sexta-feira, setembro 17, 2004

O fruto proibido sempre foi o mais tentador, primeiro por ser sempre fruto e depois por ser proibido. E nas vezes, mais tentador ele se torna quanto mais proibido. É também um pouco, como fazem as emas, colocam suas cabeças em buraquinhos na terra para não ver, tudo aquilo que lhes poderá fazer mal. Dois pezinhos muito compridos verticais, seu corpo, um tufo, e seu pescocinho muito delgadinho de igual tamanho às suas perninhas a por a cabecinha no buraquinho, que com o pezinho escavaram. Assim vem quem nas vezes as morde e elas, nas vezes mordidas, nem se dão conta do que aconteceu.


Como se previnem os comportamentos de risco

Escondendo ou desvelando a verdade dos perigos

Educando no sentido de que cada um possa agir em esclarecimento, ou seu contrário

Tentando acabar com as causas dos perigos


Desvelando a realidade dos perigos como eles são, do que se deve fazer para minorá-los e utilizar toda a panóplia de meios de comunicação para o fazer, nomeadamente aqueles que são públicos

Informando e acompanhando nas escolas os jovens, mesmo um pouco antes de seus inícios e recordando que o preço em não o fazer é geralmente alto em vidas.

Explicando a importância da franca e clara abordagem destes assuntos na própria família, bem com particular atenção nas tribos mais susceptíveis.

A terceira prende-se com a investigação e basicamente da questão das políticas de locação de recursos que a ela se faz e dos objectivos e métodos com que se faz.

A quarta, que é primeira visto já existir, é garantir o tratamento a quem dele necessita, numa base de igualdade, pois não haverá critério sustentável em tratar uns e não outros.

E contudo elas progridem de formas distintas em locais distintos da terra, afectando mais as populações com menos recursos e consequentemente menor esclarecimento, e noutros casos por imposição de certas formas de pensar.

As doenças infecto contagiosas são muitas, embora se falem mais de umas de que de outras, por variadas razões, muitas vezes distintas de critérios da sua perigosidade e seu alcance ou progressão.

Vírus é um organismo que destrói um outro e alguns deles foram inventados e produzidos pelos próprios homens, pois já se pensaram as guerras virais no século passado, experiências foram criadas em laboratório e alguns novos vírus apareceram.

Várias epidemias têm atravessado a história dos homens, dizimado milhões em épocas onde era muito mais difícil de combate-las.

Há mesmo quem diga que elas são o plano de uma qualquer entidade para regular a quantidade da vida e ou uma forma de selecção natural, da mesma maneira que um homem escrevia ainda não há muitas décadas atrás, que por motivos semelhantes se faziam as guerras, que elas eram uma forma de acabar com a superlotação e objectivamente teremos que concordar que muitas delas começaram por necessidade de aumentar os rendimentos e os territórios e que elas também justificam os sacrifícios produtivos. Nações inteiras, homens e mulheres trabalharam no esforço de guerra, para as guerras, para ganhá-las e perde-las, pois numa guerra há sempre quem perca e assim perdem todos, perde a Vida.

Os países do mesmo uno mundo, sentados de mãos dadas numa mesma mesa, com suas antenas monitorizam os vírus e conjuntamente agem no sentido de definir os objectivos e métodos desenhados como comuns, para combater um inimigo comum, da vida.
Assim fizeram progressos, cortaram tempos na resposta, ao tempo do inimigo e assim se obtiveram as vitórias

Os países do mesmo uno mundo, sentados de mãos dadas numa mesa, decidiram que as doenças não são direito universal ou localizado, e que todos tem direito à cura, à mais desenvolvida cura que exista e assim agem, no sentido do Ajudar, pois nestes casos ajuda quem mais pode e mais e melhor sabe e mais tem.

Os países do mesmo uno mundo, mulheres e homens iguais a outras mulheres e outros homens, acordaram já há muito tempo atrás, que o lucro não se sobreporá à busca da cura, à cura e ao curar. Também acordaram como direitos universais, o direito à medicina, aos médicos e aos medicamentos.

Os países do mesmo uno mundo, sentados de mãos dadas numa mesma mesa já imaginaram e criaram um sistema financeiro que desse para todos e para as necessidades que vão aparecendo no caminho.

E foram todos de uma vez, perguntou então o filho ao pai, que respondeu, não, foi progressivo, mas bastou juntarem-se os suficientes que criaram a massa critica necessária e depois mudou muito rapidamente, e não te esqueças que cada homem é um país e que os países são constituídos e feitos pelos homens e pelas tribos que se constituem.
E sabes, foi aí que acordaram outros direitos universais, como o direito a ter de comer, o direito de ter um tecto, se assim o quiser, o direito de ter escolas e de ir a elas, pois antes de educação, estão os educadores e as escolas, mesmo que elas não tenham paredes e se façam nos campos à sombra sob o Sol e as Estrelas. Assim se começaram a fazer planos à escala do mesmo Uno Redondo Mundo.