais a protecção dos seus.
Esta foi uma das primeiras tentativas de síntese de apreensão do sentido mais profundo, dos sinais que o terror vinha a expressar e semear a negra sementeira para o negro colher, naquele momento no mundo.
Foi talvez o momento em que entendi, que as actos de terror desvelavam muito mais do que a primeira vista podiam indicar e que existia um sentido em todos eles, se se tomasse em linha de conta alguns dos eventos que pareciam dizer, e dizem muito mais nas entrelinhas do seu acontecer.
Uma primeira dedução que daria azo a muitas mais baseadas na desmultiplicação do que se afigurava ser a primeira tradução pela regra da semelhança e da analogia que regula toda a vida e todo o viver.
O Terror, expressava um desentendimento, um plano que se encontrava muito mais profundo e ligado do que a diversidade dos seus actos trazia em si.
Quem conhecesse a existência deste envelope poderia em olhar de burro, cego verdadeiro ou de burro que se faz de cego para não ver ou para enganar outrem, poderia pretender dele fazer, uma pretensa prova, um plano de quem praticava actos de terror, como uma espécie de mente central do terror que fazia os actos e depois numa nota tinha tido o descuido de explicar os objectivos do plano que na cegueira real ou propositada, os confundia, com o que dele se poderia deduzir.
Terá sido assim, que alguns fizeram a outros crer que eu seria o terrorista mor do reino de aqui e além mar?
Saiu-lhes as contas furadas que nem todos são burros como eles e existem homens que levam seu coração em ângulo recto à verdade.
Tal não obstou ao dano, diverso e extenso, que inclusive, para além da tortura que me sujeitaram, me levou a atentar contra minha própria vida.
Isto tem claro nome, um grupo de indivíduos tentou matar-me, chama-se a isto, indução ao suicídio e é acto criminoso e passível de ser responsabilizado criminalmente, mas neste País de brincar, um cidadão isto diz e parece que nem sequer ouvem.
Para alem deste fazer desvelar que nem o protegem, que seus direitos básicos não são assegurados, que o estado de direito vai torto, já não é de direito.
Encurralados contra a parede, sem apelo nem agravo nem cavaco, Regina Guimarães no Porto enunciou curiosa questão, se não existe possibilidade de exercer direitos, se quem se pede para falar porque desempenha funções publicas com competência para o tratamento dos problemas, não o faz, não restará, a via de pegar em armas e correr com quem assim leva e deixa levar os assuntos dos homens.
E ninguém pense que está aqui um apelo a tal via da violência, deixem mais uns anos o vinho todo a azedar, a agua a faltar, o fosso da distribuição da riqueza muito e rápido aumentar e verão as armas a disparar por muitos lados em muitas mãos por diferentes e distintas vontades.
Quem conhecia o meu envelope nove?
A Teresa Carvalho, a quem eu na altura o mostrei, entusiasmado com a descoberta e o encontrar, como sempre fazia, partilhando minha vida e meu fazer na família junta que então existia.
Todos os desconhecidos, porque nunca se apresentaram de frente, nem bateram à porta nem à campainha, que entraram repetidamente no meu estúdio que virou minha casa após separação da família.
E que não foram poucos, sendo que um fio relativo a alguns foi já aqui neste livro identificado, pois assim quis o Destino, que esse cruzar em seu tempo certo acontecesse
Porque me quiseram matar?
Para roubar meu sangue e meu espírito através do afastamento de meu Filho de seu Pai.
Pôr as mãos no meu património, quanto ele é meu, património das imagens que foi com muitos fazendo ao longo da minha actividade profissional e que vale em calculo grosso mais de meio milhão de contos.
Apetecíveis, os dois motivos, tanto assim para me tentarem com a morte? Grandes Filhos da Imensa Babilónia, mesquinhez, inveja, fatal inveja que leva às coisas e actos fatais.
Vós Sois Pó e Pó Sereis e sobre Vós Tem Deus Um Espelho que Vos Devolve Toda a Maldade e Peçonha que Penseis, mesmo antes de a Fazer!!!!!
Serão então estes os motivos da minha tentativa de assassinato por suicídio induzido que me intentaram.
Relatava Senhora Jornalista Amada, de jantares políticos de distribuição da herança, na saída de anterior primeiro ministro, três ou quatro senhores de um aparelho de um partido, a fazer a partilha, como aves de rapina, todos poderosos e convencidos de seu poder, a fazer, o que nem deve ser assim feito e se for para proceder a partilhas de estado, que se faça às claras dentro de um estado claro, de preferência para funcionar, que não seja mentiroso, entre todos, visto que é de poder de todos que se trata.
Foi assim que montaram a suspeita de eu ser um homem que praticava actos de terror?
Existiu ou existe ainda alguma investigação contra a minha pessoa baseada nesta suspeita ou em outra?
Existe mais alguma acusação que seja secreta por se encontrar em segredo de justiça na forma torta como vai o segredo de justiça, que nem permite a um homem saber de que é suspeito ou mesmo de que corre uma investigação contra sua pessoa quando assim acontece e se tal for este o caso?
Ah meu amigo, que nem mais sei se o és ou mesmo alguma vez o foste. Estranho alguns episódios que acontecerem entre nós, e visto que pela palavra e pelas perguntas que te fui pondo, não terem tido claras respostas, as escrevo agora aqui e depois a Luz sobre elas e sua Verdade se fará.
E duas noites em tempo recente fiquei a dormir na tua sala, pois nem energia tive mais para retornar a meu lugar, depois de passar as noites a velar e a escrever.
E passado uns dias e umas noites no meio da conversa lá lançaste com quem não quer a coisa, ou lança barro à parede a ver se pega, então trataste mal a mulher, pelos teus ciúmes, fizeste-lhe mal e eu estupefacto a perguntar o que estavas a dizer, em que baseavas tal dizer, e tu a responderes que quando eu estava a dormir, assim em jeito de pesadelo, o tinha dito.
E aqui escrevo o que te na altura disse, pois a dormir não sei o que digo, o que não quer dizer que saiba dos sonhos e das preocupações que o alimentam e qualquer um poderá até gravar alguém a dormir para depois com o que eventualmente disse, fazer acusação ou prova contra um ser.
Acusação de mal tratamento a uma mulher, quem ?
Nada foi dito aqui neste ponto, nada ouvi, só uma insinuação, como se fosse um anzol, mas num tom e contexto que desvela muito mais que isso.
Mais grave, muito mais grave e devesladora, outra tua recente deixa, disseste-me, um dia chegaste aqui em lágrimas e confessas-te um crime, não te recordas? E tu, já me viste muitas vezes como poucos me viram, em momentos de grande fragilidade, preocupação e tristeza e tudo o que vejo ao olhar o que se foi passando, me parece ser, o comportamento de alguém que fazendo crer, apoiar, aproveita a confiança para mais alfinetar, para mais perturbar.
Não, não me recordo, porque tal não aconteceu, que raio de incriminação pretendes tu?
E se não aconteceu, donde vem a acusação, a mando de quem a fizeste a inquirição?
Quando foi julgado on line, sempre fiquei a pensar que tu estiveste de alguma forma ligado ao que aconteceu e te perguntei por diversas vezes e nada me respondeste de concreto.Tu brincas, ou não brincas de demiurgo ou fazes de correia de transmissão de outrem?
Parece-me mais ser esta a segunda possibilidade, pois o tom geral da pintura indica a meus olhos, pelo género de perguntas, que o fazes a mando, de quem?
Tudo isto desvela praticas de inquisição, de inquiridor môr e deverá ser ele o que por detrás de ti, me move esta guerra, me tenta enfiar a carapuça do que ele e os seus fizeram e parece-me, continuam ainda a fazer, assim o sente e me diz, meu coração, face a aconteceres que me ressoam em modo estranho.
Ou talvez amizade, se bem que muito estranha, de me dizeres o que vais percebendo de ataques que me fazem e sobre os quais em modo enviesado me tentas dar conta?
Meu amigo, se o fores, que já não sei, a acusação de tratar mulheres mal, é um dos argumentos que tem sido utilizado neste processo que me mantém o filho afastado e portanto é para mim muito importante este assunto, esta suspeita, ou acusação ou o que for, e não a posso deixar nesta zona de sombra, de não saber ao certo porque a falas.
E depois Senhor Procurador, muito simples, este caso o é.
Basta ver então quem pôs a circular tão séria e grave a acusação, de que eu era o terrorista mor do reino de aqui e além mar, pois será o primeiro, o que primeiro o pensou e o disse, ou encomendou o dito ao primeiro que o disse, e pretendendo pôr a responsabilidade em mim, nessa negra capa tecida se escondeu.
Ah Amada, tem a chave de reserva do carro da minha Mãe, um estranho porta chave, pois parece um D, em metal prateado cujas faces são biseladas, se o puser de lado parece um cutelo, uma estranha faca que não corta mas parece ser.
Inscrito em si, diz punto, o ponto, o ponto de partida da serpente, o ponto onde está a serpente, o local dela, a que se tem de parar, para que o mal todo pare e se alguns insistem em pagar o sangue com o sangue, outros de coração porventura mais afinados, dizem do estado de direito, o estado de direito, que continua a fazer as guerras no mundo e a permitir a fome a miséria, e neste ponto do fim de mais este ano no calendário dos homens no Infinito, são mais de dez milhões de crianças que se terão ido desde o inicio de janeiro.

Ah Amada, dias há, que me levanto com uma raiva dentro de mim do tamanho de uma grande onda do inteiro mar e me apetece começar aos tiros perante tanta iniquidade, tanto mal fazer, tão hipócrita ser.

Aqui em casa de meus Pais, os homens do Brasil, com martelos pneumáticos renovam os canos das águas e seu barulho fazer, é metáfora de todas as destruições pelo mundo fora e com excepção das crianças e dos inocentes, todos temos, nestes estados de direito o sangue na mão, todos somos em certa medida e jeito forma, assassinos ou cúmplices de assassinato, por assim deixarmos acontecer.
Cantava um pela manhã, Jesus no coração e uma trinta e oito na mão.
Ah Amada, perante tal insistir de alguns dos nossos irmãos, minhas rezas e orar é orientado para que todos os que fazem o mal o parem neste instante de o fazer, para que a calma do mar permita o Bom Compor.
E tudo se apresenta ainda tão estragado, na aparência a mais se estragar e nem sei eu mesmo Amada, se o poderemos ainda compor.
Tem Fé Amada No Amor, Como Eu, mas hoje de manhã ao passar, na cancela da garagem , meus olhos pousaram num instante na cancela e a palavra que lá estava, era asco e no instante soube de ti, soube que como eu assim te sentias.
Abro o jornal da manhã e leio, do comentário de uns aos outros, de dizerem que foram ínvios sobre a forma como apresentaram os números e que não desvelaram eles seus luxos e regalias.
Ah Amada, que isto aqui parece um país de brincar, onde a coragem, a clareza da Luz e das cores transparentes parecem ter ido ao longe passear, todos parecem trazer uma queixa no bolso, mas ninguém abre a mala e apresenta em viva voz e dizer e depois parecem querer na pequena cobardia em que se escondem, que outros façam os sujos trabalhos e eles assobiando de baixo para o lado, como se não fosse nada com eles, dormindo assim melhor nas almofadas da cega cobardia.
Pois se uns o desvelam, que os desvelem os outros, mas nada destas pequenas guerras retira um milímetro que fosse ou seja da iniquidade de tal ganhar em função do trabalho que foi descrito e isto Amada, o ponto desta questão.
Recordem os homens o anuncio da tempestade em terra onde habitam os pombos e vejam pelo rastro de destruição os nomes dos causadores da maldade e das maldições.
Dois deles lá estavam a meus olhos explícitos e claros, Valentim e Loureiro e quem for ver ao perto mais encontrará.
Ah Amada Mais Amada Que não sei quem em corpo és.
E meu coração se partiu quando me chamaste demónio e eu chorei muito e ainda choro e quando tiro meu coração de seu sitio para o olhar, nele vejo profunda triste cor de violetas.
E meu coração se partiu quando, percebi, que se assim me vias, não era Amor que me trazias.
Ah Amada, tantas mas tantas, as manipulações, vem de toda a parte, todos puxam ou tentam puxar a brasa a sua sardinha, para ver se não queimam as suas próprias penas.
Bela e clara estratégia, resolve tu, que assim se assacarão a ti as responsabilidades. Não vou nela Amada, não se ponham assim os peixes podres e ficam inocentes caídos em seu lugar e isto não é de permitir.
E partilho o que sei.
Ah Amada em Ti Viajo em Teus Braços Pela Noite e de repente estou ao pé do rio e ao parar a estátua de José de Guimarães vou ao perto ver.
Ah Amada, que passou cá numa entrevista numa revista, um Senhor de nome Alberoni, de quem eu na minha adolescência muito li, pois seu primeiro livro que ao olhar me veio parar, do amor e do enamoramento, muito me deu a pensar e chegou o senhor, com os dedos de sua mão em peculiar posição e duas Margaridas amarelas, cor de ciúme da inveja, me disse uma Bela Florista Italiana e falava e dizia que quando tivesse existido traição, o melhor era não contar e eu a alucinar, pois nem definia em rigor, o que por traição entendia nem parece dar-se conta que a mentira, ou sua versão de ocultação é sempre um paliativo da desgraça, pois o não saber entre dois amantes é muito relativo, o saber não depende do dito ou não dito pelas palavras que se dizem ou se calam, pois o corpo unido do amor que os trás unidos tudo sabe mesmo nas vezes em que ainda de forma consciente não o sabe.
Subtis químicas do Amor, que tudo sentem, como um senhor que ontem na televisão dizia, porque razão pomos uma linha a dividir a cabeça do resto do corpo pela altura do pescoço e dizemos que o cérebro e o pensar habitam só na parte de cima e dava conta que tinham observado a existência de neurónios no Coração, a comprovar pelas fotografias cientificas o que sempre se soube e sabe, que o Coração É a Trave do Sentir, do Pensar e do Saber e um dia mais tarde se descobrirão neurónios também nos dedo do pé mindinho, que eu te vou beijar.
Subtis químicas do Amor e depois Amada entre Sangue Real, não se pode nem escamotear, mesmo nas vezes em que a representação é feita pelo melhor dos actores ou a melhor das actrizes na melhor encenação no melhor palco do mundo, pois sempre quem o Tem, o Sabe no momento, se o sabe em toda a sua extensão no momento de seu acontecer, é toda uma outra questão.
Sabes Amada, em dia recente apertei por um breve instante o pescoço a uma cobra, que elas são também filhas de Deus e dois homens no mundo se sentiram por um instante mal, sem ar e quase desmaiaram ou o fizeram mesmo, um deles é o que tem a casa no Alvito, o outro longe daqui, que é o lugar das crianças, dos parques infantis e por extensão das escolas, mesmo quando são ao longe, assim se apanha os que estão por detrás do terrível acto, que ainda não saiu nem saíram da memória de todos o que de longe o presenciaram.
Do outro homem nada creio, para além de um outro cruzar sobre uma outra matéria e não me parece ter espécie de gravidade, responsabilidade ou culpa.
Fizera eu com minha ex Mulher Amada, Amor em véspera e lhe tinha dito, façamos na união de nosso amor de nossos corpos, um voto sagrado para que tudo corra bem e senti logo naquele instante o sinal de que assim não iria ser, pois me deu uma náusea, uma náusea conhecida, que surge em situações distintas, não necessariamente quando faço Amor em corpo sob semelhante voto.
E para que fique claro este assunto como sempre é a Luz clara da clara Verdade, o espírito santo se manifesta quando alguns geralmente não muitos se juntam com o coração limpo, luminoso e acertado e quando assim estão e vão e se encontram, o espírito no meio deles está e tudo desvela e tudo no instante em que é aflorado se sabe de certeza luminosa e sabida, não é preciso na mais da vezes, nem palavras na linguagem invisível do coração, é um saber que vêem por dentro, que desce por dentro da cabeça de cada um, uma iluminação interna e externa, partilhada.
Recordo eu, uma das primeiras vezes em que recordei de novo deste saber, quando em casa de uns amigos, calhou a dois deles contarem de uma história de violência em madrid, um episódio de roubo que um tinha em tempos idos vivido, e de eu estar sentado na mesa ao lado de uma amiga amada e de sentir que ela sentira como eu sentira nesse momento uma espécie de interferência, um tipo de súbito enjoo ao ouvir-mos aquilo e depois no dia seguinte, as bombas explodiram em madrid, e a encontrei dias depois na rua e lhe perguntei, se se lembrava do que tinha sentido, e assim o é, existe por vezes nas vezes um conhecimento antecipativo do que ainda não aconteceu, pois o tempo não existe, o que existe é uma espécie de sintonização com o espírito do momento, sendo que os momentos são expressão da essência e do tom do que se passa no momento no mundo.
E certo estou que todos já o sentiram em suas vidas, em determinados momentos em que calha por afinidade do pensado, ou dito, ou mesmo não dito e o que acontece n momento do espaço seguinte aquele onde se está.
Ah Amada, parei em noite recente ao pé do rio e foi ver ao perto a estátua de José Guimarães e quando observei aquele estranho edifício feito com peças em cores vivas como muito usa, é como certo origami que eu fiz em minha infância e que em dia recente observei com olhar de adulto, um origami de um corpo feito em peças amarelas, cujas algumas formas se assemelham às deles, nomeadamente seus pés, tem o origami dois olhos vermelhos suspensos nas aberturas recortadas na cartolina por fios brancos e me recordei da dificuldade de lá ter posto em menino, seus olhos.
Não tem hoje o origami de minha infância que dorme no álbum da águia, um pé, perdeu-o no tempo e em transito de noite recente, em seu tempo certo, se mexeu e a mão do origami, se deitou sobre uma fotografia de meu filho em pé abraçado por um pai natal em tempo de natal.
Observava eu tudo aquilo, aquelas peças assimétricas encavalitadas umas nas outras em ângulos distintos como que a compensar o peso de umas com as outras, quando me dei conta da assinatura de José Guimarães numa pedra de um dos primeiros degraus da base onde assenta.
A seu lado parado e vivo um mosquito, um grande mosquito com pernas altas como que chupava em sua quietude a laje que se encontra rachada na linha e horizonte de seu nome. Outros pormenores, que falavam se encontravam nos arredores, ao pé do rio, soma dos que vi e apontavam a outra margem.
Em noite seguida depois de uma longa viagem em teus braços, Amada Minha, ali para o lado da Oriente na Expo para os lados do edifício diamante, encontrei frente a uma dependência do banco BPI, onde está um dos cartazes da campanha que diz, eu fiz as contas, e ainda bem, que é bom saber que muitos fazem contas e sabem bem contar, lá estava um mesmo mosquito desta vez no chão, como se estivesse à porta a espera de entrar em frente a um cartaz que fazia lembrar a cara do alpinista português João Garcia.
Ontem de noite, em Alfama de novo encontrei origamis em azulejos no parque infantil, origamis e aviões de papel a voar, dois grupos de crianças separados por um monte multifacetado como se fosse massa de origamis ou um vulcão deles feito, quatro crianças do lado direito e duas do outro.
Diz assim, criança, este parque é teu e depois referencia a pertença como sendo do centro de saúde na travessa das Mónicas.
O chão do jardim de brincar, feito por painéis de borracha sintética como hoje é comum neles encontrar, apresenta muitas placas deformadas que vistas de cima, se parecem com vagas do mar e necessitam de ser compostas em urgência, pois assim como estão, certamente que farão tropeçar as crianças em suas correrias.
E senti um perfume de memória de um outro senhor, que não sei ao certo quem é, ligado as comunicações aereas, que por ali vive e com quem estas imagens que aqui neste ponto do texto dou conta, de alguma forma se relacionavam
Poderia chamar a todo este capitulo, a picada do mosquito, ou dos mosquitos, ou ainda a picada que foi dada em meu filho, assim aponta a sequência do visto e do reflectido sobre o visto.
Recordo José de Guimarães, recordo de em dia recente ao passar por Santa Apolónia o ver na bicha dos táxis e de a ele me ter dirigido para o cumprimentar e de como ele ficou estranho, como que tremendo interiormente, um pouco lívido e espantado por meu gesto quando lhe estendi a mão e lhe disse olá.
Fiquei com a impressão marcada dentro de mim, pois a gente se cruzou em situações de intimidade em tempos não muitos idos.
Recordo um vídeo premiado que fiz para a o Icep na altura da Expo, onde o José Guimarães, era o autor do logo de Portugal, de certa forma uma figura próxima da escultura ao pé do rio e da animação que eu na altura fiz sobre o seu logo, onde as duas ondas do mar se levantavam e delas surgia a bola, que em meu ver figurava o Sol.
Recordo um jantar em sua casa, bela casa com vista para o tejo ao lado do Arco, a escola de arte onde tantos vivemos e aprendemos, recordo da conversa sobre o estado do mundo, aquilo que me pareceu não ser a habitual concordância sobre o diagnóstico que na altura do mundo fazia, eu, tu, a teresa e uma jovem bela senhora da faculdade de aveiro e suas ligações ao Japão
No final do nome acentuado por uma racha, estava parado o mosquito. Ao lado junto às pedras do rio onde meus passos me levaram, escrito estava, bibi, olhei em frente no rio e vi uma boia de navegação que pisca vermelha e faz um alinhamento com duas outras que piscam mais ao fundo, uma branca e uma outra ainda vermelha, um azimute, um farol para a outra margem, a gaivota apareceu e deslocou-me o olhar até pousar no raio de lisboa, ou raid de lisboa, um barco que transporta as areias e a luz pisca dando a confirmação, ao lado do largo dois Scanias com atrelados vazios, matricula LE, latina europa 97- 62 ou 97, 98, cento e treze cavalos, no deflector um Ce22 , no outro deflector ce29.
Palmela, parou outra gaivota a indicar a direcção, foi ele que passou frente ao meu olhar e picou para apanhar o peixe, zg o pescador do peixe da LE em noventa e sete, noventa e oito, dois bibis , através de doi bibis e um selo de um carro me diz, o v da vitória sob a superficie circular verde clara rodeado de quadrado de verde mais escuro.
Ah Amadas gaivotas, eu vos amo, tudo é energia do Amor no universo e eu agradeço a vossa existência e vosso ajudar, essência da luz, essência da luz do amor.
ZG em palmela com dois bibis, o bibi é o angariador, um dos dois angariadores da pousada de Palmela, o ultimo foi o Van Zeller, fomos filmar, mais uma vez fiquei a arder com dinheiro, tive que pôr do meu bolso para pagar o iva e tantos para ai a dizerem que eu não pago impostos e outra, a editora que recentemente quis cobrar à rita guerra dez mil contos, por ela não ter feito um segundo disco que o contrato a obrigava, esclavagistas, os artistas são seres livres, e a inspiração vem quando vem, é giro este país, mal pagos que mal pagam porque nunca há dinheiro, não pagam o iva, que ainda por cima se tem de pôr do leve bolso de quem o faz, país de tansos, eu o primeiro.
Diz-me pois senhor José de Guimarães, como deverei ler o meta sentido deste todo dizer que eu escutei, uma leve história que poderia ser mais ou menos esta, um senhor, tinha dois rapazes que lhe davam conta das minhas ideias na latina europa em noventa e sete, noventa e oito, que o senhor criativamente aproveitava para a sua carreira, um simples pueril aproveitamento, ou alguma participação na racha e no rachar da terra, num outro lado do mundo, ou ainda a soma das duas, ou uma relação mais próxima ainda com o caso da casa pia?
Recordo meu espanto, um dia quando alguém me deu conta de seus trabalhos de luz numa cidade do capão, como foram bem apreciados, recordo o espanto que acordou em mim, curioso, já tinha falado diversas vezes de ideias tão semelhantes.
No cais ao lado de sua obra, o lodo cobre os barcos abandonados e outros menos, alguns repousam na rampa, um com o nome, chavex, um motor no lodo meio enterrado, um destruido com o nome o barrete do barreiro, lodo que tornou a aparecer um ano depois no sitio onde antes se dera um tsunami, emergiu a lembrança do lodo no cais ao vê-lo de novo nesta vez, que fecha um circulo de uma imagem, assim o creio e o crê meu coração, que todo é continuo e as imagens aparecem em diferentes tempos da mesma volta até se fecharem e fazerem a luz, que é vista pelos olhos que a vêem.
É o senhor um chave? se sim de que fechadura e que quarto se esconde em que sala de que casa?
Ah Amada, curiosa a vida e o viver, o livro aberto do destino sempre aberto a nossos olhos e nosso ver, se não vamos distraídos com assuntos outros, ontem de noite, estive de volta de antigos papeis relativos à minha prisão física e verdadeira, não esta que o é sem o ser, onde desde alguns anos me mantém a mim e a meu filho, à força afastado e reparo ao lê-los com atenção, que nos seus pequenos erros e seus acertos, está escrito sem estar, linhas profundas sobre aqueles que me fazem combate desde que nasci e o curioso mesmo, é que o senhor que na altura era secretário do tribunal , é hoje o procurador geral da republica, que o que foi na altura meu advogado, é o actual secretário geral do partido social democrata, que um outro advogado é um membro destacado do partido do centro democrático popular e constato por um conjunto de indícios e de deduções, agora feitas na distância e complementadas com acontecimentos recentes, que tinha e tenho razão naquilo que afirmei, que uma armadilha nos fora montada para nos levar à cadeia e que fora capa de um outro julgamento mais ou menos secreto, que foi feito por outras razões e que se prendeu com a necessidade de encontrar bodes expiatórios para crimes graves, que alguns, nomeadamente a cia, suspeitaram na altura que fossemos nós, e assim nos condenaram e em dia recente ouvi no espírito, que me disse, que foram enganados e na altura em que o ouvi, nem logo percebi que se referiam a este assunto, e agora que já o sei, lhes digo, diabos, que mal nos fizeram, como ousais assim o ter feito, e é verdade que o fizeram, como fizeram a muitos outros bem pior, ao longo de sua existência e também sei que tenho de agradecer nesta história recente a um bom pastor e a muitas belas e boas de coração, ovelhinhas, que sempre existem caminhando ao lado dos que se portam mais mal, dos que preferem na dúvida a condenação e condenam e esquecem e invertem o básico preceito da lei, da presunção da inocência em caso de dúvida consistente e de que até prova e julgamento e sentença lavrada, são todos inocentes e que nem sempre as provas e o julgar e as sentenças são correctos e assentam na verdade do que em verdade acontece e mais triste e feio neste caso, é que a carapuça que nos enfiaram, serviu para desresponsabilizar e para não levar à pedra os verdadeiros culpados, e que tudo isto foi cozinhado por e dentro dos interesses dos mais poderosos e quem se lixou, foram os aparentes mexilhões, que não são assim tão parados agarrados às suas pedras, pois se o fossem, não poderiam alumiar a verdadeira verdade que o amor junto sempre junto e eterno sempre trás e faz alumiar.
A este assunto voltarei com as conclusões finais a que sobre estas complexas matérias cheguei que envolvem em meu ver o assassínio de Sá Carneiro e por tabela com forte probabilidade, o de JFK, por semelhança com a minha própria pessoa, todos eles relacionados com assuntos de armas, mentiras e guerras, que no fundo a guerra é sempre uma mesma, mesmo quando pára e arranca de novo com períodos de paz entre ela, pois a paz é sempre o que está antes e depois de cada uma, que é sempre a mesmo, como escreveu outrora o poeta sul americano, a bala que matou JFK, é uma bala que vem de longe, muito longe, pois a bala é sempre uma mesma, só varia mesmo, é a mão que dispara em cada vez a cada vez, o gatilho.







29 08 2011

this is a recent key after a veil, where maddie appears again among others subjects




05 07 2011




a chefa da representação

das ditas comunidades europeias

em portugal

largo jean monet

por mao propria

lisboa, 05 07 2011


exma senhora qualquer coisa ou cargo ou mesmo coiso

poderia começar a perguntar-lhe porque razão todos os que contactei até ao momento nessa casa, estão sobretudo interessados em saber o conteúdo especifico das minhas acusações, mais do que dar me ajuda requerida na minha qualidade de cidadão europeu que se dirige a um edifício que diz representar a comissão europeias, mas certamente não serão espiões

poderia mesmo perguntar-lhe a que corresponde as manhas preparadas e montadas nesse lugar à minha chegada e mesmo antes durante meu caminhar, mas elas se constituem queixa acusação de crimes diversos contra esta pseudo delegação e de acordo com a lei portuguesa, visto estarem publicados no domínio publico no momento em que aqui entrego esta missiva, obrigatoriamente de ser prosseguidos

pr rose da se dos guidos, it

ou poderia pedi-lhe para me responder a metáfora inaugurada ontem pela senhora sua colega que se encontra no ponto ou espaço europa ou lá o que chamam a esse aparente confortável lugar do inferno, com estrelinhas no céu doiradas a piscar e por vezes belos vinhos húngaros, quando me disse, que as vossas competências, eram servir a comissao europeia, e ao que parece os cidadãos da europa não, e acrescentou que aí, eram formiguinhas, e eu lhe perguntei à luz dessa metáfora animal , então quem era a besta!

do bel os dos vinhos húngaros,

também lhe poderia dizer perguntando, que tudo isto não parece ter o mínimo senso e que certamente à luz dessa capa das tais aguas perigosas no parlamento , um estranho e mortal vírus heurístico, vos está comendo a todos, mas a realidade é que os senhoras me negaram até ao momento por duas vezes apoio perante crimes em curso, e isso vos trás responsabilidades criminais distintas, pelas quais estais desde já acusadas individualmente e em forma solidária

como cidadão português e consequentemente ainda das comunidades europeias, lhe exijo na sua qualidade de chefa dessa delegação, uma resposta escrita em papel timbrado e devidamente identificado, que me esclareça e esclareça as policias e os tribunais, à luz da vossa lei orgânica, por que razão me foi até ao momento negado por duas vezes um pedido de apoio relativamente ao envio de comunicação oficial a instituições judiciais e judiciarias europeias, através desta mesma delegação

é favor deixa-la na recepção da entrada, pois lá passarei a buscá-la

paulo forte

lisboa, 05 07 2011

entregue por mao propria com pedido de recibo oficial de recepçao a quem a receber

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entregue por mao propria com pedido de recibo, bdo, oficial de recepçao a quem a receber

co do omo cida adao , dao, portu gues, e co ns eu q en te, mente , a das comunidades europeias, l he, e xi jo na s ua q ual lida id sd dade de chefa dessa del , ela l aga çao, uma r es sp ps ota es c rita , em p + apel tim br ado e devi dam nete identificado, q ue me esc clare rec ça e esca l rec e as pol ica s e os tribunais, a l us da v oss a da lei o r gan nica, por q ue r aza o me f oi a té ao meo, meme, gado, it, maior do nt circulo do one gado, por duas, vezes, um ped dido de ap oio r ela t iva ivam am , mente, cao envi do io de co munica caçao, o do oficial, a das instituiçoes judi cia is e judi cairo as europeias, ata r v es desta mesma ,a da delegaçao, d ela laga ac çao





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22 08 19 03 2011

Vos digo em parte recente destes últimos vídeos, que existem incongruências numa das linhas importantes relativa a queda das torres, que relaciona uma antiga imagem com as que simbolicamente se expressam, expressaram na queda das torres, onde se vê o trono , o bebe monstro, o cão e outros elementos, vide analise escrita da queda das torres, a partir das imagens da tv americana


Vaso do os dig circulo em p arte re cente destes, ú, Ó l ti mimo os vídeos, qquadrado da ue e x ie te maior maio, inc c on g ru ên cias numa das linhas , lugar, imp por tat rat rn tnt es, r ela t iva a queda das torres, q ue r ela cio na uma das antiga ima mage m c o m as que si mb boli icam ca mente se Express sam am , e x pr es saram sara ram mna queda das torres, onda se ve o trono , circulo do bebe monstro, circulo do cão e outros elementos, v ide Ana lise es c rita da queda das torre sm,a p art tir das imã ge ns da tv am mer erc cia ia Ana

Pois se a relação real entre eventos não está como se pode pensar por deformação, em termos de causa e consequência entre dois actos, sujeito a uma sequenciação temporal, a , antes implica um b no depois , de uma mesma linha temporal, ou seja da medição do tempo, as incongruências como vos disse parecem contudo, paradoxalmente, aí se encontrarem,

P oi is sea primeira da relação real en t re eventos, e v eve en t os, n ão etá c omo se da pode p en s ar por def fr Roma maçao, e mt termos de ca usa e c on seq un cia entre dois actos, s u j ei it o da a uma ,a a da sec q u eu en cia ação temporal, a , ant es imp lica um bn o depois , de uma mesma da linha, a do temporal, u seja da me di ção do tempo, as inc on g ru ên cias c omo v os d iss se pa recem c on tudo, par ad do ox xa al ,mente, aí se ene en c on t r ar rem,

Vos narrei que na altura da separação, 2005, descobri um teste de gravidez positivo, ou assim parecendo na gaveta das ferramentas do contador, que simboliza as asas de vidro tempe r ad o, de uma espécie de totem, revista de es, e que antes a asa direita aparentemente a fazer crer no relato da puta se tinha partido uma noite

Vaso do os na ar rara rata do rei na altura da separação, 2005, d es co bri , um t este de g r avi id dez positivo, sida, pólo, o u ass si m par e c en do na g ave eta das ferra men t as do contador, q ue si mb o liza as das asas de vidro temper ad o, de uma es pé cie de tot em, r e v ista de es, e q ue ant es da primeira asa da direita ap par ar ren tee mn te a f az e r c r e rato no, r ela ato da puta se da tinha p art id o uma ano da noite 2005 2006

Quando confrontei a puta com esta descoberta, obtive como resposta o que vos narrei, que não, e que se fosse não seria meu, assim a puta mne respondeu

Qua n do c on fr o n t ei a puta com desta, d esc co Berta do tam da am, ob tive c omo r es posta o q ue v os na r rei, q ue n ão, e q ue se sd da fosse n ão se ria meu, ass sim a puta mne r es ponde eu vaso

À luz de tudo o que em forma fina analisei sobre esta especifica linha, devo concluir que se tratou de um elemento com vista a uma incriminação e ainda com o objectivo propositado de me perturbar nesse especifico meo momento em que se dava o roubo de meu filho, sendo que isto não desdita também a possibilidade real de a puta ter feito ou não um aborto, ou seja, meu ou de um outro, o filho

À l uz de tudo , o que em forma da fina ina, Ana lise ei s ob rede desta, a do es pe do cif ica da ad da primeira da linha do devo , c on c lui rato irc quadrado da ue se t rato vaso de um elemento com vi vaso ista do sta da a uma , a da inc rim ina ção , é primeira inda com do circulo do ob ject iv o pré posi t ad o de me per t ur rb bar ness, é es pe cif fi co do meo , o caralho da pt, mo men to em q ue se d ava do circulo do roubo, douro, de meu filho, s en do da q ue de isto, n ão d es sd da dita também , a p os sibil id ad e rea l dea puta ter f eito o u n ão um do aborto, o u seja, me u o u de um outro, circulo do filho

A imagem sm em si fala da cruz e da crucificação, e de um braço , o esquerdo, que se fragmenta a imagem da fragmentação que se expressa na queda das torres em ny e diz ainda que essa queda , a do homem, assim simbolizado, terá sido feito pela morte de um bebe, ou uma acusação de aborto, ou ainda uma vareta, falo de sangue, pois é essa a forma do tal instrumento do teste

A imã gem sm em si do fala, a da cruz é a da c ruci f icação, e de um br aço , o esquerdo, quadrado da ue da sd da se da fr a gem nt a, a imagem da fr am men en taçao quadrado da ue se Express a na queda das torres em ny , e d i z a inda do q ue dessa, a da queda , a do homem, ass si m si mb o liza do, te rá s id o f ei it o p ela da morte de um bebe, o u uma ac do cu da usa cão da acusaçao de de aborto, o u a inda uma v ar eta, f alo de san g ue, p o is é ess a , a da forma , a do t al in st rum en to , o do t este

De todas as formas, esta imagem emergiu de novo em mim, e de novo em relação com a queda das torres, porquê, primeiro porque se prende com dor, a minha relativa a esta consciência de que alguns têm feito em relação a meus filhos

De todas as formas, esta imã gem e mer gi u de n ovo em mim, e de n ovo em relação com da primeira da queda das torres, por q u ê, primeiro por que da se pr en de com da dor , a min h a r ela t iva a desta, a da c on sc iên cia de que al gun ns te m fe it o em relação a m e us fil h os



Depois por uma antiga imagem, o edifício da gm , salvo erro, o tal que é uma cruz deitada com duas lanças que como perfuram o Cristo de outrora, e que ressoa ainda num texto da OTO, de alguém que escreve assim, não sou eu ,aquele que traz a lança que perfurou outrora a Cristo, contudo este sentido se me afigura também no sentido sexual,

D ep o is por uma antiga imã ge m, o edi if do fí cio da gm , s alvo e rr o, o t al q ue é uma c ru z deitada com de duas l anças q ue c omo pe rf ur am o Cris to deo de outrora, e q ue r ess o a a inda n um tex to da OTO, de al g u é m q ue esc r eve ass si m, n ão s o u eu , aquele q ue t r az a l ança q ue pe rf ur o u outrora a Cris to, c on tudo este s en t id o se da me a figu ra também no s en t id o se x ual,



Estranhas ressoanacias de Madrid, o capacete negro do Neptuno do mar, o do parlamento, o tridente, masarati, o homem do mar, ou seja um militar, marinha, a laica, ou seja a cadela, a iamgem recente no jardim das necessidades, uma russa ou loira, aramdilha, armadilha, como sinonimo de russa, o militar da loira,

Est r anhas, r esso Ana cias de M ad rid, o capa cete negro do Ne pt un o do mar, o do parlamento, o t rid i dente, masa sara rati, circulo do homem do mar, o u seja, um do militar, marin h a, a l a i c a, o u seja primeira cadela dp, a iam ge m re cente no do jardim das Nec ess sida dade es, uma r uss ao u loi ira, ar tam ram md di da ilha, arma d ilha, c omo sin Oni mo de r uss a, o m , ele, ili ,tar da loira, alô oi ira ra primeira



Curioso, o rapaz que agora aparece pela Grécia, lhe vi a face na tv, me fez a face de gato dele me lembrar a face de um bela rapariga que vi na noite de véspera de s Vicente, pelo bairro alto, com ela me cruzei duas vezes, uma bela gata, e quando a olhei a senti, como eu de certa forma, fora da multidão de alguma maneira, mesmo no meio dela, como eu, me sentia, como se ela navegasse por ali, vendo, observando de fora, na segunda ou terceira vez que vi já o dia nascia, caminhava ela sozinha como eu de retorno, ali pelas bandos do Camões, de costas a vi vestir uma camisa azul e branca xadrez e depois um casco que mais parecia de aviador da segunda guerra, como a ressoar estranhamente de alguma maneira na imagem da sara fergussin

C uri osso, o rapaz q ue do agora ap a rece p ela Gré cia, l he vi a face na tv, me de fez a face de gato dele, me lem br ar a face de um bela ra pa riga q ue vi n a n o i t e de v é s pera de s Vicente, p elo bairro alto, com dela, me c ruze ei duas vezes, uma b ela gata, e q u ando a o l h ei a s en ti, c omo eu de c e rta forma, for a da um l ti dão de al gum a man eira, do mesmo no me io dela, c omo eu, me s en t ia, c omo se ela navega ssse por ali, v en do, ob ser v ando de for a, na segunda o u terceira , ilha, v e z q ue vi já o dia n as cia, ca min h ava ela s oz in h a c omo eu de r e torno, ali p e las bandos do C a m õ e s, de cós t as a vi v es tir uma ca misa az u l e br anca xa dez e d ep o is um casco q ue mai par e cia de avia dor da se h un da guerra, c omo a r esso ar est rn hana am mente de al guma mane ira na imã ge m d a s ar h fer gus sin

Angelina e gutierres em lamp de usa, sam pe d usa.lam l am mp de usa ,iatlia, Itália, ia iat atl l ia