quarta-feira, agosto 25, 2004

on, off, out

Eu estou a dizer-te uma coisa, depois digo-te outra e depois digo-te ainda que não te a estou a dizer.

Faz sentido?

Off quê
Ou boca calada
Quando mais
Não quero
Dizer

Não seria mais simples só, on ou out?


...


Sem nenhuma ideia de infância de que quando chegasse aos 18, aos 33, ao meio da vida, que entretanto já passei, as questões, a busca cessasse, como se tudo se encontrasse definitivamente resolvido dentro de mim numa certa hora num certo lugar.

Parece-me ser sempre assim a vida, na melhor das hipóteses renascimentos, dados, obtidos por golpes de asa do coração, do pensar, do Grande Mar. Peso o meu caminho, que faz parte de um mesmo caminho, olha minha alma sentada e com ela me ponho a conversar, tento perceber o que me faz morrer a cada vez para então morrer de vez, naquilo que morto já está e renascer uma e outra vez ainda.

Aterro em Lisboa, no meio do verão. Assuntos pesados a tratar, sim, que me são pesados e contudo comparados com outros de muitos outros, serão rosas. Quantas vezes me esqueço da comparação que relativiza o peso das coisas e contudo vivo num mesmo mundo onde as coisas, por assim dizer, mais pessoais condicionam pelo menos, a e energia e vontade que menos dou a outras, paradoxo de mim no outro, em qualquer outro, em qualquer outro mesmo lugar.

Bem sei que são tempos de mudança nalguma forma de estar nomeadamente na minha forma produtiva, por assim dizer. Que ninguém entenda que me quero tornar indigente, ou deixar de trabalhar e fazer coisas, mas sim encontrar uma nova forma de as fazer, o que implica balanço e algumas mudanças.

De qualquer forma, avalio, aquilo que se me afigura como novas prioridades, os meus novos compromissos internos, se assim puder dizer. E muito disto tem a ver com a possibilidade de ser empresário em Portugal, e esta questão anda a deixar-me muito confuso, pois não quero chegar a uma conclusão de impossibilidade ao Amor.

Eu
Tenho
Dois Países
Um em
Que nasci
Outro
Em
Que
Vivo
E
Depois
Tenho
O
Mundo
Inteiro
Para
Viver
Pois
Todo
O
Mundo
É
Minha
Casa
Uma
MesmaCasa



E contudo este livro que se escreve na minha vida em Portugal, com a minha vida, neste capítulo específico da existência, é um longo livro que tem um título longo, como este calvário, porque voam as borboletas, porque se vão embora, ou porque perdem a vontade de voar.

Embora?
Perder a vontade
De voar
Certamente
Não


Outras
Formas
De
Voar

Disto
Conta
Aqui
Darei


...


Oh
Minha
Amada
Que
Me
Visitas
Como
Eu
Gosto
Contigo
Conversar

Quando
Acordado
Estou
Te
Vejo
O
Olhar

Mas
Tu
Também
Me
Visitas
Na
Terra
Dos
Sonhos
No
Sonhar



Nem
Sempre
Te
Vejo
Clara
Como
És

Mas
Deixas-me
Presentes
Ao
Acordar
Bálsamos
Que
Me
Trazes
No
Sonhar

Assim
Saí
Para
Almoçar
Lágrimas
Correndo
Em
Meu
Mar
Do
Meu
Olhar

Para
Dentro
Do
Meu
Coração


Depois
Dou
Conta
De
Que
Posso
Então
Chorar

Depois
Penso
Minhas
Lágrimas
Outras
Lágrimas
Que
Às
Vezes
Nem
Lágrimas
São
Em
Outro
Olhar

Eu
Choro
Minhas
Dores
Ou
As
Dores
Do
Mundo

Será
Diferente
A
Dor?

Como
Posso
Eu
Chorar

Darfur
As
Mesmas
Crianças
Do
Biafra
Que
Nem
Chorar
Choram
Porque
Desde
Que
Nascem
Sempre
A
Vida
Assim
Foi

Não
Lhe
Chamam
Dor
Pois
Nem
Sabem
Que
Isso
É
Dor

Para
Eles
É
A
Vida
Nem
Se

Nas
Vezes
Suas
Lágrimas

Uma
Imensa
Tristeza
Olhares
Fundos
Em
Rostos
Corpos
Mirrados
Da
Sub
Nutrição

No
Mesmo
Mundo
Que
Destrói
Comida

Como
Posso
Eu
Chorar
Minha
Dor
Pessoal

É
A
Dor
Assunto
Pessoal
?

A
Guerra
Continua
As
Bombas
As
Mortes
As
Atrocidades

E
Aquelas
Crianças
Iguais
Às
Minhas
Morrem
Muitas
Delas
Nem
Aos
Cinco
Anos
Chegam


Dores
Diferentes
?
Num
Mesmo
Único
Mesmo
Mundo
?




Aqui fica esta pérola sobre gatos e afins que me chegou a mão, para todos os que amam os irmãos animais. Ainda só li a primeira, síncrona, no tempo de seu chegar, numa mesma ideia escrita de texto anterior. Perdoem-me os Toranja cuja letras tanto gosto, pelos sentidos que me fazem

http://www.planeta.gato.nom.br/textos.htm,

Um belo miar de verão.


...

silly season, you said?


...


Duas belas pérolas sobre transcendência do sexo em Rosa Leonor, Mulheres e Deusas

Inspirou-me
A
Transcendência
Fora da Carne
No
Desejo
Dela

Carne
Será?


Oh
Minha
Amada
Oh
Meu
Amado
Oh
Meu
Sapo
Amado

Não
Tenho
Pressa
Em
Tocar
Te


Combinamos
A
Entrega
Complemento
Corpóreo
No desejo
No
Nosso
Frente
A
Frente
Olhar

Não

Pressa
A
Cumprir

Prazer
E
Amor
A
Dar
A
Dar

Vamos

Acordar

Toco
Te
Toda
Todo
O Sapo
Não
Esquecer
Que
Também
Quer
Tocar
Ser
Tocado

Toco
Te
Leve
Afago
No
Sorriso
Em
Sorriso
Dos
Corpos
Que
Lenta
Se
Vão
Lembrando
Ser
Um

Pressa
Para
Quê
Se
Nossos
Vinte
E
Um
Dedos
Ou
Vinte
E
Dois
Ou
Vinte
E
Três
Se
Contar
Com
O
Sapo
São
Como
Pontos
Estrelas
Na
Imensidão
Do
Nosso
Corpo
Céu

Pressa
Para
Quê
Se
O
Encontro
É
Certo
Como
O
Rio
No
Mar
Se

Transformar

Esqueço
Me
De
Mim
Esqueces
Te
De
Ti
Magnetizamos
Docemente
Agitadamente
Meio-soprano
Tornando-nos
Dínamos
De
Prazer
De
Amor

Agora
Meu
Amor
Se
Bem
Que
Ninguém
Perde
Seu
Corpo
Os
Dois
Juntos
São
Agora
Um

Maior
Que
Cada
Um

Sol
Radiante
A
Faiscar

Agora
Meu
Amor
Repara
Que
Nosso
Corpo
É
Um
Mesmo
Universal
Corpo
Uma
Inteira
Galáxia
Um
Uni
Verso

Agora
Que
O
Mar
Se
Aproxima
Façamo-lo
O
Mesmo
Mar
Desejo
Bem
Estar
Alegria
Muito
Prazer
Muita
Paz
Muita
Vontade
De
Paz

E

Quando
A
Onda
Quebra
Na
Areia
Do
Universo
Espalha
Todo
O
Nosso
Amor
Pois
Assim
O
Quisemos
Fazer

Tempo
Que
Foge?
Ou
Tempo
Sem
Tempo
No
Doce
Estar

Vamos
Experimentar?

Lembrança da unidade primeva, da mulher que também sou, do homem que também és, um mesmo corpo, uma complementaridade, um equilíbrio entre o feminino e o masculino, entre o interno e externo, entre o que penetra e o que recebe e fecunda o novo ser que então nos tornamos quando assim nos encontramos

Os sapos também existem como nós e também Amam, só por isso ele apareceu, dizia seu amigo gato ao passar.




Perdoar, aprender a perdoar, optar por perdoar, não implica nem tem como consequência esquecer.

Noticia no telejornal. O burro ibérico está em vias de extinção. Engano com certeza, esqueceram-se de mim. Também disse o Senhor que eram teimosos, iam sempre no mesmo lado, e ainda, que eram inteligentes. Vá-se lá perceber os burros ou o Senhor
Que deles gosta.





Autocrítica marxista-leninista do tempo das células dos estudantes comunistas, sem ml
(hihihi)

A realidade é um mil folhas
A Intervenção pode-se
Fazer em qualquer
Das mil

Mil folhas
Mil formas

Sózinho
Acompanhado
De
Preferência
Bem
Acompanhado

E

Claro
Está
Nem
Todo
O
Colectivo
Tem
Que
Falhar
Se
Bem
Que

É
Colectivo
Enquanto
Eu
E
Tu

Andar

Colectivo
Regras
Lealdade
A
Si Mesmo
Portanto
Aos
Outros
Pactos
Juras

Eu
Um
Dia
Partirei
O
Colectivo
Não

Tu
Também
Partirás

Haverá
Contudo
Outros
A
Chegar

O
Que
Lhes
Vamos
Deixar
?



Na feira tocava a cassete pirata. Pirata era o nome do autor que a tinha feito, pois consta que a fez à revelia dos cantores. Mas no mar em que os piratas e os cantores navegavam
Havia uma lei de bordo, que dava o bordo a tal carência de previamente o cantor informar, Se caso da protecção do Pirata se tratasse. E se o pirata, precisa de protecção que a lei lhe dá, então se calhar nem mesmo pirata o é. Será tal possível, perguntam as sardinhas em seu nadar, e contudo ninguém se não o pirata tal pode navegar, perdão, pode tal avaliar, em primeira instância, aquela que determina ou não se o acto é acto de piratar.

O cliente na banca da feira da ladra dos peixes, sopesando a cassete e sua ficha técnica, não sabia também tal averiguar. Lera nos promocionais, que se queixara o pirata de ter sido piratado, roubado e truncado. Pirata que rouba pirata tem mil anos prá nevegar. O tema do pirata fora como seta lançada à volta do redondo do mundo e assim chegara de novo a ele, se é que alguma vez a seta teria partido, secretos mistérios da inépcia de saber, pois como sabemos, cassetes, piratas, roubos, cedências, dito e não dito que dito, mares navegados e nunca antes navegados, são coisas etéreas e transcendentes, mas que depois de manifestadas se conservam imutáveis para sempre como o viver dos piratas e dos cantores

O cliente olhava a cassete e tentava avaliar se era a verdadeira original cassete pirata, mas depois chegou um outro que lhe disse, que o pirata tinha destruído o original piratado, foi um tubarão de boca grande aberta, truz, a comeu, disse o capitão gancho que estava na praia, em verão entretido a ver os bikinis.

Entropia, confusão, parece a experiência do verão, o teletransporte do fotão, que sim que se move de um lado para o outro sem remos para se mover, mas que chega diferente do que já fora, helás, como as cassetes que se extraem. Disse a foca que mo contou, estou a rimar, que não sou ignorante, sou poeta, nas vezes.

O cliente de férias, não ouvira nenhum cantor nem nenhum extracto do canto, alias teria que se perguntar, extracto do extracto, de que extracto, daquele que foi cantado, ou mesmo do que não seria nunca cantado, mas cliente ao lado houvera que dissera, só tem faixa A, coisa bizarra, que secretas intenções se estendem por debaixo da rebentação no quebra-mar, pois como se sabe e sabem todas as sardinhas, os extractos extraem-se a si mesmo de formas aleatórias.

E depois deste episódio nos mares do sul, ao sul, onde estamos no norte deste processo.
E já agora, como, e aonde se julgam os homens e quando é previsível um veredicto, pergunta a barba que entretanto crescera ao peter pan.


Mas recorda peter pan, é passível averiguar uma montagem, um corte, uma colagem em áudio, sobretudo pela análise do chamado ruído branco, aquele que não se ouve mas que se pode ver por exemplo em forma de onda de frequências e por variação de volume, corpo, caso o tal atelier inteligente na lapa tenha feito corte e colagem por mix, pois como se sabe, são os ateliers e as máquinas que o fazem, não os piratas, muito menos os meninos perdidos. O cliente em férias não recorda de ouvir na novela se alguém procedera mesmo a uma peritagem.



Cada vez que passar ao lado de uma baliza, vou lá abaná-la para ver se está bem fixa, será que podias fazer o mesmo, não?





opps o meu atelier é ao pé da lapa, ainda me aparece um capitão gancho a dizer que foi eu que o fiz. Minhas amadas máquinas de imagem e som, estiveram a dormir, enquanto eu estive na praia, não fizeram nenhum trabalho na minha ausência, pois não? E depois as máquinas não sabem fazer facturas por si mesmas, seria um caso trabalhoso de fuga ao fisco.

...

Andas a reler Kafka?

Não

Haaa, é um ataque de surrealismo agudo de verão.

….

Já não se abandonam animais no verão, assim quero crer, agora só automóveis. Volto a Lisboa e lá continuo a ver alguns abandonados em sítios estranhos. Sempre é melhor abandonar carros que animais, mas convenhamos que deixá-los no meio da estrada, ou é uma forma de protesto poético ou sinal de retoma.

Ontem de manhã na Praça de Espanha em Portugal, lá está um sem tampa traseira, tipo abre latas aberto, fiquei a olhar de espanto, aquele buraco. De manhã, na mesma manhã, dois carros de polícia ali parados ao pé, que bom já o devem ter visto, fui-me contente. Depois voltei lá a passar mais tarde e o carro continuava lá. Depois no túnel do corte inglês, um outro carro inteiro coxa de uma roda por algo amarelo estava na eminência de ser rebocado e concerteza terá sido mesmo, pois esse é certo destino da tal doença amarela.

Bem sei que os abandonados, não se encontram abandonados em zonas de zebras pintadas com marcianos verticais comedores de cêntimos e euros, mas que diabo, não poderiam dar uma mãozinha em rebocá-los também.

O rapaz está louco, cheio de pretensão de si mesmo, não tem noção?
Pois não, é caso perdido


Hoje continua lá




Barco do Amor
Barco do Aborto
Aurora
Seu
Verdadeiro
Nome
No
Telejornal
Leram
Mal
Seu
Nome

Porque
Será
Pergunta
O
Inocente
Pássaro
Em
Seu
Canto
A
Voar


...


Dizia um amigo ao outro na praia da vila, és bruto.
Não sou não, respondia-lhe o outro
É ironia, fina ironia
Retrato
Da inteligência
Da
Coragem
Do Gosto
Do
Saber
E
Do
Saber
Pensar

Obrigado pela
Demonstração
Dos Olhos
Do Povo
Que esses
Olhos
São
Do Povo
Sem o Ser
Mas
Sim
Está
Bem

Alguns
Assim
Disfarçados
Com
Certeza
Esqueceram-Se
Do
Próprio
Rosto


400

Leites
2o
Pecados
Vezes
15
Nós
40

noves fora nada


Nada
Sei
Como
O
Poderia
Saber


Mas tudo
O que cai
Se levanta
Nem
Se
Levanta
O
Levante
Em
Repouso
Fica
Como a
Seta
Que uma vez lançada
Volta ao que a lança
Depois de dar a
Volta inteira
Ao
Redondo
Mundo
Cair
Subir
Depende
Do Ponto
De
Vista
Do
Local
Do
Ver
Como
Disse
Arquimedes
Uma
Alavanca
E um ponto
De
Apoio
E
Faço
O
Mundo
Mover

Obrigado
Por
Existires
Bem
Ajas





Todo eu sou Amor
Todo eu sou Ardor
Todo eu sou
Fogo
Invisível
A
Arder
Sem
Nada
Queimar
E
Zanga
Sem
Zanga
Sem
Vitima
Sem
Vontade
De
Nada
Vitimar

Paradoxo

Há dias assim

furacão

dentro

de

Mim



Força
Portugal




Dois amigos na praia há muitos, muitos, anos atrás

Ora, ora, cálculos redondos, mais ou menos 500 km na vertical, talvez 200 na horizontal, 100 000 Km2.
País à beira mar plantado
Gentes doces
E suaves
Muito Sol
Muita
Luz
Todo
O Ano


Vende-se
O último
A
Sair
Que
Feche
A
Porta
Que
Apague
A Luz


Anúncio cíclico como bolha sulfurosa que vai aparecendo de vez em vez no tempo de cada seu plof.




Parabéns ao luís ene, que fez dois anos de escrita, não te importes com o número pois ele é falso e depois há sempre a velha questão e seus dois lados, quantidade e qualidade.

chamas-te mesmo, ene?




Maré de verão, onda de Outono, morangos, bananas e coisas afins, quem brinca com o fogo pode-se queimar. Desejo-te o dobro do que me desejas, só mesmo Amor, que te fique tão claro como Ele o É e Tudo Torna, Tudo Faz.




E assim vai este leve retorno a Lisboa Muito Amada
Portugal
Europa
Mundo
Galáxia
Solar
No
Meio
Do
Uni
Verso



Distribuição enigmática de direitos de autor
Mais umas horas, se calhar dias, quem sabe meses,
Minha memória ram durante esse tempo ocupada em lembrar em dar seguimento ao averiguar, que ainda nem comecei, pois me sabe a língua de antemão a um certo fel,
Mas contudo eu que sou abelha sem o ser, não me alimento só de mel.



Sabes porque é que o país não vai para a frente
Porque se gasta quase todo o tempo
A responder às coisas mal feitas
E depois
Não resta tempo para fazer as
Que são necessárias
As
Bem
Feitas
Para
O
Bem
Feito
O
Bem
Fazer

De que te queixas
Tens que comer
Tens saúde
Não andas
Numa guerra
És feliz
A vida
É
Bela
E está
Cada
Vez melhor

Relativiza
Relativiza
E
Levanta-Te
E Ri





Muitas, muitas, saudades dos que estão ausentes deste espaço
Neurónios cor-de-rosa, clube das almas inquietas, e tantos, tantos outros,
Alguns que ainda não conheço

eu agradeço, todo o Amor que me dão
todo o aconchego
todos os carinhos
Toda
A
Força

Que
A
Força
Seja
Convosco


Ah tanta boa musica portuguesa. Camané, hoje ouvi na rádio um concerto de 30 de Março.

Ah Fado
Ah
Homem
Fado
Ah
Belas
Certeiras
Letras
Antero
De
Quental
José Mário Branco
Manuela de Freitas
E tantos
Mais
Tantos Belos
Verdadeiros
Poemas
Do
Fado
Maior

Oh Toranja, oh Rui Veloso, oh Carlos Té, Oh Manuela, oh Mísia, Oh Mariza
Oh Rui Reininho, Oh Xutos, Oh, belle chaise hotel, oh todos, oh tantos
Cada vez melhores

Sarava

Todos
Meus
Irmãos

A
Revolução
Permanente
A
Revolução
Impermanente
A Ovulação
A Evolução
Faz-se
Pelo
Som
Pela
Palavra
Pela
Música
Das
Esferas
Lusitanas




Vida, aborto, eutanásia
Nem tanto
A terra
Nem
Tanto
Ao mar

Como
De
Costume

Mais
Ao
Mar



oh blog this
you came
and
change
my template
without
saying
nothing
first

Yes
I
Accept
Your
Apologies
My
Site
Meter
Disappeared
And
One
Of
This days
I will
Bring
It
Again

I always
Treated
You
Well

I Gave
I Give
My
Thankful
Wand
My
Thankful
Heart
For
This
Creation
That
You
Have
Done

Hi
Blog
This
And
That


Perguntou-me uma vez uma amiga
Porque tinha um site meter
Se era para ver quantos vinham
Respondi-lhe
Serve para muitas outras coisas
Uma das mais divertidas
É ver por exemplo
As referências
Nos motores de
Busca
Quão
Complementar
Se tornam
As
Coisas
Que
Imensa
Riqueza
Nesse
Descobrir

Site meter
Cada um
Como
Cada
Qual
Pró
Menino
Prá
Menina
Cada
Qual
Como
Quer
Usar
Não
Assim
Será
?

E
O
Que
Eu
Tenho
A
Ver
Com
Isso

Nada

Mas
Amiga
Pergunta
Sempre
O
Teu
Perguntar
Mesmo
Que
Não
Seja
O
Próprio
Teu


Pergunta
Bem vinda
Resposta
A
Que
Me
Calhar
Mesmo
Que
Seja
Dizer
Não
Te
Respondo

Pois
Sei
Que
Não
Vais
Levar
A
Mal


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