sábado, maio 29, 2004

no palco da encenação
os homens vestidos de negro
iniciaram a função

ouviram-se vindas dos Céus
os Sopros
modernas composições
que falavam do Caos
Em Multiplas Linhas
Melódicas
que interessante
foram até
a Dissonante
Ter sido a Dominante

o homem estranhava tudo aquilo, enquanto aquele ambiente por ele se entranhava e vira as duas estátuas que seriam para entregar lado a lado, geméas quanto a mão do escultor as teria podido fazer, menos na sua côr, uma branca, outra preta. Não gostava ao longe de seu aspecto e olhava a Muita Amada Poetisa que a Branca Recebeu e pensava em seu pensar, que aos Poetas, sobretudo Aos Muito Crescidos, deveriam dar-se coisas Leves, desenhos amados do espirito, dos passaros, dos meninos, louro, Asas e Amor. deverão ter sido Homens que assim o conceberam, o Impeto Apolíneo versus a Ternura e a Delicadeza da Mãe.


Matilde Rosa Araujo, Poetisa e Amante das Cianças, Pela Poesia, pelo Canto e Pelo Amor

Matilde Rosa Araujo
que agradeceu com seu discurso manuscrito
Todo o Amor que A Vida Lhe Deu
Todo o Amor
Todo o Carinho
Que os que a Amaram
Lhe Deram
e Via-se
Em sua
Sincera
Forma de Ser

A verdade
De Tal Amor
Na Sua
Imensa
Gratidão
Feliz


Salve Matilde Rosa Araujo
Que a Vida Te Seja Longa
Doce e Suave
e Infinito o Amor

Eu Feliz
Por Tu
Existires


...




zzz, zzz, diria o senhor remédios e só ele, então Senhores, em verdade vos digo
não sabem que o rolo da massa do padeiro não é para bater, mesmo que seja semelhante à moca, fim e uso, da de Rio Maior, noutros tempos Idos.

O Rolo da massa do Padeiro Serve para amassar, para pôr a massa toda bem ligadinha, o que por certo concordarão, espero eu de que... não se faz sugerindo a alguem que use o rolo da massa para outro fim. Serve ainda o rolo, para amassar pedras, aparar objectos pontiagudos e coisas que tal, onde os humanos se magoam. e depois sem massa ligadinha não há bom pão, que chegue para todos. Vocês que o pensaram e fizeram tem a barriga cheia, espero eu, mas os que não tem, como se resolve, qual é a vossa proposta especifica e já agora calendarizada na sua execução, acompanhamento e controle por por parte de todos nós, pois não será isto cidadadania plena activa e activante, aquela imensa cidadania que está arredada do sistema, pois espero já não restar dúvidas a ninguém de uma coisa que para alguns já era óbvio há dez anos, que era, o verdadeiro significado daquela massa que vai engrossando daqueles que não votam ou se abstem.

ou irei ouvir, que por não terem poder não a podem executar. Não tem Poder, porque andam em guerra, ou qualquer coisa próximo disso, vide a energia emocional dos vossos discursos na Assembleia da republica, a Zanga, sempre uma imensa zanga, que a todos zanga. Para quê? Alcançou-se alguma coisa? teve um resultado mais positivo face à realidade? ou foi uma ténue e incerta sensação interior de ousadia, (ousadia para quê?), de anjo com a espada da verdade e julgador em defesa daqueles que não tem voz ( mas o problema não e terem voz, pois tem-na, e contudo consta que os problemas estão relacionados com os locais, tanto se dão nos parlamentos como na casa, se a tiver, do mais humilde cidadão. E depois de cada zanga tem que se fazer a dezanga e gasta-se assim um tempo inútil, metade da vida para ser rigoroso, e não resta mais tempo para então fazer o importante e contudo se se optar por não andar zangado, ganha-se o tempo outrora consagrado a dezanga.

e meus amigos, para haver cidadania tem que haver relações de cidadania,eu por mim não quero que sejam a bater forte, prefero as gentis e acho-as mais produtivas, no sentido de resolver os problemazinhos...

e fico-me por fim a pensar, como avaliarei a vossa proposta de Paz

eu por mim já vos disse e repito, não sou de ninguém, sou de todos, mas espirito de Abril , Verdadeiro espirito Universal de Abril será continuar a dizer o que sinto ou penso, mesmo que isso seja diferente da vossa maneira de ver.

Só vos pedia então, sabendo que tal vos é possivel do mesmo modo que é para mim, para não me porem aquelas caras de ódio e de violência, como às vezes vos vejo no instante afivelar, nos sítios onde o cruzar dos passos determinam o meu dizer e aqui repito, eu pora mim, sou por mim e sou por todos e em sinceridade vos confesso
Se voces lutam, lutaram, como muitas vezes eu vi, algumas lado a lado, pela liberdade de consciência e da acção de cada Homem, como é que compatibilizam isso com tal feio julgamento emocional. E mais interessante ainda, em meu ver, porque é que tal acontece, pois todos concordaremos, espero eu de que...não é bom sentir dentro de nós essas emoções nem elas são sábias companheiras dos nossos andares.
Será que no fundo quererão impor à consciência de outrém o vosso ponto de vista?

em Paz, despedindo-me dos amigos que eu quero assim achar, daqueles que admiro, dos que gosto de seus corações, daqueles com que caminhei e vou caminhando, iguais ao meu, que muito sabe das zangas, mas mais, não a querer.

e depois quando andamos zangados, podemos ir sempre dar um passeio para espairecer, ou então, ir namorar. volta-se com a cabeça mais freca, mais certeira outra vez

acham mesmo que a velha e falsa dictomia de 30 anos de democracia, entre nós , os bons, e os outros os maus, os inimigos, resolve o País e o Mundo, coisa inteira?

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