sexta-feira, julho 02, 2004

Oh meu filho, que és meu filho sem o ser, pois eu sou teu pai também sem biologicamente o ser, assim são todos os pais com todos os seus filhos.

Oh meu filho, que ontem, eu te vi a transportar a Alma deste País.
Tua face, como em muitas outras faces deste meu Povo, era a bandeira de Portugal.

Oh meu filho perdoa-me pois não sei o que fazer, além do que faço, que nem sou eu próprio que o faço, e contudo é minha, a face, do que executa, pois se bem que tu és tu e eu eu, nem eu sou só eu nem tu és só tu, por isso és também meu filho sem o ser, porque os pais almejam para os Filhos o melhor, melhor é Amor.

Tuas palavras grifaram a tristeza do Povo, face aos que governam, dizias com tristeza perante o aparente desnorte, que mesmo assim o Povo era invencível, que Portugal o era Também.

Que te possa dizer meu filho, eu que sou pai, perante a preocupção preocupada que vi em ti e através de ti, que depois do desnorte, vem sempre um novo norte, essa é a Fé que nos move, e ter Fé é como acreditar, acreditar tanto, com tanta vontade, desejo, e força, que assim então acontece. Fé é ir à frente, buscar o que se Almeja para o Hoje.

E depois meu Filho, tu És o Povo Também. Se ele é invencível como crês, tu também o serás

Audácia no Coração




Minha Amiga Senhora, só posso entender as suas palavras de ontem, com um sentido irónico, pois a haver uma, será sem dúvida a Senhora um dos seus Rostos. Estou cansado de repetir uma ideia, que sei que comigo partilha, que casa onde não há dinheiro, onde o deve é sempre maior do que o haver, não se pode desenvolver.

Se uma Mãe chega ao fim do mês sem dinheiro para pagar todas as despesas de sua casa e de sua família, como poderá investir, pois o investimento necessita de dinheiro e o desenvolvimento de investimento. Esta será a equação básica, sem bem que existam como sabemos, mecanismos financeiros, que contrariam em parte em termos do real esta regra

Eu por mim
Aqui lhe Agradeço
Na Mão
De Deus
O Resto



Minha Solidariedade ao Senhor do Norte, assim me pareceu, pois ia meio sério, meio zangado, sobretudo desconsolado, que outras soluções haviam, só que não foram ainda tentadas, pois então que se tentem




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Boletins meteorológicos


Em véspera da última vitória, no sentido da última que acontecera, o nervosismo traduzia-se por um aumento da velocidade média de circulação dos condutores na ordem dos 15km, 25km.

Comentou o amigo pássaro, calma, que ansiedade não é boa companheira.



Diferença da tonalidade emocional na alegria e muito mais que isso, entre as duas últimas vitórias.

O Coração Pela Imensa Vontade, Pelo Desejo De Que Se Torne Possível, Assim o Faz Possível.

Uma via de Crucificação do Amor, Pelo Amor, Tanto Neste País O Transporta estas gentes.

A Vitória merecida, como são sempre as Vitórias, Então Aconteceu e o Tom
Da Alegria e da Celebração que então se Formou, era de Alegre e Profunda Compaixão, pois Todos Sabemos Que o Sofrer Aproxima os Homens, Torna-os mais Humanos, mais próximos de seus coração, mais fácil se torna o reconhecimento do outro ao lado nessa humanidade comum. Mais fácil nasce a arrogância no desconhecer, que quando nos reconhecemos.

Um Enorme trajecto de Dor, para depois a grande Alegria, a grande Celebração, sentimento que enche o Peito e o Mundo em Redor se For de Amor. Acreditamos sempre, sempre, e fizemos a obra.
Assim Se Fez Com o Amado Dragão.


A penúltima, fora como um besouro se tratasse, um fio tapete estridente, foi audível, por longas horas em determinados pontos da cidade, no círculo da Avenida, onde está um que entre mil outras coisas fora um geómetra, um dos que desenharam a cidade num perfil que ainda hoje é reconhecível.

Aquela energia, continua, nas altas-frequências, como imagem do caos, da energia em seu estado puro, fazendo ruídos como bateres de asas de besouros e belas joaninhas.

Imagem da imensa energia pura da vida e dos seres e ficava a pensar, se aquela energia fosse vivificada nos dias a dia, como Portugal Seria, como Portugal Se Transformaria.


Audácia Em Coração