domingo, junho 29, 2003

É preciso normalizar por baixo, pois não sei conviver com a diferença. Diferença?
Norma?
A vida humana não é norma, é excepção
Ou a inteligência do outro assusta-me?
Que história é esta irmão? Quanto, mais vezes me senti mais burro que tu?
Oink, oink é o que eu sei dizer de tais estados da alma triste, sim, porque ela fica, então triste.
O que tu sabes que eu não sei complementa-me, ouve-se dizer
Mas não é verdade, no fundo no fundo todos nós pressentimos que sabemos
Só me sinto burro quando me queres fazer sentir assim
E quando assim me fazes sentir, menos gostas de ti
E eu também...
E depois toda esta teia –de-imensa-mentira montada
Que nos faz crer nas nossas imensas competências
Donos e Senhores de nós mesmos?
Quantos habitam em mim, recorda o Poeta.

Parece quase a história infantil de algumas crianças; a minha é maior que a tua...
Quando insistimos em não frutificar, qualquer semente, daquelas que frutificam o futuro, daquelas que transportam o Amor, como todas as sementes o Fazem.

Como Portugal se desenvolve, quando cada um se preocupa com os seus próprios assuntos, em vez de se preocupar com o que os outros andam a fazer, o diz-se que disse ou fez, que ocupa o tempo do fazer próprio porque todos nesse mesmo fazer, ou melhor escrevendo, de maõs dadas e alegre preocupação despreocupada, Como Cantou Sebastião da Gama, não tenho muito que fazer, Temho muito para Amar.

Portugal se desenvolve, se o fazer de cada um, em especial o bem-fazer for pensado e sentido como comum e por isso por todos frutificado, como quando se deposita o futuro nas mãos de um filho.

Imperam as tendas, as capelas e as capelinhas. As coisas circulam por referência e deferência, portanto por preferências e detrimentos. Eu ou Tu.
Não o Eu e o Tu e de preferência venham mais cinco ou, se se quiser, dar para mais cinco.
Cegueria ao não acarinhar e tratar a planta da individualidade, em não verem nela o Ouro.

A ideia de que a responsabilidade política se apura e se esgota nos votos é no mínimo infantil. A natureza da prática política é equivalente a de qualquer cidadão e portanto está balizada num conjunto de regras e consequências de incumprimento.

Uma pergunta prática, daquelas que influenciam a mecânica das coisas terrestres, terá no entanto de se fazer. Em que código poderá ser calculada a responsabilidade daqueles que nos governam, quando apertamos o cinto consequência da política económica e financeira? Ou a queda de uma ponte?

Muitos comentaram positivamente a atitude do Ministro em prontamente se demitir. Tal atitude passível de ser entendida, não é contudo a mais correcta, depois de acontecer uma desgraça. não é abandonar a possibilidade que se tem, enquanto Ministro, de actuar no sentido de que tal não se venha a repetir, empenhando todo o seu saber e valor em tal tarefa. Não é ir embora, abandonando a possibilidade de corrigir o mal que é outra forma de dizer, fazer o bem. Errar é humano, mas abandonar a possibilidade de fazer bem, não é humano.

Fazer bem é estar contente. Estar orgulhoso de si mesmo, das suas acções. Saber que se fez bem aos outros, servir. Quão bom e sentir ter estado todo lá, naquilo que se faz, que paz, que ausência de demónios, que ausência de dúvidas, que Paz.

Portugal se desenvolve, quando o fazer, o bem, pelo querer bem e bem querer, frutifica em cada um de nós.

Se pensarmos no nível superior que é servir os outros, que é outro modo de dizermos, servirmo-nos a nós mesmos, pois ao servir o outro sirvo-me a mim mesmo, Se em meus passos e meu Coração forem os do Amor, porque eu sou igual a ti, à tua semelhança, que o mesmo é verdadeiro inversamente, fundado no enunciado seu oposto simultâneo, a diferença, e louvores por isso, à beleza da diversidade única, a graça individual.

E é ai, na diversidade que reside a riqueza, entenda-se ela no plano espiritual, ou no plano das coisas económicas. Uma imensa possibilidade combinatória, com um potencial concretizador de elevado nível energético.


Da infância emerge o belo lema dos três mosqueteiros, um por todos, todos por um, que é a enunciação de um paradoxo de relação entre o eu e o tu, que é o que diz, um por todos, que cada um é um pedaço de todos, na medida em que sozinho os pode representar e todos por um na medida em que um comporta todos, é um todo, em outras palavras é maior a semelhança que a Diferença e o Amor é a Cola, o que Cola e o Colar que nos Une.


Servir os outros é?


sexta-feira, junho 27, 2003

barriginha cheia?

in and out

yep...

vou beber café
já venho

foi o meu café...
e tudo o mais

olha e as curvas fotográficas ou já é mais não sei o que?

ias falar de curvas?
na estrada da vida?
pois sim, ou na estrada da morte ou na estrada da imaginação
ou nos corpos nus...

melhor. às vezes se as almas estiveram primeiramente nuase bem temperadas...

olari
a, de torneadas
e concordaras que um banquete de almas deve ser temperado com poejos...
toejos, coentros e outros que tais como o Loureiro
olha olha já sabe escrever mais que uma frase
e pelo menos um deus menor para a sobremesa...
dos menores só o meu dedo mindinho, menor, maior relativo a que? não somos primos
do panteão,filho...
obrigdo pai, mas porque menor?
embora se fosse uma deusa assim maiorzita...
o dedo do pé cresceria
és capaz de ter razão...
sou?
não sou cão
incrivel...nunca visto...
nem eu mas as vezes sinto-me...
meninos e meninas é tirar o bilhetinho, estão todos convidados
sinto-me....??? engasgou, pobrezito com el cafezito
quent, pente, mente
quente, pente, mente
nos tótós se faz o ninho
quem quer casar com a linda carochinha?
os ninhos lembram-me sempre esta puta desta historia...
ninguém porque o pai tinha viajado. os diminuitivos?
are tallking to me?
i´m trying
há a carochininha
superlativo bla,bla,bla
reset
ou mesmo F1
help?
yep...
isto está doido, sempre o blá e a anverso do blá, não é
pois ....mas a esse se o apanho...
era a mesma face do publicozinho
o tipico dia em que por não haver futebol...ficas sem nada para fazer...
a essa do publico...pois é...
ou zinho
a táctica é : todos ao molho e fé em Deus
maior ou menor
maior Deus, maior a táctica, maior o Molho, maior a Fé
com esses tipos nunca se sabe...
vai-se sabendo
quando se sabe qual é o que aparece na curva da estrada
mais uma curva
isto tá lindo hoje
as rectas , erécteis, são uma treta monótona, pois é...
enfim....talvez por uma questão kultural não tenham o mesmo encanto...
lindo? lindo!
isto está de morrer de tédio
rasgar os veús, por de lado as mascáras,
que estória é esta do abusa-dor
e quanto às curvas,a coisa é mais de abismos...quentes e humidos...
curvas de montanha portanto...
primeiro a alma quente e húmida, depois os vales
tem dois em um?
sometimes,
deve ser raro
é mas so depende de nós -mesmos, não é?
auto-flagelação?
vou por um pé no terreiro do Paço e outro em Almada
e mijar pro tejo?
auto que? só cegueira e estupidez e falta de paciência
É PROIBIDO!!!
não, idiota
que,mijar?
pensei que fosse
levantar o rio com as mãos, roubá-lo às margens, por os peixes a voar, encontrar os tesouros no leito
em...isso tbm deve ser proibido...mas já não digo nada...
não digas, escreve!
pois,pois.e o que se passou contigo hoje?
eu sei lá, acordei com um sonho que não me lembro
algo de grave?

não gosto de os perder, embora não seja eu que os perde
grave? quem dera
se grave =verdadeiro
são volateis esses gajos...
pois são, é por isso que até há processos para os fixar
a condensação?
os sonhos
o processo
essa está nas janelas que para eles dão
ahh...
como alguém diz o sonho é a tua interpretação
quem disse isso?
eu?
alguém és tu?
falta um vírgula a seguir a diz
tá visto, não és o Romeiro..
who s Romeiro?
esse era ninguém...
frei luis de sousa
tanks
com minusculas
sou tudo e nada
mas podia bem ser um futebolista colombiano
é golo
não tu, o romeiro...
a marcar
ou a ser ninguém?
ahhh...já sei: a ser futebolista colombiano
não tem a menor importÂncia, romeiro, ninguém, são só mascaras
importancia nenhuma mesmo...
mas desculpa lá: afinal os futebolistas colombianos tbm são máscaras?
cubram a pista de dança com olhos de Margaridas. Quero diamentes nos olhos da rapariga que me olhar com vontade sonhar. ainda me hei-de tornar o seu sonho. chega de anseios e programas para esta moite. Okay?
mas eu quero programas para esta noite...
mata-se a noite para a ter para sempre. Quero um crédulo, uma fé cega, um deus com futuro
e sabes que ontem morreu um gladiador em plena arena?
À procura de um cálice, mas com água. chega de alcol e pilúlas em noite de alívio. Despe a farda, despe o fardo, salta da cruz. tu és a cruz e o cordeiro de deus
Abraça alguém
Abraça a mim
Fuck o já venho...e eu não sou o cordeiro de deus...não gosto de ser cordeiro
eu sempre te abracei. entre o falhanço e o triunfo em permaneço avisado. depois disto tudo talçves venha o Amor
agora fizeste-me rir
aliás bem feito...
o cordeirinho, sublinho o inho para te chatear é um belo animal tranquilo e pacífico
de côr branca, que rumina o que é o mesmo de dizer que cofia
sim...já deves ter percebido porque é que esse animal me irrita
solenemente...
só te irrata um pensamento lógico, uma serie de plavras aparentemente ordenadas
não percebste nada, oink, oink
claro..a mesma ideia se aplica ao conceito de bode...
gostei, lá me ri outra vez
ou de serpente...
leve coma Pomba, certeiro como a serpente
essa gosto
e a pele a cair no pino de verão . toco-lhe no seio que se descasca à minha mão, a maré vem vindo, sobe-me engtre
sobe-me entre-as-pernas
is this erotical stressss de é~é?
enfim: uma maré vem vindo para te fazer vir...Gongórico..
soem as trompetas
anunciam ao mundo o meu esperma
não é so do desejo que se trata
podes fazer melhor
nada mesmo : é funcionalidade
funcionalidade da pila?
a pele e a mama são da serpente
e que é que é do cordeiro?
ou seria borrego
borrego pa?scal
tu és a inocência e o castigo
achas?
si, de nós mesmos
eu sei lá
fica-me bem...é melhor que cordeiro
ou era borrego?
Que gladia-dôr morreu em que arena?
os gládios da dôr não morrem nas arenas
um futebolista em plena meia-final duma taça qualquer
não era colombiano
o Gládio era amigo da Dôr, conheceram-se num jardim de antanho e se o gládio era reconhecivel, a dôr não sei quem seria. só lhe sei da existência porque Gládio ama Dôr , Angola, na casca da árvore estava cravado. Disse-me quem a viu que se parecia com nada, que por vezes era como se não existisse, outras despontava em pequenos pontos por tudo. O gládio, esse tinha uma haste amarela envolta num
coração avermelhado
deve ter sido por isto que caminharam juntos no jardim de antanho.
Há, heart attack
yes...foi lindo...
fuck..tenho que me ir estender um bocado...estou de directa...ainda..
lindo como?
directa, o que andaste a fazer?
vai dormir, see you
casa..mas tinha bué que fazer logo de manhã...vidinhas...
pois eu só estou a pensar o que irei fazer, e assim parece-me às vezes, quando me distraio que não estou a fazer nada
adeus minimalista de uma só frase e amante dos três pontinhos e das interjeições
Bons sonhos
hope so...
vou-me sair daqui tab


cubram a pista de dança com olhos de Margaridas. Quero diamantes nos olhos da rapariga que me olhar com vontade sonhar. ainda me hei-de tornar o seu sonho. chega de anseios e programas para esta moite. Okay?
mata-se a noite para a ter para sempre. Quero um crédulo, uma fé cega, um deus com futuro.
À procura de um cálice, mas com água. chega de alcol e pilúlas em noite de alívio. Despe a farda, despe o fardo, salta da cruz. tu és a cruz e o cordeiro de deus
Abraça alguém, Abraça a mim, eu sempre te abracei. Entre o falhanço e o triunfo em permaneço avisado. Depois disto tudo talvez venha o Amor

( este poema que estava diluido numa conversa msm reproduzida neste post é meu sem o ser, foi escrito para mim e foi-me dado. Aqui fica na sua versão una, e não fragmentada como o escrevi nessa conversa. Embora me tenha sido dado não tenho qualquer indicação do seu autor para a sua publicação, nem num nem noutro sentido e como não sei dele há já muito tempo, coibo-me agora de mencionar o seu autor original, que não sou eu. Esta foi a primeira farpa que eu próprio como de costume me espetei, pois sou eu que assim geralmente o faço e não os outros como às vezes me faço crer ) e depois a unidade de um poema não se deve quebrar e assim hoje, dia 1 de abril de 2004 a retiro( a farpa) de mim. Yupppi, mais leve vou caminhar)
não me lembro de nada, tudo esqueci. Não sei do que falar comigo mesmo.
preciso de ti.
mexe-me de todas as maneiras
rasga-me, faz-me teu num instante
descobre-me
fala-me das curvas na estrada da vida?
primeiro a ALma nua

descobre o prazer de descobrir
como eu enlouqueço no prazer que te dou
deixa-me ver-te enlouqueçer com o prazer que me dás
rouba-me de mim
mostra-me o universo inteiro no instante da primeira luz
dias chatos? desligue o pensamento

hugh!!

pois rtugg

olog

ou pior ainda...

simfrim

este meio é muito frio para devaneios?

fuck fuck fuck

vernáculo

tás lançado...heheh

não estou enredado

há uma série de dias, são os astros

ontem majongar tive mas não vos vi

às vezes seca

pois...raramente mas acontece...

muy raro

ou não...

uns subiam, outros desciam a rua, uns violência alcólica extravassavam, as belas estavam feias pelos meus olhos, as conversas não tinham palavras

etc etc etc estás a ver

the usual...at last

e sempre mas, umas belas curvas, a apontarem os paraísos adiados

haja tensões promonitórias, que me façam antes sentir o que depois vem

vou fazer qualquer coisa de comer e já falo àcerca de curvas...

sempre a comer, sempre, sempre, sempre, esta inquietação, esta angústia por cousa nenhuma, sempre, sempre, sempre a viida adiada. dá-me uma trinca

tá bem...10 minutos...

nham. nham

beer, no more now please...

só exilir da vida com pózinhos de amor

andaste a fumar droga?

drogadito, estoy buscando monedas pela calle, estendendo el brazo sin alcançar tesouro

snif snif snfi

Co2

bactérias

vão loucas

vacas loucas

stresss

vontade de tudo e de nada

sobretudo de nada...

o sobretudo do nada, que fica habitualmente pendurado à saída, é talvez o mesmo do sobretudo de tudo, sobretudo se for subscrito à entrada